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Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Dos grandes museus às pequenas galerias, não faltam exposições para ocupar este fim-de-semana.

Mauro Gonçalves
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Em Julho sobem as temperaturas e os museus e galerias surgem como oásis, não apenas de arte e cultura, mas também no sentido térmico. E opções não faltam, para todas as sensibilidades artísticas, mesmo que o ritmo de inaugurações abrande. Não é o caso desta semana, contudo. Reabre o Museu Gulbenkian – o grande acontecimento deste fim-de-semana na cidade. Está renovado, fica aberto até à meia-noite e a entrada é gratuita até 26 de Julho. Na Culturgest, a retrospectiva de João Penalva foi prolongada por mais uma semana. Pode ser visitada até domingo e vai ter uma visita guiada no sábado.

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Exposições para ver no fim-de-semana

  • Arte
  • Fotografia
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

A fotógrafa e cineasta dinamarquesa Ditte Haarløv Johnsen cresceu em Maputo no período pós-independência e nos anos da guerra civil. Ao regressar à cidade em 2000, começou a fotografar e a criar aquilo que viria a ser um diário pessoal e político, desenvolvido ao longo de mais de duas décadas. Neste diário em Maputo, acompanhou familiares, amigos, amantes e diferentes comunidades que fizeram parte da sua vida, documentando assim as transformações do país. Entre as várias relações captadas pela câmara, destaca-se a amizade com as "Manas", comunidade transgénero e queer da cidade, cuja presença se tornou fundamental no desenvolvimento do projecto. O registo chega agora à Narrativa, numa primeira presença da autora em Portugal. 

  • Arte
  • Marvila

É a primeira exposição individual de Manuela Pimentel na Galeria Underdogs. Para aquele que é o último momento da temporada, a artista volta a partir de uma observação atenta da cidade, na qual recolhe não apenas a sua matéria-prima, como também inspiração estética e poética. São cartazes arrancados, com os quais deu forma e cor a um conjunto de obras inéditas, evocações de painéis de azulejo que fazem parte do imaginário português.

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  • Arte
  • Oeiras

A exposição apresenta 170 obras de desenho e pintura da artista portuguesa, proporcionando uma visão ampla da obra produzida desde a década de 1970. Os temas são os que marcam a carreira de Graça Morais: a relação com a terra e os seus frutos, as mulheres, a caça, a memória do lugar como espaço de cultura e, mais recentemente, "a atenção dada às metamorfoses do ser humano, enquanto vítima e algoz, cuidador e agressor." A exposição revela ainda a incursão recente da artista ao campo da fotografia, como ponto de partida para o trabalho de desenho e pintura. A mostra inclui ainda o painel de grandes dimensões, em homenagem aos presos políticos da prisão de Caxias.

  • Arte
  • Baixa Pombalina

"A minha liberdade fala por via desse humilde pedaço de papel, da sua imagem e das suas palavras. E como a democracia é o império da diferença, cada uma das vozes dos autocolantes não dá origem a uma cacofonia, mas a um coro. O coro da liberdade." Assim descreve o historiador e fundador da associação Ephemera a exposição que leva para o MUDE – Museu do Design 1800 autocolantes de cinco décadas. A mostra "explora a diversidade do autocolante como ferramenta de mobilização, pertença e activismo", começando na explosão do pós-25 de Abril até às urgências de hoje, como a habitação, os direitos LGBTQIA+ ou a emergência climática. Se os posters e cartazes têm estado na fila da frente de exposições que querem contar a história através do material gráfico produzido, os autocolantes foram como que esquecidos. A própria ideia do autocolante político implica "um desafio de design gráfico exigente", como qualifica o MUDE. "Deve sintetizar mensagens, mais ou menos complexas, num espaço delimitado, o que pede um domínio exímio da composição, da tipografia, da cor e das técnicas de impressão – num apelo surpreendente ao engenho e à criatividade dos autores."

