Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Modernismo, surrealismo, arte clássica ou urbana: aqui encontra 28 exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana.
Paradisaea
Susana Pomba
Por Francisca Dias Real |
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Acha que não se passa nada em Lisboa este fim-de-semana? Temos mais de duas mãos cheias de exposições para provar que está bem enganado. Queremos ajudar a tornar os próximos dias mais culturais, sozinho ou com a família toda atrelada (sim, há exposições kids friendly).

Com tantos museus e galerias na cidade, não há como não ter o que ver. Não queremos que se perca e por isso dizemos-lhe quais as exposições a que deve prestar atenção em Lisboa, ainda por cima o calor está aí, não há desculpas para não sair de casa. 

Recomendado: Exposições que tem de ver até ao fim do ano em Lisboa

Exposições para visitar este fim-de-semana

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lux, 20 anos lux, paradisaea
@Susana Pomba
Coisas para fazer

Paradisaea

icon-location-pin Grande Lisboa
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Vinte anos passados e tantas mudanças na noite lisboeta. Um dos responsáveis foi o Lux, que remexeu nas entranhas da vida nocturna e continua aí para as curvas. E como se explicam duas décadas de história? O designer Fernando Brízio fá-lo numa exposição que passa em revista a comunicação visual e sonora do Lux. “Paradisaea” pode ser vista no Hub Criativo do Beato até 11 de Novembro. Feita em parceria com a EGEAC, a exposição começou a ser pensada por Manuel Reis ainda no início de 2017, que convidou Fernando Brízio, que já tinha colaborado com a discoteca em 2004 com a colecção de objectos Absolux. Reunido o material de 20 anos de história, é ver agora um total de três instalações no recinto que reinterpretam esse material. A primeira é sobre o projecto do Lux numa Lisboa moderna, a segunda usa o vídeo como espaço de experimentação e a terceira mostra o Lux como um espaço performativo.

2
exposição Amadora BD
©João Fazenda
Arte, Desenho e ilustração

Exposição Amadora BD

icon-location-pin Carnide/Colégio Militar
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A arte não pára de invadir o Colombo. Até 23 de Setembro, o centro comercial recebe no piso 1 a exposição “Amadora BD”, que celebra os 29 anos do festival de Banda Desenhada da Amadora. A exposição, com curadoria do Amadora BD, insere-se no programa Arte Chegou ao Colombo e reúne um total de 30 artistas de várias gerações que vão ter por lá quatro a seis pranchas cada um. É uma compilação que quer dar a conhecer trabalhos de artistas que passaram pelas edições anteriores do festival, como é o caso de Joana Afonso, João Fazenda ou Ricardo Cabral, e antecipar de certa forma a edição deste ano, que decorre entre 26 de Outubro e 11 de Novembro.

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futuros de lisboa
©Fotografia: Luísa Ferreira/ Colagem e manipulação digital: Inês Lino e José Piteira
Coisas para fazer, Exposições

Futuros de Lisboa

icon-location-pin Santa Maria Maior
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O nome avança quase tudo, em tempos de mudanças aceleradas e profundas. O Museu de Lisboa planeia esta mostra que conjuga três elementos: Lisboa, Cidade e Futuro. "Futuros de Lisboa" ocupa dois pisos do Torreão Poente da Praça do Comércio até Novembro e às perspectivas dos comissários João Seixas, Manuel Graça Dias e Sofia Guedes Vaz juntam-se as reflexões de diversos especialistas. E as de todos os cidadãos que foram chamados a contribuir.

4
Arte

Convidado de Verão: Joaquim Sapinho

icon-location-pin São Sebastião
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Quando um cineasta mexe num museu, mexe a sério e dá-lhe nós. Os últimos dias do Jardim de Verão na Gulbenkian ficam marcados pela inauguração da exposição de Joaquim Sapinho, que põe as obras a falar umas com as outras e traz a sua realidade para dentro daquele que era o museu da sua infância. Sapinho quer que o comum mortal se ponha na pele de Calouste Sarkis Gulbenkian e chegue aos tempos e espaços por onde, através das peças de arte, conseguiu viajar. Para isso, traça um percurso que se refere ao exílio e à expressão da imensa confluência de culturas e civilizações patentes no museu, uma viagem física, no tempo e no espaço. Esta iniciativa corresponde ao segundo momento de uma ideia que começou em 2016 e que consiste em criar pontes entre as duas coleções: a do Fundador e a Moderna. A exposição começa com as imagens da inauguração da capela de St. Sarkis, em Londres, que Calouste mandou construir, e segue viagem museu fora.

