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Jardins da Gulbenkian
João Pimentel FerreiraJardins da Gulbenkian

As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

Dos workshops às exposições e peças de teatro, sem esquecer uma série de oportunidades grátis, há muito para aproveitar esta semana.

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O que faz em casa é consigo, mas já sabe que o que faz na rua é connosco. Se assim for, a nossa tutela prolonga-se pela semana inteira, para que não se fique a lamentar por aí por ter falhado algum evento crucial na agenda alfacinha. Temos planos para todos os dias, de exposições e cursos até espectáculos em palco e fora dele. E, se depois de consultar esta lista intensiva, ainda lhe sobrarem buracos no calendário, nada de pânico. É que nunca é demais insistir que a cidade está cheia de borlas para aproveitar antes que acabem. 

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As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

  • Arte
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  • São Sebastião
Maria Lamas foi jornalista, escritora e tradutora e uma voz sempre presente na defesa dos direitos das mulheres durante a ditadura, o que a levou por três vezes à prisão, em 1949, 1951 e 1953, e ao exílio em Paris, de 1962 a 1969. A sua obra mais conhecida, já mais etnográfica do que jornalística, As mulheres do meu país, é um documento precioso do que era ser mulher, de norte a sul do país, nesse período. É aqui que surge a Maria Lamas fotógrafa, mas a sua obra permanece basicamente desconhecida em Portugal. Jorge Calado, que tem combatido esta invisibilidade, é o curador de “As Mulheres de Maria Lamas”, onde se pode ver uma seleção de 67 das suas fotografias, maioritariamente provas de época, de pequenas dimensões, entre 8x6 cm e 14x18 cm, e também algumas ampliações.A mostra, em exposição no átrio da Biblioteca de Arte Gulbenkian, inclui ainda objectos pessoais de Maria Lamas, exemplares de primeiras edições de livros e provas da época de outros fotógrafos com fotos publicadas em As mulheres do meu país. O catálogo apresenta as fotografias da exposição, cada uma em página inteira, e textos de Jorge Calado, Alexandre Pomar, Raquel Henriques da Silva e Alice Vieira.
  • Arte
  • Fotografia
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  • Belém
Organizada pelas Galerias Municipais/ EGEAC por ocasião dos 50 anos do 25 de Abril a exposição "Factum" apresenta cerca de 170 fotografias de Eduardo Gageiro, fotógrafo que captou algumas das mais icónicas imagens do dia da Revolução dos Cravos. Na exposição temos a oportunidade de ver um retrato de Portugal desde os anos 1950 a 2023, mais precisamente 25 de Abril de 2023, data da fotografia mais recente da exposição. Galeria do Torreão Nascente da Cordoaria Nacional. 27 Jan-05 Mai. Ter-Dom. 10.00-13.00/ 14.00-18.00. Entrada livre
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  • Coisas para fazer
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  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
A Biblioteca Nacional de Portugal e o Clube Português de Banda Desenhada juntaram-se ainda em 2019 para pensar uma exposição comemorativa do centenário de publicação do n.º 1 da revista ABC-zinho. A inauguração era para ter acontecido em Outubro de 2021, mas as alterações de calendário efectuadas em contexto de pandemia forçaram o adiamento para 2023. Patente até 29 de Março de 2024, “Centenário do ABC-zinho. 100 anos de revistas de banda desenhada em Portugal” percorre as principais publicações desde os anos 1920 até à década de 1980. Biblioteca Nacional de Portugal (Lisboa). 7 Nov-24 Mar, Seg-Sex 09.30-19.30, Sáb 09.30-17.30. Entrada livre
  • Arte
  • Santa Maria Maior
A nova exposição do Museu de Lisboa – Teatro Romano é dedicada à obra do pintor português Carlos Barahona Possollo, já representada nas colecções do Museu de Setúbal, Museu do Banco de Portugal, Museu das Comunicações e até da Casa Branca (Washington, EUA) e do Istituto per le Opere di Religione (Vaticano). “Do Terreno e do Divino” retrata um mundo de deuses e os seus mitos que nos acompanham, de forma indelével, ao longo dos séculos.  Teatro Romano. Até 10 Mar, Ter-Dom 10.00-18.00 (última entrada 17.30). 3€ (inclui entrada no museu)
