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Prisma, de Vhils
Fotografia: Fernando GuerraPrisma, de Vhils

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Há modernismo, surrealismo, arte clássica e até urbana nas melhores exposições em Lisboa para visitar no fim-de-semana.

Raquel Dias da Silva
Escrito por
Raquel Dias da Silva
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Acha que não se passa nada em Lisboa este fim-de-semana? Qual quê. Há muitas exposições para provar que está enganado, até porque a cultura recusa-se a desacelerar. Portanto, torne os próximos dias mais culturais, sozinho ou com a família toda atrelada. Com tantos museus e galerias na cidade, é impossível não ter o que ver. Mas não queremos que se perca e, por isso, dizemos-lhe quais as exposições a que deve prestar mais atenção em Lisboa. Não há desculpas, nem mesmo o mau tempo, até porque dentro de quatro paredes não chove.

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Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Belém

Alexandre Farto aka Vhils inaugurou a sua primeira exposição em nome próprio no antigo Museu da Electricidade em 2014. Oito anos depois, o artista conhecido um pouco por todo o mundo pelas suas perfurações artísticas regressa ao actual maat, desta vez com uma instalação exclusivamente em vídeo. “Prisma” agrega imagens filmadas, entre 2014 e 2020, em nove locais: Cidade do México, Cincinnati, Hong Kong, Lisboa, Los Angeles, Macau, Paris, Pequim e Xangai. Apesar de todas as imagens serem referentes a um mundo pré-pandemia, o artista acredita que se mantêm actuais e permitem uma reflexão sobre a cidade contemporânea e as suas rotinas.

  • Arte
  • Belém

“Gérard Fromanger. O Esplendor” é a mais recente exposição no Museu Coleção Berardo. É também a primeira do pintor francês em Portugal e a primeira retrospectiva desde a morte, em Junho do ano passado, de um autor que reflectiu sobre política e sociedade e olhou para as ruas de Paris como observatório das vivências ocidentais do século XX. A mostra reúne mais de 60 quadros, organizados em 26 séries, sem seguir um alinhamento cronológico.

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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • São Sebastião

Na Galeria de Exposições Temporárias do Museu Calouste Gulbenkian está uma porta que nos leva para uma caixa negra, onde o chão se confunde com as paredes, pretas, tal como o tecto. Moldada na Escuridão é o nome da exposição de Hugo Canoilas que resulta de uma investigação e interesse pelos fundos marinhos. A relação do artista com o fundo do oceano não é de agora. O fascínio tem tempo e já o levou a expor em Serralves, em 2020, pinturas e peças de vidro alusivas a medusas. 

  • Arte
  • Arte contemporânea
  • Chiado/Cais do Sodré

A “Patrõa” saiu à rua, pela primeira vez, no ano passado. O artista chileno Elianyuri estendeu a instalação numa das varandas da Rua Arronches Junqueiro, durante a Mostra de Artes Performativas em Setúbal. Agora, o estendal, que à noite se ilumina, chega a Lisboa. A partir de 6 de Maio, “A Patrõa e O Tempo” poderá ser vista também como exposição, na Apaixonarte, na Rua Poiais de São Bento. A ideia é chamar a atenção e promover o debate acerca do tempo investido pelas mulheres na realização das tarefas domésticas.

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  • Coisas para fazer
  • Avenidas Novas

No périplo pela Europa, Portugal é a última paragem da mostra que dá a conhecer o trabalho de Tony Conrad (1940-2016), nome reconhecido no campo do cinema experimental e não só. Há pinturas, filmes, instalações e objectos do artista norte-americano, a “super estrela que quase ninguém conhece” e um dos padrinhos de The Velvet Underground, para ver na Culturgest.

  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • São Sebastião

Vinte e um artistas plásticos europeus com origens familiares nas antigas colónias em África reflectem sobre as suas heranças, as suas memórias e as suas identidades. É este o ponto de partida para a exposição que ocupa a Galeria Principal da Fundação Gulbenkian, e que inclui 60 obras de pintura, desenho, escultura, filme, fotografia e instalação. 

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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Beato

No Museu Nacional do Azulejo quebra-se o silêncio sobre a história das grandes ceramistas portuguesas. Até Junho de 2022, os corredores do convento em Lisboa enchem-se de obras de Lurdes Castro, Vieira da Silva ou Joana Vasconcelos, entre outras autoras portuguesas que contribuíram para o desenvolvimento da cerâmica desde o pós-guerra até à actualidade.

  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Belém

É a primeira grande exposição de Julião Sarmento após a sua morte, em Maio de 2021. Patente no Museu Colecção Berardo, Abstracto, Branco, Tóxico e Volátil” é uma antologia do trabalho do artista plástico, que o próprio ainda ajudou a desenhar. Ao longo de 18 salas pode ver pinturas, esculturas e até filmes em super 8 de uma das mais proeminentes figuras da arte portuguesa.

Roteiro de arte em Lisboa

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