Coisas para fazer no Porto em Novembro

Se está aborrecido, leia esta lista recheada de coisas para fazer no Porto em Novembro, tintim por tintim. No final, garantimos, vai ficar cheio de ideias
Wire
©DR Wire
Por Editores da Time Out Porto |
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Na Invicta, só se aborrece quem quer, já que há sempre muito a acontecer ao longo do ano. E o penúltimo mês não é excepção. Se não sabe as possibilidades que tem ao seu dispor para animar os dias, não precisa de se preocupar mais, já que lhe reunimos uma série de sugestões nesta lista com coisas para fazer no Porto em Novembro. Aqui, encontra ideias para todo o mês, com uma grande variedade para não se aborrecer. Exposições de fotografia, fóruns onde se debate o futuro e concertos são apenas alguns dos exemplos.

Recomendado: 10 coisas para fazer ao domingo no Porto

Coisas para fazer no Porto em Novembro

1
Mafalda Arnauth
Música, Fado

Mafalda Arnauth

icon-location-pin Museu FC Porto, Campanhã
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A fadista vai cantar canções e contar histórias de 20 anos de carreira.

2
Andrea Motis
©Carlos Pericis
Música, Jazz

Andrea Motis

icon-location-pin Casa da Música, Boavista
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Com sete anos, este pequeno prodígio musical já tocava trompete. Nos verdes anos da adolescência, começou a integrar colectivos de jazz. Tocou ao lado de nomes do jazz mundial como o trombonista Wycliffe Gordon, os saxofonistas Jesse Davis e Dick Oatts e o clarinetista Bobby Gordon. No ano passado, com 22 anos, Andrea Motis editou o primeiro álbum em nome próprio, após várias colaborações com o seu mentor, o baixista Joan Chamorro. Em Emotional Dance, a trompetista e cantora de Barcelona canta com delicadeza standards do jazz e da bossa nova e composições próprias. É um álbum íntimo, pontuado por uma voz de timbre citrino.

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3
Will Samson
©DR
Música, Folk, country e blues

Will Samson

icon-location-pin Auditório de Espinho, Grande Porto
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O músico britânico de ascendência luso-indiana flutua entre uma delicadeza folk e uma electrónica ambiental apaixonada pelas tecnologias analógicas. Welcome Oxygen, o álbum que aqui apresenta, é música de beleza apolínea e de abordagem espartana, com canções que lentamente tomam o seu tempo. Maioritariamente composto em Portugal, o disco documenta as semanas que passou a recuperar de um acidente. Confrontado com sua mortalidade, olhou para dentro e cravou os dedos nas cordas cruas de uma guitarra. Descobriu uma força real em se permitir ser emocionalmente exposto, transbordando de melancolia. A sua música é um sopro de calor mediterrâneo.

4
Peter Murphy
©DR
Música

Peter Murphy

icon-location-pin Hard Club, Flores
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Nas brumas do negrume, os Bauhaus criaram um som que fez repensar a fundo as possibilidades do rock. Celebraram o belo e o grotesco com música que ainda hoje não parece pertencer a este mundo. Sinistro, sepulcral e sombrio, o penetrante barítono de Peter Murphy desafiava a abraçar a dor e o vazio da vida. A primeira encarnação da banda (1978–1983) deixou apenas quatro álbuns, mas passaram as décadas seguintes a influenciar sucessivas gerações musicais. Com a presença em palco do baixista David J, os 40 anos da banda são vividos no Hard Club com um concerto baseado no primeiro disco dos Bauhaus (In The Flat Field, de 1980).

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5
HHY & The Macumbas
©DR
Música

HHY & The Macumbas

icon-location-pin Teatro Municipal do Porto - Rivoli, Santa Catarina
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O maravilhoso e assombroso mundo da música de HHY & The Macumbas desconstrói o jazz e a electrónica, o dub e a cultura soundsystem, com a fertilidade musical de África bamboleando livre na percussão. Este é o segundo registo do colectivo fundado por Jonathan Saldanha, onde orbitam nomes fundamentais da música experimental portuense. A melhor forma de lidar com um disco como este é entregar o corpo às promiscuidades rítmicas conjuradas pelo fogo dos instrumentos e pela malícia da manipulação do som. É música com euforia e êxtase, alimentada da liberdade e do improviso, que se conecta com as forças primordiais e ancestrais dos ritualismos místicos e militares. Beheaded Totem sacia o desejo do abismo.

