ZdB
© Ana Luzia

Crítica

Zé dos Bois

4/5 estrelas
  • Arte | Galerias
  • Bairro Alto
  • Recomendado
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A Time Out diz

Lisboa não seria a mesma sem a Zé dos Bois. Não é um exagero retórico, é um facto. O trabalho de programação e curadoria ali desenvolvido ao longo de mais de uma década por sucessivos programadores foi decisivo para abrir Lisboa a outras músicas, e a sala do Bairro Alto continua a ser absolutamente essencial. É a principal sala de música alternativa e exploratória da cidade, criada por um colectivo de artistas em 1994. Desde então, servem-se copos, há eventos no terraço, e o aquário mais famoso da cidade continua a mostrar por que razão se mantémd e pedra e cal como o aquário mais famoso da cidade. 

Detalhes

Endereço
Rua da Barroca, 59
Lisboa
1200-047
Transporte
Metro Baixa-Chiado. Bus 758
Horário
Seg-Ter 22.00-03.00, Qua-Sab 18.00-03.00

Novidades

Bruscky em Brusque

A ZDB inaugura esta antologia de Paulo Bruscky (1949, Recife), um dos pioneiros da arte conceptual do Brasil, que se manifesta desde a década de 1970 nas relações entre arte, comunicação e tecnologia. Entram no seu trabalho poesia visual e sonora, performances, livros e filmes de artista, xerox arte e fax arte, instalações, intervenções urbanas, e dos novos media. O tecnológico de outras eras, hoje quase visto como manual. A sua obra é caracteristicamente semiótica, privilegiando as significações não-literais, acasos e coincidências como bases para a criação. Tal como aconteceu no início dos anos 1980, quando viajou à cidade de Brusque, no estado de Santa Catarina, apenas atrás do acaso da quase-homonímia. Manipulou postais, fotografou placas informativas, sinaléctica e elementos da cidade. Tudo isto foi “Bruscky em Brusque”, num vínculo entre o acaso e a lógica.
  • Arte contemporânea
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