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As melhores coisas para fazer na Avenida da Boavista e arredores

Está pela zona e não sabe com o que se entreter? Saiba tudo o que pode fazer na Avenida da Boavista e arredores.

Mariana Morais Pinheiro
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A Boavista é uma das zonas mais ecléticas do Porto, onde edifícios futuristas, com grande impacto cultural na cidade, convivem lado a lado com o comércio tradicional que vai resistindo à passagem do tempo. Acompanha uma parte da Avenida da Boavista, a artéria mais longa da cidade, com cerca de 5,5 quilómetros de extensão, que liga a Rotunda da Boavista – onde é possível admirar em todo o seu esplendor o icónico edifício da Casa da Música – e vai até Praça de Gonçalves Zarco, também conhecida como Castelo do Queijo, que fica mesmo junto ao mar.

Se decidir percorrê-la durante uma boa caminhada, vai encontrar muitos outros pontos de interesse, embora pertencentes a outras zonas da cidade, que vale a pena visitar, como a Fundação de Serralves (incontornável) e o Parque da Cidade.

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As melhores coisas para fazer na Avenida da Boavista e arredores

  • Música
  • Música ao vivo
  • Boavista

Vai de certeza encontrar este edifício de formas estranhas em muitos postais da cidade. A Casa da Música tornou-se um dos ícones do Porto e merece sempre uma visita. A obra do arquitecto holandês Rem Koolhaas, com o seu design arrojado e futurista, foi projectada para ser eterna, tal como os diamantes (se olhar com atenção, o edifício assemelha-se a uma pedra preciosa gigantesca), e o crítico de arquitectura do New York Times, Nicolai Ouroussoff, colocou-a na lista das mais importantes salas de espectáculos construídas nos últimos 100 anos. Com uma agenda de concertos pulsante, que abraça os mais variados géneros musicais, tem também um restaurante localizado no topo do edifício e um café ecléctico no rés-do-chão. Vale a pena fazer uma visita guiada e conhecer ao detalhe esta obra inspiradora.

  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Porto

É um dois em um imperdível. Pelos quatro hectares de vegetação do Jardim Botânico vai encontrar de tudo um pouco, como jardins formais, árvores e plantas raras, estufas e dois lagos. Pouco movimentado, é bom para largar a criançada à vontade e descansar enquanto aprecia a natureza. E já que aqui está, aproveite e vá conhecer um dos espaços mais interessantes do Porto: a Galeria da Biodiversidade. Fica na Casa Andresen, um bonito edifício de finais do século XIX que em tempos pertenceu à família de Sophia de Mello Breyner Andresen, e é hoje um museu científico e interactivo. Entre as coisas mais surpreendentes que por lá poderá ver está o esqueleto de uma baleia encontrada em 1937 na Praia do Paraíso, em Leça da Palmeira, e uma escultura em cera, muito realista, de Charles Darwin. Se a fome apertar, faça uma visita à cafetaria Maria Dentada, mesmo junto aos jardins.

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  • Coisas para fazer
  • Mercados e feiras
  • Campo Alegre

O Mercado Bom Sucesso é o destino ideal para beber um copo de vinho e petiscar uma tábua de queijos e presuntos. Mas se daí quiser passar para uma refeição mais completa, também vai bem servido, dada a grande oferta de espaços com as mais variadas opções gastronómicas – dos restaurantes com pratos tradicionais à comida do mundo, passando pelas propostas saudáveis e vegetarianas. Para acompanhar há bares de gin ou vinho. Aqui, além de diferentes conceitos de restauração, encontra também um pequeno mercado de frescos, preservando a actividade original do mercado, inaugurado nos anos 1950. 

  • Atracções
  • Porto

Se gosta de desafios diferentes (e potencialmente assustadores), então dê um passeio por entre túmulos e sepulturas e descubra algumas das personalidades da cidade e principais figuras da História – como a violoncelista Guilhermina Suggia e o cineasta Manoel de Oliveira –, que têm no Cemitério de Agramonte a sua morada eterna. Inaugurado em 1855, este cemitério é uma espécie de museu aberto, muito por causa da sua rica arquitectura tumular. Se quiser ficar a saber mais sobre este lugar e a sua relação com a cidade, pode sempre inscrever-se gratuitamente no Ciclo Cultural de Cemitérios Monumentais da cidade que acontece todos os anos.

