Global icon-chevron-right Porto icon-chevron-right Os melhores restaurantes que abriram este mês no Porto

Os melhores restaurantes que abriram este mês no Porto

Maio está a acabar e é tempo de fazer um apanhado do melhor que trouxe à cidade, como esta lista dos melhores restaurantes que abriram este mês no Porto
Boteco Mexicano
© João Saramago Os huevos divorciados do Boteco Mexicano
Por Teresa Castro Viana |
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Nos melhores restaurantes que abriram este mês no Porto há de tudo: dos bolos aos pratos frescos, da gastronomia sul-americana à obrigatória culinária portuguesa. Se gosta de estar sempre a par das novidades, espreite o que se segue.

Os melhores restaurantes que abriram este mês no Porto

Rei dos Queijos
© João Saramago
Restaurantes, Português

Rei dos Queijos

icon-location-pin Baixa

O queijo está a ganhar vida na cidade e O Rei dos Queijos, um clássico de outros tempos, reabriu com nova gerência. Na loja, há mais de 30 variedades de queijos portugueses para comprar; no restaurante, uma carta cheia de pratos originais pensados pelo chef João Pupo Lameiras.

FixeBowl
© Marco Duarte
Restaurantes, Havaiano

FixeBowl

icon-location-pin Cedofeita

Apesar do tempo quente ainda não ter vindo para ficar, há sítios onde pode fingir que está a comer na praia. E o FixeBowl, que abriu perto de Bombarda, é um bom exemplo. Com ingredientes para todos os gostos, estas taças são saborosas, bem servidas e óptimas para entupir as redes sociais.

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Boteco Mexicano
© João Saramago
Restaurantes, Latino-americano

Boteco Mexicano

icon-location-pin Clérigos

O Porto precisava de um restaurante assim: com bons petiscos brasileiros e mexicanos da autoria do chef Luís Américo, com bom ambiente de festa e com uma decoração simples, mas cheia de identidade. Se anda à procura de um restaurante para uma comemoração, este é o destino perfeito.

Go Natural
© João Saramago
Compras, Supermercados

Go Natural

icon-location-pin Foz

A Go Natural abriu um espaço na Foz, com um supermercado maioritariamente biológico cheio de coisas boas para encher a despensa e um espaço de restauração onde pode comer sem culpas. Há smoothie bowls para tomar logo pela manhã, pratos do dia, e massas e saladas com ingredientes à escolha.

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Cozinha Cabral
© João Saramago
Restaurantes, Português

Cozinha Cabral

icon-location-pin Flores

Dos mesmos donos do Traça, acaba de abrir, na Baixa, o Cozinha Cabral. Aqui, a gastronomia portuguesa serve de inspiração, mas as receitas têm um toque de originalidade. Durante a tarde, pode provar alguns petiscos, como as chips de tamboril com guacamole. Viciantes.

Baronesa às claras
© João Saramago
Restaurantes, Restaurantes

Baronesa às claras

icon-location-pin Cedofeita

Pronto, vá, não é bem um restaurante mas merece lugar nesta lista. A Baronesa existe desde 2014 mas só agora se instalou num espaço aberto ao público, daí que o nome tenha mudado para Baronesa às Claras. Todos os dias há uma montra com bolos e brownies e, por encomenda, fazem obras de arte comestíveis para casamentos e aniversários.

Mais restaurantes no Porto

Belos Aires
© João Saramago
Restaurantes, Steakhouse

Belos Aires

icon-location-pin Baixa

O paraíso das empanadas, da carne e do dulce de leche fica ali entre Miragaia e a Ribeira. Chama-se Belos Aires e é o sítio ideal para fazer uma refeição tipicamente argentina. O mbejú de mandioca e queijo com vinagrete de cebola roxa e coentros, um bolo feito com farinha e sêmola de mandioca, é uma das novas entradas na carta. Nesta linha, também vale a pena provar o chicharrón entrançado com kiveve de abóbora e milho, ou seja, carne de vitela cozinhada na panela e servida com uma espécie de puré. Nos clássicos, é impossível contornar os cortes argentinos, sempre temperados e cozinhados no ponto ideal.

A Time Out diz
Cafeína
©DR
Restaurantes

Cafeína

icon-location-pin Foz

Instalado numa bonita casa do início do século XX, o Cafeína, do empresário Vasco Mourão, é um dos melhores restaurantes da cidade, mesmo depois de vinte anos de vida. Não é para todos. Na carta brilham pratos internacionais de raiz portuguesa, como o carpaccio com lascas de foie gras e queijo São Jorge DOP, a sopa folhada de peixe e açafrão, o folhado de salmão com espinafres, puré de aipo e molho holandês, o bacalhau com migas de broa e o bife com mostarda. Se anda à procura do sítio perfeito para comemorar aquela data especial, não precisa de ir mais longe.

A Time Out diz
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Mito
© João Saramago
Restaurantes, Fusão

Mito

icon-location-pin Baixa

Pensado para ser um restaurante para amigos, o Mito, do chef Pedro Braga, tornou-se um restaurante para todos. Porquê? Porque todas as alturas e companhias são boas para ir comer os croquetes de boi velho com maionese de chouriço, a beterraba assada com queijo de cabra, tangerina e noz, as bolinhas de Berlim com creme de pata negra e bacon e o arroz de tamboril com caril e sriracha. A comida é óptima, o ambiente é bom e a conta é muito acessível para a qualidade do que aqui se come. Aviso: é um sacrilégio sair sem provar a rabanada de matcha com gelado de bacon e o sticky toffee pudding.

