Escapadinhas: o melhor do Gerês

Não interessa quanto tempo fica. O que importa é que explore o melhor do Gerês. E não se preocupe, nós damos uma ajudinha
POUSADA GERÊS- -CANIÇADA
©DR Pousada Gerês-Caniçada
Por Editores da Time Out Porto |
Publicidade

Férias grandes, escapadinhas para aproveitar feriados ou um fim-de-semana, ainda que seja nos meses de Inverno, com uma lareira acesa. Qualquer uma das hipóteses é uma boa desculpa para fazer as malas e partir à descoberta do Gerês, um dos paraísos no Norte de Portugal, que lhe garante uma limpeza à alma. O que há por lá? Além de paisagens naturais, conte com termas ou desportos radicais. A equipa da Time Out explorou aldeias e serras, provou a gastronomia local e preencheu este artigo com boas histórias. No fim ficámos com muita vontade de voltar. Siga-nos o rasto. 

Recomendado: Roma alternativa: Garbatella, o bairro favorito de Nani Moretti

Coisas para fazer

Hotel DO GERÊS
©DR
Hotéis, Hotéis com spa

Relaxe nas Termas do Gerês

icon-location-pin Grande Porto

É um três-em-um: hotel, termas e spa. E nada melhor do que relaxar quando se está no Gerês. Fica mesmo no centro da vila e tem programas para todos os gostos: dos românticos aos de repouso. E já que está em terra de alimento farto – experimente os pratos do restaurante Refúgio do Gerês, dentro no hotel – experimente um dos programas de emagrecimento ou detox.

GERESMONT
©DR
Coisas para fazer, Caminhadas e passeios

Seja radical com a Geresmont

icon-location-pin Grande Porto

É a empresa de actividades outdoor mais famosa da Vila do Gerês. E tem queda para o desporto de aventura: passeios de jipe, passeios a cavalo, canyoning, arvorismo, entre outros. A maior parte das actividades não têm número mínimo de participantes, por isso, a tabela de preços é ajustada ao número de pessoas inscritas. O preço desce à medida que a procura aumenta, claro. Reúna um grupo de amigos e aventure-se pelo Parque Nacional Peneda-Gerês. Se quiser saber mais informações, vá ao site www.geresmont.com ou envie email para info@geresmont.com.

Publicidade
CASCATA DO TAHITI
©João Saramago

Fique boquiaberto com a Cascata do Tahiti

Descer por pedras e raízes é a única forma de chegar à Cascata do Tahiti. Leve roupa e calçado confortável, água e uma máquina fotográfica – essencial para registar a paisagem soberba que vai encontrar. As quedas de água terminam em lagoas cristalinas que, no Verão, são procuradas por muitos banhistas.

CASCATA DO ARADO
©João Saramago

Suba uma escadaria para ver a Cascata do Arado

Prepare-se: para ver a Cascata do Arado vai ter que subir alguns degraus. Mas antes, terá que percorrer um quilómetro em terra batida a partir de um entroncamento à saída da Ermida. Quando o caminho chegar ao fim, tem uma ponte sobre o rio Arado (e é provável que se desiludida por não ter sinais da cascata). Suba a tal escadaria ao lado da ponte. O seu esplendor só se nota a 750 metros de altura. E vale bem a pena.

Publicidade
PARQUE DA CERDEIRA
©João M. Gil
Hotéis, Parques de campismo

Entre em contacto com a natureza no Parque Cerdeira

icon-location-pin Grande Porto

Se ficar hospedado no Parque Cerdeira, o contacto com a natureza está garantido. Há campismo, bungalows  e camaratas. Como se não bastasse há um bom restaurante no parque e actividades paralelas ao ar livre. Exemplos? Canoagem, BTT e passeio a cavalo.

vilarinho das furnas
©DR

Visite a aldeia submersa de Vilarinho das Furnas

A aldeia de Vilarinho das Furnas, hoje em dia submersa, é uma das principais atracções turísticas do Gerês. Deixou de existir em 1972, quando construíram a barragem de Vilarinho das Furnas – que também deve aproveitar para ver. Se o nível das águas do rio Homem deixar, é possível ver vestígios das casas graníticas. Mas não se iluda... só costuma acontecer em períodos de seca prolongada.

