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Casa Fernando Pessoa

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A Time Out diz

Não, foi a primeira, nem a segunda casa do poeta. Mas foi a última. A morada de Fernando Pessoa, para onde se mudou em 1920, fica num prédio adquirido na década de 80 pela Câmara Municipal de Lisboa que na sua posse tinha parte relevante do espólio pessoano. Como a cómoda que fazia parte do quarto de Pessoa ou a estante onde guardarva os seus livros. Depois de ter estado fechada durante um ano para obras no edifício, a casa reabriu no Verão de 2020 com uma área expositiva maior, dividida pelos três pisos. A exposição começa com um núcleo dedicado aos heterónimos de Pessoa, o segundo acolhe a biblioteca pessoal do poeta e uma zona de exposições temporárias, e, por último, o primeiro piso recria o apartamento de Fernando Pessoa exatamente naquele espaço. Este núcleo é mais biográfico e é onde estão expostos documentos como o bilhete de identidade, o contrato de arrendamento do apartamento, objectos pessoais e até a folha onde escreveu a célebre frase "I know not what tomorrow will bring". A Casa Fernando Pessoa renovou também a biblioteca do espaço dedicada ao poeta e à poesia, e deslocou o auditório para o piso térreo para poder funcionar independentemente da Casa. 

Escrito por
Renata Lima Lobo

Detalhes

Endereço
Rua Coelho da Rocha, 16-18
Lisboa
1250-088
Transporte
Metro Rato
Horário
Seg-Sáb 10.00-18.00

Novidades

Pessoas com relações com Pessoa

Na Rua Coelho da Rocha 16-18, Pessoas com relações com Pessoa, da autoria do investigador, professor e fotógrafo auto-didacta Pedro Matos Soares e do poeta e investigador Carlos Pittella, habita agora o espaço da sala de exposições temporárias. Para esta exposição, fotografaram-se leituras não-ensaiadas e procurou fixar-se momentos de encontro do poema na voz de quem o lê.

No Velho Mar Sempre o Homérico, ó Ulisses!

Num complemento à exposição patente no Atelier-Museu Júlio Pomar, Os Livros de Júlio Pomar – Itinerância da Leitura, Escrita, Pintura, a Casa Fernando Pessoa mostra desenhos do artista na exposição No Velho Mar Sempre o Homérico, ó Ulisses!, verso do poema de Álvaro de Campos. São mostrados doze dos desenhos que Júlio Pomar fez para a edição, bilingue, do livro Odes Marítimas/Odes Maritimes (publicado em 1997, edição conjunta Assírio & Alvim/Casa Fernando Pessoa/Chandeigne). Os desenhos fazem parte do acervo da Casa Fernando Pessoa desde 1998.

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