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  • Arte
  • Belém

Com um percurso ligado essencialmente ao desenho e à pintura, Jorge Martins é o artista em foco no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional. A exposição "Timescape" reúne cerca de 50 obras centrados na questão da abstracção, linguagem que tem acompanhado Jorge Martins ao longo de décadas. "A obra de Jorge Martins aproxima-nos a temas ligados não só à história da arte – a paisagem, a luz, a cor ou a ausência desta –, mas também a outras áreas do saber, como a cosmologia quântica", pode ler-se no descritivo da exposição.

  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Carnide/Colégio Militar

Norma Jeane Mortenson eternizou-se no grande ecrã como Marilyn Monroe. Ainda à boleia do centenário do seu nascimento (1 de Junho de 2026), o Colombo recebe a exposição "Marilyn: Icon of the Century", que traz a público um conjunto de mais de uma centena de objectos pessoais da diva de Hollywood. As peças pertencem à Ted Stampfer Collection, a maior colecção privada do mundo dedicada à actriz. O circuito expositivo, com assinatura do Diogo Aguiar Studio, inclui vestuário, acessórios, documentos pessoais, objectos de uso quotidiano, fotografias e até obras de arte.

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  • Arte
  • Belém

Nesta exposição, são os pássaros os músicos. Na sua estreia em Portugal, o artista francês Céleste Boursier-Moungenot apresenta no MAAT uma das suas obras mais emblemáticas. from here to ear v.26 é composta por 20 guitarras eléctricas, tocadas por uma centena de mandarins-diamante, pequenas aves que circulam livremente na galeria e que produzem som ao poisarem e saltitarem sobre as cordas dos instrumentos. A obra foi apresentada pela primeira vez em 1995 e chega agora a Lisboa naquela que é a sua 26.ª versão. Quanto às aves, provêm de um criador português, foram devidamente introduzidas e ambientadas à galeria (com cerca de 500 metros quadrados), ainda antes da inauguração e são cuidadas diariamente por uma equipa dedicada. No final da exposição, vão voltar para o criador de origem.

"Ao integrar o vivo na instalação, o espaço torna-se um ecossistema onde o visitante se vê como o elemento circundante de um estado natural desconhecido: uma sociedade de pássaros músicos com necessidades, uma vida comunitária, rituais de sedução dos quais gostamos de supor que a música é a expressão imediata", explica François Quintin, curador da exposição e director do museu de arte contemporânea Collection Lambert, em Avignon, citado em comunicado.

A exposição pode ser visitada até 31 de Agosto. Até ao final de Agosto, os visitantes podem também usufruir do horário especial de Verão. Às quintas e sextas, o museu fica aberto até às 21.00, sendo que a partir das 19.00 os bilhetes custam metade do preço.

  • Arte
  • Belém

Uma selecção de desenhos e fotografias dos anos 70 e 80 do século passado ocupa a MAAT Gallery por estes dias. São de Anna Maria Maiolino, artista brasileira, nascida em Itália, cujo trabalho "integra a reacção à abstracção e ao concretismo dominantes na arte brasileira" da década de 50. Ao conjunto de imagens, juntam-se as esculturas de argila que criou a partir dos anos 80 e que representam o núcleo central da exposição. Para a sua passagem pelo MAAT, Maiolino criou uma dezena dessas pessas em barro modelado no local.

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  • Arte
  • Alcântara

No ano em que o mundo assinala o centenário do nascimento de Marilyn Monroe, o MACAM expõe um conjunto de cinco álbuns de Artur Casais, uma obra composta por milhares de recortes, colagens e fotomontagens – tudo em torno a inconfundível imagem da diva de Hollywood. A partir deste trabalho, cinco artistas contemporâneos foram convidados a intervir livremente sobre um dos álbuns, dando origem a uma nova obra autónoma. São eles Adriana Molder, Nuno Nunes-Ferreira, Pedro Valdez Cardoso, Pires Vieira e Tomás Cunha Ferreira.

