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A ópera pode ser verosímil se as personagens continuam a cantar mesmo no momento da morte? Ninguém Morre a Cantar é um espetáculo que questiona o anacronismo deste género musical e as suas convenções. Em cena, uma cantora cruza a sua própria biografia com a de grandes heroínas operáticas, convidando o público a mergulhar nos dilemas de figuras que habitam entre a idealização e a realidade. Com texto de Rui Pina Coelho, a concepção e interpretação é de Sara Belo, que estará acompanhada do pianista Pedro Vieira de Almeida. Em cena de 28 a 31 de Maio, quinta e sexta às 19.00, sábado às 21.00 e domingo às 17.00, n'A Comuna. O bilhete custa 10€.
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