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Concertos, exposições, ciclos, conferências, e ainda o serviço educativo e a livraria a complementarem a oferta da Culturgest, centro cultural situado no edifício-sede da Caixa Geral de Depósitos, que remonta a 1992.
Com curadoria de Bruno Marchand, esta é a primeira exposição individual de Sara Graça num espaço com o peso institucional da Culturgest. Em "Boa Good Sorte Luck", a artista percorre diferentes meios e disciplinas artísticas, com trabalhos extremamente influenciados pela sua experiência quotidiana. A exposição "reflecte os interesses e as preocupações de uma geração que cresceu com todo o acesso à informação, mas que tem cada vez mais dificuldade em alcançar coisas básicas como habitação ou segurança social", segundo se lê no descritivo.
Os desenhos de projecto de Carlos Nogueira, sobretudo na passagem para os anos 80 do século passado, foram reunidos numa exposição. Com curadoria de Bruno Marchand, esboços, cardernos, pautas e folhas de agenda formam um acervo que permite olhar para a obra do artista português de um outro prisma.
O trabalho da alemã Alexandra Bircken é exercício constante de justaposição entre corpo humano e máquina. Na Culturgest, apresenta um conjunto de obras, criadas durante as últimas duas décadas, incluindo algumas criadas especificamente para esta exposição. "As suas esculturas surgem como presenças híbridas cuja verticalidade, forma, escala e volume sugerem corpos (ou partes deles) análogos aos nossos, estabelecendo connosco ora relações de identificação, ora de diferença", esclarece o descritivo da exposição. Também através da colagem, a sua técnica de eleição, levanta questões relacionadas com a identidade, a fragilidade e as limitações do indivíduo. A curadoria é de Bruno Marchand e Selma Meuli.
Há uma rede de ténis, um painel de avaliação e apitos. Está montado o palco para uma competição que nunca se realizará. Reivindicando a herança dos carnavais da sua infância em Cabo Verde, Marlene Monteiro Freitas subverte as regras. Canine Jaunâtre 3 torna-se um jogo indisciplinado, onde 17 jogadores-intérpretes, com dorsais com o mesmo número 3, corpos autómatos com rostos de desenhos animados, são sujeitos a regras contraditórias. Para ver na Culturgest até 25 de Janeiro, sábado às 19.00 e domingo às 17.00. O bilhete custa 20€.
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Figura incontornável da música avant-garde, a vocalista, compositora e pianista norte-americana, Diamanda Galás, vem a Lisboa fazer um concerto na Culturgest, a 11 de Fevereiro de 2026. A artista é conhecida pela sua voz inconfundível, capaz de cruzar o grito e a prece num mesmo fôlego, transformando cada actuação num ritual sonoro de exorcismo e redenção. Em palco, apresenta um repertório que atravessa décadas de experimentação e confrontação, numa altura em que lança duas novas obras: a reedição de You Must Be Certain of the Devil (1988) e De-formation: Second Piano Variations, gravado ao vivo em Paris. Mais de quarenta anos depois de iniciar uma carreira que nunca cedeu a convenções, Galás continua a explorar os limites entre o sagrado e o profano, a dor e a beleza.
Uma das bandas mais influentes do rock alternativo norte-americano está de volta a Lisboa para apresentar Touch, o mais recente trabalho e o único em quase uma década. Protagonistas do post-rock desde os anos 90, a banda de Chicago ajudou a redefinir os limites da música instrumental, cruzando rock, electrónica e heranças do krautrock com rigor quase científico.
Rock e indie
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