Publicidade
MUSEU ETNOGRÁFICO DE VILARINHO DAS FURNAS
©João Saramago
Museus, História

Museu Etnográfico Vilarinho das Furnas

icon-location-pin Grande Porto

Para homenagear a população e a extinta aldeia, construíram, em 1981, o Museu Etnográfico de Vilarinho das Furnas, um dos maiores atractivos da região. Quando puser os pés lá dentro vai ficar a conhecer a história da população, desde os hábitos das mulheres da época à organização comunitária da aldeia. 

museu da geira romana
©João Saramago
Museus, História

Museu da Geira

icon-location-pin Grande Porto

Lado a lado com o Museu Etnográfico de Vilarinho das Furnas está o Museu da Geira, mais recente. Abriu portas em 2013 e dedica-se à Geira Romana, a via que ligava Braga (Bracara Augusta) a Astorga (Asturica Augusta), em Espanha, e que percorre 30 quilómetros ao longo do concelho de Terras de Bouro. Entre outras coisas, os visitantes podem ficar a saber como foi construída a Geira Romana, das pontes às vias.

Publicidade
Miradouro da Pedra Bela
©João Saramago

Olhe para o Gerês no Miradouro da Pedra Bela

Quem sobe ao Miradouro da Pedra Bela não passa sem lá voltar. Bom, não é bem assim, mas podia ser. A vista sobre o Gerês (destaque para a Albufeira e a Barragem da Caniçada) é do outro mundo mas estando a 829 metros de altura já seria de esperar. O poema “Pátria”, de Miguel Torga, está eternizado à chegada à Pedra Bela.

SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DA PENEDA
©João Saramago

Vá ao Santuário de Nossa Senhora da Peneda

Fica na freguesia de Gavieira, em Arcos de Valdevez, e é demasiado imponente para não ser visitado. Se passar por lá entre 31 de Agosto e 8 de Setembro, aproveite para assistir à festa anual em honra de Nossa Senhora da Peneda. Depois não diga que não o avisámos.

Publicidade
MONTES ABOREIRO
©DR

Aventure-se com a Montes Laboreiro

É uma empresa de animação que gere, sobretudo, actividades ao ar livre. Canyoning, uma forma original de explorar (e descer) rios, canoagem e workshops de pão são algumas das mais emblemáticas. Mas há outras, como o arvorismo e os passeios com pastores, mais indicadas para crianças. Esta última inclui acompanhar o dia-a-dia de um pastor e tratar dos animais (oh!). Aproveite a oportunidade para mostrar aos seus filhos como é a vida longe do mundo urbano. Tel. 251 466 041.

IGREJA MATRIZ DE CASTRO LABOREIRO
©João Saramago

Visite a Igreja Matiz de Castro Laboreiro

A Igreja Matriz de Castro Laboreiro, classificada pelo IGESPAR como Imóvel de Interesse Público em 1993, teve duas fases distintas de construção. A primeira, no século XII, e a segunda, na segunda metade do século XVIII, quando acrescentaram a torre e a capela-mor.

Publicidade
ESPIGUEIROS, soajo
©João Saramago

Perca-se entre os espigueiros

O que são? Estruturas de pedra usadas pelas gentes da terra para secar o milho. Os 24 que encontra na aldeia do Soajo foram classificados, em 1983, como Imóvel de Interesse Público e todos os dias servem como pano de fundo às fotos dos turistas. O mais antigo data de 1782.

BARRAGEM DO ALTO LINDOSO
©João Saramago

Surpreenda-se com a Barragem do Alto Lindoso

A funcionar desde 1993, é considerada a maior central de produção de energia eléctrica em Portugal. Como se isso não bastasse, é uma das construções mais altas do país. Fica o aviso para quem tem vertigens. Se não tiver, faça-se aos likes no Instagram e tire uma fotografia lá de cima. O sucesso vai ser garantido.

Publicidade
CASTELO DE LINDOSO
©João Saramago

Suba ao Castelo de Lindoso

Sabia que o Castelo de Lindoso foi construído na Idade Média com a função de vigia da fronteira? E que é um dos monumentos militares mais importantes do país? D. Dinis mandou restaurá-lo e ampliá-lo. Muitos atribuem-lhe a torre de menagem, porque era lá que o rei morava quando ia caçar para o Gerês.

