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Seis mulheres que podiam ser James Bond

Gillian Anderson sugeriu, meio a brincar, meio a sério, que poderia ser ela o próximo 007. Nós levámo-la a sério e decidimos avaliar quais as melhores candidatas a ser o primeiro Bond no feminino

Daniel Craig ainda anda a torturar-se sem saber se quer ou não quer fazer mais um filme de James Bond. Não há muito tempo saiu uma notícia onde se dizia que ele tinha mesmo recusado para cima de 80 mihões de euros para interpretar mais duas vezes o famoso agente secreto criado por Ian Fleming. Ao mesmo tempo, Gillian Anderson postou no Twitter um cartaz de si própria como Jane Bond, candidatando-se ao lugar. Pegando na deixa, aqui ficam seis actrizes que gostaríamos de ver na corrida para o papel.

Seis mulheres que podiam ser o James Bond

Emilia Clarke

Emilia Clarke

Prós: Depois de enfrentar dragões, conquistar exércitos e invadir cidades em Game of Thrones, dar conta de um grupo de vilões mal encarados seria canja para Emilia Clarke (vulgo, a Mother of Dragons). A actriz também vestiu a pele de Sarah Connor em Terminator Genisys, o que significa que não se atrapalha com uma pistola.

Contras: Game of Thrones já tem problemas suficientes com a ausência do autor dos livros, George RR Martin, das suas funções de argumentista para perder em simultâneo uma das suas principais estrelas.

Tilda Swinton

Tilda Swinton

Prós: Filha de um general e de um Lorde, Tilda Swinton tem certamente a cultura militar e a educação para interpretar 007, personagem que vem das mais exclusivas escolas inglesas. E é fácil imaginá-la a beber descontraidamente martinis em destinos exóticos, com um modelo masculino escassamente vestido por perto.

Contras: Será que Swinton não daria antes uma grande má da fita?

Naomi Harris

Naomi Harris

Prós: Eliminou zombies com fartura em 28 Days Later. E em Spectre, como Moneypenny, a assistente pessoal de Bond, Naomi foi um modelo de lealdade e discrição - se ignorarmos aquela pequena gaffe de ter alvejado Bond no início de Skyfall. Não terá chegado a altura de uma promoção?

Contras: Seria necessária uma habilidade fora do comum por parte dos argumentistas para fazer a coisa funcionar. Além de uma mudança radical de personalidade da personagem - Moneypenny não tem estômago para andar a matar, com ou sem licença, daí ter um trabalho de secretária em Spectre.

Helen McCrory

Helen McCrory

Prós: O ano passado, o marido de Helen McCrory, Damian Lewis, era o favorito para herdar o papel de 007. Entretanto foi ultrapassado nas apostas por Tom Hiddleston, mas até ver esta é apenas uma possibilidade. Nesse caso, porque não McCrory? Para além de ser uma presença carismática em frente às câmaras, tem no seu currículo de actriz uma série de mulheres fortes: foi Cherie Blair em The Queen e Medeia no palco, entre outras. E tem ainda um olhar fixo mortífero difícil de igualar.

Contras: Teríamos todos de esquecer que ela interpretou uma deputada em Skyfall. Estaria também em competição pelo lugar com o seu marido. Talvez os produtores pudessem contratar Lewis como Bond boy? Embora, de acordo com a tradição da série, ele seja um pouco velho para fazer de pin up, masculino no caso.

Rosamund Pike

Rosamund Pike

Prós: Rosamund Pike é uma ex-Bond Girl (junto a Pierce Brosnan em Die Another Day), o que quer dizer que sabe tudo o que é preciso saber sobre o universo de 007. E a sua interpretação imperturbável em Gone Girl provou que Pike pode ser uma boa assassina a sangue frio. Com o seu intelecto e a sua distância calculada, seria uma Bond misteriosa e cheia de classe.

Contras: Pike confessou que não é uma grande fã de 007. Antes de ter entrado em Die Another Day, nunca tinha sequer visto um filme da série.

Rachel Weisz

Rachel Weisz

Prós: De acordo com as últimas notícias o sr. Rachel Weisz, Daniel Craig, recusou voltar ao personagem de James Bond, mesmo por um cheque superior a 80 milhões de euros por dois filmes. Se a decisão se mantiver, porque não manter 007 na família? Weisz, já vencedora de um Óscar, tem talento mais do que suficiente para se transformar numa grande Bond.

Contras: Para Weisz, provavelmente seria um pouco como aceitar um emprego numa companhia para a qual o seu marido já trabalhou. Conhecendo, ainda que em segunda mão, os cantos à casa, incluindo os defeitos da empresa, a novidade poderia já não ser assim tão excitante.

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