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Durante este ano, autarquia espera ainda concluir projectos para mais 23 quilómetros de ciclovias na cidade.

Mais oito quilómetros de ciclovias, sobretudo na faixa ribeirinha, vão juntar-se à rede lisboeta até ao final do próximo ano, compromete-se a Câmara Municipal de Lisboa (CML) no âmbito do novo contrato a ser celebrado com a EMEL para a execução de ciclovias, noticiou o jornal Público. A par da construção, serão também projectados mais 23 quilómetros de ciclovias, entre elas o polémico caso da Avenida de Berna (de onde foi parcialmente retirada a ciclovia, em 2023) e a Avenida da Índia, onde se registaram vítimas mortais que se deslocavam em bicicleta e que consiste num dos principais pontos de reivindicação de condições mais seguras para os ciclistas.
Dos cerca de oito novos quilómetros cicláveis que a cidade vai ganhar, 3,3 dizem respeito a intervenções no âmbito do projecto Bici-Escolas, desenvolvido em parceria com a Bloomberg Philanthropies e a Global Designing Cities Initiative, dá conta o mesmo jornal. Em 2026, a restante extensão vai dividir-se entre o Viaduto de Pedrouços (1,2 quilómetros), o Parque das Nações (942 metros entre o Passeio Heróis do Mar, a Rua Príncipe do Mónaco, a Alameda dos Oceanos e a Rua Che He, e 900 metros na Avenida Fernando Pessoa), a Calçada de Carriche (620 metros) e a Rotunda do Relógio (160 metros). No ano seguinte, deverão ser criadas uma via de 800 metros no Viaduto de Alcântara e uma ligação de 400 metros entre o Campo Grande e Calvanas (na mesma zona está ainda prevista “a demolição da ciclovia do Campo Grande”).
Para o futuro ficam percursos mais extensos, como as ligações que permitirão tornar contínuo o troço entre Algés e Santa Apolónia, de quase 11 quilómetros, e a conexão entre a Avenida da Índia e a Rua Fernão Mendes Pinto, através de uma ciclovia de 3,9 quilómetros. Serão também desenhados cerca de dois quilómetros nas Portas de Benfica e 1,4 quilómetros na Avenida de Berna, de onde foi retirada uma parte da ciclovia em 2023, por alegados “erros conceptuais”, na visão do executivo de Carlos Moedas.
O contrato a ser assinado com a EMEL indica que os projectos serão concluídos em 2026, mas não especifica datas de execução.
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