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Em Setembro, as séries clássicas da BBC chegam ao MEO

'Alô, Alô' ou 'Sim, Senhor Ministro', 'The Honorouble Woman' são algumas das grandes séries da BBC que o MEO disponibiliza em Setembro. Novos clientes MEO que adiram à Fibra Ultra HD têm até 6 meses de MEO Filmes e Séries.

Allo Allo!
Allo Allo!, da BBC, é uma das séries no MEO Filmes e Séries
Por Time Out em associação com MEO |
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Foi na BBC que foram produzidas algumas das maiores e mais populares séries de toda a história da televisão, desde clássicos da comédia a policiais ou ficção científica.

Com o regresso às aulas e à rotina, o MEO proporciona aos seus assinantes a possibilidade de assistir a várias dessas séries inesquecíveis, que foram vistas e aplaudidas em todo o mundo e se tornaram referências do entretenimento televisivo e património audiovisual da humanidade. É que estas séries clássicas, bem como todo o catálogo do MEO Filmes e Séries, será gratuito durante até seis meses para novos clientes que adiram à Fibra Ultra HD do MEO.

A sua cena é mais desporto? Também os novos clientes MEO que adiram à Fibra Ultra HD do MEO têm até seis meses de Eleven Sports. Os atuais clientes TV do MEO podem aderir à Eleven Sports e ao MEO Filmes e séries por apenas €9,99. Imagine juntar ao seu MEO o melhor do desporto, filmes e séries. 

Saiba mais sobre esta oferta aqui

As grandes séries da BBC revivem no MEO

1

Alô, Alô

Estreada em 1982 e exibida até 1992, esta série é uma paródia a todos os filmes e outras séries ambientadas durante a II Guerra Mundial e envolvendo a Resistência francesa. Criada por David Croft e Jereny Lloyd, Alô, Alô tem um forte perfume de humor nonsense bem britânico, cultiva gostosamente os estereótipos nacionais, impôs uma série de personagens inesquecíveis, de René, o dono do café onde a acção se centra, a Herr Flick, o agente coxo da Gestapo, e fez entrar no discurso quotidiano várias tiradas proferidas pelas personagens, caso de: “I will say this only once”, repetido pela resistente Michelle. Ficou ainda famoso o quadro da Senhora das Grande Maminhas, que passa toda a série em bolandas.

2

‘A Ilustre Casa de Blackadder’

Edmund Blackadder é uma das mais hilariantes e inspiradas criações de Richard Curtis, Ben Elton e Rowan Atkinson, que interpreta a personagem ao longo de várias épocas históricas, da Idade Média até à I Guerra Mundial. Blackadder é um aristocrata trapalhão, uma figura que pretende ser maléfica, mas resulta ridícula, envolvendo-se numa série de intrigas e conspirações para atingir poder e riqueza, e que lhe saem sempre ao contrário do que deseja. É acompanhado, ao longo dos séculos, pelo seu criado, o sofredor e incomensuravelmente inconsciente e burro Baldrick (Tony Robinson), e por várias personagens históricas ou fictícias, interpretadas por actores como Stephen Fry, Hugh Laurie ou Miranda Richardson. A Ilustre Casa de Blackadder esteve no ar entre 1983 e 1989 – e agora está no MEO.

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3

‘Sim, Senhor Ministro’

Sem dúvida a mais genial, mais certeira e mais hilariante série de sátira política da história da televisão, que à época em que foi exibida (1980-1984) era a favorita de Margaret Thatcher, então a Primeiro-Ministro de Inglaterra. Escrita por Jonathan Lynn e Antony Jay, Sim, Senhor Ministro tem como principais personagens o incapaz e atontado Jim Hacker (Paul Eddington), ministro do governo de Sua Majestade, o sabido e cínico Sir Humphrey Appleby (Nigel Hawthorne), seu Secretário Permanente e símbolo do funcionalismo público privilegiado e instalado, e Bernard Wooley (Derek Fowlds), seu discreto e prudente assessor. Exageros cómicos à parte, a série é um brilhante manual de como fazer política, e das realidades dos bastidores da política.

4

‘Sim, Senhor Primeiro-Ministro’

O sucesso de Sim, Senhor Ministro foi de tal forma colossal e unânime, que Jonathan Lynn e Antony Jay foram levados a escrever uma continuação, Sim, Senhor Primeiro-Ministro, na qual Jim Hacker, quase sem saber bem porquê ou como, se vê promovido a Primeiro-Ministro, levando inevitavelmente consigo o calculista Sir Humphrey Appleby e o discreto Bernard. Foi emitida entre 1986 e 1988, e os seus autores conseguiram manter o humor, a sátira à política ao funcionamento dos governos e ao establishment político, com a mesma alta qualidade e consistência cómica que tinha caracterizado e distinguido Sim, Senhor Ministro. E os magníficos Eddington, Hawthorne e Folds refinaram ainda mais as suas interpretações.

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5

‘The Office’

Ricky Gervais atingiu a fama em 2001 com esta série que criou em parceria com Stephen Merchant, passada nos escritórios de uma grande companhia situada no interior de Inglaterra, que fabrica artigos relacionados com papel. Gervais interpreta a personagem principal, David Brent, o gerente do escritório, um indivíduo profundamente hipócrita, dissimulado, oportunista e socialmente catastrófico, mas que quer dar a ideia que é exactamente o oposto de tudo isto no dia-a-dia laboral, social e pessoal. Em The Office (durou de 2001 a 2003 e teve um remake nos EUA), Gervais e Merchant usam Brent e os restantes empregados e empregadas da empresa para traçar um quadro tragicómico das falhas, imperfeições e mesquinhices da natureza humana.

6

‘Father Brown’

A célebre personagem do padre católico e detective amador criada por G.K. Chesterton em 1910, já tinha sido interpretada pelo veterano Kenneth More numa série de televisão dos anos 80. Regressou agora à BBC, nesta nova série estreada em 2013, personificada por Mark Williams. Father Brown é agora ambientado nos anos 50, sempre na vila fictícia de Kembleford, de que o protagonista é o pároco católico. O facto de ser sacerdote, aliado a um grande poder de raciocínio e observação, faz do Padre Brown um conhecedor privilegiado da natureza humana, que encara pelo prisma do seu múnus religioso. Ao mesmo tempo que demonstra um grande sentido de justiça, que caminha a par com muita compaixão pelo seu semelhante. Father Brown é uma série policial com uma invulgar dimensão espiritual. E o herói nunca prescinde da sua fiel bicicleta nem do seu chapéu de chuva.
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