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As peças de teatro em Lisboa a não perder em Janeiro

Comece a organizar a agenda: estas são as peças de teatro em Lisboa a não perder em Janeiro

Raquel Dias da Silva
Escrito por
Raquel Dias da Silva
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Em Lisboa, não faltam opções para ir ao teatro, muitas delas com preços bem apetecíveis. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Há de tudo nesta selecção, em constante actualização, e entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e outros ainda a esgravatar por um lugar, portugueses e estrangeiros, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro. Voltamos a abrir as portas das principais salas de teatro em Lisboa para lhe dizer o que reserva este bonito mês de Janeiro.

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As peças de teatro em Lisboa para ver em Janeiro

  • Teatro
  • Infantil
  • Santa Maria Maior

Quem vai ao mar perde o lugar? Ou arrisca nunca mais querer voltar? Quem vai ao mar procura aventuras e acredita que tudo é possível, que todo o esforço vale a pena, mesmo que se volte ao mesmo lugar. Para Maria João Cruz e Inês Fonseca Santos, autoras deste novo espectáculo encenado por Catarina Requeijo, o importante é a viagem e os perigos que se podem enfrentar: tempestades, piratas, monstros, rochedos… Que nunca se perca nem uma boa onda, nem uma boa descoberta.

  • Teatro
  • Santa Maria Maior

Sendo o Teatro Meridional uma companhia vocacionada para a itinerância, a influência dos lugares faz-se sentir nas suas criações. Com encenação de Miguel Seabra, Ilhas mergulha nas idiossincrasias do arquipélago dos Açores, transformando em matéria cénica a singularidade identitária deste território português e apresentando um modo de comunicar inspirado nos seus hábitos, ritos e mitos.

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  • Teatro
  • Campolide

Nesta peça do Teatro da Comuna, P. acorda com o som ensurdecedor de um alarme de emergêncla. Não há nada em seu redor a não ser uma intensa névoa de fumo. Sem saber quem é, procura respostas, mas a única pessoa que as pode fornecer é A,, a autora da sua história que vive imersa num desespero profundo com a iminente da extinção da Humanidade provocada peta erupção do vulcão Yellowstone. A personagem reivindica um novo final e a autora luta pela sua sanidade mental. Será que a presença de um terceiro elemento pode provocar o colapso na relação das duas?

  • Teatro
  • Chiado

A partir de um texto de Wole Soyinka, Zia Soares encena este espectáculo sobre O Morto e A Morta. Trazidos de volta à vida pelo Deus Aroni, os “dois espíritos dos mortos inquietos”, que em vida foram marido e mulher, trazem consigo as feridas de um outro tempo e confrontam os seus carrascos num estranho ritual de morte, expiação, desobediência e renascimento.

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  • Teatro
  • Princípe Real

Neste espectáculo experimental, com textos inéditos de Dimítris Dimitriádis a partir de mitos gregos, questiona-se o presente. Quem é agora Narciso? Quem é agora Tântalo? Que desejo (porque é disso que se trata), se imiscui no meio destas personagens desabrigadas, nuas, tristes? Com encenação de André Loubet, a interpretação fica a cargo de Diogo Freitas, Simon Frankel, Pedro Caeiro e Pedro Lacerda.

  • Teatro
  • Infantil
  • Belém

Na sequência dos espectáculos A Grande Corrida e Muita Tralha Pouca Tralha, Catarina Requeijo faz uma terceira incursão neste formato de monólogo “todo-o-terreno”, recorrendo às personagens já apresentadas: Manuela, a sobrinha automobilista, Odete, a tia orgulhosa, e Alfredo, o tio rezingão. Mas não se preocupe: apesar de fazer parte de uma trilogia, esta nova peça dispensa o visionamento dos anteriores.

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  • Teatro
  • Cascais

Neste espectáculo, Henrique Feist pede para imaginarmos como seria se Ary dos Santos ainda hoje estivesse vivo. Sim, hoje, no século XXI, com acesso às redes sociais. O Sangue das Palavras acompanha a vida deste poeta, passando por muitos dos seus mais belos poemas cantados. Mas fala também sobre como, enquanto o ser humano for contra qualquer injustiça, não importa qual ou de que género, haverá sempre um Ary. Em qualquer século. Somos todos Ary. No elenco, Henrique Feist, Valter Mira e Diogo Leite.

O melhor da agenda cultural de Lisboa

  • Arte
  • Galerias

Museus e centros de difusão de arte contemporânea são o pão nosso de cada dia no habitual roteiro cultural dos lisboetas. Mas onde andam os artistas emergentes? Nestas galerias, está claro. Ora tome lá uma lista de galerias de arte alternativas, algumas ainda meninas e moças na capital onde se compra e desfruta de arte em todos os moldes.

  • Coisas para fazer

Vhils, Bordalo II, Aka Corleone, ±MaisMenos±, Tamara Alves ou Mário Belém são alguns dos nomes mais sonantes neste roteiro de arte urbana em Lisboa. A eles juntam-se artistas de todo o mundo, que escolhem Lisboa para servir de tela aos mais variados estilos e mensagens. Embarque connosco num passeio alternativo pela cidade.

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  • Miúdos

É uma grande injustiça dizer que a palavra museu cheira a mofo. Mas se começou por arrastar os miúdos para uma exposição interminável que interessa apenas a adultos... é bem possível que o programa enfrente uma certa resistência. Não desanime. Um roteiro museológico não tem de ser um programa aborrecido, muito pelo contrário.

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