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5
Arte

Os Ballets Russes: Modernidade após Diaghilev

icon-location-pin Baixa Pombalina
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A exposição "Os Ballets Russes: Modernidade após Diaghilev" passa em revista os tempos em que as peças do director artístico russo deixavam a sociedade de então entre o choque e o espanto. Dividida por três locais - a Galeria Millennium, o Palácio Foz e o Museu Nacional do Teatro e da Dança - pode ser vista até ao final de Setembro. "Modernismos e Modernidade dos Ballets Russes" reúne na Galeria Millennium uma série de trajes da peça Dansemuseet, assim como desenhos de Nijinsky, aguarelas de Rodin, porcelanas de Meissen e outros artefactos de gente que obriga a enrolar a língua e a carregar nos érres. Há ainda uma instalação de Vasco Araújo que junta 150 desenhos. Por sua vez, o Museu Nacional do Teatro e da Dança mostra cartazes, folhetos, fotos, gravuras de Almada Negreiros (o português escreveu sobre a companhia quando esta passou por Portugal entre 2 de Dezembro de 1917 e Abril de 1918) e outros materiais que se relacionam com a vinda dos Ballets Russes ao nosso país.  

6
Building Stories
Arte

Building Stories

icon-location-pin Belém
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“Building Stories” é uma exposição que se debruça sobre a arquitectura e a forma como esta é pensada e construída, e oscila entre a escala territorial e a dimensão individual, acompanhando o imaginário do arquitecto. Deste modo, a exposição estabelece um diálogo entre arquitectos que – apesar de cada um ter as suas próprias ideias, métodos e expressão formal – partilham a arquitectura como território comum, onde tecem as suas abordagens. A partir deste sábado (10.30) realizam-se visitas à exposição e à cidade – a edifícios arquitectónicos recentes –, guiadas por arquitectos. Garagem Sul. Ter-Dom 10.00-18.00 até 14 de Outubro. 5€.

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7
Pieter Hugo, berardo
Arte

Pieter Hugo, Between the Devil and the Deep Blue Sea

icon-location-pin Belém
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O fotógrafo Pieter Hugo assistiu ao fim do Apartheid, em 1994, e isso inspirou-o a tentar trazer à tona a vulnerabilidade das sociedades contemporâneas, em particular no continente africano. Retratos, naturezas mortas e paisagens chegam a Belém esta quinta-feira com a exposição “Pieter Hugo, Between the Devil and the Deep Blue Sea”. O que é que nos divide e o que é que nos une? Como é que as pessoas vivem sob a sombra da repressão cultural ou do domínio político? O fotógrafo sul-africano responde com as 15 séries fotográficas que produziu entre 2003 e 2016. As imagens mostram de forma clara as cicatrizes da história, com foco especial nas subculturas sociais e fosso entre o idealizado e o real. As dissonâncias coloniais são um dos pontos centrais que o fotógrafo mostra, retratando as pessoas em situações de grande fragilidade sem nunca perderem a sua dignidade e identidade. Museu Berardo. Praça do Império. Inaugura quinta até 7 de Outubro. Seg-Dom 10.00-19.00. 5€.

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Voce nao está aqui, exposiçao, parque das naçoes, expo
Arte

Você Não Está Aqui

icon-location-pin Parque das Nações
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Vinte anos passados, não há como passar ao lado das marcas que a Expo 98 deixou na zona oriental de Lisboa, sendo que foi uma das maiores transformações urbanas. Tudo isto foi registado pelo fotógrafo Bruno Portela que agora apresenta 78 fotografias a grande escala, em tom documental, em sete núcleos expositivos no Parque das Nações:  na Torre Galp, no Oceanário, no Pavilhão de Portugal, no Centro Comercial Vasco da Gama, no antigo Pavilhão Atlântico, na Torre Vasco da Gama e na Ponte Vasco da Gama. Quem vê o presente e recorda os tempos da Expo vai certamente embarcar numa viagem ao passado e notar o enorme desenvolvimento desta zona. As imagens vão estar visíveis a todos até 30 de Setembro. No primeiro domingo de cada mês, às 10.30, pode acompanhar a visita guiada com os comentários do fotógrafo e de um convidado especial em cada sessão.

+ O melhor do Parque das Nações

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9
germinal, maat
Arte

Germinal. O núcleo Cabrita Reis na colecção de Arte da Fundação EDP

icon-location-pin Belém
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Depois de uma primeira apresentação na Galeria Municipal do Porto, o núcleo Cabrita Reis, adquirido pela Fundação EDP, apresenta-se agora em exposição no MAAT. “Germinal” é composta por obras de artistas portugueses da coleção do escultor Pedro Cabrita Reis, construída durante 30 anos, e mostra as origens, numa reflexão sobre os momentos iniciais e originários das carreiras de artistas nacionais – característica essa que deu mote ao título da exposição – e cujos percursos se têm vindo a afirmar ao longo do tempo. Aqui vai encontrar o olhar de Cabrita Reis como coleccionador e não artista, com a ajuda de trabalhos de António Olaio, Joana Vasconcelos, Nuno Cera, Vasco Araújo, Paulo Brighenti, Paula Soares e Miguel Palma.   