  • Arte
  • Fotografia

O centenário do nascimento de Marilyn Monroe coincide com os 70 anos do lançamento do primeiro álbum e do primeiro filme de Elvis Presley. As datas redondas são a desculpa perfeita para o Centro Cultural de Cascais receber "Becoming Marilyn & Becoming Elvis", uma mostra que apresenta as super-estrelas em jovens, pouco antes da fama. As fotografias desta exposição, provenientes da prestigiada Colecção MUUS, norte-americana, são da autoria de André de Dienes e Alfred Wertheimer, que registaram, respectivamente, a diva do cinema e o rei do rock n'roll no limiar da consagração. Podem ser vistas até 6 de Setembro.

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  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Comissariada pelo designer Jorge Silva e pelo director do Museu Bordalo Pinheiro, João Alpuim Botelho, a exposição "Toma! 150 anos de Zés Povinhos" acompanha o percurso de uma das figuras mais conhecidas do artista português, Zé Povinho, criada a 12 de Junho de 1875 nas páginas centrais do jornal A Lanterna Mágica. Mais de 150 anos depois, "o Zé continua tão presente no nosso quotidiano", "ganhando um lugar no nosso imaginário como símbolo do povo português". Ao longo do tempo, foi também apropriado por caricaturistas, profissionais do teatro, ceramistas e publicitários. Chegou, ainda, a ser mascote da selecção nacional de futebol. No mesmo espaço, está a nova exposição de longa duração, disposta por sete salas.

  • Arte
  • Fotografia

A Galeria de Exposições do Palácio da Cidadela de Cascais apresenta a mostra “Abeng – Sinal de Resistência: O Arquivo de Tony Russell”, concebida a partir do arquivo do fotógrafo jamaicano a viver na Figueira da Foz. Com mais de 70 fotografias organizadas em núcleos temáticos, a exposição apresenta o trabalho de Russell na Jamaica da independência e da Guerra Fria e na região andina da Venezuela, dando também a conhecer o percurso do seu arquivo até chegar a Portugal. O conjunto, que inclui retratos de figuras históricas como Bob Marley, Elizabeth II e Fidel Castro, resulta de décadas de trabalho, marcadas por escolhas radicais e circunstâncias adversas. 

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  • Arte
  • Chiado/Cais do Sodré

No âmbito das Comemorações do Centenário do Nascimento de Júlio Pomar, esta exposição percorre mais de sete décadas da obra do artista, através de cerca de 50 obras – entre gravuras, desenhos, pinturas, esculturas e assemblagens –, provenientes de várias colecções públicas e privadas.

  • Arte
  • Baixa Pombalina

Professor e editor, Paulo de Cantos desenvolveu, entre 1917 e 1969, uma produção gráfica singular, marcada pelo experimentalismo pedagógico e em diálogo com o modernismo. Com curadoria de António Silveira Gomes e Cláudia Castelo, a exposição evidencia o papel do livro como suporte privilegiado pelo autor, bem como uma prática orientada para a superação de limites físicos e conceptuais.

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  • Arte
  • Belém

O músico e performer Manuel João Vieira (que se também foi candidato à Presidência da República) mostra 44 anos de percurso nas artes plásticas. Reconhecido sobretudo pelo trabalho iniciado na década de 1980, quando co-fundou o Movimento Homeostético, Vieira regressa a essa altura com peças de 1982, traçando uma linha contínua até 2026. Nela, há figuras e relações improváveis, cenários de inferno e de paraíso, muita água, tensões e insconsciente. É uma espécie de síntese em que vemos as transformações na cor, a repetição de temas e de figuras e o desenrolar de novas histórias. Nestas perto de 50 peças, muitas de grande dimensão, entra-se rapidamente numa ilha inusitada.

  • Arte
  • Belém

Gravuras, desenhos, relevos e esculturas de um dos artistas mais proeminentes da cena contemporânea portuguesa ocupam o eixo longitudinal do piso 0 do MAC/CCB. A selecção de obras para esta exposição individual revela a investigação contínua do artista sobre temas como o corpo, a escala, o espaço e a arquitectura, explorando os limites e as relações múltiplas entre o plano e o tridimensional. Esta é a segunda grande exposição do artista natural do Porto no Centro Cultural de Belém e tem a curadoria de Luiz Camillo Osorio, que decidiu organizar a mostra entre o fazer gráfico, a tradição construtiva e os elementos arquitectónicos e o rigor plástico do artista.

