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Consegue ficar 24 horas sem telemóvel? Junte-se ao The Offline Club

O objectivo é desligar-se da tecnologia e conectar-se com a vida real. Pode começar já este sábado, 10 de Janeiro.

Raquel Dias da Silva
Escrito por
Raquel Dias da Silva
Jornalista, Time Out Lisboa
Jardim da Estrela
DR | Jardim da Estrela
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Se está sempre a pensar (e até costuma escrever na lista de resoluções de ano novo) que precisa de reduzir o tempo de ecrã, talvez vá gostar deste desafio. A ideia é ficar 24 horas sem telemóvel, mas quem sabe se não será este o empurrão de que necessitava para ter uma vida menos tecnológica. Para começar, o The Offline Club, que chegou a Lisboa em 2025, promove um detox digital em vários países.

“Ao aderir ao nosso desafio gratuito, compromete-se a ficar offline durante um dia inteiro, das 21.00 de sábado, 10 de Janeiro, até às 21.00 de domingo, 11 de Janeiro. No ano passado, mais de cinco mil pessoas aderiram ao desafio. Desta vez, vamos ficar offline com muito mais pessoas!”, lê-se no comunicado sobre a iniciativa. 

Na mesma nota, a organização promete ainda facilitar a experiência com “um guia de inspiração e preparação com dicas e truques”, que poderá ser impresso, e “uma videochamada mundial para dar início ao desafio”. Para manifestar interesse em participar, é só registar-se online. Depois, é só resistir à tentação dos ecrãs – pode fazê-lo em casa, claro, mas recomenda-se que vá para a rua, aproveitar o ar livre e conviver. Se tiver bom tempo, pode ir para o jardim.

O “Desafio Global Detox Digital de 24 Horas” está a ser promovido pelo The Offline Club em todos os países em que a empresa está presente: Amsterdão (Países Baixos), Londres (Reino Unido), Paris (França), Madrid, Barcelona e Valência (Espanha), Milão (Itália), Berlim, Colónia, Hamburgo e Munique (Alemanha), Copenhaga (Dinamarca), Istambul (Turquia), Viena (Áustria) e Zurique (Suíça).

Mas o que é o The Offline Club?

Em Lisboa, as representantes são a americana Lilly Parla e a neerlandesa Joëlle Hartog, mas tudo começou quando Lilly perdeu o telemóvel em viagem e passou cinco dias sem qualquer contacto digital. Ao que parece, teve tempo para aprender a tricotar com o avô e, quando conheceu Hartog, juntaram-se para criar um espaço que incentive a reconexão com o mundo real.

O clube segue o modelo internacional que já existe em várias cidades europeias. Durante os encontros presenciais, que costumam durar entre duas a três horas, todos os participantes entregam o seu telemóvel à chegada. A seguir são convidados a conversar, ler, escrever, desenhar ou até a estarem só em silêncio, sem distracções digitais. 

O primeiro encontro em Lisboa aconteceu no Jardim da Estrela, mas entretanto estão a acontecer em espaços como o Tribe Social Club, no Chiado. Os preços variam entre os 6,50€ e os 12,50€. Além disso, organizam também encontros dedicados a artes e trabalhos manuais no Crafty Corner, em Alfama.

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