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As peças de teatro em Lisboa a não perder em Fevereiro

Comece a organizar a agenda: não há falta de peças de teatro em Lisboa e estas são as que não pode perder este mês

A Caminhada
DR
Por Raquel Dias da Silva e Miguel Branco |
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Deixe-se de desculpas e vá ao teatro. Em Lisboa, não faltam opções, muitas delas com preços bem apetecíveis. Até nos meses mais parados, a cidade tem um cartaz preenchido de peças de teatro para todos os gostos. Algumas, graças aos estranhos caminhos da programação e não ao desprezo do público, estão tão pouco tempo em cena que, a bem dizer, é preciso correr e ver, que isto nunca se sabe se e quando são repostas. Outras há que vêm de trás e para a frente continuam. Há de tudo nesta selecção, em constante actualização, e entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e outros ainda a esgravatar por um lugar, portugueses e estrangeiros, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro. Voltamos a abrir as portas das principais salas de teatro de Lisboa para lhe dizer o que reserva este bonito mês de Fevereiro.

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Teatro em Fevereiro: as peças de teatro a não perder

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teatro
Fotografia: Autobiografia Autorizada/ Divulgação
Teatro

Autobiografia Autorizada

Cineteatro Capitólio, Avenida da Liberdade

Um dos mais conceituados actores brasileiros, Paulo Betti, vem ao Cineteatro Capitólio apresentar Autobiografia Autorizada, um espectáculo sobre os seus tempos de infância e adolescência. A partir dos seus cadernos de notas e das crónicas que escreveu durante 25 anos para um jornal de Sorocaba, a sua cidade natal, a 100 quilómetros de São Paulo. 

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mónologos da vagina
Fotografia: DR/Júlia
Coisas para fazer

Monólogos da Vagina

Teatro Armando Cortez, Carnide/Colégio Militar

Os Monólogos da Vagina são compostos por vários textos. Cada um deles lida com a experiência feminina, abordando assuntos como sexo, prostituição, imagem corporal, amor, menstruação, mutilação genital feminina, masturbação, nascimento, orgasmo. Um tema recorrente em toda a peça é a vagina como uma ferramenta de capacitação feminina e a personificação máxima da individualidade. Todos os anos, um novo monólogo é adicionado para destacar uma questão actual que afecta as mulheres em todo o mundo.

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A Caminhada
©DR
Teatro, Infantil

A Caminhada, A Árvore Branca e as Cidades Invisíveis

O LU.CA entra em 2020 com o pé direito e uma data de ideias para levar as famílias ao teatro. A Caminhada, logo no arranque do ano novo, põe sons e silêncio a dançar nos dias 24 a 31 de Janeiro. A Árvore Branca sobe ao palco a 7 de Fevereiro, com uma aldeia em alvoroço: o que é que passou pela cabeça da árvore e da nuvem para resolverem trocar de posição? A vez de As Cidades Invisíveis chega a 29 de Fevereiro, com três viajantes a flutuar no meio do Mediterrâneo.

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Alma
Filipe Figueiredo
Teatro

Alma

Teatro Aberto, Campolide

Alma, de Tiago Correia, foi o vencedor do Grande Prémio de Teatro Português SPAutores/Teatro Aberto. E agora volta, precisamente, à casa de partida, ao Teatro Aberto, sob direcção da encenadora e actriz Cristina Carvalhal. Um jovem acamado é visitado por dois amigos. Mas é uma estranha que vem quebrar o protocolo e os segredos existentes entre eles. A interpretação é de Bernardo Lobo Faria, Bruna Quintas, Guilherme Moura e Sofia Fialho.

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peças de teatro para ver em Lisboa
Força de Produção
Teatro

Casal da Treta

Teatro Villaret, Lisboa

Depois de Conversa da Treta, espectáculo criado por José Pedro Gomes e António Feio, a coisa é agora retomada de uma forma diferente. A famosa Détinha, mulher de Zezé, chega ao palco pela primeira vez. E chega como todos os anos – e questões por resolver – de um casamento que já vai longo. A encenação é de Sónia Aragão, com José Pedro Gomes, Ana Bola e texto de Filipe Homem Fonseca, Mário Botequilha e Rui Cardoso Martins.  

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Um Número
Filipe Ferreira
Teatro

Um Número

André Murraças, encenador deste texto da inglesa Caryl Churchill, é um artista de várias competências, tanto escreve, como encena, como cenografa, como interpreta. É também o criador do Queerquivo, um site – também livro – onde várias pessoas escreveram testemunhos sobre pessoas/sítios que os tenham influenciado. Vem ao Trindade sugerir que pensemos sobre o que é isto do indivíduo, à boleia da questão da clonagem humana. 

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Chicago
Filipe Ferreira
Teatro

Chicago

Teatro da Trindade, Chiado

Há espectáculos que a Broadway eternizou de tal forma que agora dificilmente nos veremos livres deles. Como este musical de Fred Ebb e Bob Fosse, que veste a roupa trazida pela encenação de Diogo Infante para contar mais uma vez a história de duas divas rivais que tentam escapar às acusações de assassínio enquanto aproveitam para subir na vida. Nos loucos anos 20, claro.

O melhor da agenda cultural de Lisboa

Meet Vincent Van Gogh
©DR
Arte

Cinco exposições em Lisboa a não perder nos próximos meses

A agenda de exposições em Lisboa vai de vento em popa. E há cinco, pelo menos, que não pode perder ao longo de 2020, a começar pela primeira mostra individual de Gabriel Abrantes num museu português, passando por uma exposição interactiva dedicada a Vincent Van Gogh ou uma exibição de fotografias de viagens e espaços urbanos do austríaco Andreas Bitesnich. Tome nota destas exposições em Lisboa que vale a pena ver.

arte urbana na Amadora
Câmara Municipal da Amadora
Coisas para fazer

Roteiro de arte urbana na Amadora

“A Cidade da BD”, como se tem afirmado em Portugal e como confirma a parede de um túnel a caminho do Fórum Luís de Camões, é uma referência da expressão artística no espaço público e na cultura urbana da Grande Lisboa. Entre as diferentes propostas visuais, encontramos obras de artistas como Odeith, Akacorleone, Vile e Smile. Pode vê-las num acervo virtual ou aproveitar para programar um passeio em família com este roteiro de arte urbana na Amadora. 

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Ó Galeria
Fotografia: Arlindo Camacho
Arte, Galerias

Galerias de arte em Lisboa: um roteiro alternativo

Museus e centros de difusão de arte contemporânea são o pão nosso de cada dia no habitual roteiro cultural dos lisboetas. Mas, onde andam os artistas emergentes? Esses que não correm as bocas do mundo? Nestas galerias, está claro. Cada uma delas merece uma visita com olhos de lince, atentos ao mais pequeno detalhe.

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