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Com texto de Fernando Arrabal e encenação de João Mota, este espectáculo acompanha duas criaturas isoladas do mundo, que reinventam, em tom de ritual, toda a experiência humana – da linguagem ao poder, da fé ao amor materno. Entre o absurdo e o sagrado, a peça é uma parábola sobre a solidão e a necessidade vital do outro, mesmo quando essa necessidade beira a destruição. A interpretação é de Francisco Pereira de Almeida e Rogério Vale. Em cena no Teatro da Comuna, de 23 de Outubro a 14 de Dezembro, de quarta a quinta, às 19.00, de sexta a sábado, às 21.00, e domingo, às 16.00. O bilhete custa entre 12,50€ (dia do espectador, às quartas e quintas) e 15€.
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