Centro de Arte Moderna Gulbenkian
Francisco Romão Pereira | Centro de Arte Moderna Gulbenkian

Centro de Arte Moderna Gulbenkian

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  • São Sebastião
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O Centro de Arte Moderna Gulbenkian reabriu portas em Setembro de 2024 e está irreconhecível. Aberto ao exterior e a ligar o Jardim Gulbenkian ao seu mais recente prolongamento, a sul, tem espaço e luz de sobra para acolher três exposições simultâneas e ainda uma cápsula dedicada à videoarte, uma sala para arte sonora e ainda uma terceira dedicada ao desenho.

Detalhes

Endereço
Rua Marquês de Fronteira, 2
Lisboa
1050-078
Preço
8€-16€
Horário
Dom-Seg, Qua-Sex 10.00-18.00, Sáb 10.00-21.00

Novidades

Habitar a Contradição

Com curadoria de Rui Mateus Amaral, director artístico do Museu de Arte Contemporânea de Toronto, a exposição "Habitar a Contradição", de Carlos Bunga, ocupa a Nave do CAM com a maior e mais complexa instalação realizada até hoje pelo artista português – "uma monumental floresta de formas cilíndricas de diferentes escalas, que evocam colunas arquitectónicas e troncos de árvores". Esta instalação, por sua vez, estará em diálogo com obras da colecção do CAM, seleccionadas pelo próprio artista.

Standing Here Wondering Which Way to Go

A exposição "Standing Here Wondering Which Way to Go", de Zineb Sedira, situa-nos noutro tempo e noutro espaço. Em 1969, em clima de efervescência política e social, acontece o primeiro Festival Cultural Pan-Africano, na capital da Argélia, cuja libertação da colonização francesa havia acontecido no início da década. A partir do arquivo da Cinemateca de Argel, considerada a primeira daquele continente, e de todas as produções de cinema militante levadas a cabo na época, a artista franco-argelina construiu uma caixa de fragmentos. Há livros, fotografias, discos, cartazes e filmes que ajudam a contar a história de vários movimentos de libertação e das descolonizações iminentes. Ao mesmo tempo, é um olhar de Sedira para as suas próprias memórias.

Xerazade, a Coleção Interminável do CAM

Ao longo de 14 núcleos temáticos, a exposição (que não é permanente, mas quase – vai ficar durante dois anos) apresenta a colecção do Centro de Arte Moderna Gulbenkian em todo o seu esplendor. Ao todo, são cerca de 160 obras do século XX, assinadas por quase uma centena de artistas. Entre elas, algumas estão a ser expostas pela primeira vez desde que adquiridas pela fundação. Ora por coincidências formais, ora por linhas discursivas comuns, agrupam-se e sucedem-se ao sabor dos contos de As Mil e Uma Noites e da figura da sua narradora, Xerazade. A curadoria é de Leonor Nazaré.
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