As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

Dos workshops às exposições e peças de teatro, sem esquecer as festas e concertos, e ainda uma série de oportunidades grátis para aproveitar esta semana
open house
©Untold
Por Editores da Time Out Lisboa
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O que faz em casa é consigo, mas já sabe que o que faz na rua é connosco. E claro que a nossa tutela se prolonga pela semana inteira, para que não se fique a lamentar por aí por ter falhado este ou aquele evento crucial na agenda alfacinha. Temos planos fortes para todos os dias, de exposições e cursos, espectáculos em palco e fora dele, muita música e ambientes festivos.

E se depois de consultar esta lista intensiva ainda lhe sobrarem buracos no calendário, nada de pânico. Todas as semanas damos-lhe as melhores sugestões de passeios em Lisboa. E nunca é demais insistir que a cidade está cheia de borlas para aproveitar antes que acabem. Se esta maratona lhe deu fome, bom, também ajudamos a resolver.

Recomendado: Dez curiosidades sobre Lisboa que sempre quis saber mas teve vergonha de perguntar 

1
exposicao o virus
©João Gabriel
Coisas para fazer, Exposições

O Vírus

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No festival de cinema Queer nem tudo o que brilha na programação são fitas. Este ano o tema é o VIH e na Galeria FOCO pode ver, a partir de quinta, esta exposição  criada por dez artistas que nasceram e cresceram após a epidemia das décadas de 80 e 90. A inspiração nasceu dos filmes que constam no programa do festival.

2
Medeia é Bom Rapaz
©DR
Teatro, Drama

Medeia É Bom Rapaz

icon-location-pin Lisboa
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Foi em 1992 que Fernanda Lapa “e uma equipa de artistas e técnicos entusiastas”, mas sem cheta, apostaram na montagem da peça de Luis Riaza. Nessa altura, apresentado no extinto Teatro do Século, foi um êxito que recebeu prémios pela encenação de Lapa e pela interpretação de João Grosso. Vinte e seis anos depois Fernanda Lapa volta a encenar esta peça sobre o desejo, ou melhor, “sobre o Desejo do Desejo”, agora com interpretação de André Leitão e Ruy Malheiro, “dois actores que fazem de homens que fazem de mulheres.” Para a encenadora esta “Medeia é um cerimonial destruidor, um pesadelo da sociedade moderna acorrentada a fantasmas. Fantasmas que lutam risivelmente pelo Poder”, onde “Autor, Actores e Encenadora, num jogo de espelhos deformantes, tentam descobrir a sua própria imagem e esperam vê-la fugir num carro do Sol, depois de se terem vingado de Jasão.”

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3
festival iminente
©Nashdoeswork/Iminente
Coisas para fazer

Festival Iminente

icon-location-pin Benfica/Monsanto
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Está na iminência de acontecer. O Iminente, festival de música e arte urbana, está de volta e muda de casa nesta edição – deixa o Jardim Municipal de Oeiras para aterrar no Panorâmico de Monsanto. E vai acontecer o mesmo de sempre: os concertos vão casar com as intervenções artísticas. O festival surgiu em 2016 com Vhils a comandar as tropas e assim continua, agora com co-organização da Câmara Municipal, da Galeria Underdogs, da Enchufada, da Príncipe e da Versus. E é com a ajuda destas editoras que a magia nos palcos acontece: há Conan Osiris, Dengue Dengue Dengue, Omar Souleyman, Valete, Fogo Fogo, Marta Ren & The Groovelvets, Norberto Lobo ou Gisela João. Quanto à arte, ela vai continuar a ocupar espaço, ou melhor, a integrar-se entre arvoredos e penedos de Monsanto. Vhils, André Saraiva,  a dupla Pichiavo, Ricardo Jacinto, Sónia Balacó, João Louro, Boris Chimp 504, Francisco Vidal ou ±maismenos± são alguns dos nomes que vão marcar presença no festival.

