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Ciência e arte encontram-se na nova instalação da Gulbenkian. Na intersecção dos sons do pato-real, do chapim, da voz humana, mas também do metropolitano com a música electroacústica e a escultura em aço nasce esta "ária" imaginada pela artista Rosana Antolí, com música e arte sonora do compositor Jorge Ramos e com a colaboração de Rui Oliveira, do Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular. "Ao misturar as tradições da ópera com narrativas ecológicas, propõe-se uma reflexão sobre a relação entre os seres humanos, as espécies não-humanas e os ambientes que partilham", informa a Gulbenkian. As canções são tocadas três vezes por dia, às 10.00, 14.00 e 18.00.
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