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Sítios para visitar em Benfica: cinco atracções a não perder
Benfica pode ter a maior concentração de marquises de Lisboa, mas também lá viveram marqueses. Conheça os sítios para visitar em Benfica.
Por Editores da Time Out Lisboa
Publicado sexta-feira 3 maio 2019
Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal e Conde de Oeiras, não foi o único marquês a viver em Lisboa. Em Benfica, também havia marqueses, como João de Mascarenhas, o 1.º Marquês de Fronteira, título atribuído como recompensa pelos seus feitos militares na Guerra da Restauração e por ter apoiado D. Pedro II contra D. Afonso VI em 1667-1668. No Palácio dos Marqueses da Fronteira, à beira do Parque Florestal de Monsanto, há muitos painéis a descrever os seus feitos, sobretudo na Sala das Batalhas. Mas há outras atracções na freguesia de Benfica, com ou sem marqueses, como o Museu Cosme Damião, a Quinta da Granja, o Parque Silva Porto e o Jardim Zoológico de Lisboa. Pronto para passear?
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Palácio dos Marqueses de Fronteira
O Palácio dos Marqueses de Fronteira tem uma onda “Sintra em Lisboa” e um dos mais belos jardins do mundo, de acordo com o livro The Gardener’s Garden, da Phaidon. Pode visitar apenas os jardins (6€ por pessoa) ou conhecer o palácio através de uma visita guiada (só de manhã, 10€ com acesso aos jardins). Curiosidade: há torneios de bridge todas as segundas-feiras da quarta semana do mês. “Tratam-se de torneios com características particulares, na medida em que têm um ambiente sério, mas pacífico e bem-educado”, lê-se no site.
Museu Cosme Damião
Muitos museus de clubes não passam de grandes salas de troféus, onde se gastam toneladas de polidor de pratas. Mas o museu do Sport Lisboa e Benfica é uma lição na história do clube, da cidade e até do país. Sabia que em 1960 o Benfica foi campeão nacional de actividades submarinas? E que em 1918 o Benfica recebeu a visita do tenor lírico Tito Schipa? Se tivesse visitado o Museu Cosme Damião, sabia. Há vários filmes, jogos e actividades interactivas, da qual destacamos a atracção final: um simulador de penáltis que vale o preço do bilhete. Obrigatório para quem gosta de futebol, independentemente do clube.
Quinta da Granja
Existe o Parque Urbano da Quinta da Granja, uma zona verde reabilitada em 2009, e uma quinta pedagógica com o mesmo nome. O parque está aberto a todos e é um dos exemplos do “campo na cidade” de que os benfiquenses tanto se gabam. A Quinta Pedagógica tem vários bicharocos amorosos cheios de vontade de receber festas de garotos, mas só abre para visitas escolares ou festas de crianças.
Parque Silva Porto
Existe uma Mata de Benfica e uma Mata de Alvalade. Neste particular, a rivalidade clubística não tem um vencedor. E ainda bem. Em Benfica, este espaço verde também conhecido como Parque Silva Porto é um minipulmão plantado em 1880 que tem parque infantil, zona de merendas e um parque aventura com escalada, rapel e arborismo. Foi inaugurado em 1911 numa das parcelas da antiga Quinta da Feiteira, onde existia uma zona de bosque que rodeava o palácio João Carlos Ulrich. O proprietário seguinte, César José de Figueiredo, doou o terreno à cidade com a condição de o transformar em espaço público de lazer, de acesso livre a todos os que o quisessem visitar.
Jardim Zoológico de Lisboa
Há sempre motivos para visitar o Jardim Zoológico, mas o mais recente (e fofo!) é este: as três novas crias de pinguins-do-Cabo que nasceram no final do ano passado e início deste ano. Os animais são fruto das relações antigas destes animais monogâmicos – no zoo há casais que estão juntos há mais de 17 anos – pelo que esta ida ao jardim é também uma lição sobre as uniões de facto no mundo animal (não, os pinguins não são casados). O resto desta Arca de Noé ao ar livre é igualmente fascinante, e não é preciso ser uma criança obcecada por tigres para apreciar o passeio. Os adultos pagam 22€, as crianças dos 3 aos 12 pagam 14,50€.
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