10
do tirar polo natural
Arte

Do Tirar Polo Natural

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos
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A grande exposição de Verão do MNAA reúne cerca de 200 obras, das mais variadas disciplinas artísticas, uma vez que cruza épocas históricas distintas sem qualquer organização por estilos. “Do Tirar Polo Natural” propõe uma montagem determinada por um olhar contemporâneo sobre a história do género. Acaba por ser uma exposição-ensaio, um inquérito sobre o poder do retrato, uma reflexão sobre a representação e o “tirar polo natural” – tal como definiu, no século XVI, Francisco de Holanda, o primeiro teórico do retrato europeu. Lado a lado, e frente a frente, vão estar obras de José de Almada Negreiros, Paula Rego, José Malhoa, Júlio Pomar, Susana Mendes Silva, Pedro Cabrita Reis, Alexandre O’Neill e Amadeo de Souza-Cardoso. 

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13 shots
Arte

13 Shots

icon-location-pin São Sebastião
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Já sabemos que no Espaço Projecto da Gulbenkian há sempre algo de disruptivo a acontecer. A nova exposição “13 Shots” é da artista holandesa Aimée Zito Lema, que traz a Lisboa um projecto em que trabalha a memória, cujo título é inspirado no conto Mineirinho, de Clarice Lispector. Este trabalho incide sobre a transmissão intergeracional de acontecimentos, quer através da história material, quer através do corpo humano como repositório mnemónico. Poderá ver uma vídeo- -instalação, composta por 13 planos resultantes de uma colaboração de Aimée com o Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa, onde através de performances se mostra a forma como a memória se transmite por via de histórias, imagens e até silêncios.

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mnac, Arte Portuguesa. Razões e Emoções
Arte

Arte Portuguesa. Razões e Emoções

icon-location-pin Chiado
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A exposição “Arte Portuguesa. Razões e Emoções” reúne 211 obras de 97 artistas no Museu do Chiado, em Lisboa, com uma viagem por 150 anos da História da Arte em Portugal. O périplo tem o seu ponto de partida em meados do século XIX e prolonga-se até à década de 80 do século XX, ocupando as galerias da ala da Rua Serpa Pinto. Se aprecia retrato, uma temática oitocentista raramente abordada, não falhe a mostra, que inclui obras desconhecidas de Miguel Lupi, Luciano Freire, Veloso Salgado, Duarte Faria e Maia e Constantino Fernandes.

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na rota das catedrais
©Arlindo Homem
Arte

A Rota das Catedrais

icon-location-pin Ajuda
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São mais de 100 peças que viajaram das catedrais do país até ao Palácio Nacional da Ajuda para a exposição de Verão. O projecto Rota das Catedrais começou em 2009, com um acordo de cooperação entre o Ministério da Cultura e a Conferência Episcopal Portuguesa, e culmina agora nesta reunião de arte sacra, onde se encontram peças do século XVII – a mais antiga vem da Sé de Lisboa – ou uma Pietá de 2012, a mais recente. Descubra desde as peças mais tradicionais às mais invulgares que normalmente estão longe da vista dos curiosos. 

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Roy Lichtenstein e a Pop Art, Roy Lichtenstein
Arte

Roy Lichtenstein e a Pop Art

icon-location-pin Carnide/Colégio Militar
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Obras do movimento Pop Art são fáceis de encontrar no Museu Berardo, mas lavar as vistas com novidades nunca é demais. Em mais uma edição da “A Arte chegou ao Colombo” o foco está na Pop Art com várias obras de um dos artistas mais influentes nesta corrente, Roy Lichtenstein (1923 -1997). A exposição "Roy Lichtenstein e a Pop Art" percorre as várias fases criativas de Lichtenstein, desde a sua primeira exposição na década de 60 à data da sua morte, em 1997. A mostra está dividida em quatro secções: Pop, Paisagens, Homenagens e Cartazes.  

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Um Realismo Necessário
Coisas para fazer

Um Realismo Necessário

icon-location-pin Chiado
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Depois da exposição individual na Galeria Francisco Fino, José Pedro Cortes apresenta no Museu de Arte Contemporânea um conjunto de fotografias, feitas entre 2005 e 2018, onde a figura central é nada mais, nada menos que a representação do corpo humano. Fazer retratos e olhar para o outro sempre foi uma forma de José Pedro Cortes pensar a realidade que nos rodeia, sendo que não estão representadas geografias ou tempos, apenas histórias – histórias essas que o visitante da exposição tenta encontrar sem fazer delas grandes leituras dogmáticas.