6
David Fonseca
©David Fonseca
Música, Portuguesa

David Fonseca

icon-location-pin Coliseu Porto, Santa Catarina
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David Fonseca assinala 20 anos de carreira com uma homenagem àquela que é (ainda?) a melhor amiga da música: a rádio. Não há sentimentalismos ou nostalgia num disco que se desenvolve em duas frentes: temas curtos que funcionam como jingles e canções mais convencionais. Os primeiros são pequenos divertimentos que giram à volta de um ritmo ou frase. Nas canções propriamente ditas, temos o David Fonseca clássico, mas atento às tendências dos tops anglo-saxónicos. Como de costume, David compõe, toca e canta tudo, privilegiando a massa sonora de ritmos e teclas, em detrimento das guitarras e alguma respiração.

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7
Emmanuel Nassar
©Emmanuel Nassar
Arte

Trapiocas

icon-location-pin Kubikgallery, Porto
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A vida do Brasil é mostrada na Kubikgallery por Emmanuel Nassar, um artista que começou a expor na década de 80 e
 desde logo mostrou interesse em interligar a arte popular e a erudita, com um piscar de olho pronunciado à pop art e à arte conceptual. Os seus trabalhos têm cores fortes, um polvilhado de ironia e referências aos modos de vida precários, recorrendo a materiais pobres, usados pelo povo na construção das suas soluções diárias. Nassar tem, como se depreende, no quotidiano brasileiro uma constante fonte de referências visuais, sociais e políticas.

8
Alfandega do Porto
© DR
Coisas para fazer

Enóphilo Wine Fest

icon-location-pin Alfândega do Porto, Miragaia
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No Porto, a Enóphilo Wine Fest já vai na terceira edição e, na deste ano, conta com a presença de 40 produtores nacionais, seleccionados para dar a conhecer os seus melhores vinhos - há mais de 300 -, que vai ter a oportunidade de provar e comprar. Decorrem ainda três provas especiais paralelas, cada uma com custo de 25€. A primeira dedica-se aos espumantes blanc de noirs da Kompassus, a segunda às colheitas do Primitivo, da Quinta do Regueiro, e a terceira às colheitas antigas do Czar. Se quiser, já pode comprar o bilhete, que lhe dá entrada no evento, por 10€. Saiba que, se o adquirir no dia da iniciativa, terá de pagar 15€. O Pack Enóphilo dá-lhe acesso a tudo (entrada e provas especiais) por 60€.

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9
Ana Pérez- Quiroga
©Ana Pérez- Quiroga
Arte

¿De que casa eres?

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A apresentação de Ana Pérez-Quiroga, com a obra De Que Casa Eres?, criada em torno de um episódio da história de Espanha, relacionado com o exílio de 2895 crianças na União Soviética aquando da Guerra Civil. Portas abertas até dia 17.

10
Pestana Palácio do Freixo
© Pedro Sampayo Ribeiro
Coisas para fazer

Bairrada no Porto

icon-location-pin Pestana Palácio do Freixo, Campanhã
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As portas do Palácio do Freixo vão estar abertas a todos os que queiram participar neste evento que traz ao Porto o melhor da região vinícola da Bairrada. Duas provas comentadas, uma de espumantes e outra de tintos, às 16.30 e às 18.30, respectivamente, ajudam a completar a iniciativa de acesso gratuito, mas para a qual precisa de comprar um copo que custa 4€.

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11
Lucian Ban & Mat Maneri
©Claire Stefani/ ECM Records
Música, Jazz

Lucian Ban & Mat Maneri

icon-location-pin Yoga Sobre o Porto, Galerias
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O duo de piano e viola (de arco) lançou em 2013 Transylvannian Concert (ECM), um disco de paisagens desoladas e melancólicas, envoltas numa névoa lúgubre e assombradas por blues espectrais, pelo fantasma de baladas jazz e ecos de tradições eslavas e orientais.

