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Mulheres à beira de um ataque de nervos
DRMulheres à beira de um ataque de nervos, Filipe La Féria

As peças de teatro em Lisboa a não perder em Agosto

Comece a organizar a agenda: estas são as peças de teatro em Lisboa a não perder em Agosto

Raquel Dias da Silva
Escrito por
Raquel Dias da Silva
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Em Lisboa, não faltam opções para ir ao teatro, muitas delas com preços bem apetecíveis. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Há de tudo nesta selecção, em constante actualização, e entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e outros ainda a esgravatar por um lugar, portugueses e estrangeiros, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro, sobretudo para o mês de pausa habitual. Ainda assim, abrem-se algumas salas de teatro em Lisboa para lhe dizer o que reserva o bonito mês de Agosto.

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As peças de teatro em Lisboa para ver em Agosto

  • Teatro
  • Santa Maria Maior

A versão musical em dois actos do mais célebre filme de Pedro Almodóvar chega a Lisboa sob direcção de Filipe La Féria. Com música original de David Yazbek, a partir de um texto de Jeffrey Lane, trata-se de uma comédia alucinante, ambientada na fervilhante Madrid dos anos 80 do século passado, que segue três mulheres com terríveis males de amor.

  • Teatro

Com texto de William Shakespeare, este espectáculo ao ar livre conduz-nos até à cidade de Messina, na Sicília. A trama gira em torno de um casal de namorados, Cláudio e Hero, que se confrontam com o poder destrutivo dos rumores. Segundo os costumes da época, a alegada infidelidade de Hero tornava-a indigna de noivar e até merecedora de pena capital. Mas, afinal, o perverso equívoco era obra do despeitado D. João.

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  • Teatro
  • Grande Lisboa

Sempre quiseste visitar um palacete assombrado à noite? A partir de relatos acerca das histórias da Quinta da Fidalga, no Seixal, foi construído um espectáculo de terror imersivo, onde a ficção e a realidade se confundem. Entre reconstituições que ganham vida pelo elenco e relatos em áudio-guia, o público é convidado a participar e a não entrar em pânico antes do fim.

  • Teatro
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

A partir de O Que Importa É Que Sejam Felizes!, de Luísa Costa Gomes, Maria Rueff e Joaquim Monchique desdobram-se em múltiplas personagens, levando-nos numa viagem atribulada e hilariante pelos quatro cantos da Residência Sénior Antúrios Dourados, onde duas idosas embarcam numa competição desmedida por um quarto particular após a “partida” da sua anterior ocupante.

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  • Teatro
  • Lisboa

Escrita em 1879 pelo autor norueguês Henrik Ibsen, “não como uma peça de propaganda mas sim de verdades universais sobre a identidade humana”, esta é uma das mais importantes obras da história da literatura, unanimemente considerada como o texto que dá origem ao drama moderno. A acção acompanha a relação do casal Helmer, sobretudo a “viagem” interior que a mulher, Nora, percorre ao longo dos três actos e que a faz tomar consciência que a aparência da perfeição e da felicidade não são a perfeição e a felicidade. 

O melhor da agenda cultural de Lisboa

  • Arte
  • Galerias

Museus e centros de difusão de arte contemporânea são o pão nosso de cada dia no habitual roteiro cultural dos lisboetas. Mas onde andam os artistas emergentes? Nestas galerias, está claro. Ora tome lá uma lista de galerias de arte alternativas, algumas ainda meninas e moças na capital onde se compra e desfruta de arte em todos os moldes.

  • Arte
  • Arte urbana

Vhils, Bordalo II, Aka Corleone, ±MaisMenos±, Tamara Alves ou Mário Belém são alguns dos nomes mais sonantes neste roteiro de arte urbana em Lisboa. A eles juntam-se artistas de todo o mundo, que escolhem Lisboa para servir de tela aos mais variados estilos e mensagens. Embarque connosco num passeio alternativo pela cidade.

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  • Miúdos

É uma grande injustiça dizer que a palavra museu cheira a mofo. Mas se começou por arrastar os miúdos para uma exposição interminável que interessa apenas a adultos... é bem possível que o programa enfrente uma certa resistência. Não desanime. Um roteiro museológico não tem de ser um programa aborrecido, muito pelo contrário.

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