Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Modernismo, surrealismo, arte clássica ou urbana: aqui encontra 26 exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana.
 Terra Adentro- A Espanha de Joaquín Sorolla
Por Francisca Dias Real |
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Acha que não se passa nada em Lisboa este fim-de-semana? Temos mais de duas mãos cheias de exposições para provar que está bem enganado. Queremos ajudar a tornar os próximos dias mais culturais, sozinho ou com a família toda atrelada (sim, há exposições kids friendly).

Com tantos museus e galerias na cidade, é impossível não ter o que ver. Não queremos que se perca e por isso dizemos-lhe quais as exposições a que deve prestar atenção em Lisboa. Não há desculpas para não sair de casa.

Recomendado: Exposições que tem de ver até ao fim do ano em Lisboa

Exposições para visitar este fim-de-semana

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 Terra Adentro- A Espanha de Joaquín Sorolla
Arte

Terra Adientro

icon-location-pin Museu Nacional de Arte Antiga, Estrela/Lapa/Santos
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O grande pintor da luz, é assim que é tratado e reconhecido por todos. A obra de Joaquín Sorolla (1863-1923) estará em exposição no Museu de Arte Antiga. A exposição “Terra Adentro”, comissariada por Carmen Pena, vai reunir em Lisboa 118 pinturas que viajaram do Museu Sorolla, em Madrid, e outras de coleccções particulares. “Terra Adientro” mostra-nos a Espanha de Sorolla, as visões iluminadas do seu país. A exposição centra-se na paisagem, um elemento fundamental na evolução da pintura moderna, considerada “menor” pela academia até ao século XIX. E foi aqui que Sorolla teve um papel de destaque em colocar as suas obras na vanguarda da experimentação. “Sorolla é um dos grandes vultos da pintura moderna europeia e continua a ser muito mal conhecido em Portugal”, escreve o MNAA – uma boa oportunidade para lançar luz sobre o trabalho deste artista da luz. 

2
Uma História de Assombro
Arte

Uma História de Assombro

icon-location-pin Palácio Nacional da Ajuda, Ajuda
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Entre biombos, lacas, cartografia e armaduras está a história que se fez em tempos. “Uma História de Assombro. Portugal-Japão Séculos XVI- XX” ocupa a galeria do Rei D. Luís do Palácio Nacional da Ajuda e narra a história do encontro e reencontro entre Portugal e o Japão ao longo de cinco séculos – é de referir que os portugueses foram os primeiros europeus a chegar ao Japão. A compor os expositores desta mostra há objectos raros e fascinantes, alguns expostos pela primeira vez ao público, todos provenientes de coleccionadores particulares, de instituições públicas e privadas, portuguesas e japonesas. Enfim, aqui conta-se uma história de aproximação e contendas entre dois países, tanto pela documentação escrita (há um catálogo de 173 páginas), como pela cultura material, a língua, a arte e a religião.  

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3
Pose e Variações, gulbenkian
Coisas para fazer

Pose e Variações

icon-location-pin Fundação Calouste Gulbenkian, São Sebastião
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Tal como nas semanas da moda, começam a chegar aos museus as grandes colecções de Inverno – a da Gulbenkian já ocupa a galeria principal. "Pose e Variações" traz à fundação um conjunto de esculturas reunidas por dois importantes coleccionadores: Calouste Sarkis Gulbenkian (a razão de estarmos aqui a escrever sobre isto) e Carl Jacobsen, fundador da Carlsberg. Auguste Rodin é o artista central desta exposição, que se junta a escultores como Jean-Antoine Houdon, Aimé-Jules Dalou, Paul Dubois, Jean-Baptiste Carpeaux, Edgar Degas ou Denys-Pierre Puech, tudo isto em mais de 30 esculturas.

4
Intervalo
©João Fazenda
Arte

Intervalo

icon-location-pin Passevite, São Vicente 
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Faça-se um intervalo para pensar nas coisas que não têm grande significado, coisas que não são nada de especial e que parece que nos passam ao lado. O ilustrador João Fazenda leva ao Passevite a exposição “Intervalo”, que parte de trabalhos em torno de uma ideia de beleza do banal e dos gestos que se perdem no quotidiano, das coisas que acontecem nos intervalos das agendas e das actividades inadiáveis que a vida oferece. Como que lembrando-nos que a vida é o que acontece enquanto estamos ocupados a planear outras coisas, como alguém já disse.  

