Filmes em cartaz

Saiba tudo sobre os filmes em cartaz, avaliados pelos críticos de cinema da Time Out
BlacKkKlansman - O Infiltrado
©2018 Focus Features LLC BlacKkKlansman - O Infiltrado de Spike Lee
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Mais filmes em cartaz

A Filha do Poceiro
©DR
Filmes

A Filha do Poceiro

Dirigido por Marcel Pagnol,
em 1940, e parte do programa Cinema Francês 1930-60 – Os Grandes Mestres (Os “padrinhos” da Nouvelle Vague), que esta semana ainda tem mais três estreias, A Filha do Poceiro 
tem interpretações de Raimu, Fernandel, Josette Day, Line Noro, Georges Grey e Fernand Charpin. O argumento, assinado por Pagnol, conta a história
 de Patrícia, camponesa que engravida de Jacques, um piloto militar. Entretanto chega a guerra. Jacques é mobilizado e a família recusa qualquer apoio à rapariga, que, expulsa de casa de seus pais, encontra abrigo junto à tia, até o piloto ser dado como morto. Por Rui Monteiro

Filmes, Drama

French Cancan

Com Jean Gabin, Françoise Arnoul, María Félix, Anna Amendola, Jean-Roger Caussimon, Dora Doll, Giani Esposito, Gaston Gabaroche e Jacques Jouanneau, o filme que Jean Renoir realizou em 1954 debruça-se sobre a arte de uma produtora teatral parisiense em transformar uma lavadeira numa estrela do Moulin Rouge, logo na altura em que o cancan renasce nos clubes nocturnos franceses.

Por Rui Monteiro

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BlacKkKlansman - O Infiltrado
©2018 Focus Features LLC
Filmes, Drama

BlacKkKlansman - O Infiltrado

Spike Lee revela aqui a história real de Ron Stallworth, o primeiro agente negro da polícia de Colorado Springs, que nos anos 70, com o seu parceiro Flip Zimmerman, infiltrou e neutralizou a representação local do Ku Klux Klan, contada num filme que por lado faz um estridente e indignado comício anti-racista, e pelo outro se mostra moderado e conciliador, no seu elogio da polícia e da colaboração entre agentes negros e brancos contra os supremacistas brancos e os revolucionários do Black Power. Reduzida ao essencial, a fita assemelha-se a uma série B policial que parece saída dos anos 70, com um cheirinho de blaxpoitation desses tempos, mais os aditivos de agitação e de actualidade política. John David Washington, filho de Denzel Washington, é formidável no papel de Stallworth, que interpreta com muita coolness e uma trunfa afro a condizer, bem coadjuvado por Adam Driver no de Flip.

Por Eurico de Barros

A Time Out diz
Mulher Que Segue à Frente
©DR
Filmes, Drama

Mulher Que Segue à Frente

Um decepcionante western tardio, com Jessica Chastain no papel de Caroline Weldon, uma pintora que em 1899 foi fazer o retrato do lendário chefe Touro Sentado (Michael Greyeyes) na reserva índia do Dakota onde este vivia, depois da sua rendição ao exército dos EUA. Além de pintar a relação entre a artista e Touro Sentado com tintas de fantasia romântica, a realizadora Susanna White, ao querer recordar as injustiças e prepotências feitas aos índios por Washington, distorce os factos históricos, ao ponto de fazer de Weldon a responsável pela revolta dos nativos da reserva e acabando por ser paternalista, condescendente e ofensiva para com eles. Mulher Que Segue à Frente é cinema sofrível e História deformada.

Por Eurico de Barros

A Time Out diz
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Vazante
©DR
Filmes, Acção e aventura

Vazante

Na sua primeira longa-metragem a solo (as anteriores foram quase todas rodadas em colaboração com Walter Salles), Daniela Thomas leva-nos a Minas Gerais, no início do século XIX. A mulher de um fazendeiro português morre no parto, tal como a criança e pouco tempo depois, o homem casa-se com a irmã mais nova da morta, uma menor. Filmado a preto e branco,Vazante assume o ritmo da vida e o lento passar do tempo da época em que o enredo decorre, e apesar da rigorosa recriação histórica, incluindo as relações hierárquicas na fazenda, do patrão aos criados e escravos, o filme, uma co-produção luso-brasileira, não é propriamente rico em acontecimentos e conflitos, resultando numa poderosa estopada.

