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Mariana Valle Lima | Lisboa
Mariana Valle Lima

As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

Das exposições ao teatro, sem esquecer a noite e a agenda musical, há muito para aproveitar esta semana.

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O que faz em casa é consigo, mas já sabe que o que faz na rua tem tudo a ver connosco. Assim sendo, a tutela prolonga-se pela semana inteira, para que não se fique a lamentar por aí por ter falhado algum evento crucial na agenda da cidade. Temos planos para todos os dias, de exposições peças de teatro, sem esquecer as festas e os concertos. E, se depois de consultar esta lista, ainda lhe sobrarem buracos no calendário, lembre-se que a cidade está cheia de borlas e que é aproveitar antes que acabem. 

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As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

  • Coisas para fazer
  • Lisboa
O arranque faz-se a 3 de Marços, com uma conversa que junta Leïla Slimani e Lídia Jorge. A 21 de Março, o Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada, transforma-se durante uma tarde na Village Francophone, juntando o melhor dos países participantes em mais uma Festa da Francofonia: Andorra, Bélgica, Cabo Verde, Canadá/Quebeque, Costa do Marfim, França, Líbano, Marrocos, Roménia, Senegal, Suíça e Tunísia. Neste evento de entrada livre (como, aliás, são todos os da iniciativa que anualmente celebra a cultura francófona em Portugal) cruzam-se tradições, cultura e gastronomia com jogos, sorteios, quizzes e momentos musicais para todas as idades.
  • Arte
  • Fotografia
  • Cais do Sodré
Profissões e mercados de Lisboa, entre 1975 e 1980. Assim se resume o foco de atenção do fotojornalista Fernando Negreira, que tem agora esta exposição no Mercado da Ribeira, organizada pela associação CC11. As imagens vêm de um "deambular pela cidade enquanto fazia tempo para executar os trabalhos agendados pela redacção ao longo de cada dia" e hoje mostram a evolução social em Lisboa. De lavadeiras a moços de frete, eis uma Lisboa que já não existe.
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  • Coisas para fazer
  • Estrela/Lapa/Santos
Nesta visita orientada à exposição temporária do Museu da Marioneta, convida-se o público a descobrir os bastidores do cinema de animação. A partir das personagens do estúdio letão Animācijas Brigāde, ou Brigada de Animação, exploram-se os processos criativos, as técnicas e o universo artístico de um estúdio de referência internacional, onde marionetas, cenários e imaginação ganham vida no ecrã.
  • Arte
  • Chiado
Esta exposição colectiva acontece no âmbito da residência curatorial do Mestrado em Estudos Curatoriais do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, em parceria com o MNAC, a Fundação Millennium bcp e a Plataforma Umbigolab, com a colaboração da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian. Nela, estão reunidas obras de artistas históricos, mas também contemporâneos, entre eles Ana Pérez-Quiroga, Columbano Bordalo Pinheiro, Ernesto de Sousa, Fernando Calhau, Graça Morais, Helena Almeida, José Pedro Croft, Lourdes Castro e Maria Helena Vieira da Silva.
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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Campo de Ourique
No mês de Novembro assinalam-se os 90 anos da morte de Fernando Pessoa. Para marcar a efeméride, a Casa Fernando Pessoa inaugura “A Arca Eterna: Fernando Pessoa e a Posteridade”. Com curadoria de Antonio Sáez Delgado, a exposição – patente de 27 de Novembro a 6 de Dezembro de 2026 – propõe uma viagem pela forma como o escritor se projecta para além da sua própria existência. Cada visitante poderá tocar, escolher e levar consigo reproduções de documentos pessoanos, participando na continuidade desse legado. A inauguração é dia 27, das 18.30 às 19.30. No dia 30 – data que coincide com a da morte do poeta, em 1935, aos 47 anos –, há entrada livre e visitas orientadas gratuitas. Nos restantes dias, o bilhete para o museu custa entre 2,50€ e 6€.
  • Arte
  • São Sebastião
O artista portuense Bruno Zhu ocupa, por estes dias, o Espaço Projeto do CAM Gulbenkian. Com uma obra influenciada pelo design de moda, pela edição e pela cenografia, o trabalho do artista reflecte a "desconstrução de hiererquias de poder e de gosto que estruturam as práticas museológicas". Em "Belas Artes", Zhu expõe seguindo normas por si estabelecidas no âmbito do projecto "Licença para Viver", apresentado em Londres, em 2024. Através da reconfiguração dos espaços, mas também de jogos cromáticos, vitrines, bustos em bronze e gesso e manequins do Museu Nacional do Traje, o artista aborda temas como o coleccionismo, o papel dos museus e a apresentação da arte.
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  • Arte
  • Chiado
Mariana Duarte Santos, jovem artista natural de Lisboa, "propõe uma reflexão sobre a fronteira frágil entre o privado e o público, o individual e o colectivo, a realidade e a percepção mediada pelos media". Na base do trabalho apresentado está uma pesquisa sobre cinema noir, que resultou num conjunto de fotogramas de filmes antigos, organizados como uma sequência cinematográfica, que dita o percurso expositivo.
  • Arte
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
O ano da fundação começa aqui, naquela que é a primeira leva de exposições de 2026. Ainda há detalhes por revelar, mas sabe-se já que os artistas envolvidos serão Teresa Segurado Pavão e Rui Sanches, Frida Baranek, Vasco Futscher, Sara & André, Francisco Janes e, claro, as obras de Vieira da Silva e Arpad Szenes.
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  • Arte
  • Alcântara
“Entre e Palavra e o Silêncio” apresenta obras da Colecção José Carlos Santana Pinto. É a inauguração de um capítulo em que o MACAM convidará outros coleccionadores a exporem os seus acervos. Neste em particular, vai encontrar obras de artistas como Rui Chafes, Fernanda Fragateiro, Ana Jotta, João Onofre, Julião Sarmento e Pedro Cabrita Reis.
  • Arte
  • Belém
Na exposição "Habitar Portugal", a sétima de uma série que se iniciou em 2003, podemos partir de duas perguntas. Uma é: o que fez a democracia pela arquitectura? A outra inverte o ónus, questionando o que terá feito, então, a arquitectura pela democracia. Ambas serão válidas para pensar a mostra que reúne 100 obras marcantes da arquitectura em território nacional e no estrangeiro, todas assinadas por arquitectos portugueses, obedecendo a critérios como a diversidade geográfica, de tipologia ou o equilíbrio de género (dando visibilidade a arquitectas que pouco a tiveram no início do período democrático).

Outono em Lisboa

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