4
lisbon beer week
©DR
Coisas para fazer

Lisbon Beer Week

icon-location-pin Lisboa
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De copo cheio e a par das melhores cervejas artesanais que se fazem por terras lusas, o Lisbon Beer Week aterra na cidade a partir de dia 15 e decorre até dia 23 de Setembro. O bilhete equivale a um copo reutilizável que pode usar durante todos os dias do festival, sendo que o restante consumo fica por sua conta. O programa do Lisbon Beer Week inclui a Rota das Cervejas, menus especiais em restaurantes da cidade e a Beer Mile (dia 22), uma prova que acontece no Campo Pequeno onde os participantes percorrem uma milha e fazem pausas para beber. A programação com as cervejeiras participantes será anunciada em breve no site do festival. 

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5
Ljubomir Stanisic no Sublime Comporta
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer, Eventos peculiares

Chefs On Fire

icon-location-pin Cascais
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António Galapito, João Rodrigues, Ljubomir Stanisic, Manuel Maldonado, Miguel Rocha Vieira, Pedro Lemos e Vasco Coelho Santos são as estrelas ao serviço e a banda sonora do evento não lhes fica nada atrás. A programação musical vai também contar com nomes portugueses de peso, como Best Youth, Tiago Bettencourt, Frankie Chavez, Salvador Sobral e o projecto musical Deixem o Pimba em Paz de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo. Saiba mais aqui.

6
Parque das Nações
Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Verão no Parque

icon-location-pin Parque das Nações
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Já que estamos no Parque das Nações, por cá ficamos a viver o Verão no Parque. A Casa do Arboreto (26 Agosto, 2, 9, 16, 23 e 30 Setembro; 11.00) recebe sessões de conto para crianças, o Casino Lisboa é palco de um concerto (23; 18.00) da Banda da Armada, no Passeio do Adamastor (29; 15.00-19.00) estende-se o Bazar no Parque – um mercado de artigos reciclados e em segunda mão. No último dia de Setembro, o Navio Escola Sagres vai estar aberto para visitas (16.45-21.45).  

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7
open house
©Untold
Coisas para fazer

Open House Lisboa

icon-location-pin Lisboa
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Entrar sem bater à porta é o lema do Open House Lisboa, que este ano é comissariado por Luís Santiago Baptista e Maria Rita Pais. São mais de 70 locais – muitos deles habitualmente fechados ao público –, entre apartamentos, teatros ou escritórios, disponíveis para visitas durante esses dias. É oferecer as chaves da cidade às pessoas.

8
Cave 23
©Arlindo Camacho
Restaurantes

Dessert Bar na Cave 23

icon-location-pin Lisboa
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O jantar, dia 20 de Setembro às 20.30, vai ter na cozinha, além do chef Bernado Agrela, Rafaela Albuquerque, pasteleira do restaurante, e Joana Xardoné, chef e pasteleira formada em Barcelona. Juntos vão criar um menu de dez pratos, todos sobremesas, que vai começar com propostas mais ácidas e menos doces mas com a doçura a aumentar progressivamente. Serão reinterpretados doces tradicionais portugueses, haverá bombons feitos de raiz no restaurante e alguns pratos com influências asiáticas, desvendam em comunicado, como é o caso da sobremesa que inclui um gelado criado em parceria com a gelataria artesanal Mú, o Thai Basil. O valor deste menu de degustação de sobremesas (70€ por pessoa) inclui também a harmonização com vinhos e espumantes especiais, orgânicos e biológicos.

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Lisboa Soa
©Asier Gogortza
Coisas para fazer

Lisboa Soa

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real
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A água é o elemento chave desta edição do Lisboa Soa, não decorresse o evento nas grandes instituições que fazem jus ao elemento, como é o caso da Mãe d’Água das Amoreiras ou da  Galeria do Loreto. O Lisboa Soa junta residências artísticas, concertos aquáticos, passeios sonoros e até workshops para aprender a construir microfones. Ponha-se à escuta e não se molhe.

