Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Porto icon-chevron-right Os melhores parques caninos no Porto e arredores
Parque canino
© João Saramago Parque Canino do Jardim Paulo Vallada

Os melhores parques caninos no Porto e arredores

Quer ir passear o cão a um lugar novo? Fique a conhecer os melhores parques caninos do Porto e arredores.

Por Margarida Ribeiro
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Quase toda a gente aprecia um bom passeio por um dos jardins mais bonitos da cidade, e os nossos companheiros de quatro patas não são excepção. Como eles também merecem passear sem nenhuma preocupação, fizemos-lhe esta lista com os melhores parques caninos no Porto e arredores. Todos estes locais são um verdadeiro paraíso para cães, já que lá dentro podem andar sem trela, percorrer percursos de obstáculos e socializar com outros animais. Quando o seu animal de estimação acabar de se exercitar, é a sua vez de calçar as sapatilhas e ir dar uma corrida ou uma volta de bicicleta

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Os melhores parques caninos do Porto e arredores:

Parque canino
Parque canino
© João Saramago

Parque Canino do Porto - Jardim Paulo Vallada

Coisas para fazer Bonfim

Trata-se do primeiro parque canino do Porto e está dividido em duas partes. Da Avenida Fernão de Magalhães são visíveis dois rectângulos delimitados por cercas de madeira. O maior tem 25 metros de comprimento e dez de largura e destina-se a animais de grande porte. O segundo, com 14 metros de comprimento e outros sete de largura, foi pensado para cães mais pequenos. Ambos têm uma câmara de entrada onde os donos retiram a trela aos animais, um jardim com obstáculos, do qual fazem parte rampas para percorrer, barras para saltar e mecos para contornar, e ainda uma caixa de areia para escavar.

Parque Canino da Quinta do Covelo
Parque Canino da Quinta do Covelo
© Filipa Brito / Câmara Municipal do Porto

Parque Canino da Quinta do Covelo

Coisas para fazer Constituição

Com uma área aproximada de 3800 metros quadrados, este espaço de recreio na Quinta do Covelo tem duas zonas distintas – uma para cães de maior porte e outra para menor porte. Com muita sombra, proporcionada pela vasta vegetação desta zona verde, o parque tem bancos em betão, bebedouros (humanos e caninos) e dispensadores de sacos para a recolha e deposição dos dejectos dos cães. No novo parque há também uma antecâmara, partilhada entre as duas áreas, para que os donos possam, confortavelmente, tirar e voltar a colocar as trelas aos seus fiéis amigos.

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Parque Canino do Parque Ambiental da Ribeira de Picoutos
Parque Canino do Parque Ambiental da Ribeira de Picoutos
© Câmara Municipal de Matosinhos

Parque Canino do Parque Ambiental da Ribeira de Picoutos

Coisas para fazer Grande Porto

O Parque Canino do Parque Ambiental da Ribeira de Picoutos, em Leça do Balio, é um espaço vedado com uma área com cerca de cinco mil metros quadrados. Tem zonas verdes, bebedouros, bancos, zonas de recreio para os cães, receptáculo de lixos e dispensador de sacos para remoção de dejectos, zonas próprias para os animais fazerem as suas necessidades, entre outras valências. Também foram instalados vários equipamentos de diversão reciclados que visam despertar o instinto e a curiosidade animal. 

Parque Canino da Seara
Parque Canino da Seara
© DR

Parque Canino da Seara

Coisas para fazer Matosinhos

Se vive em Matosinhos ou se passeia pela cidade à beira-mar com o seu amigo de quatro patas, vai gostar de saber que, no concelho, existe o Parque Canino da Seara. O espaço foi construído no Conjunto Habitacional da Seara e tem 1790 metros quadrados de terreno vedado para que os animais possam correr, brincar e socializar em segurança. O equipamento conta ainda com zonas verdes e de recreio, bebedouros, bancos, receptáculos de lixo e dispensador de sacos para remoção de dejectos.

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Parque canino de Vila Nova da Telha, Maia
Parque canino de Vila Nova da Telha, Maia
Fotografia de Aloíso Nogueira / CM Maia

Parque Canino da Maia

Coisas para fazer Grande Porto

O primeiro parque para cães do concelho da Maia foi instalado numa parcela de terreno vedado, com 412,6 metros quadrados, onde foram colocados diversos equipamentos simples destinados ao recreio e socialização dos amigos caninos. O espaço, localizado na Rua dos Comendadores, em Vila Nova da Telha, permite que os cães possam conviver e brincar em liberdade. Este é o primeiro de oito parques caninos que estão previstos para o concelho, além de um Parque de Matilhas e de um Centro de Excelência para o Bem-Estar Animal, cujo concurso já foi lançado.