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5
“Purity, Purification – Arte Contemporânea Chinesa
Arte

Purity, Purification – Arte Contemporânea Chinesa

icon-location-pin Museu do Oriente, Estrela/Lapa/Santos
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23 jovens artistas chineses em 29 obras – é assim que se traduz em números a nova exposição do Museu do Oriente “Purity, Purification – Arte Contemporânea Chinesa”, que inaugura esta quinta-feira e é uma autêntica expressão do diálogo entre a China globalizada e o mundo ocidental. “‘Purity, Purification’ rompe com modos expositivos convencionais, interrogando como se tem habitualmente apresentado a relação entre as peças e o espaço que as acolhe”, explica a curadora Liu Chunfeng. Pintura, fotografia, instalação, vídeo e escultura, todas estas vertentes se encontram no museu para mostrar a diversidade e vitalidade da arte chinesa contemporânea através de jovens artistas chineses. “Purity, Purification” é uma reflexão sobre a ascensão da cultura oriental chinesa e a sua representação no panorama artístico internacional. 

6
photo ark
©Joel Sartore
Arte

Photo Ark

icon-location-pin Cordoaria Nacional, Belém
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A arca de Noé moderna atracou em Lisboa: está metida dentro de quatro paredes, ocupa um espaço de 500 m2 e tem para mostra mais de uma centena de fotografias de animais em cativeiro, muitos deles em vias de extinção. “Photo Ark”, exposição da National Geographic mais vista em todo o mundo patente agora na Cordoaria Nacional, é a grande exposição do norte-americano Joel Sartore, uma autêntica arca fotográfica. A ideia de Joel, que começou há 13 anos, é muito simples: fotografar as mais de 12 mil espécies em cativeiro – 8400 já estão. O fotógrafo pretende com isto alertar e evitar a extinção de muitos destes animais ameaçados. Nas galerias da Cordoaria vão estar 100 fotografias, o dobro da exposição do Porto. Metade são inéditas e outras 12 foram fotografadas em Portugal. Os animais aparecem em fundos brancos ou negros, quase sempre de olhos fixos na câmara, como se nos estivessem a observar. Mais ou menos como os animais em cativeiro se devem sentir

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7
trinus
©Cláudio Garrudo
Arte

Trinus

icon-location-pin Galeria das Salgadeiras, Bairro Alto
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Cláudio Garrudo subiu a bordo de um cargueiro. Lá, em alto mar, fez do cargueiro a casa e residência artística que resultou na mais recente exposição na Galeria das Salgadeiras. “Trinus” inaugura este sábado e por lá fica até 19 de Janeiro do próximo ano. Cláudio regista o que tem à sua frente, mar e só mar, em diferentes momentos do dia – as variações de luz, o sol que nasce e se põe, a terra, os istmos ou os cabos. Na inauguração será também apresentado o livro homónimo da exposição, com o texto inédito “Sobre a esfera impossível e o azul” de Gonçalo M. Tavares e o poema “Viagem” de Miguel Torga.  

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Tcharan, Pavilhão do Conhecimento
DR
Miúdos

Tcharan!

icon-location-pin Pavilhão do Conhecimento, Parque das Nações
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Uma epzosição no Pavilhão do Conhecimento é sempre uma aposta segura, até no Verão. Praia ou Pavilhão do Conhecimento? Apostamos que muitos miúdos gritam em coro a segunda opção. Por eles, a vida era isto: mexer, experimentar, brincar, ao mesmo tempo que vão aprendendo uma ou outra coisa. E isso é ainda mais verdade nesta nova exposição "Tcharan! – Circo de Experiências". O circo chegou a este Centro Ciência Viva sem palhaços assustadores e com muita música e cor. Há um labirinto de espelhos, um chão musical e várias acrobacias à espera de miúdos aventureiros. “TCHARAN!”

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9
no future without memory
©Wozen
Arte

no future without memory

icon-location-pin Wozen, Estrela/Lapa/Santos
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As preocupações ambientais em cenários urbanos estão no centro da discussão – e transformar isso em alguma forma artística também. A dupla londrina Expanded Eye leva até à galeria Wozen a exposição “no future without memory”, fruto da residência de três meses do casal que procurou investigar a identidade das comunidades em bairros específicos, escolhidos tendo em conta as pressões ambientais e económicas. Durante dois meses, Jade e Kevin recolheram artefactos descartados em obras pela cidade, quase uma tonelada de madeira e azulejos. 700 horas de trabalho depois, monta-se uma exposição e reavivam-se as memórias do que foi deitado à rua.  