Diverlanhoso
©DR
Coisas para fazer, Caminhadas e passeios

Conheça um dos maiores parques de desporto e aventura da Península Ibérica

icon-location-pin Grande Porto

Se há sítio onde vai, com certeza, desfrutar de tudo o que o Gerês tem para oferecer – actividades radicais e alojamento em casas de tronco de madeira incluídas – é no Diverlanhoso, um dos maiores parques de aventura da Península Ibérica, na Póvoa de Lanhoso. As actividades estão organizadas em água, ar, terra e fogo e vão do rafting ao caiaque, da escalada ao slide, do paintball ao tiro ao alvo.

Publicidade
FRONTEIRA NA PORTELA DO HOMEM
©João Saramago

Pise a fronteira na Portela do Homem

É na Portela do Homem que Portugal e Espanha se separam. É também lá que pode encontrar alguns dos marcos da Geira Romana que ligava Braga a Astorga. Mas há mais: a Cascata da Portela do Homem, uma das mais procuradas das redondezas, fica a poucos metros da fronteira. Quando a atravessar para o lado espanhol, aproveite para se banhar nas piscinas de água quente em Torneiros, Lóbios.

SANTUÁRIO DE SÃO BENTO DA PORTA ABERTA
©João Saramago

Reze no santuário de São Bento da Porta Aberta

O santuário de São Bento da Porta Aberta, em Rio Caldo, foi elevado a basílica. E não é caso para menos. Todos os anos são milhares os peregrinos devotos a São Bento que o visitam. Por isso é, depois de Fátima, o templo religioso mais visitado do país. Em 1640 foi construída a primeira ermida. Como tinha sempre as portas abertas, e servia de abrigo a quem passava, foi baptizada como São Bento da Porta Aberta. Vale a pena ver os painéis de azulejos da capela e, claro, fotografá-los.

Publicidade
ALDEIA COMUNITÁRIA DA ERMIDA
©João Saramago

Conheça a aldeia comunitária da Ermida

Perto de lugares turísticos como a Cascata do Arado, a Cascata do Tahiti e o Miradouro da Pedra Bela está a aldeia comunitária da Ermida. Comunitária porque as decisões, desde pintar uma parede a deitá-la a baixo, são tomadas por todos os habitantes da aldeia (ganha a maioria), que estão sempre prontos a ajudar. Sabemos do que estamos a falar. A ajuda chegou quando a equipa da Time Out se aventurou por caminhos desconhecidos e o carro em que seguia teve que ser rebocado... por um tractor. Se se arriscar e ficar com o carro parado, na Ermida vão ajudá-lo.

MOSTEIRO DE SANTA MARIA DAS JÚNIAS
©DR

Viaje na história no Mosteiro de Santa Maria das Júnias

Fica nos arredores da aldeia de Pitões das Júnias – que também deve conhecer – e é um dos marcos turísticos da zona. E há bons motivos para tal: primeiro, porque a sua fundação remonta ao século XII, quando era habitado por monges beneditinos. Hoje é, segundo os locais, habitado por lagartos. Isso mesmo. Apesar do seu estado de ruína e abandono, o mosteiro foi classificado em 1950 como Monumento Nacional.

Publicidade
MATA DA ALBERGARIA
©João Saramago

Demore-se na Mata da Albergaria

Se vai com o tempo contado, o melhor é escolher outro dia para visitar a Mata da Albergaria. O passeio deve ser demorado. Primeiro, porque as curvas sinuosas não permitem que se carregue muito no pedal do lado direito. Segundo, porque vai parar muitas vezes para beber água nas fontes que existem ao longo da mata. Em terceiro, porque se vai cruzar com animais – leia-se vacas, cabras, veados e cavalos selvagens – e isso merece ser fotografado.

O que comer

saber ao borralho, restaurante
©João Saramago
Restaurantes, Português

Coma no Saber ao Borralho

icon-location-pin Grande Porto

É verdade que com o bom tempo ninguém pensa em lareiras. Mas é impossível falar do Saber ao Borralho, restaurante tradicional no Soajo, sem fazer referência à que lá existe. Aproveite a dica para um dia mais frio. Até lá, concentre-se só nos pratos caseiros como o cabrito, o bacalhau e o polvo com batata a murro. 

TOCA DO CAÇADOR
©João Saramago
Restaurantes, Português

Experimente os pratos de caça da Toca do Caçador

icon-location-pin Grande Porto

Em restaurante de caçador, comida de caça. Faz sentido. Há sempre coelho e, de vez em quando, feijoada de javali. De resto, encontra na carta rojões com tripa enfarinhada, costeleta de vitela, bacalhau com batata às rodelas e cozido à portuguesa. Tudo em doses mesmo muito generosas. Uma refeição para duas pessoas ronda os 20€.

