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Dez exposições que tem de ver até ao fim do ano em Lisboa

Pronto para a romaria que se segue? Tome nota das principais exposições espalhadas por Lisboa e programe as próximas saídas culturais

Fotografia: Ana Luzia

No que depender destes museus e galerias, o bom tempo vai prolongar-se durante as próximas semanas, pelo menos, artisticamente falando. À procura de programa para o fim-de-semana? Há dez exposições que valem mesmo a pena, das que estão quase a chegar ao fim às que ainda nem inauguraram.

Dez exposições que tem de ver até ao fim do ano em Lisboa

Eu não evoluo, viajo

Era difícil montar uma exposição retrospectiva do José Escada, mas a Gulbenkian, com o trabalho da curadora Rita Fabiana, conseguiu. A obra do pintor já vai longa e atravessa a pintura, o desenho, as colagens, os relevos recortados, a ilustração e os murais. Fica até 31 de Outubro.

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São Sebastião

New Colliseum

O espanhol Okuda não resistiu e voltou a Lisboa, dois anos depois da sua primeira exposição individual na Underdogs. Agora, trouxe mais uma vez o seu surrealismo pop, mas com elementos inspirados em antigas civilizações. É no que dá andar a viajar pelo mundo. A exposição fica até 5 de Novembro, mas já há uma nova inauguração anunciada. A partir de dia 25 do mesmo mês, Francisco Vidal e Pedro Baptista tomam conta da galeria.

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Marvila

The Long Night

Sem pudor nem julgamentos morais, a objectiva de Antoine D'Agata saiu no encalço do sexo e da noite. As imagens são intensas e voltam a mostrar a atracção do fotógrafo da Magnum pela decadência humana. A exposição fica até 9 de Novembro.

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Campo de Ourique

ChinAware

Depois de uma viagem a Jingdezhen, localidade chinesa ligada à produção de porcelana, o português BrunoMMCarvalho voltou para contar a história no Museu do Oriente. A exposição é composta por peças que o designer produziu a partir da porcelana original, mas também por relatos documentais da viagem. Fica até 27 de Novembro.

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Estrela/Lapa/Santos

A Forma da Forma

Nas palavras de André Tavares, curador geral da Trienal de Arquitectura, esta exposição "desmistifica a ideia de que o arquitecto resolve o mundo com um esquisso genial". E está mais ou menos tudo explicado. A exposição que dá nome a mais uma edição da trienal tem direito a uma estrutura própria, montada de propósito e visitável até 11 de Dezembro.

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Belém

O Mundo nos Nossos Olhos

Mais de 30 ateliês de arquitectura de todo o mundo juntaram-se na Garagem Sul do CCB para mostrar que analisar não é propriamente a parte mais divertida do ofício, mas que pode ter a sua graça. É a exposição mais artística da trienal e fica até 11 de Dezembro.

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Belém

Visualidade & Visão

Depois de uma primeira exposição que trazia o foco para as obras de artistas portuguesas na colecção do comendador, a segunda volta está aí, agora com uma nova questão em cima da mesa. Partindo dos trabalhos de nomes como Pedro Cabrita Reis, Helena Almeida e José Luís Neto, esta exposição mostra as disrupções de que é feita a arte. Porque nenhuma corrente artística dura para sempre e porque a área digital veio possibilitar novas linguagens. A exposição inaugura a 26 de Outubro e fica até 31 de Dezembro.

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Belém

Everybody knows this is nowhere

Alexandra Hedison pode ser um nome associado ao cinema e à televisão americana, mas a Cascais chega como fotógrafa. Durante quatro anos, regressou à sua terra natal – Malibu – e levou consigo os grandes formatos analógicos. Pós-produção, nem vê-la. Alexandra está como é, até 8 de Janeiro.

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Cascais

The World of Charles and Ray Eames

A vida e a obra do casal maravilha do design está no edifício da antiga Central Tejo (agora também parte do MAAT), numa exposição desenvolvida em parceria com o Barbican Centre. Alguns dos seus trabalhos mais icónicos ao lado de imagens onde vemos Charles e Ray em acção. Até 9 de Janeiro.

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Belém

A Imagem Paradoxal

Com um trabalho praticamente ausente da história da fotografia, o Museu Nacional de Arte Contemporânea faz a justa retrospectiva do trabalho de Afonso Chaves. Da biologia à meteorologia, passando pela geologia, vulcanologia e sismologia, o naturalista deixou pano para mangas. A exposição termina a 26 de Fevereiro.

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Chiado

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