Quinta do Pisão
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12 coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Não sabe o que fazer com as crianças? Temos ideias de coisas para fazer este fim-de-semana, 22 e 23 de Junho.

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O Verão já chegou: não se deixe ficar a anhar em casa (há tantas actividades ao ar livre para crianças em Lisboa!) e aproveite ao máximo o fim-de-semana em família. Se precisa de entreter as crianças até ficarem sem pilhas e ser hora de voltar para a cama, explore algumas sugestões para encher o sábado, 22 de Junho, e o domingo, 23 de Junho, véspera de feriado. Há oficinas, espectáculos e muitas outras propostas para, arriscamos escrever, todos os gostos e feitios. Só tem de escolher como os entreter (e, se estas sugestões não chegarem, temos mais ideias de coisas para fazer em Lisboa com crianças). E, se ficar na dúvida, não nos pergunte a nós: pergunte-lhes a eles.

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Fim-de-semana perfeito em família

  • Atracções
  • Quintas
  • Sintra

A Quinta do Pisão, no Parque Natural de Sintra-Cascais, organizou um fim-de-semana inteiro dedicado à Gastronomia Sustentável. Acontece já este sábado e domingo, de 22 e 23 de Junho, entre as 09.30 e as 20.00, com muitas actividades em torno da temática. A programação inclui passeios interpretativos, workshops culinários, apresentações e demonstrações práticas. 

  • Miúdos
  • Eventos musicais
  • Ajuda

Como já tem vindo a ser hábito, o Grupo de Teatro Infantil Animarte entra em cena no Jardim Botânico da Ajuda para apresentar uma peça de teatro feita por e para crianças e jovens. Este ano, o espectáculo escolhido é O Feiticeiro de Oz, o clássico de L. Frank Baum, que conta a história de um grupo de amigos pouco convencional. Enquanto Dorothy deseja regressar a casa, o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão têm desejos um pouco mais peculiares, como conseguirem, respectivamente, um cérebro, um coração e verdadeira coragem. Mas, nesta versão da peça, com encenação de Sofia Espírito Santo e coreografias de Paula Careto, as motivações destas personagens são ligeiramente diferentes. Todos querem ser actores, mas, sem cérebro, como vão conseguir decorar textos? Sem coração, como é que se emocionam e fazem emocionar? Sem coragem, como será possível enfrentar o público?

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  • Miúdos
  • Parque das Nações

A linguagem é o que projecta os nossos pensamentos, ideias e sentimentos para o mundo, e é graças a ela que conseguimos comunicar uns com os outros. Mas foram precisos muitos milhões de anos para o cérebro humano se tornar o órgão complexo que conhecemos – e que continuamos a estudar – hoje. É precisamente sobre essa evolução e as principais etapas de aquisição da linguagem, processo que começa ainda no útero, de que nos fala a nova exposição do Pavilhão do Conhecimento. Dividida em seis núcleos distintos, uns mais interactivos do que outros, “Talking Brains – Programados para Falar” convida-nos a descobrir a riqueza da língua – verbal, visual e visuo-motora –, e a testar as nossas competências linguísticas.

  • Arte
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Depois de Frida Kahlo, Monet e Klimt, a Immersivus Gallery, no Reservatório da Mãe D’Água das Amoreiras, recebe a exposição imersiva e interactiva de Salvador Dalí. “Dalí Cybernetics” convida o público a imergir no universo do artista através de projecções de grande formato, instalações interactivas, hologramas e realidade virtual. Além disso, no próximo dia 1 de Junho, das 15.30 e as 19.00, as famílias são convidadas a conhecer melhor o pintor catalão através da interpretação do actor Henrique Gil. Durante o percurso expositivo, na área onde se encontram as poltronas inspiradas pelo icónico Mae West Lips Sofa, vai decorrer um surrealista workshop de gomas promovido pela Hüssel, onde miúdos e graúdos podem criar o seu próprio bolo de gomas com base na sua vivência da exposição. No final, os mais pequenos vão ter também a oportunidade de se divertir e aprender mais sobre reciclagem através de um jogo da glória humano, desenvolvido em parceria com a Sociedade Ponto Verde.

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  • Miúdos

Construída por Luís Santos, em parceria com alunos do curso de relojoaria do Centro de Educação e Desenvolvimento de Pina Manique, da Casa Pia de Lisboa, esta instalação inspirada pelo mecanismo do relógio é uma máquina/jogo de revoluções. Nela poder-se-á reconhecer metáforas para as estruturas que formam a nossa sociedade: como estamos ligados uns aos outros e nos influenciamos e o sobre papel único que cada um de nós tem. A música original de Leonardo Outeiro é parte integrante de Quanto Vale a Liberdade?, que pode ser visitada e experimentada a sós, em grupo, ou ainda revelada através dos solos que actores e actrizes propõem ao longo dos meses, no espaço da Fábrica das Artes, no Centro Cultural de Belém.