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HR Studio, pitch market
©DR
Coisas para fazer, Mercados e feiras

The Pitch Market

icon-location-pin Belém
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O mercado português dedicado ao design de produtos para a casa e decoração volta a meter a carga dentro de contentores. Mas troca o Terreiro do Paço por Belém. Entre as novidades encontra a exposição "Electro Domésticos&Revolucionários", uma viagem aos anos 60 e 70. 

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Palácio Baldaya
Coisas para fazer

Aniversário do Palácio Baldaya

icon-location-pin Benfica/Monsanto
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O Palácio Baldaya reabriu no ano passado todo azul e catita e celebra o 1.º aniversário com festa rija ao longo de vários dias do mês de Setembro: há uma tarde de fados (1), um ciclo de cinema ao ar livre (15 e 16) e concertos da fadista Fábia Rebordão e do cantor e compositor PZ (29).

12
 Bixa Travesty , queer
Gay

Queer Lisboa 2018

icon-location-pin Avenida da Liberdade
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A edição do Festival Internacional de Cinema Queer acontece entre 14 e 22 de Setembro e saltita entre o Cinema São Jorge e a Cinemateca, com um programa multidisciplinar  dedicado à temática do VIH/sida. A 22.ª edição do festival tem sessão de abertura com o filme do português Gabriel Abrantes, Diamantino, premiado em Cannes e fecha com documentário Bixa Travesty sobre Linn da Quebrada, activista queer, realizado por por Claudia Priscilla e Kiko Goifman e que venceu o prémio de Melhor Documentário do Teddy Award da Berlinale. Pode ainda contar com a estreia nacional do documentário George Michael: Freedom - Director’s Cut (2018), de George Michael e David Austin.

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lux, 20 anos lux, paradisaea
@Susana Pomba
Coisas para fazer

Paradisaea

icon-location-pin Grande Lisboa
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Vinte anos passados e tantas mudanças na noite lisboeta. Um dos responsáveis foi o Lux, que remexeu nas entranhas da vida nocturna e continua aí para as curvas. E como se explicam duas décadas de história? O designer Fernando Brízio fá-lo numa exposição que passa em revista a comunicação visual e sonora do Lux. “Paradisaea” pode ser vista no Hub Criativo do Beato até 11 de Novembro. Feita em parceria com a EGEAC, a exposição começou a ser pensada por Manuel Reis ainda no início de 2017, que convidou Fernando Brízio, que já tinha colaborado com a discoteca em 2004 com a colecção de objectos Absolux. Reunido o material de 20 anos de história, é ver agora um total de três instalações no recinto que reinterpretam esse material. A primeira é sobre o projecto do Lux numa Lisboa moderna, a segunda usa o vídeo como espaço de experimentação e a terceira mostra o Lux como um espaço performativo.

14
Teatro
©DR
Teatro

Teatro

icon-location-pin Santa Maria Maior
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Foi há uns dois meses que, como parte do Festival de Almada, Actriz, de Pascal Rambert, foi apresentado na Sala Garrett. A mesma sala onde o autor e encenador francês regressa com mais uma evocação dos actores e do teatro, desta vez com Beatriz Batarda, Cirila Bossuet, João Grosso, Lúcia Maria, Rui Mendes, Asia Galante, Maria Abreu e Sara Barbosa no elenco, para, à semelhança de Actriz, prosseguir a representação de “como as personagens continuam a habitar os corpos e as almas dos seus intérpretes.”

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À Espera de Godot
©DR
Teatro

À Espera de Godot

icon-location-pin Santa Maria Maior
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Eis que regressa a palcos portugueses Samuel Beckett e a sua mais popular peça, evidentemente À Espera de Godot, desta vez com encenação de David Pereira Bastos, que, diz, “não procura levantar questões a partir do texto, nem propor leituras ou sublinhar significados.” Para o encenador (e parte do elenco com Bruno Simão, Miguel Moreira e Rui M. Silva) o espectáculo “apresenta o texto e os actores, o texto através dos actores e vice-versa.” Este “declarado exercício de liberdade sobre uma das peças mais influentes do teatro mundial” parte da tradução de José Maria Vieira Mendes, tem cenário de Bruno Simão e desenho de luz de José Álvaro Correia.

