"Turn Around", MAAT
Bruno Lopes
Bruno Lopes

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Dos grandes museus às pequenas galerias, não faltam exposições para ocupar este fim-de-semana.

Mauro Gonçalves
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A Primavera pode ser conhecida por deixar os jardins e canteiros da cidade todos floridos, mas o efeito que tem na agenda de exposições não é muito diferente. Este fim-de-semana, há duas razões de peso para rumar a Belém. Uma delas fica no MAC/CCB, que acaba de inaugurar uma exposição antológica de José Pedro Croft. A outra está no MAAT e é o segundo capítulo de um olhar do museu sobre o seu próprio acervo, a Colecção de Arte Fundação EDP. Em Alvalade, arranca mais um Ciclo Narrativa, com uma exposição do mexicano Yael Martínez no espaço da galeria.

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Exposições para ver no fim-de-semana

  • Arte
  • Belém

Gravuras, desenhos, relevos e esculturas de um dos artistas mais proeminentes da cena contemporânea portuguesa ocupam o eixo longitudinal do piso 0 do MAC/CCB. A selecção de obras para esta exposição individual revela a investigação contínua do artista sobre temas como o corpo, a escala, o espaço e a arquitectura, explorando os limites e as relações múltiplas entre o plano e o tridimensional. Esta é a segunda grande exposição do artista natural do Porto no Centro Cultural de Belém e tem a curadoria de Luiz Camillo Osorio, que decidiu organizar a mostra entre o fazer gráfico, a tradição construtiva e os elementos arquitectónicos e o rigor plástico do artista.

  • Arte
  • Belém

É o MAAT a olhar para a própria colecção de arte contemporânea. "Turn around" é uma exposição debruçada sobre as mais de 2460 obras reunidas durante os últimos 25 anos. Num primeiro momento, o museu começou por expor obras seleccionadas de cariz escultórico e de instalação, de maior escala. A segunda parte da exposição, inaugurada no final de Abril, apresenta dezenas de obras de artistas nacionais, nomes proeminentes da arte contemporânea em Portugal, em formatos mais convencionais – como a pinturas e a fotografia.

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  • Arte
  • Belém

Mas há mais novidades na antiga central. A partir das vivências e registos de um grupo de mulheres que serviram na Guerra Colonial Portuguesa como enfermeiras pára-quedistas, Margarida Correia monta uma exposição de fotobiografias. A história destas mulheres num contexto de ditadura e opressão, mas também o que experienciaram durante o tempo de serviço em África e como as suas vidas se desenrolaram depois da queda do regime compõem uma exposição fotográfica e documental, dividida em pequenas salas.

  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Estávamos em 1986 e Portugal tinha acabado de entrar na Comunidade Económica Europeia (CEE). Pouco depois, dois fotógrafos alemães, Ute e Werner Mahler, aterraram em Lisboa, acompanhados pelo jornalista Wolfgang Kil. A ideia era comporem um livro de viagens, destinado aos residentes da República Democrática Alemã (RDA). São estas imagens que estarão expostas em mupis na Praça dos Restauradores a partir do dia 4 de Maio, naquele que é talvez o momento de maior visibilidade do Ciclo Narrativa, festival de fotografia organizado pela associação fundada pelo fotógrafo Mário Cruz, que inclui ainda a exposição "Luciérnagas", no espaço da galeria, entre outras iniciativas.

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  • Arte
  • Alvalade

"Um amigo meu, que é dono de um café, falou-me de uma obra que encontrou abandonada na rua, ali perto. Ligou-me logo porque me queria mostrar, perguntar se eu via nela algum valor”, enquadra Nuno Aníbal Figueiredo, curador da exposição "ID | Quando a identidade (não) é só um rosto", onde figura a peça de autoria desconhecida. A acompanhá-la estão obras de Gonçalo Pena, Hélder Rodrigues, José Luís Neto, Martinha Maia, Micaela Fikoff, Pedro Cabrita Reis, Stella Kaus e Tiago Severino (artistas com e sem diagnóstico psiquiátrico). Algumas estiveram anteriormente expostas, outras foram feitas de propósito para a mostra que ocupa o Pavilhão 31 do Hospital Júlio de Matos e que nos quer levar a pensar sobre identidade, olhar clínico e criação artística. Para isso, vai-se também ao conceito freudiano de "id", "a instância primitiva e pulsional da psique humana, actuante como força motriz da personalidade, lugar onde habitam os desejos não nomeados, os impulsos incontroláveis, as imagens mais cruas do inconsciente”, como explica o responsável da associação P28.