A Time Out diz
Mundo
© Marco Duarte
Restaurantes, Global

Mundo

icon-location-pin Baixa

Viajar sem sair do Porto é cada vez mais fácil. No Mundo, recentemente adquirido pelo grupo Fullest, e com a carta desenvolvida pelo chef João Pupo Lameiras, consegue dar a volta ao globo numa refeição. Experimente as finíssimas de vazia de boi com abacate, tortilha crocante, coentros, malagueta e milho cancha; o bibimbap veggie, que leva arroz, ovo, kimchi, gochujang (um condimento picante coreano), cogumelos, rebentos de soja, edamame, pickles, ceboleto e nori; e ainda a tagine de frango do campo com puré de cenoura, azeitona, limão de conserva, alperce e jus de especiarias. Já fez check-in? Não fique em terra.

A Time Out diz
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Nogueira's Porto
© Marco Duarte
Restaurantes, Steakhouse

Nogueira's Porto

icon-location-pin Galerias

Filho de peixe sabe nadar. E filhos (neste caso) de empresários da restauração ligados à carne têm as bases necessárias para abrir um espaço onde as estrelas são as picanhas, as maminhas, os New York steaks Black Angus, os Tomahawks e os assados de tira. Estes cortes podem ser acompanhados de palitos de polenta, feijão preto ou puré de brócolos. Mas, antes disso, é obrigatório pedir as costelinhas de porco a baixa temperatura e os tacos de salmão. Se regar a refeição com cocktails de autor, vai ver que lhe vai apetecer voltar lá muito em breve. 

A Time Out diz
Reitoria - Cachaço de Porco Preto
© João Saramago
Restaurantes, Steakhouse

Reitoria

icon-location-pin Baixa

Quando ainda mal se falava de steakhouses, já no Reitoria se punha a carne na brasa (muita dela no Josper, uma espécie de forno-grelha). Falamos de vazia espanhola e entrecôte, mas também de costelinhas de vitela e de secretos de porco. Antes da refeição propriamente dita, pode atacar uma focaccia de pão caseiro no piso de baixo (as de rosbife e as de salame picante são incríveis) ou entreter-se com uns petiscos, como os ovos rotos com txistorra, cogumelos e azeite de trufa; a burrata com tomates confitados e pesto; ou o tártaro de lombo de boi.

A Time Out diz
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Terminal 4450 - Black Angus
© João Saramago
Restaurantes, Steakhouse

Terminal 4450

icon-location-pin Leça da Palmeira

Leça da Palmeira está a ganhar uma nova vida (gastronomicamente falando), graças aos projectos de Ricardo Rodrigues e do chef Nuno Castro. E um dos mais bem conseguidos é este Terminal 4450, no Porto de Leixões. A entrada faz-se por uma manga que dá acesso a um balcão de check-in e os menus, onde brilham vários cortes de carne, são passaportes. O Tomahawk e o T-Bone são dois dos mais consensuais nesta steakhouse. Para acompanhar há arroz de fumeiro, esparregado, feijão preto e muito mais. Se seguir as nossas recomendações e atacar as salsichas artesanais logo no início, não vai ter de que se queixar.

A Time Out diz
Traça - Esplanada
Fotografia: João Saramago
Restaurantes, Steakhouse

Traça

icon-location-pin Flores

Com queda para os pratos de caça – javali, veado e perdiz são algumas das carnes disponíveis no menu –, o Traça foi o primeiro restaurante a instalar-se no agora concorrido Largo de São Domingos e um dos pioneiros a servir carne e petiscos luso-espanhóis. Entre eles, brilham a sertã de morcela, as mãozinhas de porco com gambas e os traçados com creme aioli, um enrolado de panado de porco com presunto e pimiento del piquillo. À sobremesa, se ainda conseguir comer seja o que for, pode escolher à vontade. Tudo é caseiro, da mousse de queijo com frutos vermelhos ao souflé gelado de chocolate com calda de laranja quente.

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Typographia Progresso
© João Saramago
Restaurantes, Restaurantes

Typographia Progresso

icon-location-pin Flores

Dar a volta ao mundo pode ser mais rápido do que imagina. Nem que seja só à mesa. Dirija-se, então, ao Typographia Progresso, de Luís Américo, a poucos passos de outros dois restaurantes do chef, a Cantina 32 e o Puro 4050, dos quais já aqui falámos. Há moqueca de camarão com arroz, bife tártaro com batata frita e carbonara. Mas também há, para começar, salada de alga wakame com sésamo, e sisig, um salteado de carne de porco filipino. Como também é sempre bom voltar a casa, os pratos portugueses e portuenses, como a cataplana de garoupa e gambas e o bacalhau à Zé do Pipo, respectivamente, não podiam faltar.

A Time Out diz
Wish Restaurant & Sushi
© João Saramago
Restaurantes, Japonês

Wish Restaurant & Sushi

icon-location-pin Foz

Anda sempre à procura de restaurantes que agradem a gregos e a troianos (leia-se crianças, adultos, doidos por sushi e adeptos de pratos mais clássicos)? O Wish Restaurante & Sushi, do chef António Vieira, na Foz, é o sítio certo para marcar mesa. E sim, convém que marque mesmo. O nome não deixa margem para dúvidas e a carta (das grandes) tem alternativas para todos os gostos – do sushi aos pratos de cozinha internacional. Raviólis de pato com foie gras, redução de vinho do Porto e pancetta; presa ibérica com migas de castanha; e tornedó com crosta de pimenta são alguns dos pratos imperdíveis.

A Time Out diz

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