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feira da luz
©Gonçalo Ferreira
Coisas para fazer

Feira da Luz

icon-location-pin Carnide/Colégio Militar
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Depois das Festas de Lisboa e um coreto concorrido, Carnide não pára e recebe a famosa Feira da Luz, no jardim com o mesmo nome. Prepare-se que isto vai ser um mês em festa, de 1 a 30 de Setembro. Além disso, é paragem obrigatória de quem quer renovar o enxoval lá de casa – das loiças aos têxteis, das panelas aos trapinhos do armário. E sendo que é um mês inteiro e não há festa sem música, a Feira da Luz tem sempre um cartaz para todos os gostos. Conte com Lena D'Água, Toy, Carapaus, Azeite & Alho, Aurea, Carolina Deslandes e Clã. 

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exposição Amadora BD
©João Fazenda
Arte, Desenho e ilustração

Exposição Amadora BD

icon-location-pin Carnide/Colégio Militar
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A arte não pára de invadir o Colombo. Até 23 de Setembro, o centro comercial recebe no piso 1 a exposição “Amadora BD”, que celebra os 29 anos do festival de Banda Desenhada da Amadora. A exposição, com curadoria do Amadora BD, insere-se no programa Arte Chegou ao Colombo e reúne um total de 30 artistas de várias gerações que vão ter por lá quatro a seis pranchas cada um. É uma compilação que quer dar a conhecer trabalhos de artistas que passaram pelas edições anteriores do festival, como é o caso de Joana Afonso, João Fazenda ou Ricardo Cabral, e antecipar de certa forma a edição deste ano, que decorre entre 26 de Outubro e 11 de Novembro.

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O Violino num Violino
©DR
Teatro, Drama

O Vento Num Violino

icon-location-pin Princípe Real
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O regresso dos Artistas Unidos ao Teatro da Politécnica faz-se com a última peça da trilogia de dramas sociais assinados por Claudio Tolcachir. Encenação colectiva com interpretação de Andreia Bento, Isabel Muñoz Cardoso, Margarida Correia, Pedro Baptista, Pedro Carraca e Sara Inês Gigante, o texto do autor e encenador argentino “conta histórias paralelas que a dado momento se cruzam.” É o autor quem diz serem “histórias de pessoas desamparadas, repletas de ausência e de perda, e que giram em torno do seu projecto de amor, o qual corre sempre mal.” Assim, de um lado está uma mãe abastada a braços com o filho estilo trintão sem rumo; do outro, mas de estrato social mais baixo, outra mãe convive com a urgência de a filha lésbica querer, com a sua companheira, passar pela experiência da maternidade. Esse é o desejo que cruza estas vidas e que encontra uma saída “através de uma solução extrema e imprevisível.”

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Commedia a a la carte
DR
Teatro

O Pior Espectáculo do Mundo

icon-location-pin Avenida da Liberdade
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A brincar, a brincar – e bem que podemos dizer disto porque eles fazem humor – os Commedia a La Carte celebraram 18 anos de carreira em 2018, com uma digressão por todo o país. César Mourão, Carlos M. Cunha e Gustavo Miranda decidiram fazer O Pior Espectáculo do Mundo. Espera-se o pior.

20
A Pior Comédia do Mundo
©DR
Teatro, Comédia

A Pior Comédia do Mundo

icon-location-pin Chiado
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E se de repente a porta dos bastidores se abrisse e o espectador tivesse acesso ao que por lá se passa? Foi a partir deste pressuposto que Michael Frayan escreveu esta comédia agora encenada por Fernando Gomes. O objectivo é, claro, fazer rir, através de um “olhar alucinante sobre o teatro e as loucuras e devaneios dos que o fazem, cujas tendências para crises descontroladas de ego, falhas de memória e alguma promiscuidade, transformam cada actuação numa verdadeira aventura de alto risco” interpretada, além do encenador, por Ana Cloe, Cristóvão Campos, Elsa Galvão, Inês Aires Pereira, Jorge Mourato, José Pedro Gomes, Paula Só e Samuel Alves.

