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Entre as músicas de Dr. Dre, Snoop Dog, Missy Elliot, De la Soul ou Busta Rhymes ouvem-se, ao longo da noite, repetidos “Sim, chef! – em coro, sem falhas. A cozinha aberta é o palco e o espectáculo frenético a que se assiste do balcão com cadeiras altas, sob as luzes vermelhas e azuis dos neons dinâmicos, convida a bater o pé, a trocar os pauzinhos pelas mãos e a beber mais um cocktail de saké. Reconhecemos o ambiente: também é assim no Izakaya original, em Cascais. Sorte a de Lisboa, que ganhou o seu próprio Izakaya, que transformou uma antiga fábrica de cerâmicas no Príncipe Real numa autêntica taberna japonesa. Maior – quer em área, quer em número de lugares sentados ou de cozinheiros em acção –, o projecto de Tiago Penão (e a primeira abertura desde que integrou o grupo de José Avillez e da família Arié) mantém o ADN intacto, apesar de ter algumas novidades para apresentar, como as mesas viradas para o balcão, a grelha a lenha e pratos como as teba gyosas, asas de frango recheadas ou a gyutan sando, uma sandes de pão brioche com língua de wagyu, pickles e maionese kimchi.
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