Loops.Lisboa

Arte, Filme e vídeo
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Loops.Lisboa
©Pedro Branco

Para além do cinema e da videoarte, o loop é, ele próprio, uma ferramenta artística, pelo menos para o festival que chega à sua recta final, já na quarta-feira. Mais de 130 candidaturas depois, a segunda edição do Loops.Lisboa, uma das partes do grande bolo que é a programação do Temps d’Images, apresenta os três vídeos finalistas, numa exposição no Museu do Chiado. A open call foi feita a artistas portugueses e não só, sempre com o objectivo de puxarem pela criatividade e porem o loop a trabalhar. Patrícia Almeida, Pedro Vaz e Tiago Rosa-Rosso ficaram com o pódio, escolhas de um júri que inclui o artista americano Garry Hill, precursor da videoarte.

Por Mauro Gonçalves

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