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  • Baixa

O Palacete Severo, inaugurado no final de 2024, é um dos mais bonitos espaços do Porto. À frente dos dois restaurantes deste boutique hotel de cinco estrelas está o perfeccionista e meticuloso Tiago Bonito e só isso já é motivo para querer reservar mesa num deles. O Bistrô Severo (recomendado pelo guia Michelin na gala de 2026) está aberto durante todo o dia e tem propostas mais informais na carta. Mas se quiser ver todo o potencial deste chef em acção, então, embarque na experiência que é o Éon e peça o menu gastronómico, uma viagem pelos produtos portugueses e de proximidade. À mesa serve-se um rol de memórias, emoções e vivências do chef, que começam num frango piri-piri, seguem para um atum rabilho com yuzo, pepino e maçã, e passam ainda por pratos como o porco bísaro à Bulhão Pato com pimentão fumado e coentros, numa espécie de surf and turf. 

  • Porto

Na rua da Meditação há um espaço que convida a uma viagem pela gastronomia milenar da Geórgia, feita de sabores intensos, de tradições únicas e de heranças familiares. A chef Maia, natural de Senaki, uma cidade no oeste georgiano, é a mentora do projecto e convida a desfrutar de uma experiência única em cada prato, que tem uma história e um modo de comer específico. Entre os destaques encontram-se pratos tradicionais, como o khachapuri, que consiste num bolo de massa fina e estaladiça assado no forno e recheado com queijo derretido; ou o prato mais típico da Geórgia, o khinkali, um bolinho semelhante aos dumplings, recheado com carnes e especiarias. Há ainda saladas frescas, sopas clássicas e reconfortantes e sobremesas típicas. Sem faltar, claro, o vinho da Geórgia.

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  • Pinheiro Manso

Uma cozinha de fusão entre a gastronomia portuguesa e a japonesa é a aposta a oriente do Grupo Euskalduna. No Kaigi, que se apresenta como uma izakaya, um tipo de taberna típica do país do sol nascente, há um balcão omakase (em que as sugestões ficam a cargo do chef) com lugar para 16 pessoas. O objectivo é proporcionar aos clientes uma “refeição num ambiente íntimo e descontraído”, dizem. Nuno Brás, que trabalha com o chef Vasco Coelho Santos desde o início do grupo, é o chef responsável pelo projecto e prepara pratos de izakaya e de sushi, como tártaro de salmão, mostarda e ovo; ikizukuri de salmonete; ostra do Sado com ponzu; e sashimi moriawase. O espaço, o quinto do grupo, tem uma carta de bebidas especialmente pensada para acompanhar os petiscos.

  • Pinheiro Manso

Com um currículo de fazer inveja – que soma passagens por restaurantes com estrelas Michelin, como o Noma, na Dinamarca, o Pedro Lemos, o The Yeatman e o Euskalduna Studio –, Daniel Carvalheira lançou-se à aventura e o Liz é o seu primeiro projecto gastronómico a solo. “Para aqui, quis preparar pratos que eu gostasse de comer; quis criar algo harmonioso, sem estar muito preso a receitas e tradições”, diz. “Como acho que há uma escassez de bistrôs mais gastronómicos no Porto, gostava que as pessoas pudessem ter uma experiência mais fine dining a preços mais acessíveis”, explica. O menu de degustação incide, sobretudo, sobre os vegetais e os produtos vindos do mar, mas também há espaço para um bom prato de carne.

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  • Pinheiro Manso

Pratos gulosos e vistosos, para encher o olho e a barriga. Fora do circuito sobrelotado dos restaurantes da Baixa do Porto, este projecto, que investe numa cozinha portuguesa criativa e contemporânea, trabalhando produtos locais e sazonais, instalou-se em Ramalde e tornou-se, desde 2024, ano em que abriu as portas, num dos spots mais concorridos da cidade. E há várias razões para que assim seja. Servem bom vinho e boa comida e o menu vai mudando com frequência, entre pratos de arroz, peixes e mariscos e cortes de carne de qualidade; e o espaço é descontraído e informal, o que o torna óptimo para celebrações entre amigos.