10
O Território da Arquitetura. Gregotti e Associados 1953-2017
©Gregotti e Associatti
Arte

O Território da Arquitetura. Gregotti e Associados 1953-2017

icon-location-pin Centro Cultural de Belém, Belém
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Ainda em celebrações dos seus 25 anos, o Centro Cultural de Belém acolhe mais uma exposição na Garagem Sul, mantendo o foco na arquitecura. “O Território da Arquitectura” é uma retrospectiva da obra do arquitecto italiano Vittorio Gregotti ao longo de mais de seis décadas. Nesta exposição, é possível perceber o ponto de vista de Gregotti em relação ao território, que aqui se assume como um elemento integrante da própria arte arquitectónica, tudo documentado na exposição através de plantas e maquetes originais,reproduções e fotografias. É possível olhar para grandes projectos para cidades europeias,incluindo alguns de habitação social da década de 80, e a notória mudança no planeamento urbano a partir dos anos 90. Nos últimos anos, Gregotti tem-se dedicado à refundação urbana com a construção da nova cidade de Pujiang, perto de Xangai. Pode ver como vai ficar.

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saudade
© Shi Yong
Arte

Saudade, China & Portugal

icon-location-pin Museu Colecção Berardo, Belém
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A saudade é um lugar melancolicamente perdido no tempo, irrecuperável, e uma palavra intraduzível para outras línguas. É como o fado: uma coisa muito nossa. Saudade é também o nome da nova exposição do Museu Berardo que traz uma reflexão sobre a relação entre Portugal e a China – aquilo que era outrora e o que é agora. Algo que no Berardo se traduzirá em obras de 16 artistas chineses e portugueses com selecção de Yuko Hasegawa, curadora-chefe do Museu Nacional de Arte Moderna de Tóquio. Cada peça, da pintura ao neón, apresenta uma abordagem diferente ao conceito de saudade e dá uma perspectiva sobre a diversidade cultural e os denominadores comuns que compõem as relações sino-portuguesas. Esta aglutinação dos acervos culturais dos dois países é uma parceria entre o Berardo e a Fosun Foundation, e junta artistas como André Sousa, José Pedro Croft, Vasco Araújo, Joana Vasconcelos, Pedro Valdez Cardoso, Luísa Jacinto e Rui Moreira.

12
 John Akomfrah: Purple
Arte

Purple

icon-location-pin Museu Colecção Berardo, Belém
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O Museu Berardo recebe uma nova exposição vinda directamente das mãos e da câmara do artista e realizador britânico John Akomfrah. "Purple" faz o visitante olhar, interiorizar, e parar para pensar. O artista mapeou, numa instalação de vídeo imersiva, as zonas que registaram maiores alterações climáticas em todo o planeto e os efeitos que tiveram nas comunidades, na biodiversidade e na vida selvagem. Akomfrah combina horas de filmes de arquivo com filmagens recentes, de paisagens ecológicas em perigo, desde o interior do Alasca à gelada e desolada Gronelândia ou às vulcânicas Ilhas Marquesas no Pacífico Sul.

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parallel
©Nuno Barroso
Arte

PARALLEL Review Lisboa

icon-location-pin Lisboa, Lisboa
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Promover a fotografia e apoiar os artistas emergentes: é este o propósito da Parallel Lisboa, uma plataforma europeia de fotografia contemporânea que traz seis novas exposições a Lisboa a partir desta quarta-feira, 28. São 40 artistas de fotografia contemporânea que dividem os seus trabalhos entre o Mercado de Santa Clara, o Pólo Cultural de São Vicente e o Palácio Sinel de Cordes – as seis exposições já foram vistas na Hungria, Reino Unido, Eslovénia, Alemanha, Polónia e Suécia. Em Lisboa, ficam em exibição até 16 de Dezembro

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contar áfricas
© Luís Pavão
Arte

Contar Áfricas!

icon-location-pin Padrão dos Descobrimentos, Belém
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A partir de domingo, “Contar Áfricas!” ocupa a sala de exposições do Padrão dos Descobrimentos. Esta é uma exposição que reúne peças escolhidas por 45 investigadores de várias áreas com relação ao continente africano. O historiador António Camões Gouveia coordena a mostra que quer “contar África e não a visão que de África tiveram os portugueses”, diz em comunicado. Desde o sistema de poder à organização social e cultural, por aqui redescobre-se parte desse território.