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angela ferreira, maat
Arte

Pan African Unity Mural

icon-location-pin Belém
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Cruzamentos e intersecções. Locais onde as coisas acontecem, onde as pessoas se encontram e partilham, trocam ideias e se questionam. Para a artista Ângela Ferreira as intersecções também nos fazem debater sobre uma decisão, se devemos escolher ir por um caminho ou por outro – e é nesses momentos que nasce espaço para a contemplação e que as pessoas arranjam soluções criativas. Neste trabalho concebido propositadamente para a Project Room do MAAT, Ângela Ferreira – que nasceu e cresceu em Moçambique durante o período colonial – traz à vida histórias biográficas antigas para questionar o presente. 

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paula rego, Contos Tradicionais e Contos de Fadas
Arte

Contos Tradicionais e Contos de Fadas

icon-location-pin Cascais
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Criações dos anos 60 e até um trabalho inédito produzido em 2017, que será revelado pela primeira vez, tendo como referência literária a Condessa de Ségur. No total, mais de uma centena de desenhos e pinturas de Paula Rego compõem estes "Contos Tradicionais e Contos de Fadas", inspirados nestes enredos intemporais. A mostra está patente na Casa das Histórias, em Cascais, e pode ser vista até 30 de Setembro.

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eco-visionarios, maat
@Paulo Alexandre Coelho
Arte

Eco-visionários

icon-location-pin Belém
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É a segunda exposição-manifesto do MAAT e pretende lançar o debate sobre questões associadas ao Antropoceno – a designação recente de um novo período geológico definido pelo impacto das ações humanas. “Eco-Visionários: Arte, Arquitetura após o Antropoceno” reúne 35 artistas e arquitectos que se debruçam sobre as alterações climáticas e o impacto da acção humana no mundo, muitas vezes procurando sensibilizar-nos para os seus aspectos menos visíveis. Tudo com um optimismo visionário.  

Roteiro de arte em Lisboa

Museu do Oriente
©Museu do Oriente
Museus

Os melhores museus em Lisboa

Edifícios relativamente novos, com linhas que são uma perdição para a fotografia, e clássicos da cidade que patrocinam autênticas viagens no tempo. Destaque-se ainda os inúmeros e regulares workshops e eventos que promovem para adultos e crianças, ou mesmo as cafetarias e brunches que também são pequenas obras de arte. Deixamo-lo com uma visita guiada aos melhores museus em Lisboa, dando razões para redescobrir endereços obrigatórios e ideias para explorar colecções surpreendentes. A lista de melhores museus em Lisboa não pára de crescer e nós estamos cá para actualizá-la.

Arte, Galerias

Galerias de arte em Lisboa: um roteiro alternativo

Museus e centros de difusão de arte contemporânea são o pão nosso de cada dia no habitual roteiro cultural dos lisboetas. Mas, onde andam os artistas emergentes? Esses que não correm as bocas do mundo e que têm potencial para mover montes e vales no panorama artístico? Nas galerias, está claro. 

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cómoda de fernando pessoa na casa museu de fernando pessoa
©José Frade
Museus

Descubra onde moram casas-museu na Grande Lisboa

Tenham ou não o termo "casa" no nome, estes museus têm em comum o facto de exibirem o acervo de antigos e ilustres inquilinos ou proprietários. Sejam de pintores, poetas, cantores, advogados, aristrocratas ou pintores, há muito para conhecer e aprender nestas verdadeiras casas abertas ao público. Pelo meio vai poder travar conhecimento com pérolas como a cómoda que fazia parte do quarto de Fernando Pessoa, a quase intocada casa de Amália Rodrigues ou a morada de um decorador que privou não só com a fadista como com Coco Chanel, Maria Callas, Truman Capote e Henry Kissinger. 

museu do dinheiro
Fotografia: Arlindo Camacho
Museus

Conheça estes museus grátis em Lisboa e arredores

Não é ao domingo de manhã, sábado à tarde ou segunda de madrugada. Estes museus são de entrada gratuita sempre que a porta está aberta ao público. E a busca pela descoberta de um museu gratuito também pode significar a descoberta de um museu que nem sempre está na ribalta. Fomos à procura dos museus grátis em Lisboa e concelhos vizinhos e descobrimos algumas pérolas museológicas. Da sala de operações do Movimento das Forças Armadas ao museu que respira dinheiro, há muito para aprender sem gastar um tostão.

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