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  • Arte
  • São Sebastião

Na sua primeira exposição individual, Diogo Pimentão ocupa a Sala de Desenho do CAM, onde enaltece a natureza experimental do trabalho em desenho cruzado com a escultura, a arquitectura do espaço e a performance. Foi, aliás, com performance que a mostra arrancou, no final de Março. Ao conjunto de obras inéditas, juntam-se duas que resultam do momento inaugural, protagonizado pelo artista e pelo bailarino e coreógrafo Emmanuel Eggermont.

  • Arte
  • São Sebastião

A artista italiana Rosa Barba teve carta branca para ocupar a Nave do CAM. O resultado é "Desenhar Vocabulário", exposição que apresenta cerca de 25 obras, algumas delas inéditas, e que sobe até ao Mezanino, onde a artista expõe algumas obras seleccionadas da colecção do CAM para dialogarem o o seu próprio trabalho. A partir de película de celuloide e aparelhos cinematográficos, Rosa Barba cria instalações site-specific de grande escala, que representam elas próprias objectos escultóricos.

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  • Arte
  • Marvila

Há 11 anos que a equipa do Poster Mostra desafia artistas e novos talentos a expressarem a sua criatividade através do meio de comunicação mais antigo do mundo – o poster –, apresentado em grande formato no espaço público, entre a Rua Amorim e o 8 Marvila. Até 30 de Setembro, Marvila volta a ser uma galeria a céu aberto. Ao todo, são 40 trabalhos que cruzam fotografia, pintura, artes gráficas, desenho e ilustração, assinados pelos vencedores das duas open calls realizadas – a Open Call Poster e a Open Call Sandeman –, mas também por criativos convidados, como Binau, Daniela Guerreiro, Luís Perdigão, Teresa Freitas e Tiago Miranda.

  • Arte
  • Belém

Mas há mais novidades na antiga central. A partir das vivências e registos de um grupo de mulheres que serviram na Guerra Colonial Portuguesa como enfermeiras pára-quedistas, Margarida Correia monta uma exposição de fotobiografias. A história destas mulheres num contexto de ditadura e opressão, mas também o que experienciaram durante o tempo de serviço em África e como as suas vidas se desenrolaram depois da queda do regime compõem uma exposição fotográfica e documental, dividida em pequenas salas.

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  • Arte
  • Belém

O Centro de Arquitectura do MAC/CCB apresenta "Terra Crua", exposição que se debruça sobre a "complexidade física e mineral do solo" e sobre o "saber acumulado" e "práticas que reclamam a terra como material de construção viável, ético e poético". Uma viagem que convida a redescobrir a terra crua "como matéria, arquivo e agente de arquitectura em Portugal". A curadoria é de Madalena Vidigal.

  • Arte
  • Belém

Três gerações de artistas, provenientes de três geografias diferentes. Lubaina Himid, Ines Doujak e Patricia Domínguez fazem do MAC/CCB um território comum, cada uma com uma prática artística própria. "Propõem narrar o mundo a partir do subterrâneo para refletir sobre as urgências do presente", pode ler-se no comunicado. Com curadoria de Nuria Enguita e Rafael Barber Cortell, "Olhos Múltiplos" explora temas como o carnaval, o bestiário e a botânica "como formas de conhecer o mundo.

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  • Arte
  • Alcântara

O MACAM acolhe, desde final de Maio, uma nova exposição temporária, desta vez inteiramente dedicada à fotografia. A partir da colecção de Américo Marques, "uma das mais relevantes colecções privadas portuguesas", o museu apresenta obras de nomes proeminentes da fotografia contemporânea, como é o caso de Cindy Sherman, Helena Almeida, Helmut Newton, Jorge Molder, Martin Parr, Nan Goldin, Richard Prince, Wolfgang Tillmans, entre muitos outros. Este conjunto de obras, produzidas desde os anos 1950 até à actualidade, é apenas a primeira parte da exposição. A segunda leva de imagens tem inauguração prevista para Novembro de 2026.