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Museu do Oriente
Miúdos

Setembro no Museu do Oriente

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos
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Setembro entra a pés juntos em Lisboa e traz programação tanto para os mais crescidos, como para os mais novos, que ainda não começaram as aulas e precisam de se entreter. Será um mês mágico no Museu do Oriente, que aposta nas oficinas para famílias todas as semanas.

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masterkids nata
Coisas para fazer, Aulas e workshops

Taste of Portugal: Pastéis de Nata

icon-location-pin Cais do Sodré
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O Pastel de Nata é o clássico mais amado da pastelaria portuguesa e um clássico da programação da Academia. Este sábado descubra a história deste maravilhoso pastel, aprenda como chegar à massa folhada crocante, ao creme suave, ao topo queimado. Apure os contrastes e os sabores tão portugueses deste nosso ex-libris. No fim, delicie-se com um dos seus próprios Pastéis de Nata, ainda mornos e polvilhados com canela e açúcar. 

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Jardim do Campo Grande
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

Out Jazz

icon-location-pin Lisboa
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Este domingo desligue o piloto automático e não pise a relva do Jardim da Estrela para mais uma tarde de Out Jazz. Em Setembro a 12ª edição do evento muda-se para o Jardim do Campo Grande, onde vai poder ouvir a música do quarteto de fusão italiano Four in Jazz. Os pratos estão por conta do português DJ Kwan.

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eleven, parque edurado vii
©DR
Coisas para fazer, Eventos cinematográficos

Cine NOS

icon-location-pin São Sebastião
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O Cine NOS é mais um ciclo de filmes ao ar livre. Os filmes começam a rodar às 21.30, mas antes há sunset com música, pipocas e bebida. Todas as quartas-feiras, até 26 de Setembro, no Eleven. Esta semana, pode ver O Pátio das Cantigas

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Arte

Convidado de Verão: Joaquim Sapinho

icon-location-pin São Sebastião
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Quando um cineasta mexe num museu, mexe a sério e dá-lhe nós. Os últimos dias do Jardim de Verão na Gulbenkian ficam marcados pela inauguração da exposição de Joaquim Sapinho, que põe as obras a falar umas com as outras e traz a sua realidade para dentro daquele que era o museu da sua infância. Sapinho quer que o comum mortal se ponha na pele de Calouste Sarkis Gulbenkian e chegue aos tempos e espaços por onde, através das peças de arte, conseguiu viajar. Para isso, traça um percurso que se refere ao exílio e à expressão da imensa confluência de culturas e civilizações patentes no museu, uma viagem física, no tempo e no espaço. Esta iniciativa corresponde ao segundo momento de uma ideia que começou em 2016 e que consiste em criar pontes entre as duas coleções: a do Fundador e a Moderna. A exposição começa com as imagens da inauguração da capela de St. Sarkis, em Londres, que Calouste mandou construir, e segue viagem museu fora.

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do tirar polo natural
Arte

Do Tirar Polo Natural

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos
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A grande exposição de Verão do MNAA reúne cerca de 200 obras, das mais variadas disciplinas artísticas, uma vez que cruza épocas históricas distintas sem qualquer organização por estilos. “Do Tirar Polo Natural” propõe uma montagem determinada por um olhar contemporâneo sobre a história do género. Acaba por ser uma exposição-ensaio, um inquérito sobre o poder do retrato, uma reflexão sobre a representação e o “tirar polo natural” – tal como definiu, no século XVI, Francisco de Holanda, o primeiro teórico do retrato europeu. Lado a lado, e frente a frente, vão estar obras de José de Almada Negreiros, Paula Rego, José Malhoa, Júlio Pomar, Susana Mendes Silva, Pedro Cabrita Reis, Alexandre O’Neill e Amadeo de Souza-Cardoso. 

