Haikus

Teatro
mulher de língua de fora
Fotografia: Patrícia Pinto Haikus, de Sónia Baptista

A Time Out diz

Sónia Baptista escreveu o que se segue em 2002, por altura da estreia deste espectáculo: “Os haikus escrevem-se em japonês com poucas palavras, uma simplicidade aparente carregada de sentido como tantas coisas pequenas cujo o significado transcende a sua pequenez. Os meus haikus são histórias daquilo que é mesmo importante, do que me oxigena o cérebro e acaricia o coração. Atrás de um haiku vem sempre mais um haiku e o meu corpo vai-se desdobrando como um enorme lençol dizendo coisas sem as dizer.” Passados quase vinte anos, Sónia não sabe se se reconhece, mas tenciona descobrir onde essa candura, ainda, em si está.

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