Gravuras, desenhos, relevos e esculturas de um dos artistas mais proeminentes da cena contemporânea portuguesa ocupam o eixo longitudinal do piso 0 do MAC/CCB. A selecção de obras para esta exposição individual revela a investigação contínua do artista sobre temas como o corpo, a escala, o espaço e a arquitectura, explorando os limites e as relações múltiplas entre o plano e o tridimensional. Esta é a segunda grande exposição do artista natural do Porto no Centro Cultural de Belém e tem a curadoria de Luiz Camillo Osorio, que decidiu organizar a mostra entre o fazer gráfico, a tradição construtiva e os elementos arquitectónicos e o rigor plástico do artista.
A Primavera pode ser conhecida por deixar os jardins e canteiros da cidade todos floridos, mas o efeito que tem na agenda de exposições não é muito diferente. Este fim-de-semana, há duas razões de peso para rumar a Belém. Uma delas fica no MAC/CCB, que acaba de inaugurar uma exposição antológica de José Pedro Croft. A outra está no MAAT e é o segundo capítulo de um olhar do museu sobre o seu próprio acervo, a Colecção de Arte Fundação EDP. Em Alvalade, arranca mais um Ciclo Narrativa, com uma exposição do mexicano Yael Martínez no espaço da galeria.
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