Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana
Malibu Ninjas
Crack Kids

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Há modernismo, surrealismo, arte clássica e até urbana nas melhores exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana.

Por Francisca Dias Real
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Acha que não se passa nada em Lisboa este fim-de-semana? Nada disso. E há muitas exposições para provar que está bem enganado. Portanto, torne os próximos dias mais culturais, sozinho ou com a família toda atrelada (sim, há exposições kids friendly). Com tantos museus e galerias na cidade, é impossível não ter o que ver. Mas não queremos que se perca e, por isso, dizemos-lhe quais as exposições a que deve prestar atenção em Lisboa. Não há desculpas, só precisa é de ter cuidados: leve o álcool-gel e a máscara e mantenha o distanciamento.

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Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Esculturas Infinitas
Esculturas Infinitas
Pedro Pina

1. Esculturas Infinitas

Coisas para fazer Exposições Fundação Calouste Gulbenkian, São Sebastião

Depois de adiada devido à pandemia, está finalmente instalada na Galeria Principal da Gulbenkian a exposição "Esculturas Infinitas", onde 16 artistas contemporâneos partilham o fascínio pela técnica da moldagem e pelas suas múltiplas possibilidades na reprodução tanto de obras de arte como de elementos do quotidiando ou da natureza. As obras representadas imortalizam momentos, umas em gesso e outras que mostram que a tecnologia é um meio válido no mundo da arte com a digitalizaçao e impressão 3D, por exemplo. Nesse sentido, coloca, ao lado dos acervos históricos, obras de artistas contemporâneos. Co-produzida pelo Museu Calouste Gulbenkian e a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris, em colaboração com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a exposição tem como um dos temas centrais a noção de multiplicação infinita, só possível devido ao molde que permite essa pluralidade.

Malibu Ninjas
Malibu Ninjas
Crack Kids

2. Sol de Mayo

Arte Crack Kids Lisboa, Cais do Sodré

Depois de uma pausa padémica, a Crack Kids voltou em força às exposições e entregou ao colectivo de ilustradores portugueses Malibu Ninjas a responsabilidade desse regresso. A mostra está exposta na zona de galeria logo à entrada da loja e vem dar ainda mais cor ao espaço. Psicadelismo? Há. Surrealismo? Também. Cultura pop? É a base de tudo. O trabalho deste colectivo consegue juntar tudo isto nas obras que agora apresentam, traduzindo-se quase sempre numa sátira gráfica a situações e conflitos do mundo contemporâneo. “Num tom humorístico, os Ninjas invocam nos seus trabalhos uma celebração à vida e um desafio à condição humana, com a intenção de desmaterializar as concepções que temos das formas e seres mundanos”, pode ler-se em comunicado. “Sol de Mayo” representa isso mesmo: uma reflexão sobre aquela que é uma ideologia dominante e que determina a forma como se vive enquanto comunidade, mas estes Ninjas fazem parecer tudo mais apelativo com uma colecção de objectos e cartazes. 

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 Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro | Histórias Desenhadas
 Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro | Histórias Desenhadas
Museu Bordalo Pinheiro

3. Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro | Histórias Desenhadas

Arte Museu Bordalo Pinheiro, Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

No ano em que se comemoram os 100 anos da morte de Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro (1867 – 1920), o Museu Bordalo Pinheiro acolhe até Fevereiro de 2021 a exposição "Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro | Histórias Desenhadas", que evoca o trabalho e obra do ilustrador, ceramista e filho de Rafael Bordalo Pinheiro. A exposição, instalada na Sala da Paródia, serve de retrospectiva do trabalho de Manuel Gustavo com especial foco na sua obra gráfica, pela qual ficou conhecido sendo pioneiro da ilustração infantil em Portugal. Foi também ele que fundou em 1908 a Fábrica Bordalo Pinheiro onde conseguiu juntar a técnica naturalista das Caldas da Rainha com a Arte Nova, nas suas peças de cerâmica. A par desta mostra, há ainda uma exposição virtual dedicada ao autor na recém lançada página do museu no Google Arts & Culture, sendo o primeiro equipamento da EGEAC a integrar a plataforma online.

Ballad of Today
Ballad of Today
André Cepeda

4. Ballad of Today

Arte MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Belém

Do artista portuense André Cepeda, esta exposição apresenta um lado da cidade de Lisboa que poucos querem ver, o artista “parece seguir os cães, os vadios, o trajecto dos noctívagos e dos desempregados através dos canais de um organismo complexo”, lê-se no site do maat, onde a exposição está patente até 25 de Janeiro do próximo ano. André vai fundo nesta busca por algo na cidade, algo que aguce os sentidos e o pensamento de quem vê agora estes trabalhos. São cerca de 80 fotografias a cor e a preto e branco e em diversos formatos, que dão agora forma a um corpo visual da cidade. “Ballad of Today” é acompanhado por duas instalações sonoras produzidas em colaboração com Maria Reis e Gabriel Ferrandini. 