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  • Miúdos
  • Parque das Nações
Na nova exposição do Centro Ciência Viva de Lisboa, as famílias são desafiadas a descobrir o que significa ser astronauta. Para isso, vão ter de embarcar numa grande aventura espacial. Além de treinarem o equilíbrio e a resistência, haverá oportunidade de conduzir um rover de exploração lunar, simular uma caminhada na Lua e até flutuar pelo módulo Columbus. Pavilhão do Conhecimento (Lisboa). Até 7 Abr, Ter-Sex 10.00-18.00, Sáb-Dom e feriados 10.00-19.00. 8€-14€
  • Arte
  • Belém
Esta exposição celebra o centenário da figura mais importante do surrealismo em Portugal, Mário Cesariny (1923-2006), assinalando ainda a data histórica dos 100 anos da publicação do primeiro manifesto surrealista por André Breton, em 1924. Com curadoria de João Pinharanda, Afonso Dias Ramos e Marlene Oliveira, “O Castelo Surrealista de Mário Cesariny” é inspirada no livro que Mário Cesariny, trabalhando entre Lisboa, Paris e Londres, dedicou à vida e obra de Vieira da Silva e Árpád Szenes (1984).
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  • Arte
  • Fotografia
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  • Intendente
Augusto Brázio, Lara Jacinto, Mag Rodrigues, Paulo Catrica, Pedro Letria, São Trindade e Valter Vinagre apresentam no Arquivo de Lisboa|Fotográfico as suas representações e reflexões sobre a periferia social e urbana de Lisboa na colectiva “O Cerco de Lisboa”. Trata-se de um regresso ao tema, agora que passam 25 anos sobre a marcante colectiva “Lisboa Anos 90”, encomendada pelo Arquivo, em que também sete fotógrafos, incluindo Paulo Catrica e Pedro Letria, mostraram a sua visão da cidade.Ainda no âmbito da exposição, pode ver no piso superior do Arquivo um vídeo realizado num armazém abandonado, ocupado por pessoas sem-abrigo, e, noutra sala, entrevistas aos fotógrafos de “O cerco de Lisboa” sobre o seu trabalho.A não perder também, as visitas guiadas pelos próprios fotógrafos, sempre às 15.00. A 6 de Janeiro, uma visita pelo colectivo de fotógrafos, a 12, por Paulo Catrica, a 16, por São Trindade, e a 26, por Valter Vinagre. Em Fevereiro, dia 3, nova visita conjunta com todos os fotógrafos; dia 9, Lara Jacinto e Valter Vinagre; dia 23, Augusto Brázio e Pedro Letria; e, por fim, a 24 de Fevereiro, Mag Rodrigues. A visita é de entrada livre mas sujeita a marcação, com mail para arquivomunicipal.se@cm-lisboa.pt
  • Arte
  • Belém
A abertura do MAC/CCB fica marcada por duas exposições temporárias, ambas patentes até dia 10 de Março. “Ou o desenho contínuo” marca a chegada da Colecção Teixeira de Freitas a Belém. São 111 desenhos organizados em oito núcleos, também no piso -1. Debruçados sobre temas como a arquitectura, o corpo, a natureza e a prática artística em si, podem muito bem surpreender os visitantes pela interactividade ou pelo formato, nem sempre estático ou bidimensional.
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  • Arte
  • Cascais
Comissariada pela curadora e coordenadora da programação e conservação da Casa das Histórias Paula Rego, Catarina Alfaro, esta exposição inclui pinturas e desenhos sobre diferentes suportes, bem como colagens, tapeçaria, serigrafias, água-forte e água-tinta, além de 18 estudos em tinta-da-china, para algumas das pinturas que Paula Rego viria a realizar mais tarde. Ao todo, são mais de 100 obras, que ajudam a descortinar o processo criativo da artista ao longo de 70 anos. 
  • Arte
  • Belém
"Plug-in", da curadoria de João Pinharanda, é a nova exposição de Joana Vasconcelos, que marca o regresso da artista a Lisboa. No MAAT, até 25 de Março, pode contar com uma mostra de peças ainda mais monumental do que as anteriores. Há para ver peças icónicas do repertório de Joana Vasconcelos, algumas nunca antes vistas em Portugal, e uma peça inédita, o Drag Race. Após passar pelo Palácio de Versalhes e o Guggenheim de Bilbau, a premiada artista plástica traz a Lisboa obras como Valkyrie Octopus, Solitário e Strangers in the Night. A exposição pode ser visitada de quarta-feira a domingo, das 10.00 às 19.00.   

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