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A agenda cultural de Lisboa que não pode perder

Das exposições às peças de teatro ou concertos, fique a par dos eventos culturais que marcam o ritmo da cidade.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Lisboa fervilha com cultura. Há galerias com novas exposições, espectáculos a não perder e concertos marcados que reclamam espaço no calendário. Dois confinamentos depois, sair à rua sabe a libertação e a vontade de voltar aos espaços culturais é quase palpável. A oferta diversificada dos programadores culturais não deixa dúvidas: quem quer sentir o pulsar da cidade tem muito por onde escolher. Veja as sugestões da Time Out, aponte na agenda, adopte as medidas de segurança adequadas e faça-se à estrada. Lisboa está à espera.

Recomendado: Coisas para fazer em Lisboa este mês

Agenda cultural de Lisboa

  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Santa Maria Maior
Alfredo Cunha é um consagrado fotojornalista que se notabilizou pelas icónicas fotografias do 25 de Abril, como o retrato de Salgueiro Maia no Largo do Carmo, um símbolo da revolução. Mas a sua lente registou muitas outras histórias de Portugal. Como a histórica romaria de Santo António no lugar de Mixões da Serra, em Vila Verde, onde vive desde 1995. “Quando desembarquei nesta romaria a minha sensação é que tinha feito uma viagem no tempo. Comecei a fotografar desenfreadamente e nunca mais parei", disse o fotógrafo na abertura desta mesma exposição em Vila Verde, por onde passou em Junho deste ano. Agora, no Museu de Lisboa - Santo António pode ver mais de duas décadas de imagens de uma tradição que leva os devotos ao Santuário de Santo António de Mixões da Serra com as suas vacas, cavalos, cabras, cães, gatos e até pombas para serem abençoados e permanecerem de boa saúde.
  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Parque das Nações
O direito humano à água e ao saneamento foi reconhecido pela ONU em 2010. Mas, para cerca de um terço do planeta, um gesto tão banal como abrir uma torneira e ter água potável continua a ser um sonho impossível. É urgente torná-lo realidade: eis o que diz a nova exposição do Pavilhão do Conhecimento, que convida as famílias a experimentar e a descobrir as múltiplas facetas da disponibilidade e uso deste bem essencial. Do “Ciclo Desequilibrado”, que desafia a rever o impacto da acção humana no ciclo da água, até à “Mercearia da D. Rosalia”, onde a factura, que podemos mesmo imprimir e levar para casa, apresenta o nosso perfil de consumidor hídrico, há muito para descobrir sobre a regalia que é viver num “Presente com acesso a água”.
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  • Arte
  • Fotografia
  • preço 0 de 4
  • Intendente
Muitos ainda se lembram de como era Lisboa no início dos anos 80, num país onde a democracia tinha praticamente acabado de chegar. Para esta exposição que inaugura no Arquivo Municipal de Lisboa, o jornalista e crítico cinematográfico José Vieira Mendes seleccionou um conjunto de imagens por si registadas entre 1982 e 1983 na sua primeira câmara fotográfica, uma reflex 35 mm que ainda guarda consigo. Para uns será recordar, para outros será conhecer uma Lisboa de outras modas, registada a preto e branco, entre o Cais das Colunas, o Cais do Sodré ou a Feira da Ladra. A exposição integra o Festival IMAGO LISBOA PHOTO.
  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
Organizada em três núcleos, esta exposição dedicada a Bordalo Pinheiro convida a um percurso através da obra do artista, num ensaio que revisita os seus temas de eleição e oferece uma leitura plural e informada do seu talento, criatividade e notável capacidade de trabalho. À luz do presente, procura mostrar-se como o espírito crítico e o humor podem ser os aliados perfeitos para a construção de uma cidadania activa, participada e construtiva.
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  • Arte
  • Cascais
Paula Rego é a artista portuguesa contemporânea mais reconhecida do mundo. Em “Coleção Casa das Histórias Paula Rego”, apresentam-se vários dos seus trabalhos de pintura, desenho e gravura, incluindo algumas peças nunca antes vistas publicamente, tal como O cerco (1976). A exposição, que se estende ao longo de sete salas no museu monográfico dedicado à artista, fica patente até Junho de 2022.
  • Arte
  • Lumiar
O Museu Nacional do Traje tem uma colecção de centenas de leques (mais de 300), uma das mais importantes do país, e apresenta uma exposição temporária que aos leques junta chapéus. Vieram do Museu da Chapelaria, em São João da Madeira, onde também está patente a mesma exposição, embora com diferentes objectos. Como requintados leques, chapéus, toucados e acessórios para a cabeça oriundos de todo o mundo.
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  • Arte
  • Cascais
Paula Rego, Julião Sarmento, Cindy Sherman e Damien Hirst são apenas alguns dos artistas cuja obra pode ser vista no Centro Cultural de Cascais. "Entre as palavras e os silêncios - Obras da coleção Norlinda e José Lima" é o nome da exposição que resulta de uma iniciativa da Fundação D. Luís I e da Câmara Municipal de Cascais no âmbito da programação do Bairro dos Museus. Ao todo são 104 obras, entre pinturas, desenhos, fotografias, esculturas e instalações de artistas contemporâneos, portugueses e estrangeiros. 
  • Arte
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
A exposição Goya Fisionomista, com a curadoria de Juan Bordes, académico, arquitecto e especialista no trabalho do artista aragonês, integra o programa da Mostra de Espanha. Nesta, podem-se ver 40 gravuras de Goya pertencentes à série Los Caprichos (Ed. 1970), Los Disparates (Ed. 1930) e Los Desastres (Ed. 1930), impressões digitais, reproduções das ilustrações dos séculos XVIII e XIX, e um audiovisual, cujo fio condutor é a tese de Bordes, o resultado da sua pesquisa sobre as fontes iconográficas que inspiraram o artista aragonês a criar uma obra tão original e à frente do seu tempo. Aqui, o curador estabelece relações entre as faces mais significativas das personagens que povoam gravuras de Goya, com as teorias de fisionomia publicadas nos tratados pseudo-científicos do Iluminismo. Para ver até 17 de Fevereiro de 2022 na sala de exposições do Instituto Cervantes.
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  • Arte
  • Princípe Real
Constituído por professores universitários e profissionais portugueses de diversos domínios das artes, ciências e humanidades, o Grupo do Risco iniciou as suas actividades em 2007 com uma expedição às ilhas Berlengas e desde então tem tentado mostrar a natureza, através de técnicas actuais de registo e comunicação, que a valorizam e dão a conhecer. Nesta exposição, poderá ver os registos visuais capturados ao logo dos últimos 12 anos. Através de fotografia, vídeo e desenho, é convidado a entrar num ambiente que apela aos nossos sentidos e, quem sabe, ao nosso lado mais sensível.
  • Arte
  • preço 0 de 4
  • Intendente
Utilizando a paisagem para fazer a reconstituição de um legado histórico perdido na memória colectiva, Valter Vinagre retrata os vários eventos das Guerras Peninsulares, ocorridos de Norte a Sul do país. Almeida, Bussaco, Chaves, Porto, Amarante, Évora e Olhão, juntamente com as Linhas de Torres Vedras, foram alguns dos locais fotografados ao longo de cinco anos, sempre com respeito pelo calendário dos acontecimentos que fizeram a história das três Invasões.

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