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Amália Rodrigues
Amália Rodrigues
©Rob Mieremet (ANEFO)

5. Amália e os Média – um ensaio

Arte Fundação Portuguesa das Comunicações | Museu das Comunicações, Chiado/Cais do Sodré

A Fundação Portuguesa das Comunicações | Museu das Comunicações tem uma nova galeria e esta é primeira exposição, que é mais um “ensaio de exposição” e um “work in progress”, explica a organização. Feita em parceria com a Fundação Amália Rodrigues e a Valentim de Carvalho, “Amália e os Média – um ensaio” mostra aos visitantes a evolução dos meios que gravaram a voz de Amália Rodrigues ao longo da sua carreira, tecnologias que mostraram “a voz de Portugal” a todo o mundo, entre equipamentos de estúdio usados nas gravações de Amália e aparelhos audiovisuais. Na galeria também também pode ver um conjunto de recortes de jornais que testemunham a dimensão da fadista na imprensa nacional e internacional, além de fotografias, edições discográficas com inéditos pelo meio, cartazes de espectáculos, entre outros.

Festa. Fúria. Femina
Festa. Fúria. Femina
©João Neves / FLAD

6. Festa. Fúria. Femina

Arte MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Belém

A exposição assinala os 35 anos da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e é dada a conhecer pela primeira vez a colecção de arte contemporânea que leva ao maat 228 obras de 61 artistas portugueses de várias gerações. A mostra parte do acervo da FLAD e inclui trabalhos de desenho, pintura, fotografia e escultura, todos eles de diferentes épocas e contextos sociais e históricos, sendo postos agora lado a lado. Os eixos que dão nome à exposição evocam a “dimensão de performatividade nas artes contemporâneas e destacam a sua dimensão feminina, exigindo um renovado olhar sobre a História de Arte”, lê-se na apresentação de “Festa. Fúria. Femina”.

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Exposição de Cristina García Rodero
Exposição de Cristina García Rodero
©Cristina García Rodero/ Fundación Bancaria la Caixa

7. Terra de Sonhos

Arte Fotografia Passeio Dom Luís I, Cascais

O Passeio de Dom Luís, na Baía de Cascais, recebe a exposição Terra de Sonhos, um conjunto de 40 fotografias que resultaram de uma viagem de um mês e meio da fotógrafa Cristina García Rodero ao mundo rural de Anantapur. Localizado no Estado de Andhra Pradesh é um dos mais pobres da Índia, um país de grandes contrastes. Na exposição, que chega a Portugal numa parceria com a Câmara Municipal de Cascais, García Rodero reflecte a vida quotidiana dos habitantes de Anantapur, entre hospitais, centros de acolhimento de mulheres vítimas de violência, oficinas, escolas e habitações, dando voz a crianças, pessoas com deficiência e às mulheres que têm especial destaque neste projecto. Mães, camponesas, costureiras, noivas de diferentes religiões, professoras, enfermeiras e estudantes que, apesar de pouco valorizadas, acabam por ser um dos principais motores na transformação destas comunidades.

'Alegoria do Réu Desmascarado (Natureza Morta)', de Ana Fonseca
'Alegoria do Réu Desmascarado (Natureza Morta)', de Ana Fonseca
Ana Fonseca

8. Contingere

Arte Galeria Cisterna, Chiado

“Contingere”, exposição colectiva que está na galeria Cisterna, até 20 de Novembro, evoca a necessidade de repensar a vida em sociedade e a nossa relação com a natureza. Além da sede de natureza e do outro, a exposição aborda “a impossibilidade do trabalho”, “o adiamento do prazer”, “a casa como refúgio ou cárcere” e “a natureza, simultaneamente cura e ameaça”, segundo o texto de apresentação. Em ano atípico, a Cisterna retoma actividade com um modelo de exposição igualmente atípico na sua programação. “Normalmente, a galeria faz exposições com um ou dois artistas, mas esta colectiva é quase uma forma de resistência”, atira Mariana Hartenthal, curadora, sobre o evento que leva Ana Fonseca, Bettina Vaz Guimarães, João Távora, Jorge Leal, Liene Bosquê, Maya Weishof, Miguel Santos, Susana Anágua e Zoë Sua Kay à galeria. “Contingere” integra uma grande variedade de formatos, técnicas e materiais, que traduz as múltiplas visões dos artistas sobre os mesmos questionamentos. Há obras de desenho, pintura, escultura, fotografia ou instalação.

