Dez marcas para conhecer no Pitch Market

O maior mercado de design português regressa ao Terreiro do Paço e nós seleccionámos dez marcas para conhecer no Pitch Market.
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Saloia com Pinta é uma marca com muita cor e pinta, ou pintas. As peças são criadas num suporte tradicional como a chacota e a madeira para produzir objectos utilitários para o dia-a-dia. 
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Laboratório D'Estórias é uma marca mas também um espaço experimental de design que quer inspirar-se nas estórias da cultura popular portuguesa para reinventar objectos tradicionais.
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Alguidar Knit é uma marca que nasceu na Covilhã e que se dedica à produção de artigos têxteis-lar em malha. Os produtos valorizam-se pelo uso de matérias-primas naturais (lã ou algodão), nacionais e processos artesanais.
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So-So ou, em português, "assim assim". A So-So Store cria objectos inspirados em adágios, provérbios e expressões tipicamente portuguesas.
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Anna Westerlund é o nome da marca e da artista, que abriu, no início de 2011, o seu ateliê homónimo na sua casa, em Lisboa, local onde passa agora a maioria do seu tempo.
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O Estúdio Tiago Sá da Costa dá a conhecer uma variedade de produtos em cortiça trabalhados de forma irreverente.   
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Bashô é uma marca de malas, mochilas e acessórios criada pelos arquitectos Joana Janeiro e Gonçalo Baptista, que alia a estética à funcionalidade.  
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Polo Pet é uma marca dedicada aos animais de estimação de acessórios e vesturário de inspiração náutica. Melhor: as peças têm detalhes reflectores para manter a segurança à noite e o estilo de dia. 
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TEX MB é uma marca portuguesa de decoração em macramé. A corda usada é 100% algodão made in Portugal e as peças podem ser feitas à medida. 
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Um Barra Um é uma marca que junta o designer Daniel Mendes à Oliva, a máquina de costura. Os cadernos que produz são edições limitadas e numeradas para que sejam peças que combinem na perfeição o design, a concepção e a tradição. 
Por Inês Garcia e Francisca Dias Real |
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As peças de design 100% portuguesas estão prontas e a partir desta quinta-feira, dia 21 de Setembro, estão metidas em contentores. Durante quatro dias o Terreiro do Paço transforma-se numa aldeia de lojas pop-up, para mostrar que “o design português não é elitista, é para todos”, diz Tiago Miranda, responsável pela organização deste mercado dedicado exclusivamente ao design português de equipamento para a casa e decoração.

Há um único critério para ter um espaço neste evento, que vai já na 3.ª edição: ser made in e by Portugal. “Não precisa de ser feito por portugueses, pode ser feito por estrangeiros em Portugal ou por portugueses a viver no estrangeiro”, reforça. 

Nesta edição há 50 marcas, 36 das quais de design de equipamento, que vêm de norte a sul do país. E este ano há, também, a presença de grandes marcas patrocinadoras, também com pop-ups, como a Bordallo Pinheiro ou a Vista Alegre. 

São todas diferentes, ainda que algumas pertençam à mesma categoria, e as peças vão dos 5€ aos 5000€. “Cada marca bloqueia uma categoria. Não valia a pena fazer um mercado só de almofadas ou molduras porque design nacional é muito mais do que isso. Por exemplo, há a categoria mobiliário, depois há de cortiça, de metal, de madeira”, explica Tiago.

A entrada é livre, há oito áreas de alimentação, workshops e conversas sobre o sector.

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