Por Eurico de Barros

A Time Out diz
Kin – Arma Letal
©Ascot Elite
Filmes, Ficção científica

Kin – Arma Letal

Os irmãos Jonathan e Joss Baker esforçam-se muito para dar a Kin-Arma Mortal estatuto instantâneo de filme de culto, mas nada feito. Adaptado e expandido de uma curta, Bag Man, que os Baker fizeram em 2014, a fita mistura caoticamente géneros e registos (aventura de ficção científica com muita acção, road movie, drama fraternal, história de iniciação à vida), e quanto mais se exibe, mais se lhe vêem as costuras e mais saltam á vista as incongruências. Tudo gira em redor de um miúdo que fica de posse de uma super-arma alienígena e se envolve numa intriga que mete ao barulho o irmão adoptivo recém-caído da cadeia, um gangue de criminosos a quem este deve dinheiro, uma stripper e dois aliens que querem recuperar a dita arma. E no final, ainda fica anunciada uma continuação.

Por Eurico de Barros

A Time Out diz
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La monja, película de terror con Damian Bichir
Foto: Cortesía de la producción
Filmes, Terror

The Nun - A Freira Maldita

Uma jovem freira, numa abadia isolada na Roménia, suicida-se. O Vaticano envia um padre com um passado assombrado e uma noviça à beira dos seus votos finais para investigarem o caso. E logo descobrem o segredo profano daquela ordem religiosa, que, pondo em risco vidas, fé e almas, obriga os protagonistas (Taissa Farmiga, Demián Bichir) do filme de Corin Hardy a confrontarem a força maléfica que assumiu a forma de
 freira, fazendo da abadia um campo de batalha entre os vivos e os malditos em mais um episódio da saga The Conjuring – A Evocação.

Por Rui Monteiro

Filmes, Acção e aventura

Mile 22

Peter Berg, com os actores Mark Wahlberg, John Malkovich, Lauren Cohan e Iko Uwais à ilharga, criou mais um filme de acção e a espionagem, no qual uma unidade de operacionais da CIA tem de resgatar das mãos de uma potência inimiga um sujeito carregadinho de informações que davam mesmo jeito à secreta americana conhecer.

Por Rui Monteiro

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Joaquim – O Tiradentes
©DR
Filmes

Joaquim - O Tiradentes

Como de costume, quando se aborda a biografia de uma figura histórica, as intenções afirmadas pelo realizador são o desejo de, mais do que o mito, mostrar o homem por detrás. É este o caminho do realizador brasileiro Marcelo Gomes, neste filme, com Julio Machado, Isabél Zuaa e Rômulo Braga, em que se atira à vida de Joaquim José da Silva Xavier, isto é, Tiradentes, o herói da independência do Brasil.

Por Rui Monteiro

Snow: O Espelho da Rainha
©DR
Filmes, Drama

Snow: O Espelho da Rainha

Antes de mais saiba-se que esta animação dirigida por Aleksey Tsitsilin é uma sequela de Snow: Uma Viagem Heróica (por sua vez baseado no mesmo conto de Hans Christian Andersen na origem de Frozen: O Reino do Gelo, dos Estúdios Disney), de compreensão acessível mesmo para quem não viu o original. O protagonista da história é um troll, que em tempos serviu a Rainha da Neve e agora tenta a reabilitação do seu passado combatendo as forças do mal com porrada de criar bicho.