Parque Canino da Quinta Passal
Parque Canino da Quinta Passal
© DR

Parque Canino da Quinta do Passal

Coisas para fazer Grande Porto

Este é o primeiro parque canino de Gondomar. Fica na Quinta do Passal, em Gramido, e é o local perfeito para levar os seus cães a passear e a correr livremente, sem trela. O espaço é vigiado por um formador de treino canino, está limitado a 15 animais (em regime de rotatividade), e conta com 600 metros quadrados de área. O seu animal vai poder usufruir de estruturas como uma pista de agility, rampas e obstáculos, duas piscinas, zonas verdes com sombra e bebedouros, entre outras. 

Como ajudar animais no Porto:

Gato
© Manja Vitolic

Sítios para adoptar gatos no Porto e arredores

Coisas para fazer

Ter uma bolinha de pêlo a passear pela casa e a tornar tudo muito mais adorável e fofinho é o sonho de qualquer um (menos daqueles com alergias, claro). É que, apesar de alguns terem personalidades voláteis, os gatos são excelentes animais de companhia que alegram o dia a qualquer um. Se já o convencemos a tornar-se um amante de felinos, vá conhecer melhor estes sítios para adoptar gatos no Porto e arredores. Caso precise de ponderar bem a decisão (é que ter um animal é uma grande responsabilidade), vá dar uma corrida pela cidade ou andar de bicicleta para apanhar ar. 

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O equipamento municipal pode acolher seis animais
DR

Como ajudar associações de animais em tempo de pandemia

Coisas para fazer

A pandemia provocada pela Covid-19 trouxe muitas mudanças à vida das pessoas. O governo português aconselha o isolamento social e isso faz com que os cidadãos fiquem cada vez mais em casa. Ao mesmo tempo, o futuro incerto das empresas também deixou as pessoas mais inseguras financeiramente. As associações de animais já estão a sentir essa insegurança.

Em declarações à Time Out, a Associação Midas explicou o impacto desta situação. "Neste momento, há uma dificuldade em recebermos donativos em géneros, pois não pode haver deslocações. Financeiramente também está cada vez pior, porque as pessoas vivem na incerteza do futuro profissional e financeiro, logo, não doam", relata Lígia Andrade, a presidente da instituição.

Os processos de adopção também estão a sofrer os efeitos da crise. "Não há visitas ao abrigo neste momento e, se não damos animais, não acolhemos animais. O número de cães e gatos abandonados também vai disparar nos próximos tempos porque as recolhas estão suspensas", acrescentou. A este cenário junta-se ainda a redução do número de pessoas a trabalhar nos abrigos e a interrupção do voluntariado.

A situação descrita por Maria Teixeira Pinto, presidente da Animais de Rua, uma associação que se dedica essencialmente à esterilização de colónias de gatos e outros animais, é idêntica. "Temos 19 protocolos municipais em suspenso de Norte a Sul do país e Açores, com as esterilizações do nosso programa Capturar-Esterilizar-Devolver (CED) paradas. Isto significa que vão nascer milhares de animais nas ruas", conta.

Mas a associação não baixou os braços. "De momento estamos a prestar apoio alimentar a cuidadores de colónias idosos, infectados ou em quarentena/isolamento. São já cerca de 30 casos e sempre a crescer", descreve Maria Teixeira Pinto. Assim, as principais necessidades da associação são a ração, sobretudo de gato.

Sediada na Maia, a CãoViver também se adaptou à nova realidade, passando a trabalhar em serviços mínimos e suspendendo as adopções. "Apenas tratamos dos animais que temos no abrigo e normalmente vai uma pessoa de cada vez", conta Ana Ceriz, presidente da associação.

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animais
Fotografia: Eric Ward/ Unsplash

Como ajudar animais em tempo de pandemia

Coisas para fazer

Durante a actual situação de pandemia, quem tem animais em casa esforça-se por lhes dar o melhor. Mas as associações zoófilas, dedicadas a acolher e a cuidar de animais de rua, estão a sofrer os efeitos do dever de recolhimento obrigatório, do isolamento e distanciamento social e da crise financeira que já se faz sentir. Felizmente há muitas formas de ajudar animais, em casa ou fora dela, como voluntário. É possível fazer donativos, doações ou compras solidárias, adoptar ou apadrinhar, passear os animais de pessoas em grupos de risco. Basta decidir como quer e pode contribuir.

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