  • Cervejarias
  • Boavista
  • preço 1 de 4
  • 3/5 estrelas
  • Recomendado

É impossível fugir aos factos: as francesinhas e os pregos têm um concorrente à altura no campeonato dos snacks. Falamos dos cachorrinhos, claro. O The Dog, na Boavista, serve-os dentro de uma baguete fininha com salsicha e linguiça fresca da Salsicharia Leandro (no Bolhão), queijo e ainda um molho picante caseiro. Por aqui, os pregos também são uma especialidade – quando provar, vai perceber porquê: a carne é tenra e saborosa. Peça também o pica-pau, preparado com a mesma boa carne, linguiça, salsicha fresca e bons pickles; uma dose de batatas fritas caseiras; e, para rematar, a mítica PO, a sandes de presunto e ovo. E não diga que não vai daqui bem servido.

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  • Indiano
  • Porto
  • preço 2 de 4

Aberto desde 1997, o Mendi é o restaurante indiano mais antigo da cidade. E um dos mais conceituados também. A simpatia no atendimento e os sabores típicos dos pratos indianos, confeccionados com mestria, fazem deste restaurante na Boavista um daqueles sítios ao qual recorremos quando tudo o que precisamos é de comida de conforto. Por lá vai encontrar desde papadoms estaladiços e gordas chamuças de recheios variados, a caris de frango com especiarias, grelhados no tandoori, biryanis, pratos vegetarianos e outros onde o peixe ou o borrego são os ingredientes principais. Para sair melhor do que entrou, peça uma fatia de bebinca para sobremesa. 

  • Italiano
  • Pinheiro Manso
  • preço 2 de 4

Restaurantes italianos há muitos, mas nem todos têm pizzas napolitanas. O Il Fornaio 178, que abriu no início de 2017 perto do Bessa, veio com o catálogo todo. Das mais clássicas, como a Margherita ou a Diavola, que leva salame picante, mozarela, cebola roxa, molho de tomate, manjericão e orégãos, às pizzas de assinatura, há muito para provar por aqui. Quer um exemplo? Experimente a Prosciutto e Burrata, com presunto, burrata, mozarela, tomate semi-seco, rúcula, molho de tomate e pesto genovês. E são todas feitas num forno topo de gama, o que torna a coisa ainda melhor.

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  • Português
  • Pinheiro Manso
  • preço 1 de 4

É mítica, histórica e impossível de contornar. A Badalhoca é uma das tascas mais emblemáticas da cidade. As sandes de presunto são o ex-líbris, mas há outras (só para valentes) que também deve experimentar, como a de tripa ou a de fígado. Durante vários anos, a dona Maria de Lurdes Guedes, boavisteira de coração (basta olhar para as paredes da tasca), comandou as tropas e foi a alma desta casa. O seu legado permanece e A Badalhoca mantém-se como um dos espaços mais míticos da cidade.

  • Boavista

Se hoje é dia de concerto na Casa da Música, o jantar já está assegurado. O Lemos Café, a poucos minutos de distância, é uma casa pequena e tradicional, cuja francesinha tem vindo a ganhar popularidade dentro dos aficionados. Pode pedi-la au naturel, com ovo e batata, ou em formato XXL, se tiver estômago para tanto. O bife é largo e tenro, os enchidos estão bem presentes e a dose de batata (caseira!) é generosa. Já o molho, alinha-se ao tradicional, carregando um pouco mais no picante. Para sobremesa, há bolos caseiros, que variam de dia para dia.

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  • Cervejarias
  • Pinheiro Manso
  • preço 1 de 4

São poucas as pessoas que conhecem a receita do molho servido na Cufra, que abriu as portas no revolucionário ano de 1974, na Avenida da Boavista. "O segredo é nosso, o prazer é vosso", lê-se na carta das francesinhas. A francesinha especial, preparada com lombo assado, leva fiambre, mortadela, salsicha e linguiça frescas e queijo gratinado, mas também a pode pedir com bife, com camarão e até com bife e camarão – ou não estivéssemos nós na presença de uma das mais conceituadas marisqueiras e cervejarias portuenses. Se for pessoa de muito alimento, pode ainda pedir a francesinha especial, que chega à mesa com dois camarões gigantes e dois ovos, ou a francesinha Real à Cufra, servida com o dobro dos crustáceos.

