


Muito temos de agradecer ao senhor Calouste Gulbenkian. Enquanto mecenas criou uma das maiores estruturas lisboetas no que à promoção das artes diz respeito. Inaugurada em 1969, recebe concertos, tem um museu dedicado à arte contemporânea, auditórios, bibliotecas e uma orquestra, entre outras valências. Como à arte não pode faltar natureza, os arquitectos Gonçalo Ribeiro Telles e António Viana Barreto desenharam um jardim que se tornou um dos símbolos da capital, como lugar de descanso, contemplação, percurso e leitura. Em 2025, o espaço junto ao Centro de Arte Moderna (CAM) reabriu renovado sob o projecto do paisagista Vladimir Djurovic, que colaborou com o responsável pela renovação do CAM, o japonês Kengo Kuma.




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