Publicidade
O Abocanhado
©DR
Restaurantes, Português

Faça uma refeição a 800 metros de altitude

icon-location-pin Grande Porto

Onde? N’ O Abocanhado, em Brufe, um dos restaurantes mais famosos do Gerês. A vitela barrosã, o bacalhau, o cabrito e os pratos de caça são algumas das especialidades deste espaço feito em granito e madeira. O preço médio de uma refeição anda à volta dos 23€ por pessoa e a vista paga tudo, acredite.

CANTINHO DO ANTIGAMENTE NA VARANDA
©João Saramago
Restaurantes, Português

Prove as especialidades do Cantinho do Antigamente na varanda

icon-location-pin Grande Porto

O Cantinho do Antigamente é um restaurante de cozinha rural perdido no meio do Gerês que integra o projecto Calcedónia – Fundação para o Desenvolvimento Rural. A exploração está a cargo das irmãs Adelaide e Albertina Pereira mas, ao almoço, e caso o cliente não tenha reserva, só servem pataniscas de bacalhau com arroz de feijão e posta de vitela com arroz de feijão ou batata frita. Por encomenda fazem cabrito, pica no chão, rojões e o cozido de Terras de Bouro, aquele que já é considerado por muitos o prato típico do município. 

Publicidade
pudim Abade de Priscos do LURDES CAPELA
©João Saramago
Restaurantes, Português

Sinta-se em casa no restaurante Lurdes Capela

icon-location-pin Grande Porto

É o restaurante mais famoso do Gerês e o atendimento simpático e descontraído é um dos pontos a favor. Mas tem mais. Da carta vale a pena provar o bacalhau com broa, a posta à Lurdes Capela, o javali e o veado (quando há) e o Pedaço do Gerês, um bife de vitela panado com sêmola de milho acompanhado com batatas a murro, couve salteada, chalotas e tomate cereja confitados em mel do Gerês. À sobremesa, opte pelo obrigatório e guloso pudim Abade de Priscos. O preço médio de uma refeição fica nos 15€. 

ADEGA DO RAMALHO
©João Saramago
Restaurantes, Português

Experimente a gastronomia regional na Adega do Ramalho

icon-location-pin Grande Porto

Há 37 anos, Lino Ribeiro abriu a Adega do Ramalho. Se é Ribeiro, porquê Ramalho? Porque existe, perto do restaurante, o Banco do Ramalho, um simples banco de jardim, que foi construído em homenagem a Ramalho Ortigão. A vitela assada e as costeletas de vitela são as especialidades desta casa tradicional e o dono garante que os turistas adoram. O espaço é rústico, com paredes de pedra e, para os dias mais frios, não falta uma lareira, que aquece o ambiente. À sobremesa não deixe de provar a mousse de chocolate caseira. A refeição ronda os 15€.

Publicidade
BACALHAU ASSADO N’O VICTOR
©João Saramago
Restaurantes, Português

Delicie-se com o famoso bacalhau assado n'O Victor

icon-location-pin Grande Porto

Há restaurantes que funcionam quase como locais de culto. O Victor é um deles. Fica em São João de Rei, na Póvoa de Lanhoso, e ainda que a carta tenha outras opções, é o bacalhau assado na brasa em cama de cebola com batata a murro a escolha da maioria dos comensais. Pessoas como Jorge Amado, Manuel Cargaleiro, Diogo Freitas do Amaral, Pedro Santana Lopes e Vítor Baía já se sentaram à mesa deste restaurante. Victor Peixoto, o responsável, conta que já vai no quarto livro de elogios. Sim, há um livro de elogios e vai perceber porquê quando acabar de comer. Termine com o leite-creme queimado na hora. O preço médio ronda os 25€.

pernil de vitela ADEGA O VATICANO
©João Saramago
Restaurantes, Português

Prove o pernil de vitela na Adega O Vaticano

icon-location-pin Grande Porto

Famoso pelo pernil de vitela assado que só é servido para quatro pessoas no mínimo, esta adega tem outros petiscos, como o bacalhau frito ou os medalhões de lombo de boi. O preço médio anda pelos 20€/25€. Vá embora feliz depois de provar as rabanadas caseiras. 