  • Arte
  • Grande Lisboa

No âmbito das celebrações dos 50 anos do 25 de Abril, Sara Figueiredo Costa leva até à Sala de Exposições da Bedeteca da Amadora “Só Há Liberdade a Sério”, uma exposição de banda desenhada que procura registar as diferentes representações sobre a ideia de “liberdade”. As histórias sobre a liberdade de imprensa, de expressão, de orientação sexual ou de género e resistência a regimes autocráticos percorrem diferentes traços, procurando-se configurar um quadro plural sobre a ideia que associa os direitos à liberdade.

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  • Coisas para fazer
  • Grande Lisboa

Esta exposição de rua, para ver na Trafaria, na Praceta do Porto de Lisboa, reúne 14 painéis com fotografias de Sylvie Dias. A videógrafa e fotógrafa subaquática mergulhou na frente ribeirinha de Almada para registar as comunidades de cavalo-marinhas, que agora vamos poder ver em grande formato. Em Portugal, existem duas espécies de cavalos-marinhos, o cavalo-marinho-de-focinho-comprido (Hippocampus guttulatus) e o cavalo-marinho-comum (Hippocampus hippocampus), que agora vai poder ver em grande resolução.

  • Coisas para fazer
  • Vida urbana

Sensibilizar as famílias para o impacto das abelhas nos ecossistemas. É esta a principal ambição da nova exposição permanente do Jardim Zoológico de Lisboa, que deu lugar também a um novo espaço no Roseiral, na zona de acesso livre. No Jardim das Abelhas, ou Bee Garden, como se lê na placa à entrada, é possível compreender a complexa estrutura social deste insecto e todo o trabalho que desenvolve até à produção do mel, bem como a clara relação de dependência entre o trabalho das abelhas e a reprodução de espécies vegetais que servem de alimento para nós e para outros animais. Dividida em diferentes núcleos, a mostra inclui informações sobre os diferentes estágios de vida da abelha – ovo, larva, pupa e abelha adulta –, a arte e ciência da apicultura – incluindo um exemplar de uma colmeia artificial e de máscaras e outros utensílios necessários à sua manutenção –, ameaças e, claro, boas práticas de conservação.

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  • Coisas para fazer

Quando era criança, Ana Pêgo brincava quase sempre no areal das Avencas, na Parede. Fazia passeios, observava as poças de maré e coleccionava tesouros naturais, que as correntes marítimas tinham transportado até à linha de costa. Ainda sem saber, praticava beachcombing ou, em bom português, a arte de “pentear a praia”. O Verão ainda não chegou, mas tem estado tanto calor que um passeio na praia não nos parece nada mal. Se preferir, também temos sugestões de piscinas naturais em Portugal – mas aí vai ter que praticar outro desporto.

Coisas para fazer com crianças

  • Miúdos

É uma grande injustiça dizer que a palavra museu cheira a mofo. Mas se começou por arrastar os miúdos para uma exposição interminável que interessa apenas a adultos... é bem possível que o programa enfrente uma certa resistência. Não desanime. Um roteiro museológico não tem de ser um programa aborrecido, muito pelo contrário. Fomos à procura dos melhores museus para crianças em Lisboa. Para ir ao passado e ao futuro, sem sair do presente. Há museus que guardam memórias de outros tempos, outros que fazem uso da imaginação. Uns dedicam-se às pinturas, outros às instalações, por vezes até interactivas. Aí estão os melhores museus para crianças em Lisboa.

  • Miúdos

Não é só nas aulas, sentados na carteira, agarrados aos livros e a olhar para o quadro, que eles aprendem História. Há quem conte o passado de Lisboa (e não só) de formas mais originais. Fomos conhecer quatro stôras – ou melhor, mediadoras culturais.

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  • Miúdos

Os miúdos deliram com os anos e os pais gostam de lhes dar uma festa. Mas decidir onde fazer o evento e organizar tudo pode ser uma dor de cabeça. Em parques e museus, com animação e insufláveis, há muito por onde escolher. Tudo depende da disponibilidade, da paciência e do número de zeros na conta bancária dos pais – nesta lista encontra as melhores festas de aniversário para crianças em Lisboa à medida de todos. Afinal, eles esperam 363 dias pela chegada deste dia (o único momento capaz de rivalizar com o aniversário deve ser o Natal...), as expectativas estão ao rubro e o melhor presente que lhes pode dar é uma festa inesquecível.

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