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©João Carvalho
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A Time Out diz

Concertos, exposições, ciclos, conferências, e ainda o serviço educativo e a livraria a complementarem a oferta da Culturgest, centro cultural situado no edifício-sede da Caixa Geral de Depósitos, que remonta a 1992.

Detalhes

Endereço
Rua Arco do Cego, Edifício Sede da CGD, 50, 1.º
Lisboa
1000-300
Transporte
Metro Campo Pequeno
Horário
Ter-Sex 11.00-18.00, Sáb-Dom 11.00-19.00

Novidades

Freetown

Nascido no Malawi em 1975, Samson Kambalu radicou-se no Reino Unido no início da década de 2000. Foi quando apresentou um conjunto dos seus filmes Nyau na Bienal de Veneza, em 2015, que o seu trabalho ganhou destaque internacional. Nesta exposição com curadoria de Bruno Marchand, que é a primeira do artista malawiano em Portugal, encontramos alguns dos trabalhos de Kambalu, que fazem uma tradução entre o universo africano e o ocidental através de um olhar que procura desmontar alguns dos mitos mais enraizados da atividade artística e intelectual da contemporaneidade.

Sensible Soccers

  • Rock e indie

A ideia parece que era antiga, e concretizou-se em 2021, quando se assinalavam 90 anos sobre a estreia de Douro, Faina Fluvial. Os Sensible Soccers pegaram no filme mudo com que Manoel de Oliveira se apresentou em 1931 e criaram-lhe uma banda sonora à medida. Mais tarde, fizeram o mesmo com O Pintor e a Cidade (1956), outra curta metragem documental do realizador portuense. Da soma das duas peças nasceu o projecto Manoel, entretanto transformado no quarto disco do trio, em que a música vive por si, sem o apoio das imagens que a inspiraram. Esta noite na Culturgest dá-nos a hipótese de assistir à obra tal como ela foi pensada, em formato cine-concerto.

Emma Ruth Rundle

  • Folk, country e blues

Eis Emma Ruth Rundle como ainda ninguém por cá a viu: sozinha ao piano. Sem banda nem a eletricidade rock do costume, a cantautora californiana dá um concerto baseado no seu quinto álbum, Engine of Hell, lançado em Novembro. O disco é uma colecção de oito canções em que memórias e feridas de juventude, a perda e a solidão são temas recorrentes. Ela própria diz que é o disco emocionalmente mais denso e conceptualmente mais pesado que já fez — o que no seu caso não é dizer pouco — e a ideia deste concerto é despir essas canções ao seu mínimo essencial (na versão de estúdio, ainda que com arranjos minimais, escutam-se outros instrumentos e vozes) e oferecê-las numa espécie de confissão íntima. A noite promete, mas não se adivinha que alguém saia dali a rir.

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