Publicidade
O BEM COZINHADO
©João Saramago
Restaurantes, Português

Devore as especialidade d'O Bem Cozinhado

icon-location-pin Grande Porto

Passando na estrada não é fácil adivinhar o que se esconde atrás d’O Bem Cozinhado. Quer saber o que é? Um terreno grande que, com frequência, recebe casamentos, baptizados, comunhões e afins. Na lista de comes há bacalhau com migas de broa, cabrito assado e o arroz de pica no chão (por encomenda). Nos doces, uma das especialidades é a aletria com pinhões. Noves fora, um repasto sai a 15€/20€. 

Onde dormir

Casa Beira-Rio
©DR
Hotéis, Hotéis de charme

Durma numa casa com vista para a Albufeira da Caniçada

icon-location-pin Grande Porto

A Casa Beira-Rio fica bem à entrada do Parque Nacional Peneda Gerês. Tem 12 quartos, acesso directo ao rio e uma esplanada com vista para a Albufeira da Caniçada. Se já está com vontade de fazer as malas, saiba que durante este mês os quartos duplos custam em média 30€ e os quádruplos 45€, excepto fins-de-semana. É de aproveitar.

© Booking
Hotéis, Hotéis de luxo

Acorde num mosteiro renovado por Souto Moura

icon-location-pin Grande Porto

O Mosteiro de Santa Maria de Bouro, ou Mosteiro de Amares, foi, no século XII, um mosteiro cisterciense. Hoje em dia, depois de ter sido renovado pelo arquitecto premiado Eduardo Souto de Moura, é uma das mais bonitas Pousadas de Portugal. As fachadas em granito típicas da zona são uma das suas imagens de marca, bem como a mesa de doces conventuais do restaurante. Mas a piscina e o campo de ténis são pormenores quando o Parque Nacional Peneda-Gerês é a paisagem. 

Publicidade
POUSADA GERÊS- -CANIÇADA
©DR
Hotéis, Hotéis de charme

Esqueça as horas na Pousada Gerês-Caniçada

icon-location-pin Grande Porto

A vista para a Barragem da Caniçada e o aspecto rústico da pousada – interiores feitos de pedra e madeira – são as principais atracções. A lareira, no Inverno, e a piscina e o terraço, no Verão, completam o pacote. 

Quinta Brasão da Caniçada
©DR
Hotéis, Hotéis de charme

Durma numa quinta do século XVII

icon-location-pin Grande Porto

Da próxima vez que for ao Gerês, tenha a Quinta Brasão da Caniçada em consideração. Afinal, não é todos os dias que se fica hospedado numa casa senhorial do século XVII. Situada muito perto da barragem da Caniçada, um dos pontos obrigatórios na sua check list quando for ao Gerês, tem quartos entre os 50€ e os 80€ com pequeno-almoço incluído. Há sala de jogos, parque infantil, jardim e piscina para mergulhar.

Publicidade
Hostel Gerês
©João Saramago
Hotéis, Albergues

Fique hospedado na vila do Gerês a preços low-cost

icon-location-pin Grande Porto

O Hostel Gerês abriu há uns anos no centro da vila e, como unidade do género que se preze, tem uma tabela de preços muito acessível. Há camas individuais em dormitórios (rondam os 15€), quartos duplos (desde 25€) e quartos triplos (desde 45€). As zonas comuns como a sala de convívio e a cozinha têm wi-fi gratuito e, já que se fala em cozinha, o pequeno-almoço está incluído no preço. Há pão, cereais, sumos e uma vista para a serra de cortar a respiração. É impossível não começar bem o dia por lá.

O que comprar

sabores do bosque
©João Saramago
Compras, Mercearias

Compre produtos regionais na loja Sabores do Bosque

icon-location-pin Grande Porto

Fica ao lado do Cantinho do Antigamente por isso não há desculpa para não espreitar. Quer um conselho? Passe lá antes de comer. É da maneira que ganha apetite. Há mel do Gerês, biscoitos, chá, licores, queijos e, às vezes, broa de milho. É talvez a melhor forma de levar um bocadinho do Gerês para casa.

