Pendença Sem Mercê de Querer Beber Sem Ter o Quê

Teatro
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Pendença Sem Mercê de Querer Beber Sem Ter o Quê
©DR

Miguel Sopas atirou-se a textos de Anrique da Mota e Gil Vicente mas também a “um poema popular transmontano que o Fausto musicou” para criar esta peça interessada em “criar um espectáculo que incluísse outros materiais textuais do universo literário quinhentista.” Assim, com Ana Teresa Santos, José Mateus, José Redondo, Luís Moreira e Pedro Filipe Mendes, o encenador vira-se para os temas do “vinho e da sua carência” como forma de explorar “linguagens cénicas inspiradas pelo teatro do gesto e pelo teatro de máscara, e tentando desse modo desdobrar em corpo e peripécia cénicos a base lírica e narrativa dos velhos poemas de que partimos.”

Por Rui Monteiro

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