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As 10 melhores canções dos Foo Fighters

Há poucas bandas rock americanas tão populares como os Foo Fighters. Dão um concerto em Lisboa (ou melhor, Algés) a 7 de Julho, no NOS Alive.

Photograph: Chris Sullivan
Os Foo Fighters tocam no NOS Alive em Julho de 2017

Quando editaram o primeiro disco, em 1995, os Foo Fighters eram apenas o projecto paralelo do baterista dos Nirvana. Duas décadas depois, são talvez a melhor banda de rock mainstream no activo. Com uma sensibilidade pop apurada, que se traduz em refrões maiores do que a vida, e raízes no underground americano, que enformou (e enforma) algumas das suas melhores canções.

Dia 7 de Julho tocam no NOS Alive, por isso resolvemos listar as canções da banda que gostávamos de ouvir no concerto de Lisboa – perdão, de Oeiras. 

As 10 melhores canções dos Foo Fighters

"Everlong"

É unanimemente considerada a melhor canção dos Foo Fighters. E com razão. Enformada pelo emo que brotava do midwest americano dos 90s, é uma canção rock certeira e com o coração na boca. David Letterman era um fã, e foi a última coisa que se ouviu no seu Late Show.

"Big Me"

"Big Me" ocupa um lugar indisputável no cânone dos Foo Fighters. No cânone, ponto. Uma balada com ginga indie-pop que destoava do primeiro disco do grupo, mas ainda hoje se ouve nos concertos (no entanto, não foi tocada durante quase uma década porque os fãs, inspirados pelo teledisco, atiravam Mentos ao grupo durante a canção. História verídica).

"My Hero"

Os primeiros 30 segundos de “My Hero” valem mais do que as discografias completas de muitas bandas da dimensão dos Foo Fighters. A bateria de Grohl abre as hostilidades com convicção, o baixo de Nate Mendel entra a seguir, e por fim as guitarras de Grohl e Pat Smear abatem-se sobre a canção. Tudo certo.

"The Colour and the Shape"

Apesar de dar o nome ao segundo álbum da banda, foi cortada do alinhamento final e relegada para o lado B do single Monkey Wrench. Percebe-se porquê. Ao contrário das baladas e canções rock directas do disco propriamente dito, “The Colour and the Shape” é uma canção viciosa, que não tenta esconder o passado punk-hardcore de Grohl, Mendel e Smear.

"Low"

Facto: “Low” é um dos singles menos populares dos Foo Fighters porque as pessoas não gostam de coisas boas. Se gostassem, iam curvar-se perante este riff de guitarra sujo e gritar por esta canção em todos os concertos. Mas, como isso não acontece, é raro o grupo tocá-la.

"I’ll Stick Around"

É uma das canções mais amargas da discografia dos Foo Fighters e tem um alvo claro: Courtney Love. Durante anos, fãs e críticos desconfiaram que era um ataque à viúva do então recentemente falecido Kurt Cobain, e ao fim de muitos anos o próprio Dave Grohl confirmou as suspeitas.

"Aurora"

Ninguém pode acusar os Foo Fighters de serem uma banda discreta, contida. As suas canções costumam ter uma certa pomba, grandes riffs e refrões estridentes. Mas “Aurora” é um exemplo de relativa contenção, que mesmo quando ameaça perder-se num crescendo épico se consegue controlar. E nem se dá pelos seus seis minutos passarem.

"Monkey Wrench"

Não foi o single de apresentação do segundo disco do grupo por acaso. "Monkey Wrench" é uma malha rock com peso e medida, que deixa bem claro desde o primeiro minuto que os Foo Fighters já não são apenas um projecto paralelo de Dave Grohl: são uma banda rock com os olhos postos no trono dos Nirvana.

"White Limo"

É um dos momentos mais pesados da discografia dos Foo Fighters e uma daquelas, poucas, canções que reflectem e celebram a linhagem punk-hardcore de Dave Grohl e a sua relação com o metal – recorde-se que, ainda na década passada, este homem decidiu fazer um disco com os membros de bandas que cresceu a ouvir, incluindo Napalm Death, Celtic Frost, Saint Vitus ou Venom.

"This Is A Call"

Foi uma das primeiras canções de Foo Fighters e continua a ouvir-se nos concertos. Dave Grohl tocou todos os instrumentos, como em todas as faixas do primeiro álbum, e tem tudo o que se espera de uma canção dos Foo Fighters.

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