Fundação Calouste Gulbenkian

Atracções São Sebastião
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Museu Calouste Gulbenkian
© Lydia Evans / Time Out

Muito temos que agradecer ao senhor Calouste Gulbenkian. Enquanto mecenas criou uma das maiores estruturas lisboetas no que à promoção da arte diz respeito. Inaugurada em 1969 a Fundação Calouste Gulbenkian tem um jardim que se tornou um dos símbolos da capital, como lugar de descanso e leitura. Recebe concertos (quase sempre de música erudita ou de jazz), tem um museu dedicado à arte contemporânea, auditórios, bibliotecas, até tem uma orquestra.

Publicado:

Nome do local Fundação Calouste Gulbenkian
Contato
Endereço Avenida de Berna, 45 A
Lisboa
1067-001
Transporte Metro São Sebastião. BUS 716, 718, 726, 742, 746, 756
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  • Quarta-feira 21 Novembro 2018 - Segunda-feira 4 Fevereiro 2019
  • Clássica e ópera Quinta-feira 22 Novembro 2018 - Sexta-feira 23 Novembro 2018
  • Clássica e ópera Sábado 24 Novembro 2018 - Domingo 25 Novembro 2018
  • Clássica e ópera Segunda-feira 26 Novembro 2018
  • Clássica e ópera Domingo 2 Dezembro 2018
  • Quarta-feira 23 Janeiro 2019
  • Fado Sexta-feira 25 Janeiro 2019
  • Clássica e ópera Segunda-feira 25 Fevereiro 2019 - Quarta-feira 6 Março 2019
  • Clássica e ópera Quarta-feira 27 Março 2019
  • Clássica e ópera Domingo 5 Maio 2019
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Tastemakertastemaker

Se o que desejam é calma e paz, aqui encontram tudo isso. Têm os jardins onde podem ler, conviver e conversar com os amigos ou simplesmente desfrutar da natureza. Um espaço mágico de descontração no meio da cidade. Excelente para contemplar a natureza e fazer uma visita ao museu da fundação. 


Dos meus jardins preferidos em Lisboa, se não o preferido. No meio da cidade permite esquecer-nos da lufa-lufa quotidiana, pois isola-nos completamente desta realidade. Se não fossem os aviões a passar bem perto e a acordarem-nos para a vida, dava para acreditar que estávamos no meio campo.


Um dos meus sítios favoritos em Lisboa. Continua a ser um dos locais mais bonitos e calmos na cidade e podemos encontrá-lo logo no centro da cidade. É um espaço bem cuidado, limpo, e super agradável- Tem um auditório ar livro, onde ocorrem vários espéctaculos, e tem ainda vários outros auditórios com exposições variadas. Quem não tem queda para a arte, pode sempre ir lá estudar ou ler um bom livro (tem uma boa biblioteca, com muita oferta!), beber alguma coisa quente num dos cafés que vão lá surgindo e se mesmo assim nada disto for para si: pode apenas sentar-se na relva e apreciar um dos poucos sítios silenciosos e puros que a nossa Lisboa ainda tem.


Nunca se perde um dia por aqui. Mas pode-se ganhar um dia inteiro na Gulbenkian, entre os jardins, exposições ou eventos. O auditório ao ar livre é sempre apelativo  com ou sem concertos (onde costumo aproveitar para fumar um cigarro pensativo). Até ao fim do mês não percam a exposição retrospectiva dedicada a José Escada! 


Depois usado os exteriores para treinar para as frequências da universidade sem lhes ter dado a devida atenção, redescobri os jardins da Gulbenkian quando lá fui comer um gelado do chef Bertílio Gomes. São incríveis, enormes, um coração verde no meio de Lisboa. Gosto também de passar pela livraria (apesar de me fazer voltar aos tempos de estudante), com obras bem originais. 


"O meu amor é verde", cantou um dia Natália de Andrade. As palavras da cantora lírica ecoam nos nossos ouvidos por todo o Jardim da Gulbenkian. As palavras, repito, e não a voz. Isso é toda uma outra história.


Gosto de ir passear aos jardins com o meu neto e mostrar-lhe um dos ingredientes essenciais do arroz de pato. Tenho saudades, no entanto, do formigário que houve lá em tempos.