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Museu de Lisboa - Palácio Pimenta

  • Museus
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
  1. Palácio Pimenta (©José Avelar – Museu de Lisboa)
    ©José Avelar – Museu de Lisboa
  2.  Palácio Pimenta (©José Avelar – Museu de Lisboa)
    ©José Avelar – Museu de Lisboa
  3. Palácio Pimenta (©José Avelar – Museu de Lisboa)
    ©José Avelar – Museu de Lisboa
  4.  Palácio Pimenta (©José Avelar – Museu de Lisboa)
    ©José Avelar – Museu de Lisboa
  5. Palácio Pimenta (©José Avelar – Museu de Lisboa)
    ©José Avelar – Museu de Lisboa
  6. Palácio Pimenta (©José Avelar – Museu de Lisboa)
    ©José Avelar – Museu de Lisboa
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A Time Out diz

Este antigo palácio e antigo Museu da Cidade de veraneio é o núcleo-sede dos cinco núcleos do novo museu (Palácio Pimenta, Teatro Romano, Santo António, Torreão Poente e Casa dos Bicos) criados em 2015. A exposição permamente mostra a evolução de Lisboa, desde a pré-história até ao início do séc. XX, enquanto que os Pavilhões Preto e Branco, localizados no jardim, funcionam como área de exposições temporárias.

Detalhes

Endereço
Palácio Pimenta
Campo Grande, 245
Lisboa
1700-091
Transporte
Metro Campo Grande
Preço
3€
Horário
Ter-Dom 10.00-18.00

Novidades

Lisboa no tempo de D. Manuel I - A cidade que ambicionava o mundo

  • Exposições

O Museu de Lisboa - Palácio Pimenta é um dos espaços da cidade onde melhor se pode inteirar da história da cidade. A exposição permanente dá-lhe a conhecer a evolução do território que hoje se chama Lisboa desde a pré-história até à actualidade e agora foi inaugurado um novo espaço dedicado a micro-histórias da cidade, em forma de exposições temporárias. Chama-se Sala dos Fundos e inaugura-se com uma primeira exposição chamada “Lisboa no tempo de D. Manuel I - A cidade que ambicionava o mundo”, realizada em parceria com o Arquivo Municipal de Lisboa e o Gabinete de Estudos Lisbonenses, onde trabalha o comissário desta exposição, o historiador José Manuel Garcia. Esta exposição, patente até 27 de Março de 2022, assinala os 500 anos da morte do rei D. Manuel I, mas apesar de todos estes séculos passados, ainda é visível o legado que deixou à cidade de Lisboa.

Lisboa Clichê

  • Fotografia

No Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, a exposição temporária Lisboa Clichê exibe uma selecção de 80 fotografias de Daniel Blaufuks, de entre as mais de 300 que integram o livro com o mesmo nome, editado pela Tinta-da-China e apresentado neste museu a 28 de Setembro.  Nesta obra, o “clichê” remete-nos para espaços familiares, muitos deles já desaparecidos devido ao movimento de cosmopolitização do final dos anos 80, habitualmente frequentados pelo artista e pelo seu círculo de amigos e conhecidos. É a Lisboa das tascas e casas de pasto, do fecho dos cinemas históricos, da vida boémia no Bairro Alto, da liberdade no mítico Frágil, das bandas rock portuguesas, dos encontros e desencontros na era das cabines telefónicas, do grande incêndio no Chiado, dos últimos alfaiates e das primeiras reconstruções urbanas preservando cirurgicamente as fachadas.  Bonitas memórias de uma cidade em transição, com o consequente desaparecimento de alguns elementos icónicos que lhe conferiam uma aura poética e cinematográfica – “a nossa Alexandria”, nas palavras de Daniel Blaufuks.

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