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A coligação de Carlos Moedas perdeu Arroios para João Jaime Pires e a CDU manteve-se de pé em Carnide. Campo de Ourique e Campolide passaram a laranja.

Num mapa equilibrado no que toca a cores políticas, as eleições autárquicas deste domingo, 12 de Outubro, ditaram a seguinte distribuição, no que toca aos votos para as 24 áreas administrativas do município: 12 freguesias para o PSD, 11 para o PS, uma para a CDU. Novidades e trocas, há algumas: a coligação liderada por Carlos Moedas, Por Ti, Lisboa (que ganhou a Câmara Municipal), retirou ao PS Campo de Ourique e Campolide; e em Arroios, Madalena Natividade (Por Ti, Lisboa – CDS) foi ultrapassada por um dos nomes mais fortes dos candidatos às presidências das juntas de freguesia, João Jaime Pires (independente, apoiado pelo PS). Destaca-se, ainda o caso de Carnide, única freguesia CDU da cidade, em que Fábio Sousa saiu de cena para dar lugar à colega de partido, Susana Cruz. Ainda assim, nesta freguesia, 36,91% dos votos para eleger na Câmara e na Assembleia Municipal foram na coligação entre PSD/CDS-PP/IL.
Relativamente ao posicionamento do Chega, foi em Marvila que se registaram mais votos (já nas últimas legislativas, em Março, foi aqui se votou mais neste campo) – o partido ficou em segundo lugar, com uma expressão de
Na noite em que Carlos Moedas voltou a ser eleito como presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), com 41,69% dos votos, seguido da coligação Viver Lisboa (PS-L-BE-PAN, com 33,95%), o Chega foi a terceira força política (10,10%) por uma diferença de 11 votos em relação à CDU (10,09%). A abstenção foi de 42,78%.
Em cada freguesia, eis os presidentes eleitos para o quadriénio 2025-2029:
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