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Entre esta sexta-feira e domingo, o festival Ciclope exibe filmes inéditos e projectos de jovens realizadores no Cinema São Jorge.

Quem for à Avenida da Liberdade entre sexta-feira e domingo vai dar de caras com um Ciclope. É um festival dedicado a cineastas emergentes e tem como objectivo mostrá-los na maior tela possível – ou seja, na Sala Manoel de Oliveira do Cinema São Jorge.
Divido em seis sessões, este evento vai dar a conhecer o que de mais fresco se faz no país e fora dele, numa lógica de descoberta e apoio aos novos talentos. A primeira data do Ciclope, 23 de Janeiro, promove uma selecção de diferentes títulos: Uma Vulcanóloga que Nunca Viu Lava, de Joana Carolina; Passagens, de Samanta Velho; Resut, de Mafalda Jacob; Lisbone Baas Kora, de Filipe Barroso; Lismerence, de Gloria Biasion; Dançando Tango Entre Duas Margens, de Christian Tobler Soria; Apolo das Chamas, de Rúben Antunes; Um Sentimento Chamado Carnaval, de Carlos Confort; e Insibili Nelle Città Visibili, de Camilla Morello.
Esta é uma oportunidade de conhecer os autores e o cinema de amanhã, que inclui ainda projectos como Na Batida do Bairro, criado pelos jovens do Centro de Iniciativa Jovem, do Bairro de Lordelo, ou A Mouraria Cá e Lá, de Hajer Khader, ambos exibidos no sábado, na Sessão C e D, respectivamente. No derradeiro dia do Ciclope, não deixe de ver A Liberatory Demand From Queers in Palestine, de Ema Gonçalves, na Sessão F, projecto feito de gravações feitas em primeira mão neste país e de manifestações gravadas em Portugal, ou a curta-metragem de ficção Pé-De-Meia, de Joana Salvador, na Sessão E.
Cinema São Jorge, Av. da Liberdade 175 (Avenida). 23 Jan, Sex 19.00-23.00; 24 Jan, Sáb 15.00-18.00; 25 Jan, Dom 15.00-18.00. 2€
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