Este Capítulo começa à mesa

Era uma vez… um date importante, um almoço de domingo com a família ou um jantar de amigos para matar as saudades que pedem um sítio mesmo especial. Seja qual for a ocasião, aqui é recebido a céu aberto.
Capítulo
D.R.
Time Out em associação com Capítulo Restaurant & Bar
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No coração de Lisboa – e a uns minutos de metros, comboios, autocarros, eléctricos (e parques de estacionamento se preferir ir de carro) –, há um claustro a céu aberto onde sentar à mesa é toda uma experiência. O Capítulo Restaurante & Bar junta tradição monástica, mixologia criativa e uma cozinha portuguesa reinventada num cenário que só podia ser lisboeta. Um ar clássico mas acolhedor, uma lareira exterior, algumas colunas renascentistas e um ambiente que lhe vai dar vontade de ficar até tarde (mesmo que amanhã seja dia de treinar cedo ou levar os miúdos à escola). Um segredo muito bem guardado de Lisboa, mas que não resistimos em revelar.

Entre monges e cosmopolitas

É daqueles que adora sítios com história? Então saiba que o Capítulo nasceu num antigo convento, com mais de oito séculos de história, onde os monges dominicanos se reuniam para a leitura do capítulo da ordem e para discutirem e tomarem decisões sobre a comunidade. O Claustro a céu aberto, uma das razões para fazer uma visita, foi em tempos a botica do convento onde se cultivavam ervas aromáticas e árvores para produzir remédios naturais. Aula de história terminada, está na hora de partir para o que mais importa: afinal, o que é que se come (e bebe) aqui?

Uma carta farta e cheia de histórias

A cozinha é portuguesa e cheia de clássicos reinventados. Aqui, o bacalhau (hummm, bacalhau) é frito e servido com azeitonas galegas, chutney de cebola roxa, maionese de salsa, puré de cenoura e miso. O arroz de pato passa pelo forno a lenha, o polvo é assado na brasa com puré de alho e tinta de choco e molho holandês com pimentão de la vera e o bife do lombo à Capítulo com ovo estrelado. Para os vegetarianos, há pleurotos grelhados com miso caramelizado, feijões de soja fritos, arroz thai perfumado com gengibre e molho teriyaki e para sobremesa, uma rabanada queimada com creme de pastel de nata e vinho do porto. O mote que guia a cozinha é simples: honrar a tradição portuguesa enquanto se deixa um toque moderno que a capital pede – sempre com ingredientes frescos do mercado.

Para acompanhar, um cocktail. São frescos, combinam bem com tudo e não esquecem a herança botânica dos antigos claustros, onde ervas aromáticas e frutos cítricos inspiram criações cheias de sabor. Pode optar pelo Purple Cab, com gin, licor Royal Poejo, sumo de citrinos, chá de couve roxa e açúcar, se preferir sabores mais florais e agridoces. Se a sua onda for mais picante e provocadora, o Spicy Garden, com tequila mezcal com infusão de coentros, alho, pimentos, hortelã-pimenta e flor eléctrica, é a opção certa. Também há vinho, para os que não abandonam os clássicos.

É um espaço único para almoços, jantares e cocktails ao final do dia, num ambiente que tem tanto de tradicional como de inovador. E agora que vem a época de jantares sem fim, esta aposta é certa. Pode aproveitar para reunir o grupo todo, saborear a carta que o chef Celso Padeiro preparou especialmente para o Natal e trocar as prendas do amigo secreto.

E se ainda não tem planos para ver passar o ano, aqui o programa é uma experiência verdadeiramente memorável, onde cada momento é pensado como um espectáculo à altura da ocasião. O programa tem início com um cocktail de boas-vindas no Claustro, seguido de um jantar de gala no Capítulo Restaurant & Bar, inspirado no tema The Greatest Showman – uma celebração de brilho e grandeza. A noite continua com festa no rooftop do Hotel Mundial, com DJ, bar aberto e uma vista absolutamente privilegiada sobre o fogo de artifício do Terreiro do Paço, para brindar à entrada no novo ano com Lisboa a seus pés.

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