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Fotografia: Rui VieiraOrelha Negra

FNAC Live: o Verão tem mais encanto na hora da despedida

Dez concertos gratuitos para ver no Pavilhão Carlos Lopes, no sábado, dos Novos Talentos FNAC ao especial dez anos de Orelha Negra.

Time Out em associação com FNAC
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A 14 de Setembro, dizemos adeus aos festivais de Verão com um dia inteiro dedicado à música nacional. O FNAC LIVE leva ao Pavilhão Carlos Lopes o groove dos Orelha Negra, a indie pop de Best Youth e o rock dos Glockenwise. Mas há mais, muito mais: é uma maratona musical de quase 12 horas. Um local apadrinhado por Carlos Lopes é, portanto, o mais adequado para esta prova de longa duração, com entrada livre. Nos intervalos, enquanto a música fica a cargo dos sets energéticos do DJ Fellaz, pode ir repondo energias nas food trucks que, tal como o cartaz, têm opções para todos os gostos. Haverá ainda dois espaços lounge, artistas plásticos a fazer uma instalação ao vivo e a possibilidade de assistir à emissão em directo da Antena 3.

FNAC Live: dez concertos gratuitos no Parque Eduardo VII

Russa

15.00

Capaz de aliar um flow plástico a uma lírica afiada, actual, emancipada e inspiradora, a vencedora do concurso Novos Talentos FNAC de 2019, com o tema “O Teu Abraço”, é uma das mais promissoras vozes do hip-hop nacional (e não só no feminino).

Yagmar

15.45

Esta banda lisboeta, de sonoridade singular, está algures entre o indie e o kuduro, entre o rock e o afrobeat. Neste concerto, a acompanhar a banda num dos temas, estará o convidado especial Pedro Mafama.

They Must Be Crazy

16.30

Nascida de uma grande paixão pelo afrobeat, a banda tem músicos de experiências muito diversificadas, que procuram sobretudo transmitir o calor e a vibe dos sons africanos. Trazem aos palcos sons originais, marcados pela dança, ritmo e sonoridades viajantes. Juntaram-se para uma viagem musical, que nos brinda com um género ainda com muito para explorar em Portugal.

Churky

17.30

Vencedor do EDP Live Bands de 2018, lançou este ano É, um disco em que a abrangência da pop recebe os momentos ora mais indie, ora mais jazzy, que polvilham a sua música.

Cassete Pirata

18.15

Vindos maioritariamente das escolas de jazz de Lisboa e Amesterdão, têm uma sonoridade pop-rock muito própria e o seu já invejável percurso faz deles uma promessa da música nacional.

Tape Junk

19.30

Uma mistura de sonoridades com laivos country, blues, folk e rock psicadélico. A banda de João Correia apresenta-se com uma linguagem simples e simultaneamente intensa sobre situações do quotidiano com as quais facilmente nos identificamos.

Joana Espadinha

20.30

Apresenta O Material Tem Sempre Razão (2018), resultado de uma parceria criativa com o cantor e produtor Benjamin, passando do universo de jazz em que se licenciou para um pop repleto de personalidade e uma lírica catchy.

Glockenwise

21.50

Esta banda que ocupa um lugar muito próprio, sem se encaixar em nenhuma tribo ou estilo musical específico, apresenta-se finalmente em português. Contamos neste dia com um alinhamento rock sem medo de ser pop, numa apresentação do seu último disco, um dos mais estimulantes a sair da cena de Barcelos.

Best Youth

23.10

Os portuenses Best Youth (Catarina Salinas e Ed Rocha Gonçalves) vêm a Lisboa apresentar Cherry Domino. A sua indie pop cardíaca continua tão fresca como no início e a dar-nos vontade de dançar de olhos fechados.

Orelha Negra

00.30

Este concerto é uma autêntica viagem sonora, num alinhamento especial com temas dos três discos e das duas mixtapes já editadas e regressando aos medleys que ao vivo arrebatam o público. A luz e o vídeo, nas mãos de Pedro Azevedo e Rui Vieira, funcionam como os sexto e sétimo elementos do grupo, fundindo-se com o poderoso som de Orelha Negra, em ambiências hip-hop, soul, funk, disco e até psicadélicas e clássicas.

Mais concertos em Lisboa

  • Música

O reino misterioso do sono nunca deixou de atrair os compositores de canções e, entre muitas escolhas possíveis, há neste lote gente conhecida como os Beatles, os Smiths e os Smashing Pumpkins. Estas oito substâncias hipnóticas podem ser tomadas sem receita médica, mas há que ter em atenção que alguns poderão produzir, nas almas mais sensíveis e quando consumidos repetidamente, efeitos secundários imprevisíveis. O importante é reter que as canções de embalar, apesar de talvez terem sido as primeiras criações musicais do homo sapiens, não são um género esgotado. A prova está aqui.

  • Música

O título desta lista é meramente alegórico, pois a Time Out não pretende que os seus leitores se envolvam em acidentes de trânsito. As canções que se seguem, embora tendo a bicicleta como assunto, serão desfrutadas com maior segurança se as nádegas do ouvinte estiverem assentes em algo mais estável do que o selim de uma bicicleta e se os ouvidos e os olhos não tiverem de estar concentrados nas manobras de veículos, peões e canídeos. Quem faça mesmo questão de ouvir enquanto pedala poderá recorrer a uma daquelas bicicletas estacionárias dos ginásios.

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