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A agenda cultural de Lisboa que não pode perder

Das exposições às peças de teatro ou concertos, fique a par dos eventos culturais que marcam o ritmo da cidade.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Lisboa fervilha com cultura. Há galerias com novas exposições, espectáculos de teatro e dança a não perder, sessões no escurinho do cinema e muitos concertos marcados que reclamam espaço no calendário. Depois de dois anos fechados em casa, sair à rua sabe a libertação e a vontade de voltar aos espaços culturais é palpável. A oferta diversificada dos programadores culturais não deixa dúvidas: quem quer sentir o pulsar da cidade tem muito por onde escolher. Veja as sugestões da Time Out, aponte na agenda e faça-se à estrada. Lisboa está à espera.

Recomendado: Coisas para fazer em Lisboa este mês

Agenda cultural de Lisboa

  • Arte
  • Arte ao ar livre
  • preço 0 de 4
  • Marvila
O que é que a pintora Paula Rego, a cantora e compositora Carolina Deslandes, o cartoonista e humorista Hugo Van der Ding e a cozinheira Filipa Gomes têm em comum? Estão nas paredes de Marvila até 2 de Setembro. A POSTER MOSTRA está de volta para a sétima edição e junta as criações em formato poster destes e de muitos outros artistas, além dos 10 vencedores da Open Call. 
  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Belém
Um ano após a morte do artista plástico, o museu lisboeta mostra 121 obras de um dos mais internacionais nomes da arte portuguesa. "Abstracto, Branco, Tóxico e Volátil" inclui fotografias, pinturas, esculturas, instalações e até filmes em Super 8 do artista que representou Portugal na Bienal de Arte de Veneza em 1997. Julião Sarmento ainda participou no processo de construção da exposição que ocupa 18 salas do Museu Colecção Berardo. 
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  • Coisas para fazer
  • preço 0 de 4
  • Santa Maria Maior
No ano em que se celebram os 40 anos da descriminalização da homossexualidade e quatro desde a consagração legal da autodeterminação de género, o Museu do Aljube Resistência e Liberdade continua a talhar o caminho pela dignidade da pessoa humana com a estreia da exposição que aborda as dinâmicas e tensões entre a repressão e as resistências de diversidade sexual e de género durante a ditadura e após a revolução. Revelar, nomear, reconhecer, representar e visibilizar é destruir preconceitos, combater violências e educar para os direitos humanos, escrevem em comunicado. Lançada a 28 de Junho, contará com programação paralela, de ciclo de conversas a cinema, performances e visitas orientadas.
  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Parque das Nações
O direito humano à água e ao saneamento foi reconhecido pela ONU em 2010. Mas, para cerca de um terço do planeta, um gesto tão banal como abrir uma torneira e ter água potável continua a ser um sonho impossível. É urgente torná-lo realidade: eis o que diz a nova exposição do Pavilhão do Conhecimento, que convida as famílias a experimentar e a descobrir as múltiplas facetas da disponibilidade e uso deste bem essencial. Do “Ciclo Desequilibrado”, que desafia a rever o impacto da acção humana no ciclo da água, até à “Mercearia da D. Rosalia”, onde a factura, que podemos mesmo imprimir e levar para casa, apresenta o nosso perfil de consumidor hídrico, há muito para descobrir sobre a regalia que é viver num “Presente com acesso a água”.
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  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
Organizada em três núcleos, esta exposição dedicada a Bordalo Pinheiro convida a um percurso através da obra do artista, num ensaio que revisita os seus temas de eleição e oferece uma leitura plural e informada do seu talento, criatividade e notável capacidade de trabalho. À luz do presente, procura mostrar-se como o espírito crítico e o humor podem ser os aliados perfeitos para a construção de uma cidadania activa, participada e construtiva.
  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Alcântara
A nova exposição temporária do Museu da Carris versa sobre a importância (e técnica) da publicidade que andava a bordo dos veículos da Carris, numa altura em que a televisão ainda não tinha chegado a Portugal. Por isso mesmo, a partir dos anos 50 esta era uma das melhores apostas para as marcas comunicarem com as massas e até aos anos 90 era tudo pintado à mão. Há ainda espaço para peças tridimensionais, cedidas por antigos anunciantes como a Pasta Couto e a TAP, e réplicas de publicidade dentro de um dos eléctricos, para que os visitantes viagem no tempo cerca de 70 anos. Para enriquecer a experiência, foi montada uma simulação de criação de uma faixa publicitária à Guloso, como se estivéssemos numa antiga oficina da Carris, com cavalete, tintas, escadote e tudo.
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  • Arte
  • Belém
É uma exposição antológica da obra de Miguel Telles da Gama, mas não pretende ser um resumo do seu percurso. Sem uma obediência cronológica, o Museu Berardo mostra as obras do pintor e artista plástico português a partir do fim do século e descortina as suas “múltiplas peles”, tão múltiplas como os fragmentos de palavras, imagens e cores das peças da exposição que tem a curadoria de José Luís Porfírio.
  • Arte
  • Estrela/Lapa/Santos
Inédita, Histórias de um Império é a primeira exposição integralmente dedicada à Colecção Távora Sequeira Pinto, que documenta as relações artísticas entre Portugal e as culturas do império asiático. Evitando uma leitura tradicional, cronológica e geográfica, os oito núcleos temáticos que a compõem retratam a riqueza, a complexidade e a surpreendente beleza da arte produzida nas redes comerciais criadas por Portugal, um pouco por toda a Ásia. Entre as mais de 150 peças, destaca-se uma Pedra de Bezoar montada com coral vermelho (Índia e Europa, século XVII). Da porcelana chinesa aos marfins de Goa, do mobiliário indiano às delicadas lacas japonesas, a narrativa visual revela-se de grande impacto e exuberância.
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  • Arte
  • Cascais
Até Setembro, o Centro Cultural de Cascais expõe a obra de Juan Genovés. A primeira mostra em Portugal dedicada ao artista espanhol inclui 58 pinturas, num percurso que começa nos anos 60 e culmina na obra Sin Firmar (2020), o último quadro que Genovés pintou antes de falecer em 2020. 
  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Cascais
São raras as entrevistas de Maria Inês da Silva Carmona Ribeiro da Fonseca, ou Menez, como é conhecida artisticamente. Mas o trabalho da pintora (1926-1995) descortina-se agora numa exposição no Museu Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais. E se é pela pintura que Menez é mais conhecida, na Sala Zero do museu em Cascais descobrem-se outros registos, como um objecto tridimensional, uma tapeçaria ou um painel de azulejo.

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