Por Rui Monteiro

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Papillon
©Jose Haro/Bleecker Street
Filmes, Drama

Papillon

Nova versão do filme de 1973 realizado por Franklin J. Schaffner a partir do best-seller de Henri Charrière, um ex-condenado a trabalhos forçados na Guiana Francesa nos anos 30, com Steve McQueen e Dustin Hoffman nos principais papéis. Rodado na Europa, este remake é totalmente redundante e não consegue passar a competência rotineira, o ramerrame certinho, perdendo na comparação com o original em todos os departamentos, desde a qualidade da produção às interpretações e à presença na tela dos actores escolhidos para sucederem a McQueen e Hoffman, respectivamente Charlie Hunnam e Rami Malek. Hunnam assemelha-se assombrosamente àquele e Malek tem o físico e a voz de Hoffman, mas não são estrelas de cinema como eles e nem por sombras chegam para tirar Papillon da banalidade arrumadinha e dar-lhe vigor dramático, narrativo e comercial.

Por Eurico de Barros

A Time Out diz
Juliet, Nua
©DR
Filmes, Comédia

Juliet, Nua

Uma comédia romântica como deve ser, baseada no livro de Nick Hornby e realizada por Jesse Peretz, que tocou na banda indie The Lemonheads e já realizou um ramalhete de bons filmes cómicos. Ethan Hawke, Rose Byrne e Chris O’Dowd, todos excelentes, formam o triângulo amoroso desta
fita deliciosa, amena e muito bem escrita, que mexe com música, com cromos da música, com conhecimento enciclopédico da dita e com personagens paradas na vida e acomodadas nas suas relações sentimentais, que têm que tomar decisões que podem novo ânimo às suas existências. A comédia é gozona sem ser ofensiva ou cruel e o drama é tangível sem precisar de ser extremado, as personagens nunca são reduzidas a clichés, e Peretz farta-se de tirar dividendo risonhos dos nerds da cultura pop (no caso vertente, os maluquinhos do indie rock).

Por Eurico de Barros

A Time Out diz
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Milla
©DR
Filmes, Drama

Milla

Valérie Massadian, autora do simpático e poético Nana (2011), filma aqui um jovem casal, a Milla do título (Severine Jonckeere) e Leo (Luc Chasset) que vivem de pequenos furtos, na rua ou em casas devolutas. Não têm água, luz, gás nem electrodomésticos, mas têm amor, carinho e cumplicidade. Romântico, mas nada prático. Um dia, Milla, que está grávida, fica sozinha e como se este filme já de si ténue se evaporasse, já que a realizadora passa a registar o dia-a-dia da protagonista como se estivesse a fazer home movies. Não há acção propriamente dita, nem voltagem dramática nem conflitos. Instala-se o vazio narrativo, que traz consigo um espesso tédio. Milla é só meio filme.

Por Eurico de Barros

A Time Out diz
O Espião que me Tramou
©Impuls Pictures AG
Filmes, Comédia

O Espião que me Tramou

Sem saberem como Audrey (Mila Kunis) e Morgan (Kate McKinnon), melhores amigas e trintonas de Los Angeles, são arrastadas para uma conspiração internacional quando o ex-namorado de Audrey praticamente se materializa no seu apartamento perseguido por uma equipa de assassinos. Vai daí, neste filme de Susanna Fogel, não lhes resta outra hipótese do que percorrer a Europa em fuga dos tais matadores e de um suspeito, embora gentil, espião britânico.

Por Rui Monteiro

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Capitão Sharky
©MovieBizFilms
Filmes, Animação

Capitão Sharky

O Capitão Sharky pode ser pequeno, mas ninguém duvide 
da sua autoconfiança, pois, na 
sua cabeça, ele é sem dúvida o mais feroz dos piratas que sulcam os mares. Nesta animação de
Jan Stoltz e Hubert Weiland, o diminuto capitão e a sua tripulação entregam-se a uma aventura, que envolve uma donzela em fuga, onde aprendem que mais do que
a coragem é a amizade o principal valor que têm a defender.

