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O número total destes locais – que “combinam conservação, educação ambiental e uma abordagem sustentável ao desenvolvimento” – aumentou para 241.

Se vive numa cidade, não precisa de abandonar completamente a civilização para conseguir aquela tão necessária dose de natureza. Mas, por vezes, paisagens verdadeiramente monumentais de montanhas e cenários impressionantes justificam uma aventura na natureza selvagem.
Precisa de inspiração? Bem, a designação de Geoparques Mundiais da UNESCO, criada em 2015, é um óptimo ponto de partida, e 12 novas regiões acabam de ser adicionadas à agora extensa lista de 241 locais para 2026.
Seleccionados pela sua combinação de “conservação, educação ambiental e uma abordagem sustentável ao desenvolvimento, ao mesmo tempo que apoiam os povos indígenas e as comunidades locais na promoção da sua cultura e know-how”, estes parques foram escolhidos a dedo pelo conselho executivo do organismo com base nas candidaturas do Conselho Mundial de Geoparques.
Que locais receberam a designação? Bem, um deles fica na Irlanda – o Geoparque de Joyce Country and Western Lakes. Graças ao que é conhecido como a Orogenia Grampiano-Tacónica – um período de intensa formação de montanhas que ocorreu há cerca de 450 milhões de anos –, esta região da Ilha Esmeralda foi abençoada com uma grande geodiversidade e uma abundância de fósseis.
Culturalmente, a região é um Gaeltacht, o que significa que a língua irlandesa ainda é parte integrante das interacções do dia-a-dia, tendo até influenciado a terminologia científica relacionada com a área. Por exemplo, a palavra glaciológica “drumlin” vem do irlandês “droimainn”.
Noutros pontos da lista encontram-se Manantiales Serranos no sudeste do Uruguai, o Delta do Sarawak na Malásia e o Planalto Cársico de Miné-Akiyoshidai no Japão. Mas continue a ler para dar uma espreitadela a todas as 12 novas inclusões, onde se destaca o nosso Algarvensis.
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