12
Joseph Swensen
©DR
Música, Clássica e ópera

Dvorák e Mozart

icon-location-pin Casa da Música, Boavista
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O facto de em 1945 a República Checa (então Checoslováquia) ter sido englobada na esfera de influência soviética, converteu-a, no imaginário da Europa Ocidental, num “país de Leste”, quando, na verdade, toda a história anterior dos checos fora parte integrante da história da Europa Central. Desses vínculos dá conta o programa deste concerto da Orquestra Sinfónica do Porto, com direcção de Joseph Swensen, que acopla a Sinfonia n.º 7 do checo Antonín Dvorák à Abertura da ópera Don Giovanni e à Sinfonia n.º 38 Praga de Mozart. Tal como a fama de Dvorák extravasou as fronteiras do
 seu país e levou a que fosse convidado a compor para instituições britânicas e a apresentar-se na Grã-Bretanha – foi o caso da Sinfonia n.º 7, estreada em Londres em 1885, sob a batuta do compositor – também houve músicos do universo austro-germânico que foram mais acarinhados pelo público checo do que no seu país natal. Foi o caso de Mozart, cuja ópera Le Nozze di Figaro foi tão bem recebida em Praga que o compositor foi convidado a visitar a cidade checa no Inverno de 1786-87, ocasião em que estreou a Sinfonia n.º 38.

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13
JORGE PALMA
©DR
Música, Portuguesa

Jorge Palma

icon-location-pin Casa da Música, Boavista
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O espectáculo Expresso do Outono percorre as várias paisagens eléctricas e acústicas da música.

14
Avishai Cohen
©Andreas Terlaak
Música, Jazz

Avishai Cohen Trio

icon-location-pin Casa da Música, Boavista
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O talento do contrabaixista israelita Avishai Cohen (não confundir com o trompetista
 do mesmo nome) também se ramifica por vários projectos, mas nenhum deles atinge a excelência do seu trio com piano e bateria – postos confiados actualmente a Elchin Shirinov e Noam David (terça 20). Em Gently Disturbed (2008) e From Darkness (2015), o trio gera música atlética e hiperactiva, próxima do jazz-rock e temperada por melancólicas melodias com aromas do Próximo-Oriente.

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15
Scott Matthew
©Michael Mann
Música, Festivais de música

Misty Fest 2018

icon-location-pin Vários locais
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De majestosos cantautores a desconcertantes concertinas, da melancolia ao misticismo, o Misty Fest percorre o país com música que circula pelo mundo.

16
Danças Ocultas
©Alípio Padilha
Música

Danças Ocultas

icon-location-pin Casa da Música, Boavista
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A sedução do som das concertinas continua vivo no novo álbum que os Danças Ocultas mostram no Misty Fest. O quarteto aguedense rumou ao Rio de Janeiro para trabalhar com o compositor e violoncelista Jaques Morelenbaum e cozinhar música instrumental com feições populares e o sabor do Atlântico. Partindo da tradição, recorrem a jogos rítmicos e harmónicos para a reinventar e renovar. Mexem com a imaginação, unindo o folclore, a música clássica e a experimentação moderna. Em palco com o quarteto estará Jaques Morelenbaum no violoncelo, a sua filha Dora Morelenbaum na voz e um convidado ainda por revelar.

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17
Diabo na Cruz
©DR
Música, Portuguesa

Diabo na Cruz

icon-location-pin Coliseu Porto, Santa Catarina
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A banda que electrificou a música tradicional faz de cada concerto uma romaria.

18
Wire
©DR
Música, Punk e metal

Wire

icon-location-pin Hard Club, Flores
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Estiveram à frente do seu tempo, seguiram o seu ritmo e criaram as suas próprias regras. Lideraram a vanguarda do punk e ajudaram o pós-punk a dar os primeiros passos, aliando a rudeza dos acordes a inclinações experimentais. Nos últimos 40 anos continuaram 
a evoluir. Os Wire de hoje são mais enigmáticos e desinibidos, mestres a esculpir ritmos repetitivos, como atesta o álbum Silver/Lead (2017), construído sobre a urgência punk mas ambientado em cenários caleidoscópicos.