Por Rui Monteiro

Meg: Tubarão Gigante
©2018 Warner Bros
Filmes, Acção e aventura

Meg: Tubarão Gigante

Hollywood e os seus parceiros de produção chineses foram aqui recuperar o Megalodonte, um tubarão monstruoso extinto há milhões de anos, com base num dos livros de uma série de terror marinho criada por Steve Alten
em 1997 e que já vai em sete títulos publicados. O poderoso canastrão Jason Statham interpreta
Jonas Taylor, um mergulhador especializado em salvamentos a grande profundidade, que tem que resgatar um mini-submarino e combater o monstro. Ao contrário dos filmes da franquia Sharknado, frontalmente disparatados, este Meg: Tubarão Gigante leva-se demasiado a sério para o altíssimo nível de absurdo a que o argumento chega, e para as delirantes proezas aquáticas do bicho. E para uma produção com um orçamento de 200 milhões de dólares, os efeitos digitais são surpreendentemente imperfeitos.

Por Eurico de Barros

A Time Out diz
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Alpha
©Sony Pictures
Filmes, Acção e aventura

Alpha

Foi com certeza a pensar no dito melhor amigo do homem que Albert Hughes dirigiu este filme com Kodi Smit-McPhee, Natassia Malthe e Leonor Varela. Aventura épica passada na Idade do Gelo, acompanha as atribulações de um jovem caçador que tem de aprender a sobreviver por sua própria conta. Ou melhor: com a ajuda de um lobo solitário, também ele abandonado pela alcateia, que o rapaz aos poucos treina até ambos confiarem um no outro.

Por Rui Monteiro

A Minha Família do Norte
©Pathé Films AG
Filmes

A Minha Família do Norte

O realizador, argumentista e
 actor Dany Boon é, nesta sua nova comédia, Valentin D. E Valentin, um conceituado arquitecto, casado com uma grande burguesa parisiense (Laurence Arné), que afirma ser órfão por ter vergonha da sua família. Não que a família, embora modesta, seja uma vergonha, mas por ser da província, o que, no meio snobe em que se movimenta, é pior do que bater na avó. Vai tudo bem, claro. Até ao dia em que a família desembarca em Paris para assistir à exposição do seu mais ilustre membro...

Por Rui Monteiro

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Filmes, Terror

Slender Man

O realizador Sylvain White, com um elenco abrilhantado por Joey King, Julia Goldani Telles e Jaz Sinclair, coloca esta sua longa-metragem numa pequena cidade do Massachusetts onde um grupo de amigas, fascinadas por uma lenda urbana propalada pela internet, o tal Slender Man do título, tenta provar que o sujeito não existe fora da rede. O que parece simples... Até uma delas desaparecer.

Por Rui Monteiro

Uma Aventura do Outro Mundo
©Praesens Film
Filmes, Animação

Uma Aventura do Outro Mundo

Nesta animação dirigida
por Christoph Lauenstein e Wolfgang Lauenstein, a partir do seu próprio argumento, conta-se a história de Luís, rapaz de 11 anos que se torna amigo dos três adoráveis extraterrestres que aterraram a sua nave espacial avariada no jardim da casa do rapaz. Vai daí, Luís, em nome da amizade e da curiosidade, mete-se numa excitante aventura para encontrar maneira de ajudar os seus novos e peculiares amigos a regressarem ao seu planeta natal.

Por Rui Monteiro

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O Último Golpe (1954)
©DR
Filmes, Suspense

O Último Golpe

Max (Jean Gabin) é, neste filme dirigido em 1954 por Jacques Becker, um antigo gangster vivendo a meia-idade à grande e 
à francesa, na companhia do seu amigo e parceiro de roubalheira Riton (René Dary). Não têm razões de queixa, pois em tempos roubaram um bom monte de barras de ouro, que Max escondeu e com as quais conta para garantir a reforma. O busílis é quando a amante de Riton, logo na altura em que estava farta dele e pronta a trocá-lo por outro marmanjo, recorda, perante o novo amor, uma conversa de travesseiro sobre o tal ouro... E uma data de acontecimentos desagradáveis desencadeiam-se em grande velocidade e com assanhada violência.

