A Melodia Áspera de um Deserto

Teatro
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“Uma mulher atravessa uma paisagem árida, sozinha procura reconstruir uma espécie de dignidade perdida com delicadeza que por vezes é destruída por um cinismo, por uma sensação cáustica de quem perdeu. A derrota nem sempre é símbolo de fraqueza, a derrota pode também surgir da incapacidade de alguém se adaptar aos fracos ideais de uma sociedade condenada aos delirantes percursos do poder que constrange os corpos e inibe a possibilidade de uma existência plena.” Com estas palavras Tiago Vieira introduz esta sua encenação, dramaturgia, espaço cénico e figurinos, que Sandra Hung interpreta como “ópera que morre.”

Por Rui Monteiro

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