  • Campo Alegre

Caril, picanha ou bacalhau? O Calico chegou à zona da Boavista com uma carta dedicada principalmente à Índia, mas também a Portugal e ao Brasil. Num espaço amplo e airoso, pode observar a confecção dos pratos de todos os cantos da sala, já que a cozinha é aberta e central. Nas entradas, destacam-se a espetada de vaca, o ceviche tropical tandoori e os croquetes de ervilha. Já nos principais, a oferta é ainda mais abrangente. Os pratos indianos, como o butter chicken, o caril de camarão e o chambão de cordeiro dominam, mas também há pernil imperial, picanha em sashimi ou risoto de cogumelos silvestres. Os cocktails são outro dos grandes fortes da casa – de assinatura, contam a história de vários piratas e navegadores populares.

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  • Boavista

É o mais recente projecto do grupo Flow, que detém outros espaços bem conhecidos na cidade, como o Mistu, o Okra e o homónimo Flow. Neste restaurante e cocktail bar, “a exuberância e o dramatismo do Barrôco ganham uma nova leitura contemporânea”, contam os proprietários. E isso reflecte-se na carta, inspirada na cozinha mediterrânea, mas apresentando propostas tão bonitas quanto saborosas, como o gaspacho de amêndoas com presunto, tâmaras e queijo chèvre; a vichyssoise de wasabi com salmão fumado e caranguejo; o brioche de tamboril com limão; o Wellington de lavagante ou o fondant de tomate com ricota, limoncello e manjericão. 

  • Restaurantes
  • Campo Alegre
  • preço 2 de 4

Em 2020, bem perto da rotunda da Boavista, abriu um restaurante que apostava na comida honesta, preparada com tempo (mas regada a mojitos e sangrias – haja equilíbrio). Hoje continuam fiéis ao lema e apresentam propostas que dão a volta ao mundo, mas sempre de pés bem assentes na terra. Na carta, convivem, lado a lado, sopas preparadas com os legumes frescos do mercado e caldos de ostras com pak choi, alho frito e malagueta, de influência tailandesa. Por aqui encontra também huevos rotos à moda de nuestros hermanos, pratos de bacalhau, nacos de carne com molho chimichurri, beringela alla parmigiana ou cheesecake basco. 

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  • Pizza
  • Porto
  • preço 1 de 4

A Avenida da Boavista cheira a Itália desde a abertura da Luzzo. As pizzas de massa mãe e de fermentação lenta são as estrelas da casa e entre as especialidades encontra a clássica Marguerita, com tomate, mozarela e manjericão; a Marinara, com tomate, tomate cereja com pesto e azeite de alho; e também a Funghi, que leva tomate, mozarela e cogumelos Portobello frescos. Mas não é tudo. Além das muitas e variadas pizzas, também são fortes nos pratos de massa – das lasanhas às carbonaras –, nos calzones e nos tiramisùs que rematam a refeição.

  • Vegetariano
  • Baixa
  • preço 2 de 4

Uma gastronomia de base vegetal, preparada com ingredientes simples, e, sempre que possível, oriundos de culturas biológicas; uma cozinha moderna mas que preserva tradições portuguesas; e uma política de desperdício zero são alguns dos pilares onde assenta a identidade do Em Carne Viva, um restaurante vegetariano em plena Avenida da Boavista, com um bonito jardim romântico nas traseiras. Têm à disposição de quem por lá aparece um menu de degustação que apresenta pratos como tortellini de pasta de cebola assada com creme vegetal e caldo de cebola; arroz caldoso com feijão vermelho, bimis e coentros; e, para terminar, chocolate 85% cacau em diferentes texturas acompanhado de bolo vegan e gelado de caramelo.

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  • Baixa

É um pequeno oásis na Avenida da Boavista. Esta antiga casa de família é agora um espaço de brunch para todos: miúdos, graúdos e patudos. Com capacidade para cerca de 40 pessoas, conta com duas salas, uma esplanada interior e um jardim que até tem uma cozinha de brincar para os mais pequenos se entreterem. A carta propõe um brunch em horário alargado, com clássicos e outros pratos com produtos sazonais. Há uma grande variedade de panquecas, scones, ovos, saladas, sanduíches e tostas, mas também um menu com outros petiscos, onde é possível encontrar ceviches de peixe branco ou quesadillas de camarão e bacon. Para beber também estão bem apetrechados: há vinhos, cocktails, mocktails, sangrias e muitos sumos naturais.

