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Aponte na agenda: 9 de Maio. A programação reúne desde música ao vivo e gastronomia tradicional até um mercado kriolo.

O Morabeza está de volta à cidade, para uma segunda edição, a 9 de Maio, no Museu de Lisboa – Palácio Pimenta. Em destaque, o mercado kriolo, com produtos, artesanato, moda, gastronomia e empreendedorismo cabo-verdiano. A ideia é reforçar a economia criativa da diáspora.
“O evento procura criar um espaço de encontro intercultural, fortalecendo a relação histórica entre Cabo Verde, a diáspora e a cidade de Lisboa”, lê-se em comunicado do evento, que conta ainda com música ao vivo, com actuações de June Freedom, Memé Landim, Batucadeiras das Olaias, Batucadeiras Bandeirinha Panafrikanistas e Talentos do Bairro.
Este ano, as “Stórias de Cabo Verde” também estão de volta, com sessões de leitura e partilhas comunitárias, inclusive por parte dos convidados Adriano Reis e Flôr Porto. Além disso, haverá mais momentos de reflexão sobre Cabo Verde e a sua diáspora, através dos documentários como Hora Di Bai, um documentário de 26 minutos sobre as superstições da Ilha de Santiago em torno da morte.
Estão ainda previstos workshops criativos, com destaque para a oficina de cerâmica com O Bairro Atelier, das oleiras cabo-verdianas residentes em Lisboa. Mas se o que quer é encher a pança, nada tema: a gastronomia tradicional mantém-se como um dos pilares do evento, com sabores e práticas culinárias que representam a identidade das ilhas de Cabo Verde.
A decorrer entre as 10.00 e as 21.00, o Festival Morabeza é de entrada livre e inclui também uma mesa redonda promovida pela revista Bantumen, às 12.45, e um workshop de kizomba, às 16.30.
Campo Grande, 245 (Campo Grande). 9 Mai, Sáb 11.00-21.00. Entrada livre
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