Por Rui Monteiro

Filmes

O Testamento de Orfeu

Em 1960, Jean Cocteau, poeta, romancista, dramaturgo, pintor e nome maior da arte francesa, há 40 anos que percebera a importância do cinema e o praticava de maneira original e, a bem dizer, única. Na sua última longa-metragem, “o grande inspirador secreto dos cineastas franceses”, como afirmou Jacques Rivette, dirigiu este filme de poeta, para de certo modo fazer um balanço da sua vida criativa, que é, na verdade, uma reflexão sobre a importância das obsessões e de como elas servem a inspiração artística.

Por Rui Monteiro

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O Meu Pai Tinha Razão (1936)
©DR
Filmes

O Meu Pai Tinha Razão

Abandonado pela mulher e trocado por outro homem, um arquitecto, Charles Bellanger (interpretado pelo também realizador e argumentista, Sacha Guitry, nesta película de 1936), embora altruísta, educa o seu filho Maurice (Serge Grave, na infância, Paul Bernard, em adulto) para temer as mulheres e suspeitar delas. Passam-se os anos. E muitos amores depois Maurice apaixona-se por uma rapariga, com quem não se atreve a casar por medo de que esta o traia, tal como a mãe enganou o pai.

Por Rui Monteiro

O Carteirista (1959)
©1959 - New Yorker Films
Filmes

O Carteirista

Robert Bresson, neste filme de 1959, apresenta, como se fosse um estudo científico, o caso de um homem incapaz de controlar a sua vontade de roubar o que está a jeito. Uma investigação ao interior de um cérebro que, depois de uma passagem pela prisão, resolveapartar-sedasociedade eignorarasregrassociais,no processo desenvolvendo o sentimento de pertença a uma classe de privilegiados acima das convenções e das leis. O que lhe permite prosseguir a sua carreira de carteirista, e ao realizador explorar a queda de Michel (Martin LaSalle) para o roubo como um vício visto à luz da psicanálise. Por Rui Monteiro

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Ant-Man ve Wasp
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Filmes, Acção e aventura

Homem-Formiga e a Vespa

Peyton Reed é repetente na realização desta nova aventura do Homem-
Formiga, ainda melhor que o primeiro filme homónimo, de 2015. Paul Rudd volta a interpretar este super-herói da Marvel, agora emparceirando com a Vespa (Valentine Lilly) numa vertiginosa e jubilatória aventura que envolve que envolve combates com vilões normais
 e uma super-vilã fantasmática, um mergulho em profundidade no mundo quântico e perseguições com automóveis de vários tamanhos, tudo numa jigajoga entre o micro e o macro, o muito pequeno e muito grande, a miniaturização e a amplificação de pessoas, animais e objectos, nomeadamente o prédio do laboratório do genial Dr. Pym (Michael Douglas). Homem-Formiga e a Vespa é o melhor, mais bem esgalhado, mais divertido e mais dinâmico filme de super-heróis do Verão, e deste ano. Também com Michelle Pfeiffer, Laurence Fishburne e Michael Peña.

Por Eurico de Barros

A Time Out diz
Teen Titans Go! O Filme
©DR
Filmes, Animação

Teen Titans GO! to the Movies

De um lado, um vilão com um plano para dominar o mundo. Do outro, cinco super-heróis adolescentes com vontade de chegar a Hollywood. O aborrecimento dos jovens, nesta película de Aaron Horvath e Peter Rida Michail, com Greg Cipes, Scott Menville e Khary Payton, entre outros, vem de todos os super-heróis importantes protagonizarem filmes sobre si próprios, não deixando espaço para os Teen Titans alcançarem o estrelato. Ora, vão eles a caminho de Hollywood para ver se chamam a atenção de alguém, quando se cruzam com o vilão e a oportunidade de subirem na hierarquia do super-heroísmo surge.

Por Rui Monteiro

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A Pequena Sereia
©Little Mermaid LLC
Filmes, Acção e aventura

A Pequena Sereia

Depois da versão animada dos estúdios Disney, Blake Harris e Chris Bouchard voltam ao conto que Hans Christian Andersen escreveu em 1837, agora em versão física, com Shirley MacLaine, Poppy Drayton, Gina Gershon, William Moseley e Jared Sandler no elenco. O argumento está mais perto do original do que a visão disneyficada, embora desta vez a sereia que quer abandonar o mar e casar com o seu príncipe seja descoberta por um jornalista e a sua sobrinha.

