[category]
[title]
Das piscinas do sul de Londres a fronteiras dramáticas entre placas tectónicas, eis para onde se deve dirigir para um pouco de terapia de água fria.

Quase toda a gente gosta de boiar nas águas amenas do Mediterrâneo, mas submergir-se em lagos glaciares ou piscinas frias não é para os fracos de coração.
No entanto, nadar em águas frias na natureza (o chamado wild swimming) é uma tendência de bem-estar em rápido crescimento, com mais pessoas do que nunca a darem o mergulho – de facto, as pesquisas por “wild swimming” dispararam 90% no Reino Unido este mês.
A marca de roupa de ar livre Icewear produziu um índice de “terapia de calor e frio”, mostrando os melhores locais do mundo não só para terapia natural de calor (como dar um mergulho em nascentes termais), mas também para terapia de frio, ou wild swimming.
Para o fazer, analisou 54 mil avaliações do Google de 60 locais diferentes em todo o mundo, e classificou-os com base nos que tinham incluídas as palavras-chave mais positivas (como “autêntico”, “revigorante”, “relaxante” e “transformador”).
Então, qual é o melhor local de wild swimming do planeta? Bem, esse seria o Lago Bled, na Eslovénia. De acordo com este índice, 76,8% das suas avaliações são positivas – mas com vistas como as que encontrará aqui, não estamos nada surpreendidos.
O lago, a pouco menos de uma hora de Liubliana, oferece condições de banho magníficas, com a temperatura da água à superfície a atingir os 25°C no Verão. É tão bonito que a Time Out o incluiu no seu guia dos lagos mais bonitos do planeta.
Fica bastante cheio de visitantes, mas as águas cerúleas e os picos cobertos de neve que se debruçam sobre as suas margens – mais uma ilha homónima que vem com uma igreja ridiculamente fotogénica – significam que a visita continua a valer a pena.
Num segundo lugar ex aequo, com uma sólida taxa de aprovação de 72%, ficaram o Parque Nacional de Cairngorms, na Escócia, e o Lago Moraine, no Canadá. O Canadá brilhou nesta lista, com o Parque Nacional de Banff a reclamar o terceiro lugar (seguindo de perto com uma proporção de 71,2% de avaliações positivas) e o Lago Peyto a classificar-se em 10.º.
Quatro destinos dos EUA também entraram na lista – Lake Tahoe, Mohonk Mountain House, Sand Valley (Nekoosa, no Wisconsin) e Lake Superior. Veja abaixo como se classificaram.
Diz-se que nadar em águas frias pode impulsionar o seu sistema imunitário, melhorar a sua saúde cardíaca e mental e, de forma geral, aumentar o seu bem-estar. Qualquer pessoa que dê mergulhos regularmente não se cansa de gabar o quão bem nos sentimos depois.
Laura Hall, colaboradora da Time Out e autora de The Year I Lay My Head In Water, começou a nadar em águas frias para, nas suas palavras, se “chocar de volta à vida”. Pode ler este excerto sobre o seu primeiro e estimulante mergulho.
📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
Discover Time Out original video