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futuros de lisboa
©Fotografia: Luísa Ferreira/ Colagem e manipulação digital: Inês Lino e José Piteira
Coisas para fazer, Exposições

Futuros de Lisboa

icon-location-pin Santa Maria Maior
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O nome avança quase tudo, em tempos de mudanças aceleradas e profundas. O Museu de Lisboa planeia esta mostra que conjuga três elementos: Lisboa, Cidade e Futuro. "Futuros de Lisboa" ocupa dois pisos do Torreão Poente da Praça do Comércio até Novembro e às perspectivas dos comissários João Seixas, Manuel Graça Dias e Sofia Guedes Vaz juntam-se as reflexões de diversos especialistas. E as de todos os cidadãos que foram chamados a contribuir.

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CINE SOCIETY
©DR
Filmes

Cine Society

icon-location-pin Chiado
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Chris Wood e Phil Ilic, ambos ingleses, conheceram-se a fazer escalada na Arrábida. Conversa puxa conversa e lá se aperceberam que são dois cinéfilos com vontade de proporcionar experiências cinematográficas à população lisboeta.  Aquilo que começou como sessões de cinema para amigos em casa de Phil tornou-se o Cine Society, o cinema ao ar livre que invadiu Lisboa no Verão de 2017 e que promete mais noites quentes para 2018. Este ano, além do Topo Chiado, também o Blue Bar do Hotel Baía, em Cascais, serve de palco às sessões ao ar livre de filmes clássicos ou mais recentes. Os auscultadores são individuais e permitem a qualquer pessoa ir, por exemplo, buscar um cocktail sem perder o fio à meada no enredo.  E ainda que a vista do Topo Chiado e do Blue Bar sejam incríveis, tente não se distrair do grande ecrã. 

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Pieter Hugo, berardo
Arte

Pieter Hugo, Between the Devil and the Deep Blue Sea

icon-location-pin Belém
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O fotógrafo Pieter Hugo assistiu ao fim do Apartheid, em 1994, e isso inspirou-o a tentar trazer à tona a vulnerabilidade das sociedades contemporâneas, em particular no continente africano. Retratos, naturezas mortas e paisagens chegam a Belém esta quinta-feira com a exposição “Pieter Hugo, Between the Devil and the Deep Blue Sea”. O que é que nos divide e o que é que nos une? Como é que as pessoas vivem sob a sombra da repressão cultural ou do domínio político? O fotógrafo sul-africano responde com as 15 séries fotográficas que produziu entre 2003 e 2016. As imagens mostram de forma clara as cicatrizes da história, com foco especial nas subculturas sociais e fosso entre o idealizado e o real. As dissonâncias coloniais são um dos pontos centrais que o fotógrafo mostra, retratando as pessoas em situações de grande fragilidade sem nunca perderem a sua dignidade e identidade.

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Roy Lichtenstein e a Pop Art, Roy Lichtenstein
Arte

Roy Lichtenstein e a Pop Art

icon-location-pin Carnide/Colégio Militar
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Obras do movimento Pop Art são fáceis de encontrar no Museu Berardo, mas lavar as vistas com novidades nunca é demais. Em mais uma edição da “A Arte chegou ao Colombo” o foco está na Pop Art com várias obras de um dos artistas mais influentes nesta corrente, Roy Lichtenstein (1923 -1997). A exposição "Roy Lichtenstein e a Pop Art" percorre as várias fases criativas de Lichtenstein, desde a sua primeira exposição na década de 60 à data da sua morte, em 1997. A mostra está dividida em quatro secções: Pop, Paisagens, Homenagens e Cartazes.  

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31
muhnac
Miúdos

D. Quixote de La Mancha e o seu amigo Sancho Pança

icon-location-pin Princípe Real
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A Byfurcação Teatro voltou a fazer das suas e leva ao jardim do Museu Nacional de História Natural e da Ciência a peça D. Quixote de La Mancha e o Seu Amigo Sancho Pança. Uma recreação da obra de Cervantes à medida do imaginário cavalgante dos miúdos, encenando a história do fidalgo da triste figura e do seu digno corcel – Rocinante –, do escudeiro fiel mas não tão submisso – Sancho Pança – e da sua inatingível amada – Dulcineia del Toboso. 