Por Rui Monteiro

Cães à Solta
©Null
Filmes, Comédia

Cães à Solta

Max, um solitário rottweiler agente da polícia, recebe ordens, neste filme de Raja Gosnell, com Natasha Lyonne, Will Arnett e a voz de Stanley Tucci, para passar à clandestinidade e infiltrar-se num prestigiado desfile canino com o seu parceiro humano e assim evitar um desastre prestes a acontecer.

Por Rui Monteiro

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Helena e os Homens
©DR
Filmes, Comédia

Helena e os Homens

A condessa polaca Elena acredita ter vindo ao mundo para ser o anjo da guarda de grandes causas e a descobridora de grandes homens. Quanto aos homens, geralmente interessa-se por eles quando se aproximam dela e abandona-os
 de pronto, mal os cavalheiros alcançam o seu objectivo. Até
 que, nesta obra de Jean Renoir, estreada em 1956, com Ingrid Bergman, Jean Marais e Mel Ferrer, é apresentada ao general François Rollan, acabado de ser nomeado ministro da Guerra, militar manipulado por uma mão cheia de políticos dispostos a torná-lo um ditador para melhor servir os seus respectivos interesses. O que podia muito bem acontecer não fora o amor intrometer-se.

Por Rui Monteiro

A Mulher do Padeiro
©DR
Filmes, Drama

A Mulher do Padeiro

Realizado por Marcel Pagnol em 1938, com Raimu, Ginette Leclerc e Fernand Charpin, o enredo vai até uma aldeia na Provença onde um novo padeiro assenta praça. A beleza da mulher e a diferença de idades fazem o seu efeito, e Aurelie vai
 à sua vida encantada por um pastor. Abandonado, Aimable não consegue trabalhar, e os aldeãos, necessitados do pão que fabrica, deixam de gozar com o cornudo e organizam um plano para encontrar a adúltera e devolvê-la à procedência. Por Rui Monteiro

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Filmes, Drama

Aquela Loira

Em 1952, quando Jacques Becker dirigiu este filme com Simone Signoret, Serge Reggiani e Claude Dauphin, entra-se directamente no universo do gangue de Leca em momento em que a gatunagem relaxa com as suas namoradas. Acontece que uma delas, Marie, conhece Manda, um carpinteiro, o que não agrada ao seu homem, Roland (nem a Leca, que a tinha debaixo de olho), tipo ciumento que muito contribui para o desenrolar desta história de amor, morte, amizade e ciúme. Por Rui Monteiro

Filmes, Drama

Fim-de-Semana no Ascensor

Foi em 1958 que Louis Malle dirigiu este filme com Jeanne Moreau, Maurice Ronet e Georges Poujouly, que põe Florence e o seu amante, Julien, antigo pára-quedista, a conspirar a morte do marido da senhora fazendo-a parecer um suicídio. Acontece que, depois do assassinato, quando se prepara para dar às de Vila Diogo, Julien repara que se esqueceu da corda que usou para penetrar na casa. Regressa para a recuperar, mas as coisas não correm bem. Por Rui Monteiro

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Hotel Transylvania 3: Umas Férias Monstruosas
©Sony Pictures
Filmes, Animação

Hotel Transylvania 3 - Umas Férias Monstruosas

Mavis, neste novo episódio da série, dirigido por Genndy Tartakovsky, resolve surpreender Drácula e levar toda a família de férias num luxuoso cruzeiro. Contudo, mal saem do porto, o romance interfere nas férias familiares quando Drácula conhece a misteriosa Ericka, capitã do navio, relação 
que Mavis tenta contrariar. E isto ainda antes de saber que a sedutora oficial é descendente do famoso caçador de vampiros Van Helsing.

