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Fundação Calouste Gulbenkian

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Fundação Calouste Gulbenkian
Fotografia: Ricardo LopesJardins da Gulbenkian
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A Time Out diz

Muito temos que agradecer ao senhor Calouste Gulbenkian. Enquanto mecenas criou uma das maiores estruturas lisboetas no que à promoção da arte diz respeito. Inaugurada em 1969 a Fundação Calouste Gulbenkian tem um jardim que se tornou um dos símbolos da capital, como lugar de descanso e leitura. Recebe concertos (quase sempre de música erudita ou de jazz), tem um museu dedicado à arte contemporânea, auditórios, bibliotecas, até tem uma orquestra.

Detalhes

Endereço
Avenida de Berna, 45 A
Lisboa
1067-001
Transporte
Metro São Sebastião. BUS 716, 718, 726, 742, 746, 756

Novidades

O Tesouro dos Reis - Obras-Primas do Terra Sancta Museum

As peças da mais recente exposição do Museu Gulbenkian viajaram de Jerusalém até Lisboa. “O Tesouro dos Reis - Obras-Primas do Terra Sancta Museum” reúne uma centena de obras – muitas são provenientes do Terra Sancta Museum, e foram previamente doadas por reis a Jerusalém, e cerca de 40 foram alvo de conservação e restauro. A exposição pode ser visitada entre 10 de Novembro e 26 de Fevereiro de 2024, incluindo uma programação com visitas guiadas, com curadores e convidados, e oficinas para crianças, adultos e famílias.

As Mulheres de Maria Lamas

Maria Lamas foi jornalista, escritora e tradutora e uma voz sempre presente na defesa dos direitos das mulheres durante a ditadura, o que a levou por três vezes à prisão, em 1949, 1951 e 1953, e ao exílio em Paris, de 1962 a 1969. A sua obra mais conhecida, já mais etnográfica do que jornalística, As mulheres do meu país, é um documento precioso do que era ser mulher, de norte a sul do país, nesse período. É aqui que surge a Maria Lamas fotógrafa, mas a sua obra permanece basicamente desconhecida em Portugal. Jorge Calado, que tem combatido esta invisibilidade, é o curador de “As Mulheres de Maria Lamas”, onde se pode ver uma seleção de 67 das suas fotografias, maioritariamente provas de época, de pequenas dimensões, entre 8x6 cm e 14x18 cm, e também algumas ampliações.A mostra, em exposição no átrio da Biblioteca de Arte Gulbenkian, inclui ainda objectos pessoais de Maria Lamas, exemplares de primeiras edições de livros e provas da época de outros fotógrafos com fotos publicadas em As mulheres do meu país. O catálogo apresenta as fotografias da exposição, cada uma em página inteira, e textos de Jorge Calado, Alexandre Pomar, Raquel Henriques da Silva e Alice Vieira.

Um nome para o que sou

  • Eventos cinematográficos

Um nome para o que sou é um filme sobre o livro As mulheres do meu país, de Maria Lamas, em que a realizadora Marta Pessoa e a escritora Susana Moreira Marques procuram compreender que livro é este e o que nos pode dizer hoje, 70 anos depois. Entre 1947 e 1949, a escritora Maria Lamas percorreu o país para dar a conhecer a realidade em que viviam as mulheres portuguesas. Nesta sessão de dia 21 de Fevereiro, às 18.00, o filme será seguido de uma conversa sobre Maria Lamas e o seu livro, com a participação deMarta Pessoa, a realizadora, e Susana Moreira Marques, a argumentista, e ainda de Jorge Calado, o curador da exposição "As mulheres de Maria Lamas", que pode ser vista na Fundação Gulbenkian até 27.05.2024. Auditório 3, Fundação Calouste Gulbenkian. 21 Fev (Qua) 18.00, 10 Mar (Dom) 18.00 e 10 Abr (Qua) 18.00. Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete duas horas antes do início da sessão.

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