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Diário de Uma Pandemia
Diário de Uma Pandemia
©Miguel A. Lopes

9. Diário de Uma Pandemia

Arte Fotografia Galeria CC11, Alvalade

A exposição Diário de Uma Pandemia reúne trabalhos de fotógrafos, fotojornalistas, videógrafos e documentaristas e divide-se em quatro módulos ao longo de dois pisos. Um deles está ligado ao Everydaycovid, o conhecido projecto fotográfico criado no Instagram, onde 119 fotógrafos e fotojornalistas portugueses, entre eles oito editores que diariamente seleccionavam registos fotográficos deste grupo de profissionais. Para a curadoria deste módulo da exposição foram convidados os fotojornalistas Daniel Rocha, Ilídio Teixeira, Luís Filipe Catarino e Tiago Miranda que seleccionaram 86 fotografias que integram um percurso expositivo que termina com um mural onde se lê o nome de todos os autores do projecto e um vídeo que mostra todas as imagens e histórias partilhadas na página Everydaycovid. 

Os outros módulos são o "Retratos de Portugal pelas agências de notícias", uma selecção de fotografias das agências AFP, AP, Getty Images, EPA/Lusa e Reuters; "Dias da Pandemia Pela Imprensa Nacional", que destaca as capas dos jornais e revistas portuguesas a partir de uma selecção do jornalista João Paulo Cotrim; e “Claro e Escuro”, o módulo dedicado à fotografia de autor, um "olhar intimista e crítico sobre a pandemia", da autoria de Luísa Ferreira.

Filthy Luker & Pedro Estrellas
Filthy Luker & Pedro Estrellas
Filthy Luker & Pedro Estrellas

10. Outro Olhar

Arte Lisboa, Lisboa

Sob o chapéu da Capital Verde Europeia, também a natureza em algumas zonas da cidade vai ganhar “Outro Olhar” – o nome da instalação da dupla de artistas britânicos Luke Egan e Pete Hamilton, conhecidos como Filthy Luker & Pedro Estrellas. Conhecidos por criarem obras de arte insufláveis, por cá não fizeram por menos e deram olhos a algumas árvores de locais como Praça Duque de Saldanha, Avenida da Liberdade, Restauradores, Rossio e Cais do Sodré – a instalação pode ser vista de 29 de Agosto a 29 de Setembro.

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exposição um mundo de mascaras
exposição um mundo de mascaras
©DR

11. Um Mundo de Máscaras

Arte Museu da Farmácia, Chiado/Cais do Sodré

Começou a 18 de Maio como exposição virtual, ainda disponível em www.ummundodemascaras.com, mas agora é possível ver ao vivo e a cores 15 máscaras de cinco museus portugueses. Organizada pelo Museu da Farmácia, onde inaugurou a 8 de Julho, a exposição também uma viagem pelo espólio do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, do Museu da Marioneta, do Museu do Oriente e do Museu Nacional de Etnologia. Como explica Gonçalo Magano, curador do Museu da Farmácia, Um Mundo de Máscaras é “uma ponte entre o presente e o passado, revelando um mundo de histórias dentro de um objecto, que se torna rosto da diversidade de museus e colecções em Portugal”. Há ainda uma componente de Realidade Aumentada que possibilita aos visitantes "vestir" as máscaras que estão na exposição, através da leitura de um QR Code com um telemóvel.

Earthkeeping / Earthshaking, Uriel Orlow, quadrum, Lubumbashi Biennale VI
Earthkeeping / Earthshaking, Uriel Orlow, quadrum, Lubumbashi Biennale VI
©Uriel Orlow

12. Earthkeeping/ Earthshaking

Arte Galeria Quadrum, Alvalade

Esta exposição leva arte, feminismos e ecologia à Galeria Quadrum. Partindo de Heresies: a feminist publication on art and politics, emblemática revista norte-americana que, em finais dos anos 70, inícios de 80 do século passado, teve particular relevância durante a segunda vaga do movimento feminista. “Queríamos mostrar a heterogeneidade e a pluralidade de perspectivas sobre feminismo e ecologia”, afirma Vanessa Badagliacca, que assina a curadoria com Giulia Lamoni, investigadoras do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa. A exposição reúne, de um lado, as artistas Ana Mendieta, Faith Wilding, Bonnie Ora Sherk, Cecilia Vicuña e a escritora Gioconda Belli, que contribuíram para a Heresies #13, e, do outro, Irene Buarque, Graça Pereira Coutinho, Lourdes Castro e Maria José Oliveira, cuja prática artística se situa no mesmo período da revista. Embora as mulheres estejam em maioria, há também obras de Rui Horta Pereira e Uriel Orlow.