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19
Michael Boder
©Alexander Vasiljev
Música, Clássica e ópera

Bruckner e Schoenberg

icon-location-pin Casa da Música, Boavista
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Anton Bruckner começou a trabalhar na sua Sinfonia n.º 9 no Verão de 1887, mal terminou a Sinfonia n.º 8. Porém, a reacção do maestro Hermann Levi, cuja opinião Bruckner muito prezava, à partitura da n.º 8 – “Entendo ser impossível executar a n.º 8 no seu presente estado” – forçou o compositor a desviar a atenção para a revisão desta; e, talvez por esta rejeição ter acicatado a sua crónica insegurança, consagrou meses preciosos a rever também as Sinfonias n.º 2 e 3, só regressando à n.º 9 em 1891. No final de 1894 tinha concluído o III andamento, mas o IV nunca passou de um esboço, pois a doença debilitou-o de tal modo que os seus dois últimos anos
 de vida foram improdutivos. Faleceu a 11 de Outubro de 1896, deixando, supostamente, instruções para que a n.º 9, que via como a sua obra máxima, fosse concluída com o seu Te Deum no lugar do IV andamento em falta. A acoplagem é pouco verosímil e não tem sido seguida, e neste concerto da Orquestra Sinfónica do Porto, com direcção de Michael Boder, os três andamentos da n.º 9 terão a companhia da Sinfonia de Câmara n.º 2, de Schoenberg, obra com uma génese igualmente complicada: foi iniciada em 1906 e concluída em 1939.

20
Demian Cabaud
©David Costa
Música, Jazz

Porta-Jazz

icon-location-pin Porta-Jazz, Baixa
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A Porta-Jazz apresenta concertos em sessão dupla do quarteto WAKO (sábado 3), MATrio (sábado 10), Demian Caubaud Trio (sábado 17) (na foto) e Bison's Big Bang (sábado 24).

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21
Holly Miranda
Música, Folk, country e blues

Holly Miranda

icon-location-pin Hard Club, Flores
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A música da cantautora nova-iorquina é um festim para os sentidos.

22
Idles
©DR
Música, Punk e metal

Idles

icon-location-pin Hard Club, Flores
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O mundo está cada vez mais complicado. Em vez de aceitar que estamos todos lixados, os Idles encontram formas de sorrir diante a dor. No álbum Joy as an Act of Resistance, a banda de Bristol despeja uma valente descarga de humanidade. As palavras de Joe Talbot erguem-se em defesa dos imigrantes em hinos anti-Brexit, incentivam a expressão emocional contra a masculinidade tóxica, expõem a desigualdade de classes e tocam em feridas pessoais. O verdadeiro tesouro está
 na forma como a mensagem
 é entregue, na violência e vulnerabilidade, no ruído como catarse, a esborrachar amor contra o ódio.

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24
Giant Sand
©DR
Música

Giant Sand

icon-location-pin Auditório de Espinho, Grande Porto
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A América e a sua multiplicidade de culturas são a força motriz dos Giant Sand. Ao longo das últimas décadas, Howe Gelb soube rodear-se das pessoas certas para dar vida à genética sonora da banda. Ao fundir a música country, folk, blues e jazz, assinaram uma discografia extensa que desenha o retrato da história norte-americana. Eléctrica ou acústica, encantadora ou estranha, é música apaixonada pela liberdade criativa. Os Giant Sand vão a Espinho celebrar
 o álbum de estreia, Valley Of Rain (1985), que foi regravado este ano. Com mais de 30 anos de experiência e vivências em cima, atacam as canções
 de forma mais encorpada e espontânea, enaltecendo a introspecção e a fantasia das letras de Howe Gelb.


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25
Orquestra Sinfónica do Porto
©DR
Música, Clássica e ópera

Braga Santos e Ravel

icon-location-pin Casa da Música, Boavista
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No 30.º aniversário da morte de um
 dos mais activos sinfonistas nacionais, Joly Braga Santos, a Orquestra Sinfónica acopla a sua Sinfonia n.º 4 a La Valse, de Ravel.