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Arte

Scenario in the Shade

icon-location-pin MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Belém
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O MAAT não desiste e insiste em chamar a atenção de todos para os desastres ambientais e vai mais longe, agora abordando também a pressão do território. Desta vez, veio uma dupla de Nova Iorque, Justin Lowe e Jonah Freeman, carregados com uma instalação ambiental imersiva que joga com os conceitos de urbanismo hipertrópico, comunidade e ritual. A instalação, que já foi apresentada na Bienal de Istambul em 2017, foi concebida num ambiente multiespacial e arquitectónico para representar o corredor urbano de San San Metroplex, uma gigantesca metrópole que se formaria ao longo da costa da Califórnia – uma especulação, está claro, de que os artistas se apropriaram para criar esta obra. A exposição “Scenario in the Shade” é a primeira do programa Video Room do MAAT.

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quel amour
Arte

Quel Amour!?

icon-location-pin Museu Colecção Berardo, Belém
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A inspiração da exposição? O amor. É o amor o denominador comum destas obras que vão parar ao Museu Berardo e que une os artistas que a compõem, é o amor que é igual em todas as línguas, culturas e civilizações. A exposição chega ao seu auge no núcleo de casais de artistas que trabalharam em conjunto, como é o caso de Helena Almeida e Artur Rosa, Marina Abramović e Ulay ou Axel Pahlavi e Florence Obrecht, tudo em obras criadas a quatro mãos.

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Tadashi Kawamata
DR
Arte

Over Flow

icon-location-pin MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Belém
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Na Galeria Oval do MAAT, o artista japonês Tadashi Kawamata convida o visitante, através de uma instalação imersiva, a focar-se em questões em torno do turismo e da ecologia globais. No fundo, o que vamos poder ver é uma catástrofe ecológica imaginária que, sejamos honestos, já esteve mais longe de acontecer. Quem entra é transportado para uma paisagem marítima na sequência de uma catástrofe ecológica imaginária em que os detritos transportados pelos oceanos engoliram a civilização. Tudo isto resultado de um ano de pesquisa de campo em Portugal, fazendo parte da instalação resíduos de plástico e barcos abandonados, recolhidos na costa portuguesa durante as campanhas de limpeza de praias. 

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joao louro
Coisas para fazer

Linguistic Ground Zero

icon-location-pin MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Belém
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A Project Room do MAAT recebe um projecto de João Louro. “Linguistic Ground Zero” reflecte sobre o momento histórico de inflexão em que a arte e a sociedade parecem coincidir em relação à necessidade de acabar com tudo – as duas Grandes Guerras e as vanguardas artísticas. A proposta consiste numa reprodução de Little Boy – a primeira bomba atómica da História, que arrasou a cidade japonesa de Hiroxima em Agosto de 1945. Esta é uma reprodução com mensagens gravadas: somam-se destruição, grafiti, referências poéticas e escritos.

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19
elefante, maat
Arte

Elefante

icon-location-pin MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Belém
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É um animal de grande porte a entrar directamente para a sala Cinzeiro 8. “Elefante” é a primeira exposição individual em Lisboa de André Príncipe e vai ao encontro da sua investigação do meio fotográfico enquanto mecanismo de percepção, apreensão e construção do real, sendo que reúne uma série de obras fotográficas e uma instalação vídeo especificamente concebida para o contexto da exposição. O artista quer chamar a atenção para as temáticas da vida e da morte, do espaço e do tempo, da permanência e da efemeridade, da poesia e da política, da ascensão e da queda.

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Fotografia a minha viagem preferida
Arte

Fotografia, a minha viagem preferida

icon-location-pin Arquivo Municipal de Lisboa|Fotográfico, Intendente
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Helena Corrêa de Barros registou, a família doou a colecção fotográfica ao Arquivo Municipal de Lisboa e agora nós vemos. Vemos tudo em “Fotografia, a minha viagem preferida”, a exposição que inaugura esta quinta-feira no Arquivo. As imagens, recolhidas entre 1947 e 1972, remontam às viagens de Helena, que, dizia, ser “o seu passatempo mais agradável”, uma vez que não viajava sem levar na mala uma máquina fotográfica. A colecção de fotografias é constituída por álbuns, negativos a preto e branco de vários formatos e diapositivos a cores – são espaços distintos retratados maioritariamente em paisagens, cenas da vida urbana e campestre, marítima e fluvial.  

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The Beatles por Norman Parkinson
Norman Parkinson
Arte, Fotografia

Norman Parkinson: Sempre na Moda

icon-location-pin Centro Cultural de Cascais, Cascais
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80 fotografias captadas ao longo cinco décadas mostram o percurso do inglês Norman Parkinson, que revolucionou a moda do século XX e imortalizou celebridades como os Beatles, os Rolling Stones, Yves St Laurent ou a Rainha Isabel II. A exposição "Normal Parkinson: Sempre na Moda" tem a sua estreia mundial no Centro Cultural de Cascais, onde fica até Janeiro de 2019.  

