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Paz à alma do grande ulmeiro

Escrito por
Inês Garcia
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A grandiosa árvore que dava as boas-vindas aos visitantes da Fundação Calouste Gulbenkian morreu na última semana, vítima de grafiose do ulmeiro. A árvore tinha mais de 50 anos e não resistiu à doença que nos anos 1980 já tinha dizimado a mata de ulmeiros que existia na zona poente do jardim. Já foi removida e vai ser substituída “em breve” por uma árvore jovem.

A grafiose é uma doença provocada pelo fungo ophiostoma novo-ulmi e afecta grande parte destas árvores, sobretudo as que vivem nas cidades, explica a Gulbenkian numa nota publicada no site. Espalha-se, sobretudo, por escaravelhos, como o Scolytus scolytus. “As árvores ainda vivas no Jardim Gulbenkian foram as que conseguiram resistir durante mais tempo a esta doença europeia”, acrescentam.

 Os ulmeiros são árvores de grande porte, originárias da Europa, norte e oeste da Ásia e do norte da América. Têm uma copa ampla, ovalada, folhas alternadas e assimétricas e um tronco rugoso castanho escuro.

 A Gulbenkian vai limpar a área e plantar outro ulmeiro jovem – diz a botânica que estas árvores podem chegar aos 500 anos. É esperar que o bicho esteja morto.

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