  • Arte
  • Baixa Pombalina

O MUDE fechou a agenda de inaugurações de 2025 com um olhar sobre 16 anos de criação de Alexandre Farto, mais conhecido como Vhils. Entre as ruas e o atelier, são 73 as obras de edição limitada que ocupam o primeiro piso do museu. A curadoria é de Pedro Ferreira, designer industrial e membro da equipa do artista português, que reuniu num único espaço a diversidade de técnicas e temas que Vhils tem incorporado no seu trabalho desde 2008.

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  • Arte
  • Marvila

Dois nomes de peso da arte contemporânea em Portugal partilham o espaço da Galeria Francisco Fino. O primeiro é Helena Almeida, cuja obra, um teste constante à fronteira entre a pintura e o desenho, vai tomar conta do espaço numa exposição individual com trabalhos produzidos pela artista entre a década de 70 e os anos 2000. Simultaneamente, Vasco Araújo apresenta a instalação Interpretation is an interpretation is an interpretation..., composta por 170 desenhos sobre papel, som e citações de Pessoa, Sontag e Nijinski.

  • Arte
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O ano da fundação começa aqui, naquela que é a primeira leva de exposições de 2026. Ainda há detalhes por revelar, mas sabe-se já que os artistas envolvidos serão Teresa Segurado Pavão e Rui Sanches, Frida Baranek, Vasco Futscher, Sara & André, Francisco Janes e, claro, as obras de Vieira da Silva e Arpad Szenes.

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  • Arte
  • Sintra

Enquanto "Connections", a exposição permanente de Albuquerque Foundation soma e segue, a fundação de Sintra inaugura mais uma mostra temporária, a primeira da programação contemporânea. Esta é dedicada ao trabalho da jamaicana-britânica Phoebe Collings-James, artista multidisciplinar que tem desenvolvido, ao longo das duas últimas décadas, uma prática que atravessa a música, o som, a pintura e a escrita, com um foco crescente na escultura em cerâmica. Quer nas esculturas em cerâmica, quer na pintura, Collings-James apresenta alusões mais ou menos explícitas ao confronto e à luta, mas também ao amor, ao desejo e à libertação.

  • Arte
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

A Sociedade Nacional de Belas Artes reúne um "conjunto significativo de obras e documentos que permitem revisitar o perurso singular de Lourdes Castro". Entre obras e material documental, o conteúdo da exposição provém maioritariamente do acervo particular da artista.

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  • Arte
  • Alvalade

À espera de Godot passou de peça de teatro a expressão do quotidiano, por obra e magia do irlandês Samuel Beckett. O artista Daniel Blaufuks pega no clássico para nos fazer reflectir sobre a experiência da espera como condição do nosso tempo. A partir de uma constelação de várias imagens fotográficas, podemos sentir a suspensão do tempo no ser humano, na paisagem, nos gestos e fragmentos da vida de todos os dias. Uma vez juntas, as peças do puzzle tornam-se um retrato do presente, na linha habitual de Blaufuks, em que cada dia, cada momento, serve para construir um tempo histórico.

  • Arte
  • Marvila

É a primeira exposição de Lucas Zanotto em solo europeu e apresenta um conjunto de animações digitais, responsáveis por criar na Eterno um ambiente imersivo. Simultaneamente, o artista expõe uma selecção de esculturas em cerâmica e serigrafias derivadas das obras digitais. No centro da criação do artista italiano estão estas "figuras ambiguas, entre o abstracto e o humano".

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  • Arte
  • Fotografia
  • Beato

"À distância de um braço" é a primeira mostra individual de João Miguel Barros em vários anos e a segunda em Portugal, depois da exposição de 2018 no Museu Berardo/ CCB. Síntese do trabalho recente do fotógrafo, vive do núcleo “short stories” e inclui quatro fotografias que integraram a Bienal Internacional de Arte de Macau, em 2021, sob o título "Allegory of Globalization". O título da exposição remete para a ideia de uma distância mínima – a que separa o fotógrafo do que fotografa, mas também a que se estabelece entre a imagem e quem a observa. Essa proximidade controlada, que oscila entre intimidade e contenção, é o fio condutor de todos os núcleos apresentados. Na mesma galeria, a Lumina, o espaço Le Mur recebe "Arquitectura de uma flor", de Paulo Canilhas, que nasce da "observação de formas de vida que persistem nas fissuras da cidade".

  • Arte
  • Baixa Pombalina

Teresa Couto Pinto foi fotógrafa, agente e amiga de António Variações. Com a sua máquina fotográfica, captou a essência e a espontaneidade do músico como nenhuma outra pessoa. Até final de Maio, o MUDE, em colaboração com a Terra Esplêndida, recebe a exposição "Meu nome António", com 85 destas imagens e ainda uma selecção de vestuário e acessórios usados pelo artista, que nasceu em Dezembro de 1944.

