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Centro Cultural de Belém

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Mercado Novos e Usados do CCB
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A Time Out diz

O projecto do italiano Vittorio Gregotti e do português Manuel Salgado dá espaço a exposições temporárias e, desde 2006, à colecção Museu Berardo, e ainda às artes performativas, do teatro à ópera, não esquecendo a dança.

Detalhes

Endereço
Praça do Império
Lisboa
1449-003
Transporte
BUS 714, 727, 728, 729, 751. Eléctrico 15
Horário
Seg-Sex 08.00-20.00, Sab-Dom 10.00-18.00

Novidades

Ou o desenho contínuo

A abertura do MAC/CCB fica marcada por duas exposições temporárias, ambas patentes até dia 10 de Março. “Ou o desenho contínuo” marca a chegada da Colecção Teixeira de Freitas a Belém. São 111 desenhos organizados em oito núcleos, também no piso -1. Debruçados sobre temas como a arquitectura, o corpo, a natureza e a prática artística em si, podem muito bem surpreender os visitantes pela interactividade ou pelo formato, nem sempre estático ou bidimensional.

Manel Cruz

  • Portuguesa

É um dos melhores artesãos de palavras e mais desafiantes autores da música popular portuguesa. As canções que escreveu e cantou com os Ornatos Violeta fizeram dele um artista de culto e o trabalho posterior com os Pluto, Foge Foge Bandido e Supernada ajudou a cimentar a sua lenda. Apresenta-se a solo, com um novo disco na calha.

Ciclo Formas de Ler - Caminho para a Liberdade

No ano em que se assinala o 50.º aniversário da Revolução de 1974, o Centro Cultural de Belém promove um ciclo de leitura focado no conceito de liberdade, a falta dela e a forma como a vivemos. Com orientação da crítica literária Helena Vasconcelos e primeira sessão marcada para 7 de Março, a proposta é começar por revisitar os acontecimentos de há cinquenta anos, com Revolução, o romance de Hugo Gonçalves que acompanha esses tempos de exaltação, bem como o tudo o que se seguiu na construção da nossa democracia. Seguem-se várias análises sobre os traumas ligados à escravatura, com A Estrada Subterrânea, de Colson Whitehead (14 Mar); ao vício, com O Jogador, de Fiódor Dostoiévski (4 Abr); à falta de liberdade provocada pelo totalitarismo, com História de uma Serva, de Margaret Atwood (18 Abr); pela incapacidade física, com As Primas, de Aurora Venturini (9 Mai); e pela pressão da religião numa comunidade, com Se o disseres na Montanha, James Baldwin (23 Mai). A participação custa 7€ por sessão ou 33€ o conjunto.

Hélio Morais

Hélio Morais estreou-se a solo em 2021, com o nome MURAIS e um álbum homónimo. Três anos depois, o baterista dos Linda Martini e dos PAUS apresenta as canções portuguesas, mas abertas ao mundo, de Pisaduras, o segundo álbum a solo e primeiro em nome próprio. No CCB.

Belém Soundcheck

O novo festival Belém Soundcheck vai realizar-se de dois em dois anos, no Centro Cultural de Belém, e açambarca múltiplas músicas e géneros. A primeira edição realiza-se entre 21 e 24 de Março e tem um par de nomes que se destacam a sério: Patti Smitth e Tirzah, ambas confirmadas para dia 23. O cartaz inclui ainda artistas como Camané e Maria João, a 21 de Março; Il Giardino Armonico e Amaro Freitas, a 22; e a Kremerata Baltica, no encerramento, a partir das 17.00 de dia 24.

Pérola Sem Rapariga

Esta é a primeira de duas criações que compõem Díptico, um projecto que resulta do encontro entre a encenadora Zia Soares e a escritora Djaimilia Pereira de Almeida. Partindo de uma leitura livre de Voyage of the Sable Venus and Other Poems, da poeta americana Robin Coste Lewis, e do arquivo fotográfico de Alberto Henschel, explora-se a natureza da relação entre a superfície do corpo e aquilo que sobre ele somos capazes de dizer. Em palco, com Filipa Bossuet e Sara Fonseca da Graça, o artista visual Kiluanji Kia Henda intervém com a instalação de possíveis direcções para o conflito entre o corpo e os modos mais ou menos opressivos de o representar. Centro Cultural de Belém. 24-26 Mai, Sex 21.00, Sáb-Dom 19.00. 10€-15€

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