26
Hermia & Helena
© DR
Coisas para fazer, Eventos cinematográficos

Porto/Post/Doc

icon-location-pin Teatro Municipal do Porto - Rivoli, Santa Catarina
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O Porto/Post/Doc acontece em vários espaços da cidade. O Teatro Municipal do Porto - Rivoli, Cinema Passos Manuel, Cinema Trindade, Planetário do Porto, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e Escola das Artes - UCP vão acolher o festival que nesta edição se vai focar no trabalho de Chris Petit e Matías Piñeiro.  

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27
Time Out Discovery Games
Coisas para fazer

Time Out Discovery Games

icon-location-pin Porto, Porto
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Só precisa do telemóvel para partir à descoberta dos recantos do Centro Histórico do Porto e dos Jardins do Palácio de Cristal. Descarregue os Time Out Discovery Games e perca-se no Porto. São dois jogos de descoberta, que permitem avançar no terreno à medida que vai resolvendo pistas, contando com ajudas e lendo sobre retalhos da história. Basta aceder a uma aplicação para poder jogar a qualquer hora. Descarregue os Time Out Discovery Games em www.secretcitytrails.com. 21€ para um grupo de 2 a 5 pessoas.

28
Fotografia da exposição 'Recent Work', de Mark de Paola
© Mark de Paola
Coisas para fazer

Recent Work

icon-location-pin Leica Gallery Porto, Baixa
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Recent Work é uma exposição de fotografia que se instalou a 13 de Outubro na Leica Gallery Porto, e que por lá se deixa ficar até 5 de Janeiro. O norte-americano Mark de Paola é o responsável pela mostra que inclui retrato, nu, paisagem e objectos inanimados, e na qual narra “as memórias, os sentimentos e as impressões sobre pessoas, lugares e objectos que conheceu", segundo informações no site da galeria. A série, que resulta de um trabalho de vários anos, não só convida “a deixar para trás o quotidiano e a viajar” com o artista, como “provoca o público a projectar significados nas suas formas visceralmente marcantes, desfocadas e saturadas”. 

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O trabalho de Robert Mapplethorpe vai estar em Serralves
©DR
Arte

Robert Mapplethorpe

icon-location-pin Fundação de Serralves, Porto
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Robert Mapplethorpe é uma das mais influentes figuras da fotografia contemporânea. Concebida em parceria com a Robert Mapplethorpe Foundation e com curadoria a cargo de João Ribas, Serralves recebe uma retrospectiva, em grande escala, da obra de Mapplethorpe (Nova Iorque, EUA, 1946 — Boston, EUA 1989). Retratos, naturezas mortas e nus eróticos serão alguns dos temas que por lá vai encontrar.

30
Visitar os trabalhos de Anish Kapoor, em Serralves, é apenas uma das coisas que pode fazer este fim-de-semana
©DR
Arte

Anish Kapoor

icon-location-pin Fundação de Serralves, Porto
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O Verão trouxe Anish Kapoor (Bombaim, India, 1954), um dos mais proeminentes escultores da actualidade, ao Porto. Kapoor, que vive em Londres, alcançou reconhecimento internacional enquanto membro da geração de novos escultores britânicos dos anos 1980, pelas suas esculturas a uma escala monumental. Um dos seus trabalhos mais icónicos é a Cloud Gate, em Chicago. O seu trabalho estará exposto no parque e no museu, e vai poder admirar peças nunca antes mostradas ao público.

Outras sugestões

Teleférico Gaia
©Marco Duarte
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As melhores coisas para fazer sozinho no Porto

Às vezes não há como uma tarde, ou mesmo um dia inteiro, sem ninguém por perto. É para esses dias que esta lista das melhores coisas para fazer sozinho no Porto dá jeito. E acredite: com tanta coisa para ocupar o tempo e a mente não vai sentir falta de companhia nenhuma.

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Afurada de Cima
© João Saramago
Coisas para fazer

Seis coisas para fazer na Afurada

Casas coloridas cobertas de azulejos recebem o sol a pique pela manhã e o cheiro a peixe fresco grelhado abre o apetite para um almoço farto. A Afurada é isto mas é muito mais: leia o que se segue e descubra seis coisas obrigatórias para fazer quando lá for.

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