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  • Arte
  • Belém

Com mais de 30 obras que integram a Colecção de Julião Sarmento, e sob a curadoria de Isabel Carlos, a exposição põe em diálogo o trabalho dos dois artistas. Quatro das obras expostas são de Rui Chafes, enquanto as restantes pertencem a Fernando Calhau, incluindo duas obras realizadas em colaboração com Julião Sarmento.

  • Arte
  • Ajuda

O Museu do Tesouro real assinala o regresso da Primavera com uma exposição que não lhe é, de todo, alheia. A partir do património régio – plantas, matérias naturais e produtos vindos de diferentes parte do mundo –, a mostra explora a relação entre a natureza e o poder nas cortes europeias. De matérias-primas como o chá, o tabaco, o cacau e pimenta às pratas e porcelanas que faziam parte do quotidiano, a exposição propõe uma viagem no tempo e entre dois universos nem sempre associados.

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  • Coisas para fazer
  • Chiado

Em Setembro de 2025, assinalou-se uma década desde que Estelle Valente iniciou o seu trabalho no Teatro São Luiz. O que começou de forma intuitiva evoluiu para uma relação contínua e profunda com o espaço, os artistas e as histórias aqui construídas. A exposição apresenta um percurso visual por dez anos de presença fotográfica no Teatro: imagens de cena, bastidores, retratos e instantes de silêncio captados no vazio dos corredores e dos palcos. Mais do que uma retrospectiva, trata-se de uma celebração da cumplicidade entre a fotografia e o Teatro – dois modos de olhar, de fixar o tempo e de criar memória. É também um testemunho sensível da vida interior do São Luiz e do seu papel como lugar de criação e encontro.

  • Arte
  • São Sebastião

A Galeria Principal da Sede da Fundação recebe um diálogo singular entre obras relevantes da colecção do Museu Gulbenkian e notáveis criações de alta-costura dos últimos 150 anos. Em "Arte & Moda", cerca de 140 peças assinadas por alguns dos mais consagrados criadores de moda internacionais, como Christian Dior, Yves Saint Laurent, Vivienne Westwood, Jean Paul Gaultier ou Alexander McQueen, vão ser expostos lado a lado com obras de arte – do Antigo Egipto ao século XX.

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  • Arte
  • Avenidas Novas

Cada instalação de João Penalva é, por si só, uma exposição. Em torno de um processo, de um acontecimento, de uma figura. Numa altura em que imersivo é terminologia banalizada, a obra do artista – que começou por ser bailarino – absorve e demora-nos. "Personagens e Intérpretes" é a exposição que ocupa todas as galerias da Culturgest. Patente até 12 de Julho, a densidade da mostra pode implicar mais do que visita. Já a pensar nisso, adaptou-se a bilheteira – um único bilhete pode ser usado mais do que uma vez.

  • Arte
  • São Sebastião

O artista portuense Bruno Zhu ocupa, por estes dias, o Espaço Projeto do CAM Gulbenkian. Com uma obra influenciada pelo design de moda, pela edição e pela cenografia, o trabalho do artista reflecte a "desconstrução de hiererquias de poder e de gosto que estruturam as práticas museológicas". Em "Belas Artes", Zhu expõe seguindo normas por si estabelecidas no âmbito do projecto "Licença para Viver", apresentado em Londres, em 2024. Através da reconfiguração dos espaços, mas também de jogos cromáticos, vitrines, bustos em bronze e gesso e manequins do Museu Nacional do Traje, o artista aborda temas como o coleccionismo, o papel dos museus e a apresentação da arte.

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  • Arte
  • São Sebastião

É um dos mais relevantes fotógrafos americanos da segunda metade século XX e parte da sua obra está exposta, por estes dias, na Sede da Fundação Calouste Gulbenkian. A mostra compreende um conjunto de 61 fotografias resultantes das três viagens de Todd Webb a Portugal, entre 1972 e 1982. As imagens foram recentemente doadas à Gulbenkian e integradas no acervo da Biblioteca de Arte. Nas suas passagens pelo nosso país, Webb fotografou em vários locais, entre eles Lisboa, Lagos, Coimbra, Nazaré, Viana do Castelo e Braga.

  • Arte
  • Oeiras

A exposição apresenta 170 obras de desenho e pintura da artista portuguesa, proporcionando uma visão ampla da obra produzida desde a década de 1970. Os temas são os que marcam a carreira de Graça Morais: a relação com a terra e os seus frutos, as mulheres, a caça, a memória do lugar como espaço de cultura e, mais recentemente, "a atenção dada às metamorfoses do ser humano, enquanto vítima e algoz, cuidador e agressor." A exposição revela ainda a incursão recente da artista ao campo da fotografia, como ponto de partida para o trabalho de desenho e pintura. A mostra inclui ainda o painel de grandes dimensões, em homenagem aos presos políticos da prisão de Caxias.

