Centro de Arte Moderna Gulbenkian
Francisco Romão Pereira | Centro de Arte Moderna Gulbenkian

Centro de Arte Moderna Gulbenkian

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  • São Sebastião
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O Centro de Arte Moderna Gulbenkian reabriu portas em Setembro de 2024 e está irreconhecível. Aberto ao exterior e a ligar o Jardim Gulbenkian ao seu mais recente prolongamento, a sul, tem espaço e luz de sobra para acolher três exposições simultâneas e ainda uma cápsula dedicada à videoarte, uma sala para arte sonora e ainda uma terceira dedicada ao desenho.

Detalhes

Endereço
Rua Marquês de Fronteira, 2
Lisboa
1050-078
Preço
8€-16€
Horário
Dom-Seg, Qua-Sex 10.00-18.00, Sáb 10.00-21.00

Novidades

Força Transitória das Coisas

Na sua primeira exposição individual, Diogo Pimentão ocupa a Sala de Desenho do CAM, onde enaltece a natureza experimental do trabalho em desenho cruzado com a escultura, a arquitectura do espaço e a performance. Foi, aliás, com performance que a mostra arrancou, no final de Março. Ao conjunto de obras inéditas, juntam-se duas que resultam do momento inaugural, protagonizado pelo artista e pelo bailarino e coreógrafo Emmanuel Eggermont.

Rosa Barba. Desenhar Vocabulários

A artista italiana Rosa Barba teve carta branca para ocupar a Nave do CAM. O resultado é "Desenhar Vocabulário", exposição que apresenta cerca de 25 obras, algumas delas inéditas, e que sobe até ao Mezanino, onde a artista expõe algumas obras seleccionadas da colecção do CAM para dialogarem o o seu próprio trabalho. A partir de película de celuloide e aparelhos cinematográficos, Rosa Barba cria instalações site-specific de grande escala, que representam elas próprias objectos escultóricos.

Xerazade, a Coleção Interminável do CAM

Ao longo de 14 núcleos temáticos, a exposição (que não é permanente, mas quase – vai ficar durante dois anos) apresenta a colecção do Centro de Arte Moderna Gulbenkian em todo o seu esplendor. Ao todo, são cerca de 160 obras do século XX, assinadas por quase uma centena de artistas. Entre elas, algumas estão a ser expostas pela primeira vez desde que adquiridas pela fundação. Ora por coincidências formais, ora por linhas discursivas comuns, agrupam-se e sucedem-se ao sabor dos contos de As Mil e Uma Noites e da figura da sua narradora, Xerazade. A curadoria é de Leonor Nazaré.
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