  • Cafés
  • Pinheiro Manso
  • preço 1 de 4

O Café Corcel abriu as portas em 1967, no Pinheiro Manso, mas foi nas décadas seguintes que viria a tornar-se uma referência na cidade, ponto de encontro de escritores, músicos, jornalistas e de importantes figuras da vida cultural portuense. O tempo, impiedoso, fê-lo atravessar algumas provações, mas nada que o deitasse abaixo. Em 2020, renasceu, renovado, pronto para uma nova vida e com o propósito de honrar o passado, projectando o futuro. Hoje, o Corcel é, novamente, um espaço aberto à cidade, onde a doçaria conventual e a pizzaria artesanal convivem lado a lado.

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  • Cafés
  • Boavista

Atire-se a um guloso e vistoso brunch no Negra Café, recheado de panquecas, ovos, tostas, batidos, sangrias e muitas bebidas de cafetaria – tudo extremamente fotogénico (porque os olhos também comem, como bem se sabe). Depois de provas dadas na noite portuense, José Wilson e a mulher Bianca Martins aventuraram-se na restauração com uma marca já bem conhecida da cidade. O Negra Café abriu primeiro na Baixa, depois em Matosinhos e também na Boavista. Além de tudo o que pode devorar por aqui, saiba que também há um espaço para entreter as crianças, uma zona com poltronas para ler um livro e boas mesas para trabalhar ao computador.

  • Baixa

Nesta bonita e espaçosa padaria da Boavista, usa-se e abusa-se da massa mãe, das fermentações longas e naturais e, sempre que possível, das farinhas de moleiro, moídas em mós de pedra. Todos os dias têm pães de água, de mistura, trigueiros, baguetes e de sementes à venda. Às quintas, sextas e sábados aparecem outras variedades para serem apreciadas com calma ao fim-de-semana. Além da grande oferta de padaria e pastelaria, os almoços também são concorridos por aqui, assim como o generoso brunch servido ao sábado. Taças de granola com iogurte grego, tostas de abacate, ovos Benedict, panquecas com os mais variados toppings, croissants e french toasts compõem o menu. Para beber, há mimosas, espumantes, sangrias e sumos de laranja natural, entre muitas outras bebidas quentes de cafetaria. 

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  • Campo Alegre

É um dos projectos culturais mais interessantes da cidade. Foi atrás do cemitério de Agramonte, entre a Boavista e o Campo Alegre, no piso de baixo do Espaço Agra, que quatro amigos encontraram a oportunidade perfeita para o projecto paralelo que ambicionavam criar: um bar de cerveja artesanal pautado por boa música e com forte sentido de comunidade. Ao fim do dia e aos fins-de-semana, as mesas da esplanada enchem-se de amigos e, por aqui, só se ouve o som dos passarinhos, das conversas animadas e, claro, da boa música. O Radioclube só passa discos de vinil e todas as semanas há novidades. Para refrescar e petiscar têm cervejas artesanais de produtores nacionais e uma ementa semanal onde surgem baos, sandes, cachorrinhos, ceviches, saladas e boas sobremesas.

  • Porto

Neste recanto dedicado aos amantes de rugby vive muita história: há dezenas de fotografias antigas espalhadas pelas paredes, bolas de rugby penduradas, camisolas autografadas e cuidadosamente emolduradas, chuteiras antigas em exposição e vários televisores preparados para a transmissão de jogos. O Club Porto Rugby nasceu em 2016, quando quatro colegas da equipa de rugby do Centro de Desporto da Universidade do Porto se uniram para uma nova jogada e criaram um espaço totalmente dedicado ao rugby no Porto. Até 2024, o bar esteve localizado na cave do emblemático Ateneu Comercial do Porto, mas em Janeiro de 2025 ganhou uma nova morada na Boavista. Além das cervejas, vinhos, cocktails e espirituosas, há também uma carta de petiscos para matar a fome, com hambúrgueres, pizzas e salgadinhos. 

