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Ó! Galeria
Fotografia: Arlindo Camacho

A agenda cultural de Lisboa que não pode perder

Das exposições às peças de teatro, concertos e festivais, fique a par dos eventos culturais que marcam o ritmo da cidade.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Lisboa fervilha com cultura. Há galerias com novas exposições, espectáculos a não perder e concertos marcados que reclamam espaço no calendário. Dois confinamentos depois, sair à rua sabe a libertação e a vontade de voltar aos espaços culturais é quase palpável. A oferta diversificada dos programadores culturais nesta rentrée não deixa dúvidas: quem quer sentir o pulsar da cidade tem muito por onde escolher. Veja as sugestões da Time Out, aponte na agenda, adopte as medidas de segurança adequadas e faça-se à estrada. Lisboa está à espera.

Recomendado: Coisas para fazer em Lisboa este mês

Agenda cultural de Lisboa

  • Música
  • Rock e indie
  • preço 1 de 4
  • Cais do Sodré
Banda americana com raízes portuguesas. O seu segundo disco de blues-rock politizado, Soul on Fire, saiu há um ano e teve Joey Castillo (Queens of the Stone Age) na bateria.
  • Arte
  • Arte contemporânea
  • Estrela/Lapa/Santos
Enquanto o Museu do Caramulo está de portas fechadas para obras de requalificação, o Museu Nacional de Arte Antiga acolhe uma selecção das suas obras mais emblemáticas. Como o primeiro Picasso alguma vez exposto em Portugal, uma "Natureza Morta" de 1947, a obras de Amadeo de Souza-Cardoso, Maria Helena Vieira da Silva ou Eduardo Viana. Também a arte antiga tem o seu lugar na colecção do Museu do Caramulo, criado pelo "utópico" Abel de Lacerda (1921-1957), e a Lisboa também chegam pinturas de Grão Vasco, Isembrandt, Quentin Metsys e Frei Carlos. Juntamente com estas obras, rumaram a sul peças de porcelana chinesa ou mesmo um pequeno Bugatti, um clássico que estará em Lisboa a representar a famosa colecção de automóveis do Museu do Caramulo.
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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Parque das Nações
O direito humano à água e ao saneamento foi reconhecido pela ONU em 2010. Mas, para cerca de um terço do planeta, um gesto tão banal como abrir uma torneira e ter água potável continua a ser um sonho impossível. É urgente torná-lo realidade: eis o que diz a nova exposição do Pavilhão do Conhecimento, que convida as famílias a experimentar e a descobrir as múltiplas facetas da disponibilidade e uso deste bem essencial. Do “Ciclo Desequilibrado”, que desafia a rever o impacto da acção humana no ciclo da água, até à “Mercearia da D. Rosalia”, onde a factura, que podemos mesmo imprimir e levar para casa, apresenta o nosso perfil de consumidor hídrico, há muito para descobrir sobre a regalia que é viver num “Presente com acesso a água”.
  • Arte
  • Estrela/Lapa/Santos
No âmbito de mais um aniversário do Museu do Oriente, esta exposição dá a conhecer uma parte fascinante da cultura visual e da história contemporânea da Índia, a partir dos cartazes Indianos enquanto objectos de devoção, para o culto dos deuses, mas também como instrumentos para a afirmação de poderes políticos e religiosos e para a definição de papéis sociais de género.
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  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
Organizada em três núcleos, esta exposição dedicada a Bordalo Pinheiro convida a um percurso através da obra do artista, num ensaio que revisita os seus temas de eleição e oferece uma leitura plural e informada do seu talento, criatividade e notável capacidade de trabalho. À luz do presente, procura mostrar-se como o espírito crítico e o humor podem ser os aliados perfeitos para a construção de uma cidadania activa, participada e construtiva.
  • Arte
  • Estrela/Lapa/Santos
O “ouro branco” da Ásia, que chegou pela primeira vez a Lisboa e à Europa no século XVI, decorrente das encomendas de porcelanas de Jingdezhen, na China, dá o mote a esta exposição. Para ver, há obras inéditas, incluindo instalações, das artistas plásticas Beatriz Horta Correia, Graça Pereira Coutinho e Susana Piteira, que estiveram em residência artística em Jingdezhen enquanto bolseiras da Fundação Oriente. Esta experiência é também retratada no filme que integra a exposição.
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  • Arte
  • Grande Lisboa
Durante nove meses dezassete jovens, entre os 16 e os 19 anos, de Lisboa e Almada assumiram o papel de curadores, tendo como ponto de partida a colecção de arte contemporânea da Caixa Geral de Depósitos. Sem qualquer experiência prévia, partiram do individual para o colectivo e, no processo, terminam este processo a uma só voz. O resultado é esta exposição, numa iniciativa da Culturgest, fora de portas.
  • Arte
  • Belém
No ano em que se comemora o sétimo centenário da morte de Dante Alighieri, o Instituto Italiano de Cultura de Lisboa, em colaboração com o Museu Nacional dos Coches, organiza uma exposição que reúne um grupo de artistas, muito diferentes entre si, que procuram dar vida a uma nova identidade do Sumo Poeta. As linguagens utilizadas pelos artistas vão da pintura a têmpera à utilização de software em 3D, passando pelo desenho geométrico. Algumas das obras estão em realidade aumentada, visíveis através da aplicação gratuita para telemóvel ARIA the AR Platform e animadas pelo estúdio Alkanoids de Milão.
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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Lumiar
O Museu Nacional do Traje tem uma colecção de centenas de leques (mais de 300), uma das mais importantes do país. E até 2 de Outubro apresenta uma exposição temporária que aos leques junta chapéus. Vieram do Museu da Chapelaria, em São João da Madeira, onde também está patente a mesma exposição, embora com diferentes objectos. Como requintados leques, chapéus, toucados e acessórios para a cabeça oriundos de todo o mundo.
  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Belém
A história é universal. Uma menina com resposta sempre pronta vê-se de repente, por culpa da sua insaciável curiosidade, rodeada de maravilhas que nunca viu, com um rol de novas perguntas por fazer. Quantos relógios tem o tempo? É possível jogar às cartas com o futuro? E, o grande quebra-cabeças, quem somos de pernas para o ar? A partir das célebres obras de Lewis Carroll, As Aventuras de Alice no País das Maravilhas e Alice do Outro Lado do Espelho, a nova instalação imersiva da Fábrica das Artes convida-nos a viver o absurdo conto de fadas, onde tudo se transforma à mercê da nossa imaginação. Do Outro Lado da Toca, no Centro Cultural de Belém, é possível espreitar por gavetas, sentar-se à mesa com o Chapeleiro e até conviver com flores gigantes.

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