Vai de certeza encontrar este edifício de formas estranhas em muitos postais da cidade. A Casa da Música tornou-se um dos ícones do Porto e merece sempre uma visita. A obra do arquitecto holandês Rem Koolhaas, com o seu design arrojado e futurista, foi projectada para ser eterna, tal como os diamantes (se olhar com atenção, o edifício assemelha-se a uma pedra preciosa gigantesca), e o crítico de arquitectura do New York Times, Nicolai Ouroussoff, colocou-a na lista das mais importantes salas de espectáculos construídas nos últimos 100 anos. Com uma agenda de concertos pulsante, que abraça os mais variados géneros musicais, tem também um restaurante localizado no topo do edifício e um café ecléctico no rés-do-chão. Vale a pena fazer uma visita guiada e conhecer ao detalhe esta obra inspiradora.
A Boavista é uma das zonas mais ecléticas do Porto, onde edifícios futuristas, com grande impacto cultural na cidade, convivem lado a lado com o comércio tradicional que vai resistindo à passagem do tempo. Acompanha uma parte da Avenida da Boavista, a artéria mais longa da cidade, com cerca de 5,5 quilómetros de extensão, que liga a Rotunda da Boavista – onde é possível admirar em todo o seu esplendor o icónico edifício da Casa da Música – e vai até Praça de Gonçalves Zarco, também conhecida como Castelo do Queijo, que fica mesmo junto ao mar.
Se decidir percorrê-la durante uma boa caminhada, vai encontrar muitos outros pontos de interesse, embora pertencentes a outras zonas da cidade, que vale a pena visitar, como a Fundação de Serralves (incontornável) e o Parque da Cidade.
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