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A idade de ouro do mobiliário francês
A idade de ouro do mobiliário francês
Jean-Henri Riesener

13. A Idade de Ouro do Mobiliário Francês. Da Oficina ao Palácio

Arte

Agora retoma e prolongada até Setembro, esta exposição junta peças emblemáticas do Museu Calouste Gulbenkian a outras vindas colecções de instituições internacionais e nacionais para dar destaque a exemplos da Idade de Ouro do Mobiliário francês. Aqui encontra alguns dos móveis mais emblemáticos dessa época, produzidos entre o final do reinado de Luís XIV e a Revolução Francesa, num contexto de estabilidade política e prosperidade económica. Eram destinadas a uma elite que procurava o luxo e o conforto aliados à beleza, ou não fossem eles trabalhados com madeiras exóticas como pau-cetim, ébano e buxo, com detalhes dourados e em mármore. 

14. Tim Burton – As Marionetas de Animação

Arte Museu da Marioneta, Estrela/Lapa/Santos

Tim Burton gosta de bonecada. Nesta exposição única em Portugal, a Monstra – Festival de Animação de Lisboa mostra as marionetas que protagonizaram alguns dos filmes do realizador. Mas não só. No Museu da Marioneta encontram-se, além de duas dezenas de bonecos fabricadas pelos estúdios Mackinnon & Saunders, desenhos originais, adereços, maquetas e material de pesquisa de três películas do realizador – Marte Ataca! (1996), A Noiva Cadáver (2005) e Frankenweenie (2012).

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Exposição Julian Opie "Pessoas" - Museu Colecção Berardo
Exposição Julian Opie "Pessoas" - Museu Colecção Berardo
Rita Carmo

15. Obras Inéditas

Arte Museu Colecção Berardo, Belém

Considerado um dos mais importantes artistas contemporâneos do mundo, Julian Opie chegou pouco antes de o Museu Berardo ter de fechar devido à pandemia. Agora é finalmente possível visitar as famosas silhuetas deste artista, conhecido pela suas cores sólidas e pela simplicidade da representação dos retratos, figuras e paisagens, resultado de alterações digitais. Julian alargou o espaço expositivo à praça em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, aos pátios e jardins interiores do CCB e às galerias dedicadas à arte contemporânea do museu, sendo que a maioria das obras patentes na Coleção Berardo foram produzidas especificamente para esta exposição e galeria. 

exposições
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Fotografia: DR

16. Meet Vincent Van Gogh

Coisas para fazer Terreiro das Missas, Grande Lisboa

Conhecem o nome, mas não conhecem a história. Ou melhor, conhecem as obras, associam-nas a um nome, mas não sabem quem foi realmente o pintor holandês Vincent van Gogh. “Meet Vincent van Gogh” é uma produção do Vincent van Gogh Museum, em Amesterdão, em parceria com a UAU, que depois de Pequim, Barcelona e Seul chegou a Lisboa para ocupar o recinto do Terreiro das Missas, em Belém, e já pode ser visitada novamente. A exposição é uma máquina do tempo multissensorial que convida o visitante a entrar e a remexer nos sentimentos, angústias, amores e pensamentos do artista.

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O Mar é a Nossa Terra
O Mar é a Nossa Terra
DR

17. O Mar é a Nossa Terra

Arte Centro Cultural de Belém, Belém

O CCB reabriu a Garagem Sul e por lá está a exposição “O Mar é a Nossa Terra”, inaugurada a 10 de Março, poucos dias antes de fecharem portas, e que apresenta as contradições que existem entre a terra e o mar, sob a perspectiva da arquitectura, do ordenamento do território e da construção da paisagem. O ponto de partida são as contradições físicas e a cultura popular da praia da Figueira da Foz, dando assim a conhecer um conjunto de experiências de pensamento, desenho e configuração das linhas de costa e da sua relação com a imensidão do oceano.

Gonçalo Ribeiro Telles
Gonçalo Ribeiro Telles
©Gonçalo Ribeiro Telles

18. O Mester da Paisagem

Arte Casa dos 24, Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Esta exposição dedicada ao arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, que também marca a abertura ao público da antiga Casa dos 24, percorre a obra de pensar e trabalhar do "pai do Plano Verde de Lisboa.