  • Arte
  • Belém

Frida Orupabo expõe pela primeira vez em Portugal a título individual. Em "Cloud of Confusion", a artista norueguesa revisita um conjunto de imagens que tem vindo a reunir na sua conta de Instagram – "material composto por tensões entre intimidade e violência". A exposição dialoga com a arquitectura do próprio museu, ao desenhar um percurso linear de oito momentos.

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  • Belém

Instalada no Padrão dos Descobrimentos, a exposição debruça-se sobre as formas de representação visual do monumento desde 1940, reunindo um conjunto de objectos e materiais que o utilizam como imagem de referência. A mostra conta com a consultoria científica de Ellen W. Sapega, professora emérita do Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos.

  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

A mais recente exposição do Centro de Arte Manuel de Brito revela a presença da pintora Menez na colecção da casa. "Menez começou a pintar aos 26 anos, sem nunca ter tido mestres ou frequentado escolas. Aprendeu pintando", lê-se no descritivo. Ao longo da vida, percorreu diferentes linguagens e temas – o abstraccionismo, o figurativismo, cenas bíblicas, figuras femininas, livros e jardins.

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  • Arte
  • Belém

É o MAAT a olhar para a própria colecção de arte contemporânea. "Turn around" é uma exposição debruçada sobre as mais de 2460 obras reunidas durante os últimos 25 anos. Num primeiro momento, o museu começou por expor obras seleccionadas de cariz escultórico e de instalação, de maior escala. A segunda parte da exposição, inaugurada no final de Abril, apresenta dezenas de obras de artistas nacionais, nomes proeminentes da arte contemporânea em Portugal, em formatos mais convencionais – como a pinturas e a fotografia.

  • Arte
  • Cascais

As Meninas Exemplares foi escrito pela Condessa de Ségur em 1858. O livro infantil da autora russa – que escreveu esta e muitas outras aventuras de meninas bem-nascidas que se comportam terrivelmente –, dá agora nome à nova exposição da Casa das Histórias Paula Rego. Com curadoria de Catarina Alfaro, tem a figura feminina, em criança e na idade adulta, como a protagonista e apresenta, por exemplo, as litografias coloridas à mão O vestido cor de salmão e Comunhão, inspiradas em poemas de Adília Lopes. A exposição, patente até ao final de Janeiro de 2027, inclui ainda obras das séries “Jane Eyre” (2001-2002) e “Bruxas de Pendle” (1996) influenciadas, respectivamente, pelo trabalho de Charlotte Brontë e de Blake Morrison, e as seis gravuras de “Mutilação Genital Feminina”, série de 2009 que denuncia práticas de violência de género que afectam meninas em várias partes do mundo. Ao mesmo tempo, pode espreitar uma outra exposição: "O Exilado: da criação à conservação".

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  • Alcântara

A tridimensionalidade está sob o foco na mais recente exposição do Museu de Arte Contemporânea Armando Martins. Em "Peso-Contra-Peso", as curadoras Adelaide Ginga e Carolina Quintela exploraram as três dimensões dentro da colecção do MACAM e organizaram as obras em núcleos temáticos – natureza, abstracção, escala, resistência e urbanismo. Entre os artistas que encontramos expostos, destaque para Alberto Carneiro, Ângela Ferreira, Daniel Buren, José Damasceno, Seung Yul Oh, Pedro Calapez, Alexandre Farto, Carlos Garaicoa, entre muitos outros.

Esta semana em Lisboa

  • Música
  • Música ao vivo

Todas as semanas, quase todos os dias, há música para ouvir nos bares e salas de espectáculos da cidade, da pop-rock mais orelhuda ao jazz mais livre, de pequenas bandas locais a grandes nomes internacionais, passando por tudo o que se encontra no meio.

Não precisa de procurar mais por peças de teatro e dança para ver esta semana. Aqui, damos-lhe muitas e boas sugestões. Não precisa de ir a todas, mas cuidado – é que algumas produções têm temporadas curtas e esgotam rápido, quer sejam reposições há muito aguardadas ou estreias, obras de companhias nacionais ou digressões estrangeiras.

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