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©Gabriell VieiraMAAT

As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

Dos workshops às exposições e peças de teatro, sem esquecer uma série de oportunidades grátis, há muito para aproveitar esta semana.

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O que faz em casa é consigo, mas já sabe que o que faz na rua é connosco. Desde que esteja bem protegido e cumpra todas as regras de higiene e segurança, claro. Se assim for, a nossa tutela prolonga-se pela semana inteira, para que não se fique a lamentar por aí por ter falhado algum evento crucial na agenda alfacinha. Temos planos para todos os dias, de exposições e cursos até espectáculos em palco e fora dele. E, se depois de consultar esta lista intensiva, ainda lhe sobrarem buracos no calendário, nada de pânico. É que nunca é demais insistir que a cidade está cheia de borlas para aproveitar antes que acabem. 

Recomendado: Dez curiosidades sobre Lisboa que sempre quis saber mas teve vergonha de perguntar 

As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

  • Arte
  • Belém
O primeiro Magical Garden do OCUBO estreou-se no final do ano passado no Jardim Botânico Tropical, em Belém, com várias paragens temáticas pelo mundo. Agora, o atelier português apresenta uma nova versão. Chama-se Magical Garden – Alice e promete evocar algumas das mais famosas e mirabolantes personagens do fantástico mundo criado por Lewis Carroll em Alice no País das Maravilhas, como o Coelho Branco, o Gato Risonho, a Lagarta Azul ou a Rainha de Copas.
  • Coisas para fazer
  • Exposições
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  • Marvila
O projecto Letreiro Galeria salva velhos tesouros lisboetas e inaugura uma nova exposição a 4 de Dezembro, com alguns dos exemplares da colecção reunida ao longo dos últimos anos, desta vez no parque de estacionamento do Prata Riverside Village, em Marvila. Inspirado no nome de um dos letreiros deste espólio, a exposição é composta por cerca de 70 letreiros comerciais do século XX. Mais uma vez, a grande atracção é mesmo a nostalgia dos antigos néons de Lisboa, cada vez mais escassos nos dias que correm. Leia mais aqui.
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  • Arte
  • Fotografia
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  • Intendente
Muitos ainda se lembram de como era Lisboa no início dos anos 80, num país onde a democracia tinha praticamente acabado de chegar. Para esta exposição que inaugura no Arquivo Municipal de Lisboa, o jornalista e crítico cinematográfico José Vieira Mendes seleccionou um conjunto de imagens por si registadas entre 1982 e 1983 na sua primeira câmara fotográfica, uma reflex 35 mm que ainda guarda consigo. Para uns será recordar, para outros será conhecer uma Lisboa de outras modas, registada a preto e branco, entre o Cais das Colunas, o Cais do Sodré ou a Feira da Ladra. A exposição integra o Festival IMAGO LISBOA PHOTO.
  • Arte
  • Belém
Nascido em 1961 em Bruxelas, filho de alemães, Carsten Höller licenciou-se em Fitopatologia e especializou-se em Ecologia Química, antes de se dedicar exclusivamente à arte. O seu trabalho explora e vira do avesso o conhecimento científico, reflectindo-se em instalações de grande escala, muitas vezes com recurso à tecnologia. Esta exposição monográfica – DIA de Carsten Höller – reúne uma vasta série de obras que produzem luz e escuridão. Esculturas com lâmpadas, projecções e elementos arquitectónicos, que abrangem um período que vai de 1987, altura em que Höller ainda trabalhava como cientista, até aos dias de hoje.
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  • Arte
  • Alfama
A Casa da Liberdade - Mário Cesariny celebra oito anos de existência a 2 de Novembro. No mesmo dia, perfazem 15 anos desde a última exposição de Mário Cesariny de Vasconcelos, realizada na Perve Galeria. No mês de Novembro, assinalam-se ainda 15 anos desde a morte do poeta e pintor. Por ocasião destas datas, inaugura-se a exposição individual de Ivo Bassanti, PopArt & Freedom. Com curadoria de Carlos Cabral Nunes, director artístico da Perve Galeria, as peças expostas reflectem uma forte influência do movimento POP e da cultura de liberdade expressa nas cores intensas e nas diversas narrativas neo-libertárias presentes nas obras expostas.
  • Coisas para fazer
  • Mercados e feiras
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  • Santos
Será no Terrapleno de Santos, um espaço aberto, ao ar livre, que a festa irá acontecer. O objectivo da Junta de Freguesia da Estrela é disponibilizar espaços de convívio nocturno (e não só) que “possibilitem uma saudável coexistência entre moradores, estabelecimentos e fregueses, diminuindo o ruído nas zonas residenciais”, numa feira que irá estar aberta todos os dias entre as 12.00 e as duas da manhã. Embora prometa algumas "surpresas", a Junta de Freguesia anuncia, para já, a instalação de espaços de venda de artesanato e os produtos regionais, assim como jogos tradicionais, carrosséis e carrinhos de choque.
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  • Filmes
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  • Castelo de São Jorge
Durante o mês de Janeiro, as sessões de cinema à segunda-feira na Casa da Achada vão andar à volta de vários temas começamos pela letra P, como Plágios, Paródias, Patentes e Piratas. São quatro filmes que fazem parte deste ciclo que inclui, por exemplo, Piratas, de Roman Polanski e Gato Preto, Gato Branco, de Emir Kusturica.
  • Arte
  • Fotografia
  • São Sebastião
É uma faceta até então desconhecida do cineasta Manoel de Oliveira: a de fotógrafo. A partir de 29 de Outubro e até Janeiro, a Fundação Calouste Gulbenkian mostra fotografias, muitas inéditas, tiradas entre os finais da década de 30 e o início dos anos 50. São 120 imagens, todas a preto e branco, que estavam até agora guardadas no arquivo pessoal do realizador de obras como Aniki-Bóbó (1942) ou O Pintor e a Cidade (1956). Para ver no Hall da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian. 
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  • Coisas para fazer
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  • Chiado
Não sai a todos, mas as portas da Sala de Extrações da Lotaria Nacional abrem-se aos domingos para uma visita comentada organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. A primeira extracção da lotaria aconteceu aqui há 233 anos, uma ideia de D. Maria I para angariar dinheiro para as causas sociais através da Santa Casa. Para andar à roda desta visita, só precisa de fazer uma inscrição, já que a participação é gratuita, embora o grupo esteja limitado a um total de 15 pessoas.
  • Teatro
  • Infantil
  • Santa Maria Maior
Quem vai ao mar perde o lugar? Ou arrisca nunca mais querer voltar? Quem vai ao mar procura aventuras e acredita que tudo é possível, que todo o esforço vale a pena, mesmo que se volte ao mesmo lugar. Para Maria João Cruz e Inês Fonseca Santos, autoras deste novo espectáculo encenado por Catarina Requeijo, o importante é a viagem e os perigos que se podem enfrentar: tempestades, piratas, monstros, rochedos… Que nunca se perca nem uma boa onda, nem uma boa descoberta.

Lisboa bairro a bairro

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