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Cinquenta filmes clássicos imprescindíveis

Uma selecção de meia centena de filmes de referência da história do cinema, do tempo do mudo até aos anos 80, que todo o cinéfilo que se preza deve conhecer

Blade Runner

Comédias e westerns, policiais e melodramas, ficção científica e fantástico, sem esquecer o musical, fazem parte desta lista de fitas clássicas. Nela encontramos obras de realizadores como Buster Keaton, Fritz Lang, Ingmar Bergman, John Ford, Howard Hawks, Fellini, Truffaut, Godard, Luchino Visconti ou Martin Scorsese, entre muitos, muitos outros.   

Cinquenta filmes clássicos imprescindíveis

‘Intolerância’ (1916)

Uma das obras-primas de D.W. Griffith, este épico mudo com três horas e meia de duração conta, em paralelo, quatro histórias de intolerância em quatro épocas diferentes da nossa história, ao mesmo tempo que vai inventando a linguagem do cinema.

‘O Couraçado Potemkine’ (1925)

Um dos grandes filmes de propaganda da história do cinema, esta realização de Sergei Eisenstein sobre a revolta no navio de guerra do título, em 1905, ainda durante o regime czarista, é também uma obra formalmente revolucionária.

‘Pamplinas Maquinista' (1926)

Genial comédia de e com Buster Keaton, passada na Guerra Civil Americana, onde a acção se passa quase toda ao longo de uma linha do caminho de ferro, devido ao roubo de uma locomotiva. Sempre de cara fechada, Keaton leva o slapstick acrobático ao auge.

‘Metrópolis’ (1927)

Um dos grandes filmes de ficção científica de sempre, situado numa colossal metrópole do futuro, realizado por Fritz Lang e escrito pela sua mulher, Thea von Harbou. A visualização da sociedade urbana e industrial futurista vale por si só o filme.

‘Aurora’ (1927)

O primeiro filme realizado pelo alemão F. W. Murnau em Hollywood é a história de um triângulo de amor e morte, a que o cineasta dá uma envolvência visual onírica e fantástica, recorrendo a uma série de inovações estilísticas e de encenação.

‘A Paixão de Joana d’Arc’ (1927)

O mestre dinamarquês Carl Dreyer foi a França filmar o processo de Joana d’Arc baseando-se nas transcrições originais e optando por uma narração em grandes planos das caras dos actores, em vez de uma aproximação mais convencional.

‘O Vento’ (1928)

Rodado nos EUA pelo sueco Victor Sjostrom, esta história de uma rapariga (Lilian Gish) que vai viver com familiares num rancho, e quase enlouquece devido à solidão e à omnipresença do vento, é um dos pontos altos do cinema mudo e da narração puramente cinematográfica.

‘O Homem da Câmara de Filmar’ (1929)

Um dos maiores filmes experimentais de sempre, uma sinfonia cinematográfica em que o cineasta russo Dziga Vertov procurou documentar de forma vibrante e formalmente inovadora, a vida quotidiana em quatro cidades da União Soviética.

‘Uma Noite na Ópera’ (1935)

A realização é de Sam Wood, mas os verdadeiros autores desta genial comédia anárquica e nonsense são os Irmãos Marx – Groucho, Chico e Harpo –, que viram a Ópera de Nova Iorque (e não só) do avesso para ajudar o parzinho romântico a triunfar.

‘O Triunfo da Vontade’ (1935)

Um dos mais marcantes filmes de propaganda de sempre – o registo, por Leni Riefenstahl, do Congresso do Partido Nacional-Socialista em Nuremberga, em 1934 – encenado como um misto de acontecimento político épico e grande espectáculo de massas.

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