 

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Beeline - MAAT
Beeline - MAAT
Iwan Baan Photography

19. Beeline

Arte MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Belém

Nesta roda-viva de novidades, o MAAT apresenta uma nova instalação, “Beeline”. Esta foi desenvolvida pelo ateliê nova-iorquino SO – IL, tendo sido desenhada e instalada à escala do museu, atravessando-o desde a sua entrada principal do lado do rio a uma nova entrada através do cais de cargas. Surgem assim novos espaços, novos pontos de encontro, novas dinâmicas entre a arte e o visitante, em dois níveis do museu, ligados por uma escada. Este espaço foi desenhado para acolher o maat Mode (até 11 de Janeiro 2021), um programa público de talks e eventos iniciado pela nova diretora do MAAT, Beatrice Leanza. Dentro da instalação é ainda possível encontrar outras exposições como “The Peepshow” ou “Sound Capsules”. 

biografia do Traço
biografia do Traço
Álbum de desenhos de Simões de Almeida

20. Biografia do Traço. Coleção de Desenho (1836-1920)

Arte Museu de Arte Contemporânea do Chiado, Chiado

Com curadoria de Maria Aires Silveira, a exposição "Biografia do Traço" traz a público a colecção de desenhos do museu, expondo 100 obras do seu núcleo de Desenho do século XIX ao início do XX. Mostra ao longo da sala expositiva os trabalhos de 33 artistas mostrando que o lado pessoal de cada um influenciava a criação desta disciplina central ao ensino artístico. Há reconhecidos professores das Academias, várias gerações Romântica e Naturalista, um núcleo de Columbano, obras de D. Carlos I e há destaque para a figura de João Baptista Ribeiro, desenhador e mestre académico, criador do primeiro museu público de arte em Portugal, nos 270 anos do seu nascimento. 

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one o mar como nunca o sentiu
one o mar como nunca o sentiu
©Pedro Pina

21. ONE | O mar como nunca o sentiu

Arte Oceanário de Lisboa, Parque das Nações

No Oceanário há sempre muito azul para explorar. Esta instalação artística no Átrio do Oceanário promove uma experiência sensorial sobre a ligação do ser humano com o oceano. Vai também poder conhecer mais a fundo grande parte do território nacional, que fica debaixo de água: é que mais de 90% de Portugal é mar salgado. O desafio foi apresentado pelo Oceanário à cineasta e fotógrafa Maya de Almeida Araújo, especialista em fotografia subaquática em movimento e que expõe pela primeira vez em Portugal, que criou uma obra com imagens recolhidas no mar português entre os Açores, Algarve, Costa Alentejana, Cascais, Sintra, Nazaré e Aveiro.

Grupo do Risco: Expedições a Espaços Naturais 2007-2019
Grupo do Risco: Expedições a Espaços Naturais 2007-2019
Grupo do Risco

22. Grupo do Risco: Expedições a Espaços Naturais 2007-2019

Arte Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Princípe Real

Pouco antes de fechar portas devido à pandemia, o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC) inaugurou a exposição “Grupo do Risco: Expedições a Espaços Naturais 2007-2019”. Patentes estão registos visuais – desenho de campo, fotografia de natureza e paisagem, e vídeo – dos últimos dez anos do Grupo do Risco, uma associação feita de professores universitários e profissionais das artes e ciências que faz registos da natureza em desenho e fotografia em expedições a espaços relevantes do património natural e histórico de Portugal, tendo um importante papel na sensibilização ambiental.

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swingerra
swingerra
©DR

23. Estás Vendo Coisas

Arte Filme e vídeo Galeria da Boavista, Chiado/Cais do Sodré

A dupla artística brasileira Bárbara Wagner e Benjamim de Burca inaugurou na Galeria da Boavista a sua primeira exposição individual em Portugal com duas vídeo-instalações sobre o modo como as expressões da cultura popular respondem às condições socioeconómicas. As obras focam-se na música brega do norte do Brasil (Estás Vendo Coisas, 16’, Brasil, 2016) e na poesia spoken word em Toronto, no Canadá (RISE, 21’, Canadá/ EUA/Brasil, 2018).

Roteiro de arte em Lisboa

arte urbana na Amadora
Câmara Municipal da Amadora

Treine o olho com este roteiro de arte urbana na Amadora

Coisas para fazer

Na rota da arte pública, a Amadora destaca-se pela mais de uma centena de murais, graças sobretudo ao projecto “Conversas na Rua”, organizado pelo município desde 2015, que promove todos os anos várias intervenções artísticas, em articulação com o património e a paisagem urbana da cidade.

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