Por Rui Monteiro

Mamma Mia: Here We Go Again!
©Jonathan Prime
Filmes, Comédia

Mamma Mia! Here We Go Again

Quem tiver visto o primeiro Mamma Mia!, realizado por Phyllida Lloyd em 2008, sabe com o que contar neste segundo filme, dirigido desta feita por Ol Parker. O mais interessante acaba por ser o uso de flashbacks de Donna (a personagem de Meryl Streep) em jovem, interpretada aqui por Lily James, mas os cortes entre o passado e o presente acabam por ser um pouco foleiros. De resto,
 é o que espera: há paisagens de postalinho, romances airosos e músicas dos Abba cantadas com gosto, ainda que nem sempre com jeitinho, pelas estrelas. Uma distracção veraneante, a espaços prazenteira, mas frustrantemente kitsch.

Por Abbey Bender

A Time Out diz
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Filmes, Drama

No Coração da Escuridão

Um homen solitário, torturado e que não vê qualquer sentido ou utilidade naquilo que faz, decide recorrer à violência como forma de corrigir aquilo que entender serem os males do mundo e castigar os responsáveis por eles, assumindo assim uma aura de anjo vingador e sacrificial.

Por Eurico de Barros

A Time Out diz
Filmes, Animação

The Incredibles 2 - Os Super-Heróis

No segundo filme animado da superfamília Parr, de novo realizado por Brad Bird, há novidades sobre os papéis domésticos do Sr. Incrível e da Mulher-Elástica, bem como sobre os superpoderes do bebé Jack-Jack, de que o realizador aproveita para tirar o máximo rendimento cómico. Em tudo o resto, e felizmente, Bird mantém as qualidades técnicas, estéticas, visuais, narrativas e humorísticas que fizeram do original (datado de 2004) uma das expressões mais altas da animação por computador da Pixar, evitando ainda 
a tentação de emular, ao seu nível e neste universo específico, os detestáveis filmes de super-heróis da Marvel e da DC. Que, e a propósito, The Incredibles 2: Os Super-Heróis bate em toda a linha.

Por Eurico de Barros

A Time Out diz
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Filmes

A Livraria

Dirigido por Isabel Coixet, com argumento seu a partir do romance de Penelope Fitzgerald, e interpretação de Emily Mortimer, Bill Nighy e Patricia Clarkson, o filme leva o espectador até 1959, ano em que Florence Green, uma viúva livre-pensadora, considera encerrado o luto e arrisca tudo o que tem para abrir uma livraria. A primeira livraria da sonolenta Hardborough, em Inglaterra, expõe os seus pacatos e preconceituosos concidadãos a obras como Lolita, de Nabokov, ou Fahrenheit 451, de Ray Bradbury, o que não acrescenta grande popularidade à livreira, daí em diante obrigada a uma luta contra a hostilidade que ameaça levar a loja à falência.

Por Rui Monteiro

Asas Pelos Ares
©DR
Filmes, Animação

Asas Pelos Ares

Nesta animação de Christopher Jenkins encontramos Peng, um ganso solteirão que ocupa a vida a treinar habilidades voadoras para a próxima migração. Nas suas evoluções, cada vez mais à beira do risco, voa demasiado perto do chão, atinge uns patos que por ali andavam e separa os irmãos Chao e Chi do resto do bando e, porque um mal nunca vem só, ainda se fere na aterragem. Amarrado ao chão, por assim dizer, Peng ainda se vê obrigado a cuidar de Chão e Chi, o que na verdade se transformará numa lição de vida.

Por Rui Monteiro

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Capitão Cuecas
©DR
Filmes, Animação

Capitão Cuecas

George e Harold são o que se chama crianças hiperactivas, sem medicação tornados especialistas em partidas, geralmente de
 mau gosto e pouco agradáveis para as vítimas. Desta vez, nesta animação dirigida por David Soren, a imaginação dos miúdos leva-os a hipnotizarem o director da escola e convencerem o homem que é o extraordinário e ridículo super-herói Capitão Cuecas.

Por Rui Monteiro

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