As melhores pastelarias no Minho

A vida é demasiado curta para dietas. Das mais tradicionais às inovadoras, encontrámos as melhores pastelarias no Minho

©DRMokas da Petinga Doce

Umas são relíquias centenárias que souberam preservar a identidade e a qualidade, outras acabam de chegar e trazem vitalidade e imaginação. Umas esmeram-se em bolos tradicionais, outras inventam — e bem. De Braga a Guimarães, de Viana do Castelo a Arcos de Valdevez, de Barcelos a Esposende, conheça algumas das casas que dão bom nome à doçaria no Minho.

As melhores pastelarias no Minho

Doçaria São Vicente

Foi fundada em 1829 por uma família de doceiras, por isso esta casa é um tesouro de receitas antigas de doces conventuais e regionais. Escolher apenas 
um é impossível – leve um sortido (paciências, pederneiras, súplicos, casadinhos), prove as viúvas, as tíbias, os húngaros, os fidalguinhos e os moletinhos, que estão disponíveis apenas dois dias por ano – no dia de São Vicente (22 de Janeiro) e de São José (19 de Março).

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Pastelaria Clarinha

É o sítio certo para provar a 
torta de Guimarães e o segredo está mesmo na massa. Parece folhada, mas não é. As tortas demoram 36 horas a ser preparadas e o que as torna únicas é a forma de trabalhar
 a massa, à mão e com vários períodos de confecção. O resultado é um pastel estaladiço com creme de chila, ovos e amêndoa. Delicie-se também com os beijinhos e o toucinho-do-céu.

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Petinga Doce

Uma referência na pastelaria regional do Alto Minho, com cinco casas espalhadas por Viana, Caminha e Vila Praia 
de Âncora. Prove os sidónios,
 as mocas, as petingas e os caminhenses, um doce com massa fofa e recheio de creme. Páscoa pede pão-de-ló e aqui há de três tipos: o tradicional,
o virado (com massa húmida e um desenho especial) e o da avó Lúcia, com sabor citrino.

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Grande Porto

Confeitaria Natário

Quem nunca comeu uma bola do Natário, não sabe o que é uma verdadeira bola de Berlim. Daqui saem diariamente cerca de mil bolas a transbordar de um creme guloso. São tão boas que se formam filas à porta e há quem vá em excursão a Viana só para as comer. Mas há outros atractivos como biscoitos, bolos e o pão-de-ló de Jorge Amado – o escritor brasileiro imortalizou esta pastelaria na sua obra.

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Doçaria Central

É uma doçaria à moda antiga. Foi fundada em 1830 pela bisavó da actual proprietária e guarda vários segredos de doces regionais e conventuais. Há dois obrigatórios. Os charutos são cilindros de massa de hóstia com gemas de ovos. Os rebuçados dos Arcos são tão grandes que deixam as crianças entretidas e sossegadas durante vários minutos – são também conhecidos como “cala-maridos”.

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Marbela

Um pequeno luxo em Esposende. A Marbela era uma confeitaria como outra qualquer até ao dia em que Rui Costa, o filho do proprietário, começou 
a brincar com chocolate. Com 16 anos era chefe de pastelaria, aos 28 anos participava em competições internacionais e hoje é um mestre consagrado na chocolataria. As épocas festivas, como a Páscoa, são as melhores para provar a sua arte.


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Ameadella

Uma ampla variedade de
 pastelaria moderna é o que
 encontra nestas montras, com
 destaque para os bombons, as 
amêndoas artesanais e o bolo
 crocante de chocolate, o ex-líbris 
da casa, com patente registada. 
Mas os doces tradicionais não
 estão esquecidos – experimente 
a torta de Viana em formato
 individual, uma massa tipo
 pão-de-ló, fofa e delicada,
 enrolada com doce de ovos.

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A Colonial

Francisco Gomes é uma referência da pastelaria de autor. Com inspiração na pastelaria francesa, elabora doces, bolos e sobremesas recheadas de cor e criatividade. Um regalo para os olhos, um mimo para a boca. Há sempre novidades a nascer, como o bolo-rei – todos os anos inventa uma nova versão, com diferentes sabores, que lhe garante uma fila de gente à porta. Ele é o rei do bolo-rei.

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Porto
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A Brasileira

A mais antiga confeitaria de Viana do Castelo abriu em
 1902 por emigrantes vindos do Brasil. Continua hoje no mesmo sítio a servir doçaria regional e pastelaria francesa – os actuais proprietários são ex-emigrantes da França. Prove as tartes de fruta, os macarons, o bolo Ópera, os rebuçados do Senhor dos Passos (típicos da Páscoa) e os sidónios. A receita original dos sidónios pertence ao fundador da Brasileira, que no ano em 
que Sidónio Pais morreu (1918), criou este doce em forma de caixão.

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Spirito

Em pouco tempo, a Spirito tornou-se uma das maiores atracções turísticas bracarenses, sempre com a imaginação a correr livre e novos sabores a nascer todas as semanas.
 Os cheesecakes, brownies e cupcakes são os protagonistas, desenvolvidos de forma artesanal e natural – leite fresco, cacau puro e fruta fresca. Já não precisa de ir ao Minho para se lambuzar – o Porto também tem Spirito – mas a casa-mãe está aqui, com uma bela esplanada.

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