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  • Arte
  • Belém

Uma selecção de desenhos e fotografias dos anos 70 e 80 do século passado ocupa a MAAT Gallery por estes dias. São de Anna Maria Maiolino, artista brasileira, nascida em Itália, cujo trabalho "integra a reacção à abstracção e ao concretismo dominantes na arte brasileira" da década de 50. Ao conjunto de imagens, juntam-se as esculturas de argila que criou a partir dos anos 80 e que representam o núcleo central da exposição. Para a sua passagem pelo MAAT, Maiolino criou uma dezena dessas pessas em barro modelado no local.

  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Comissariada pelo designer Jorge Silva e pelo director do Museu Bordalo Pinheiro, João Alpuim Botelho, a exposição "Toma! 150 anos de Zés Povinhos" acompanha o percurso de uma das figuras mais conhecidas do artista português, Zé Povinho, criada a 12 de Junho de 1875 nas páginas centrais do jornal A Lanterna Mágica. Mais de 150 anos depois, "o Zé continua tão presente no nosso quotidiano", "ganhando um lugar no nosso imaginário como símbolo do povo português". Ao longo do tempo, foi também apropriado por caricaturistas, profissionais do teatro, ceramistas e publicitários. Chegou, ainda, a ser mascote da selecção nacional de futebol. No mesmo espaço, está a nova exposição de longa duração, disposta por sete salas.

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  • Fotografia

A Galeria de Exposições do Palácio da Cidadela de Cascais apresenta a mostra “Abeng – Sinal de Resistência: O Arquivo de Tony Russell”, concebida a partir do arquivo do fotógrafo jamaicano a viver na Figueira da Foz. Com mais de 70 fotografias organizadas em núcleos temáticos, a exposição apresenta o trabalho de Russell na Jamaica da independência e da Guerra Fria e na região andina da Venezuela, dando também a conhecer o percurso do seu arquivo até chegar a Portugal. O conjunto, que inclui retratos de figuras históricas como Bob Marley, Elizabeth II e Fidel Castro, resulta de décadas de trabalho, marcadas por escolhas radicais e circunstâncias adversas. 

  • Arte
  • São Sebastião

Na sua primeira exposição individual, Diogo Pimentão ocupa a Sala de Desenho do CAM, onde enaltece a natureza experimental do trabalho em desenho cruzado com a escultura, a arquitectura do espaço e a performance. Foi, aliás, com performance que a mostra arrancou, no final de Março. Ao conjunto de obras inéditas, juntam-se duas que resultam do momento inaugural, protagonizado pelo artista e pelo bailarino e coreógrafo Emmanuel Eggermont.

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  • Cascais

As Meninas Exemplares foi escrito pela Condessa de Ségur em 1858. O livro infantil da autora russa – que escreveu esta e muitas outras aventuras de meninas bem-nascidas que se comportam terrivelmente –, dá agora nome à nova exposição da Casa das Histórias Paula Rego. Com curadoria de Catarina Alfaro, tem a figura feminina, em criança e na idade adulta, como a protagonista e apresenta, por exemplo, as litografias coloridas à mão O vestido cor de salmão e Comunhão, inspiradas em poemas de Adília Lopes. A exposição, patente até ao final de Janeiro de 2027, inclui ainda obras das séries “Jane Eyre” (2001-2002) e “Bruxas de Pendle” (1996) influenciadas, respectivamente, pelo trabalho de Charlotte Brontë e de Blake Morrison, e as seis gravuras de “Mutilação Genital Feminina”, série de 2009 que denuncia práticas de violência de género que afectam meninas em várias partes do mundo. Ao mesmo tempo, pode espreitar uma outra exposição: "O Exilado: da criação à conservação".

Esta semana em Lisboa

  • Música

Todas as semanas, quase todos os dias, há música para ouvir nos bares e salas de espectáculos da cidade, da pop-rock mais orelhuda ao jazz mais livre, de pequenas bandas locais a grandes nomes internacionais, passando por tudo o que se encontra no meio.

Não precisa de procurar mais por peças de teatro e dança para ver esta semana. Aqui, damos-lhe muitas e boas sugestões. Não precisa de ir a todas, mas cuidado – é que algumas produções têm temporadas curtas e esgotam rápido, quer sejam reposições há muito aguardadas ou estreias, obras de companhias nacionais ou digressões estrangeiras.

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