Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Preencha a agenda de Setembro com o Lisboa na Rua
Notícias / Vida urbana

Preencha a agenda de Setembro com o Lisboa na Rua

novo cais do sodre
Fotografia: Arlindo Camacho

Lisboa é menina, moça e em Setembro anda na rua a dar que fazer aos alfacinhas.

A chamada é geral e para todos os que gostam de viver a cidade ao máximo. Setembro está mesmo aí à porta e, para que não lhe falte nada, traçamos já o plano das festa do Lisboa na Rua para esse mês de rentrée.

Comece pelo início, como deve de ser, com a 8.ª edição d’A Arte da Big Band. Arranca logo no dia 1 de Setembro, apresenta seis concertos de seis orquestras em seis locais diferentes, e é sempre de entrada livre. Estes fins de tarde vão embalá-lo ao som do jazz nos dias 1, 8, 15, 22, 23 e 29 Setembro.

Pela Travessa da Ermida, no dia 2, o projecto Vicente volta para a rua, este ano com o lançamento de um livro e intervenções artística de Add Fuel e Dominik Lejman.

 

A Arte da Big Band

 

O CineCidade (2, 9, 16, 23 e 30 de Setembro), no Jardim do Palácio Pimenta – Museu de Lisboa, oferece-lhe cinco noites de cinema ao ar livre. Também no dia 2, o coreto de Carnide é ocupado pelo Kiosquorama, um festival gratuito e itinerante que começou nos coretos dos jardins parisienses e que se faz em Lisboa já há quatro anos. Este ano vai abraçar novos artistas da cena musical francesa e Dj portugueses. O Largo da Luz em Carnide também será palco da Feira da Luz (26 de Agosto a 24 de Setembro).

OutJazz não é novidade nenhuma, mas este mês de Setembro (3,10, 17 e 24) muda-se para o Parque Tejo. Ainda no panorama musical, no Largo de São Carlos, vai decorrer nos dias 7, 14, 21 e 28 de Setembro o Sou Do Fado com actuações ao ar livre de Helder Moutinho, Cristina Branco, Cuca Roseta e Aldina Duarte.

Fotografia: Arlindo Camacho

 

A 9 de Setembro, a interpretação da cantata Carmina Burana, de Carl Orff, ocupa o parque do Vale do Silêncio, para um concerto ao ar livre pelas vozes da Orquestra e Coro Gulbenkian e ainda pelo Coro Infantil do Instituto Gregoriano de Lisboa. Ainda no Vale do Silêncio, o Sons do Vale Olivais Street Food (13 a 17 de Setembro) com animação de rua e concertos de Sérgio Godinho, Miguel Araújo e Áurea.

O Festival MuDança (9 de Setembro) é um projecto de intervenção através da música e dança num palco partilhado na Quinta das Conchas. Na Estufa Fria vai poder ouvir e ver a cidade no Lisboa Soa (14 a 17 de Setembro). Num salto até ao Jardim da Cerca da Graça (16, 17 e 30 de Setembro), os miúdos têm um evento só para eles: as sessões de leitura Antiprincesas.

No dia 16, o Festival Zona Não Vigiada regressa ao Polidesportivo da Praça Dr. Fernando Amado,em Chelas, com a curadoria da Filho Único e da Casa Conveniente/Zona Não Vigiada, que está sediada na Zona J.

Os Dias de Marvila vão oferecer uma mão cheia de actividades aos lisboetas durante três dias entre o Teatro Maria Matos e a Biblioteca de Marvila. No Teatro Nacional D. Maria II decorre a 16 e 17 o Entrada Livre, as portas do teatro estão abertas para conversas, peças, feiras de livro de teatro e outras actividades.

 

Os Dias de Marvila

 

Chapéus há muitos, na rua então. Os Chapéus na Rua (15 a 17) vão passear pelas ruas da cidade e praticar o “busking”, o acto de atuar em espaços públicos onde a entrada é livre e a remuneração dos artistas depende das contribuições do público através do uso do chapéu.

Curtas-metragens vindas de todo o mundo e projectadas no Auditório Camões, é o mote do Arroios Film Festival (9 a 16 de Setembro). Noutras andanças e correrias, no dia 16 o Parque das Nações será palco de uma corrida noturna de 10 km e de uma caminhada de 5 km.

De portas abertas estarão cerca de 70 espaços na edição deste ano do Open House (23 e 24 de Setembro), onde poderá entrar sem bater à porta. A Avenida da Liberdade, no dia 24 de Setembro, vai viajar no tempo uns valentes anos com a 4.ª Parada de Automóveis Antigos.

O Festival Silêncio fecha o mês pelas ruas do Cais do Sodré cheias de música, teatro, conversas, leituras e intervenções artísticas.

Publicidade
Publicidade

Comentários

1 comments
Alexandra V

Que supresa, uma multidão de pessoas, o vale, os montes completamente preenchidos. Dificílimo para conseguir lugar quando se chega em cima da hora.
A adesão das pessoas foi enorme e justificou-se, fenomenal interpretação  de Carmina Burana pelo Coro e Orquestra Gulbenkian e ainda pelo Coro Infantil do Instituto Gregoriano de Lisboa.
A organização do espectáculo também esteve muito bem.