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As peças de teatro para ver esta semana

Se há coisa que não queremos é ouvi-lo a dizer: "Não vou ao teatro faz agora três anos". Deixamos-lhe as peças de teatro para ver esta semana em Lisboa.
Um Passo Atrás
Vitorino Coragem
Por Miguel Branco |
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Como dizer? É mais ou menos aquela coisa do, vá lá, não seja forreta, vá lá, não seja preguiçoso. Se vemos tantos filmes no cinema, se vamos a tantos bares e restaurantes, mercados e exposições, qual a justificação para não irmos mais vezes ao teatro? Esta é a nossa forma, delicada, de lhe dizer para se fazer à cena, para se fazer ao palco. Sim, que mostrar-se solidário perante a comunidade artística fica bem, mas sabe a pouco. A agenda cultural de Lisboa está ao rubro, com muitas peças boas para ver. Estas são as que pode ver já esta semana.

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As peças de teatro para ver esta semana

1
Um passo atrás
DR
Teatro

Um Passo Atrás

icon-location-pin Rua das Gaivotas 6, Chiado/Cais do Sodré
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Em Maio de 2018, o auéééu-Teatro iniciou um ciclo de conversas sobre o tema do trabalho chamado Inúteis Conversas. Daí, dessa imposição laboral, aparece este Um Passo Atrás, espectáculo onde se propõem a não fazer nada – bom, param o trânsito e assim. A nova criação de um dos mais inconformados jovens colectivos do teatro português fala-nos da vidinha. Estamos todos sintonizados, certo?

2
Terror e Miséria no Terceiro Reich
Maria Antunes
Teatro

Terror e Miséria no Terceiro Reich

icon-location-pin Teatro do Bairro, Bairro Alto
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A nova criação do Teatro do Bairro, com encenação de António Pires, é Terror e Miséria no Terceiro Reich, peça que Bertolt Brecht escreveu entre 1935 e 1938, já com Hitler no poder. É uma viagem, em quinze quadros, à intimidade nazi, às cozinhas, às padarias, às pessoas que levaram Hitler ao poder. E como não eram assim tão diferentes de nós. 

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3
A Boda
Bruno Simao
Teatro

A Boda

icon-location-pin Centro Cultural de Belém, Belém
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Brecht, como já se percebeu, nunca é em excesso. A Boda, uma das primeiras peças do dramaturgo alemão, chega agora ao CCB com uma encenação de Ricardo Aibéo para aquilo a que se pode chamar Os Cornucopianos, grupo de actores que passaram pela Cornucópia e que já tinham levado A Morte de Tintagiles, de Maeterlinck, ao Teatro do Bairro.

4
Frei Luís de Sousa
Filipe Ferrreira
Teatro

Frei Luís de Sousa

icon-location-pin Teatro Nacional D. Maria II, Santa Maria Maior
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Miguel Loureiro atira-se a uma obra essencial do teatro nacional, de Almeida Garrett. Um texto que nos fala de ser português, de um fantasma que afinal estava vivo, do casamento de D. Madalena de Vilhena e Manuel Sousa Coutinho, assombrado por D. João Portugal, que se julgava morto na Batalha de Alcácer Quibir.

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5
Teatro

#Emigrantes

icon-location-pin Teatro da Trindade, Chiado
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A partir de Fernando Pessoa, Al Berto e Slawomir Mrozek, Ricardo Boléo leva-nos a #Emigrantes, espectáculo que quer reflectir essa condição de estrangeiro, expatriado, colocado à borda do prato. São dois homens que partilham desse sentimento. O que fazer com ele? A interpretação é de Vítor Silva Costa e Carlos Vieira.

6
Um outro fim para a menina Júlia
Filipe Ferrreira
Teatro

Um outro fim para a menina Júlia

icon-location-pin Teatro Nacional D. Maria II, Santa Maria Maior
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E se, ao contrário do que sugere o original, de Strindberg, a menina Júlia não se tivesse suicidado? Foi este o ponto de partida de Tiago Rodrigues para este espectáculo, que nos dá o futuro daquelas personagens, e o que se seguiu àquela fatídica noite em que João e Júlia se apaixonam. 

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7
Fenda
(c).RuiCarlosMateus
Teatro

Fenda

icon-location-pin Teatro Municipal Joaquim Benite, Grande Lisboa
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A nova criação da Companhia de Teatro de Almada é um texto e encenação de Rodrigo Francisco, coisa inédita, os seus dois textos anteriores (Quarto Minguante, 2007; Tunning, 2010) tinham sido encenados por Joaquim Benite. Agora, é o próprio a assumir as rédeas da coisa, num objecto que gravita em torno do jornalismo, da decadência do jornalismo, e do elevador social. 

8
Teatro

Zoom

icon-location-pin Teatro da Trindade, Chiado
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A mais recente encenação de Diogo Infante coloca-o fora de cena. João Reis, Sandra Faleiro, Sara Matos e Virgílio Castelo assumem o enredo escrito pelo dramaturgo norte-americano Donald Margulies. Zoom conta a tentativa de regresso à normalidade de Sarah, uma fotojornalista que acaba de chegar da Guerra do Iraque. Para ajudar à festa: o seu namorado, James, é repórter de guerra.

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9
A Mentira
Teatro

A Verdade/A Mentira

icon-location-pin Teatro Aberto, Campolide
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A nova estreia do Teatro Aberto são duas. Um dois-em-um, no fundo. A Verdade e A Mentira, do francês Florian Zeller, estarão ambas em cena pelo mesmo elenco, a primeira na Sala Vermelha e a segunda na Sala Azul do Teatro Aberto. A primeira é para ser vista quarta, sexta e domingo, a segunda calha à quinta ao sábado e ao domingo. A encenação é de João Lourenço, perante uma cena a quatro, com traições, hipocrisias, nem verdade, nem mentira.

10
O Arranca Corações
Estelle Valente
Teatro

O Arranca Corações

icon-location-pin CAL- Primeiros Sintomas, São Vicente 
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Boris Vian deixou-nos muita coisa, mas uma das melhores foi sem dúvida este O Arranca Corações, publicado em 1953. Ponto de partida para a nova encenação de Nuno Nunes, que coloca em palco, um psicanalista, Tiagomorto, que chega a uma aldeia sinistra em busca de pessoas para psicanalisar. Depois de estrear no São Luiz, em Fevereiro, o espectáculo chega agora ao CAL – Primeiros Sintomas.

A semana em Lisboa

Jardim do Campo Grande
Fotografia: Manuel Manso
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