Para este presente, é preciso ter a cabeça no lugar

Começa a contagem decrescente para o Natal, e isso só pode significar uma coisa: vem aí a loucura de encontrar o presente perfeito.
zé do boné
D.R.
Time Out em associação com Zé do Boné
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Não sabe o que oferecer? É fácil. Levante a mão quem não tem aquele amigo que adora uma boa frase feita, a prima que vive para largar piadas secas em jantares de família ou o colega que acha que tem graça sempre que repete “Onde é que eu menti, Andreia?”. E ainda entra em jogo o típico português, especialista em ditados e expressões que passam de geração em geração como verdade universal: “queria, já não quer?”, “são muitos anos a virar frangos” e “comes comes, com jeitinho comes”. É nesse território – cheio de piadinha, com alguns exageros e muito português – que vive o Zé do Boné.

Um presente que dá pano para mangas

O Zé do Boné é uma marca portuguesa que o vai fazer perder a cabeça – mas olhe que para a usar precisa dela no sítio. Aqui há bordados em chapéus que mostram ao mundo tudo o que pensamos, vamos dizendo e de que nos faz rir até estar bem vermelho. Este Natal, o Zé decidiu ser seu amigo e lançar um kit que é tudo aquilo que uma prenda devia ser: uma surpresa, divertida, saborosa e 100% portuguesa. 

No centro do kit está o boné Zé do Boné “Comes comes, com jeitinho comes”, uma expressão tão típica como passar o Natal a discutir quem é que deu o melhor presente e se o bolo-rei é melhor que o bolo-rainha. É humor assumido, bordado com qualidade e perfeito para quem aguenta uma boa piada (ou para quem precisa mesmo de aprender a fazê-lo). O Kit de Natal Zé do Boné já está disponível na loja online, por 35,90€. 

Comer, beber, rir e repetir

Mas o Zé não veio sozinho. Dentro do kit encontra ainda uma conserva de bacalhau em caldeirada da José Gourmet e um Licor Beirão – dois clássicos que dispensam apresentações. É um convite para pôr a conversa em dia, abrir latas, servir copos e celebrar com o estômago cheio e um copinho na mão, como bem manda a tradição. Para fechar com chave de ouro, há ainda uma raspadinha Zé do Boné, porque “quem não arrisca, não petisca”, e às vezes o Natal pede um toque de sorte.

É uma edição limitada, perfeita para amigos, família, colegas, despedidas de solteiro ou até para quebrar o gelo com o patrão que passa o ano inteiro a mandar piadas. Aqui, a carapuça serve a quem a merece e se foge a sete pés de presentes aborrecidos, esta é a solução.

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