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exposiçao museu do azulejo
Arte

Tempos Modernos – Cerâmica Industrial Portuguesa entre Guerras

icon-location-pin Museu Nacional do Azulejo, Beato
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O Museu Nacional do Azulejo recebe a primeira exposição realizada em Portugal inteiramente dedicada ao design para a indústria cerâmica nacional, da primeira metade do século XX. A exposição é composta por cerca de 400 peças da colecção particular de António Miranda e de José Madeira Ventura e quer pôr em evidência as relações entre a produção cerâmica portuguesa e o contexto internacional, considerando uma larga amostra de manufacturas representativa do tecido industrial da época desde a Fábrica de Sacavém à Vista Alegre, passando pela Massarelos, Lusitânia ou a Sociedade de Porcelanas de Coimbra. É um conjunto de peças de uso doméstico que apela à memória coletiva do país.  

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germinal, maat
Arte

Germinal. O núcleo Cabrita Reis na colecção de Arte da Fundação EDP

icon-location-pin MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Belém
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Depois de uma primeira apresentação na Galeria Municipal do Porto, o núcleo Cabrita Reis, adquirido pela Fundação EDP, apresenta-se agora em exposição no MAAT. “Germinal” é composta por obras de artistas portugueses da coleção do escultor Pedro Cabrita Reis, construída durante 30 anos, e mostra as origens, numa reflexão sobre os momentos iniciais e originários das carreiras de artistas nacionais – característica essa que deu mote ao título da exposição – e cujos percursos se têm vindo a afirmar ao longo do tempo. Aqui vai encontrar o olhar de Cabrita Reis como coleccionador e não artista, com a ajuda de trabalhos de António Olaio, Joana Vasconcelos, Nuno Cera, Vasco Araújo, Paulo Brighenti, Paula Soares e Miguel Palma.   

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mnac, Arte Portuguesa. Razões e Emoções
Arte

Arte Portuguesa. Razões e Emoções

icon-location-pin Museu de Arte Contemporânea do Chiado, Chiado
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A exposição “Arte Portuguesa. Razões e Emoções” reúne 211 obras de 97 artistas no Museu do Chiado, em Lisboa, com uma viagem por 150 anos da História da Arte em Portugal. O périplo tem o seu ponto de partida em meados do século XIX e prolonga-se até à década de 80 do século XX, ocupando as galerias da ala da Rua Serpa Pinto. Se aprecia retrato, uma temática oitocentista raramente abordada, não falhe a mostra, que inclui obras desconhecidas de Miguel Lupi, Luciano Freire, Veloso Salgado, Duarte Faria e Maia e Constantino Fernandes.

Roteiro de arte em Lisboa

cómoda de fernando pessoa na casa museu de fernando pessoa
©José Frade
Museus

Descubra onde moram casas-museu na Grande Lisboa

Tenham ou não o termo "casa" no nome, estes museus têm em comum o facto de exibirem o acervo de antigos e ilustres inquilinos ou proprietários. Sejam de pintores, poetas, cantores, advogados, aristrocratas ou pintores, há muito para conhecer e aprender nestas verdadeiras casas abertas ao público. Pelo meio vai poder travar conhecimento com pérolas como a cómoda que fazia parte do quarto de Fernando Pessoa, a quase intocada casa de Amália Rodrigues ou a morada de um decorador que privou não só com a fadista como com Coco Chanel, Maria Callas, Truman Capote e Henry Kissinger. 

museu do dinheiro
Fotografia: Arlindo Camacho
Museus

Conheça estes museus grátis em Lisboa e arredores

Não é ao domingo de manhã, sábado à tarde ou segunda de madrugada. Estes museus são de entrada gratuita sempre que a porta está aberta ao público. E a busca pela descoberta de um museu gratuito também pode significar a descoberta de um museu que nem sempre está na ribalta. Fomos à procura dos museus grátis em Lisboa e concelhos vizinhos e descobrimos algumas pérolas museológicas. 

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MAAT - Museu Arte, Arquitectura e Tecnologia
Fotografia: Manuel Manso
Museus

Os melhores museus em Lisboa

Edifícios relativamente novos, com linhas que são uma perdição para a fotografia, e clássicos da cidade que patrocinam autênticas viagens no tempo. Destaque-se ainda os inúmeros e regulares workshops e eventos que promovem para adultos e crianças, ou mesmo as cafetarias e brunches que também são pequenas obras de arte. 

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