Os melhores restaurantes de carne no Porto

Bifes, costeletões, peças argentinas e arouquesas – opções para carnívoros não faltam na cidade. Conheça os melhores restaurantes de carne no Porto

© João SaramagoBlack Angus, do Terminal 4450

Seja para quem não vive sem um bom naco ou para quem só devora uma posta de vez em quando, na cidade não faltam alternativas para lhe satisfazer o apetite. Aqui estão os melhores restaurantes de carne no Porto.

Os melhores restaurantes de carne no Porto

1

RIB - Beef & Wine

É um dos melhores espaços da cidade para comer carne. E o nome não deixa margem para dúvidas. Rib de costela e de (Rib)eira, local onde está instalado. O entrecôte sem osso – “corresponde à parte que vai da 5ª à 10ª costela ao largo da espinal medula”, como explica o chef Rui Martins – é grelhado em carvão vegetal. Pode pedir a versão mais leve (150 g) ou a dose mais a sério (250 g). Em qualquer dos casos, é servido com manteiga Café de Paris, tomate assado, confit de cebola com vinho do Porto e variações de flor de sal. O molho – aioli, barbecue, bearnês, chimichurri, cogumelos, pimenta ou Roquefort –, e os acompanhamentos – puré de batata com trufa, arroz de grelos e chouriça de cebola ou chips de batata — são à parte. Também têm vazia maturada, t-bone, RIB Eye e outras variedades. É só escolher.

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Ribeira
2

Terminal 4450

Quando entrar neste terminal (perdão, quando fizer check-in) vai dar de caras com um espaço sobre o Porto de Leixões onde as as salas privadas para grupos são contentores e as ementas passaportes. Entusiasmado? Então espere para ver a carta. Costoletão, alcatra maturada, Black Angus, lombo de boi – sim, estamos numa steakhouse – e as inovadoras costelinhas de boi (que das de porco já está o mundo cheio). Cozinhadas a vácuo durante algumas horas e finalizadas no grelhador, podem ser servidas com batata frita, batata a murro, arroz de estrugido, esparregado, salada, feijão preto, coleslaw, palitos de polenta frita, Portobello grelhados ou anéis de cebolada.

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Leça da Palmeira
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3

LSD Largo São Domingos

Carne, carne, carne. Não é obsessão nossa. É o nome de um dos pratos do LSD – Largo de São Domingos que, não sendo um restaurante de carne, é um restaurante para comer um maravilhoso prato de carne. A triplicar. No primeiro acto chegam à mesa umas bolas de carpaccio recheadas com queijo creme fumado, pinhões e ceboletos servidos com água de coentros e pão crocante negro (e vai uma!). Mas há mais: o tártaro de novilho vem depois, temperado com alcaparras, cornichons, chalotas e mostarda da casa. Acompanha com tostas muito finas de pão (duas!). O bife da vazia (400 g de carne) toma conta do segundo acto e traz batatas fritas, salada, mostarda e o jus da carne (três!). Três pratos, dois actos e um amor para a vida.

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Flores
4

Traça

O Traça é um verdadeiro santuário para quem não dispensa um bom naco. E já que falamos em bons nacos, não podemos deixar de lado o famoso costeletão de charolês. São 600 g de carne – dá para duas pessoas (ou três se comerem entradas) – vinda das Astúrias, que, devido à gordura, tem um sabor mais intenso. A maturação (curta, às vezes não chega aos 15 dias) também ajuda. É grelhada sem truques e servida com salada e batatas fritas aos palitos. Para os fãs de carne num registo mais leve há o carpaccio de lombo de veado, uma entrada fresca mas carnívora como se quer.

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Flores
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5

Belos Aires

É impossível falar de carne e não incluir a Argentina na equação. No Belos Aires, um restaurante luso-argentino, a carne tem um papel de relevo. Além dos pratos de carne tradicionais e mais voltados para a cozinha portuguesa – também os há –, são os três melhores cortes argentinos, feitos no grelhador, que fazem mais sucesso: colita de quadril, de uma zona perto do rabo, ojo de bife e bife de chorizo, dois cortes “perto do cachaço”, como explica o chef Mauricio Ghiglione. O bife de chorizo, na foto, tem uma gordura lateral que lhe dá sabor. Para “sentir as suas características” a peça deve ter um peso “acima das 300 gramas” e deve sempre ser servida mais “mal passada”.

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Baixa
6

Reitoria

Trabalhar a carne como gente grande não é para todos mas é uma missão diária da equipa do Reitoria. Um dos pratos com mais sucesso é o Tomahawak maturado durante 28 dias. Falamos de 1,2 kg de carne. Não é para meninos. A dose dá para três pessoas e, segundo Frederico Azevedo, dono, é uma peça “ideal para grelhar” por ser uma carne “com alguma gordura infiltrada”. Acompanha bem com umas batatas fritas e um esparregado, dois clássicos. O molho bearnês e o chimichurri também são boas opções para rematar e cortar a gordura.

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Baixa
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7

Carne Arouquesa

Neste restaurante não há pratos gourmet nem doses para partilhar. Há, por outro lado, um bife de carne arouquesa à moda de Alvarenga e uma vitela assada no forno de fazer chorar (de alegria) as pedras da calçada.

 

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Baixa
8

Vinum

Aqui come-se boa carne. Isso é ponto assente. Na carta de Verão pode experimentar o leitão com pêssego, o magret de pato com foie gras e os pratos de vaca velha de Trás-os-Montes como o bife tártaro, o rabo de boi estufado e o costoletão.

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