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  • Pubs
  • Campo Alegre

Se é fã do ambiente acolhedor, pouco iluminado e intimista que associa aos clubes de jazz nova-iorquinos, este é para si. O Hot Five, como é conhecido no Porto, é o clube mais antigo deste género da cidade. Realiza concertos todas as semanas, de quinta-feira a domingo, em estilos que podem ir do jazz aos blues, e da funk à soul, incluindo alguns concertos tributo. Para tornar a experiência ainda melhor, não faltam cocktails de autor para refrescar e petiscos para devorar entre aplausos. Sinta-se em casa (ou na Grande Maçã, ou em Nova Orleães...). 

  • Hotéis
  • Baixa

Diz-se que a casa de um homem é o seu castelo. E o Palacete Severo, com todos os seus pormenores e delicadezas, parece mimetizar a mente genial do seu criador. No início do século XX, Ricardo Severo, homem dos sete ofícios – era arquitecto, engenheiro, arqueólogo, antropólogo, escritor e político –, construiu aquela que seria apelidada de a “casa portuguesa”, com tectos de madeira trabalhados e vitrais que eternizam juras de amor. Mas o tempo foi implacável e depois de vários anos devoluta, foi devolvida à cidade em meados de Outubro de 2024, recuperada e rebaptizada sob o nome de Palacete Severo, e com tantas potencialidades quantas as áreas de interesse do seu antigo dono: é hotel de luxo, tem dois restaurantes — o Bistrô e o Éon —, um spa e uma galeria de arte transversal a todo o edifício.

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  • Hotéis
  • Hotéis de luxo
  • Porto

A história do Crowne Plaza Porto começa há mais de 40 anos, em 1984, quando o hotel ainda se chamava Tiara Park Atlantic Porto. Já nessa altura, por ficar a meio da Avenida da Boavista, era um dos mais importantes alojamentos desta zona de negócios. Em Outubro de 2014 mudou de nome e foi modernizado, transformando-se num dos melhores hotéis do Porto e, em 2026, os seus quartos foram renovados e ganharam um novo fôlego. Conta com mais de 200 e, quanto mais elevado for o piso, melhor é a vista sobre a cidade. Além disso, há ainda um spa difícil de evitar e um restaurante concorrido, o SoMos Restaurant & Lounge. 

  • Hotéis
  • Hotéis de luxo
  • Porto

A meio caminho entre a Rotunda da Boavista e a Foz, o Sheraton Porto Hotel & Spa é um dos maiores hotéis da cidade. Os 266 quartos e suítes espalham-se por 12 andares e, claro, quanto mais alto estiver, melhor é a vista sobre a cidade. O The Spa, um dos pontos fortes do hotel, é inspirado nos sete Pilares da Starwood (beleza, harmonia, água, equilíbrio, natureza, nutrição e vitalidade), e tem à disposição dos hóspedes – e não hóspedes – oito salas de tratamentos, piscina interior, suítes para programas mais prolongados e ainda um Juice Bar, com opções mais saudáveis. 

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  • Hotéis
  • Hotéis de luxo
  • Porto

O Porto Palácio Hotel by The Editory (antigo Porto Palácio Congress Hotel & Spa) é outro monstro hoteleiro da Avenida da Boavista. E quando dizemos monstro, não estamos só a falar do tamanho. Referimo-nos também às condições dos 251 quartos e 19 suítes, cada um com uma vista magnífica sobre a Invicta. Os quartos e suítes ocupam 18 andares. O 19º está reservado para o Vip Lounge, imperdível pela vista panorâmica sobre o Porto (do rio ao mar, sempre com a maior avenida da cidade como pano de fundo) e pelo brunch de domingo. O Porto Palácio tem ainda um ginásio e um spa com sete salas de tratamentos.

  • Compras
  • Designer
  • São Bento

A primeira Fashion Clinic no Porto abriu na Avenida da Boavista e rapidamente se tornou o paraíso para quem gosta de se vestir bem e com estilo. Por aqui vendem-se peças de marcas bem conhecidas, como a Tom Ford, Balenciaga, Givenchy e Zuhair Murad. Para quem quiser perder a cabeça, encontra sapatos da Manolo Blahnik, sapatilhas da Jimmy Choo e as eternas carteiras da Prada. 

Mais coisas para explorar pela cidade

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  • Compras

Há tantas lojas no Porto e, por isso, não consegue escolher onde fazer as suas compras? Não puxe mais pela cabeça. Espreite esta lista.

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