32
Alvalade
Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Os cafés e outras constelações de encontro da Avenida de Roma

icon-location-pin Alvalade
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Campos, quintas e hortas, era disto que o bairro de Alvalade era feito até finais do século XIX. Agora, é território de memórias que vai poder conhecer em visitas guiadas e tertúlias. São três percursos de história: Os Verdes Anos, O 25 de Abril e a Geração do Rock. Dois terminam no café Vá-Vá, onde vai regressar ao passado, o outro termina no Jardim dos Coruchéus.   

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paula rego, Contos Tradicionais e Contos de Fadas
Arte

Contos Tradicionais e Contos de Fadas

icon-location-pin Cascais
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Criações dos anos 60 e até um trabalho inédito produzido em 2017, que será revelado pela primeira vez, tendo como referência literária a Condessa de Ségur. No total, mais de uma centena de desenhos e pinturas de Paula Rego compõem estes "Contos Tradicionais e Contos de Fadas", inspirados nestes enredos intemporais. A mostra está patente na Casa das Histórias, em Cascais, e pode ser vista até 30 de Setembro.

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Palácio Baldaya
Coisas para fazer

Aniversário do Palácio Baldaya

icon-location-pin Benfica/Monsanto
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O Palácio Baldaya reabriu no ano passado todo azul e catita e celebra o 1.º aniversário com festa rija ao longo de vários dias do mês de Setembro: há uma tarde de fados (1), um ciclo de cinema ao ar livre (15 e 16) e concertos da fadista Fábia Rebordão e do cantor e compositor PZ (29).

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Arte

Os Ballets Russes: Modernidade após Diaghilev

icon-location-pin Baixa Pombalina
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Há sextas-feiras 13 de sorte. É o caso da próxima, com a inauguração da exposição "Os Ballets Russes: Modernidade após Diaghilev", que passa em revista os tempos em que as peças do director artístico russo deixavam a sociedade de então entre o choque e o espanto. Dividida por três locais - a Galeria Millennium, o Palácio Foz e o Museu Nacional do Teatro e da Dança - pode ser vista até ao final de Setembro. "Modernismos e Modernidade dos Ballets Russes" reúne na Galeria Millennium uma série de trajes da peça Dansemuseet, assim como desenhos de Nijinsky, aguarelas de Rodin, porcelanas de Meissen e outros artefactos de gente que obriga a enrolar a língua e a carregar nos érres. Há ainda uma instalação de Vasco Araújo que junta 150 desenhos. Além disso, André E. Teodósio apresenta no Palácio Foz a performance "2018" a 13 de Julho, pelas 17h30, e, no dia seguinte, pelas 16h. Por sua vez, o Museu Nacional do Teatro e da Dança mostra cartazes, folhetos, fotos, gravuras de Almada Negreiros (o português escreveu sobre a companhia quando esta passou por Portugal entre 2 de Dezembro de 1917 e Abril de 1918) e outros materiais que se relacionam com a vinda dos Ballets Russes ao nosso país.  

Lisboa bairro a bairro

árvore do jardim do principe real
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

O melhor do Príncipe Real

Foi no Príncipe Real que se instalou a nova dinastia da restauração lisboeta, para comer como um príncipe, os terraços para beber copos se multiplicaram e as concept stores apareceram porta sim, porta não. Sem esquecermos os nomes sonantes que, num cirandar constante, também têm poiso no bairro, do chef Kiko aos designers Lidija Kolovrat ou Nuno Gama. 

Chiado - Rua Garrett
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

O melhor do Chiado

É o coração da cidade. O bairro incontornável onde as lojas centenárias vivem ao lado de marcas modernas, restaurantes de assinatura e sítios para ver e ser visto. 

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