Compras, Arte, artesanato e passatempos

Leve peças de artesanato local para casa

icon-location-pin Grande Porto

Antes de voltar para casa é tempo de encher um saco com recordações da vila. No Artesanato do Gerês não faltam peças em madeira – a matéria-prima de eleição – como carros, caixas, tabuleiros, ardósias e instrumentos de cozinha. O negócio começou em 1940 com Humberto Carvalho e hoje está nas mãos do neto – que também herdou o nome.

Outros destinos

Viagens

Há mar e mar, há ir à Madeira e voltar

Observar golfinhos, mesmo que muito lá ao fundo, é um dos poucos fenómenos que levanta dezenas de pessoas da toalha em direcção à beira-mar, onde ficam de mão em pala e olhos fixados no horizonte à espera de ver uma cauda ou um focinho luzidio em mergulho enrolado. Na Madeira, é possível vê-los de perto e até nadar com eles, e mesmo quem julga não ter interesse em participar da excursão, no momento vai acabar por alinhar – afinal, quantas vezes na vida é que uma experiência destas nos aparece à frente? Recomendado: The Escapist - como desaparecer completamente

Djemaa el Fna
©DR
Viagens

Marraquexe: conhecer os cantos à Medina

O que é que se terá passado no fim-de-semana da Páscoa que tudo quanto é blogger e famoso deste país decidiu ir passar as festas a Marraquexe? Estaria a acontecer alguma coisa muito importante por lá que nos tenha escapado? As viagens estavam a preço de saldo? Bom, por cá, ficámos com um bocadinho de inveja pelo simples facto de que também preferíamos ter passado uns dias a apanhar solinho em traje de banho de copo na mão. Mas valeu-nos a lembrança de um tempo em que também nós, comuns mortais, fomos muitos felizes em Marraquexe. Vai daí, fomos ao álbum de memórias resgatar o roteiro essencial daquela que é uma das cidades mais coloridas, vibrantes e aromáticas de Marrocos. E do mundo. Ora o centro de Marraquexe tem a particularidade (tem várias particularidades, na verdade) de ter uma geografia aparentemente complicada, com ruas e ruelas e becos escondidos que vão dar a outros becos que acabam por desembocar em pequenas pracetas, mas uma navegação surpreendentemente simples. A casa de partida é na Djemaa el Fna, a praça central onde convivem alegremente tradicionais vendedores e animadores de rua com cadeias de fast-food americanas. É uma armadilha para turistas, claro que sim, mas não deixa de ser imperdível. Por lá, há duas coisas a fazer: a primeira, fugir dos encantadores de cobras que andam à caça de uns trocos a troco de uma fotografia com uma serpente ao pescoço – o sonho de uma vida, portanto –, a segunda, beber um copo de sumo de laranja espremida na hora num dos

Publicidade
Garbatella
©DanMasa
Viagens

Roma alternativa: Garbatella, o bairro favorito de Nani Moretti

Quando se tem como destino uma das cidades
 mais procuradas da Europa, a possibilidade de não conseguir usufruir ou sequer aceder convenientemente a grande parte dos checkpoints turísticos é altíssima. Há sempre que ter em conta que no mesmo dia
 e à mesma hora dezenas de milhares de pessoas tiveram
 a mesma ideia que nós. E isto podia bem ser um resumo
 de uma ida a Roma. Coliseu? Esqueçam, as filas à porta desmotivam o mais entusiasta dos turistas. Piazza di Spagna, aquela da escadaria magnífica que até parece um spot simpático para nos sentarmos e ficar a ver as vistas? Nah... não há degraus livres e o pouco espaço que sobra é para a passagem de transeuntes. Fontana di Trevi? O mesmo. Para conseguir atirar a moedinha que traz coisas boas ao futuro, vai ter de se digladiar com centenas de optimistas afoitos. E a lista não fica por aqui. Mas, felizmente, quem tem amigos tem tudo e quem tem amigos em Roma tem um bocadinho mais do que isso: tem uma perspectiva nova da cidade que só se consegue fugindo dos centros de atracção que vêm nos guias da cidade. Roma é História e civilização mas também é uma das capitais mais tramadas da Europa. Esconde-se confortavelmente atrás do passado para não se mostrar como é, como se se quisesse manter em segredo 
o máximo de tempo possível. Para conhecê-la de verdade é preciso conhecer alguém de lá que nos diga onde se escondem os tesouros da cidade moderna. O roteiro é alternativo e, para nós, assim como esperamos que seja para o leitor, foi

Publicidade