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O Jazz em Agosto está de volta aos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, entre os dias 1 e 10 de Agosto, com mais uma edição centrada nos nomes que expandem os limites do jazz contemporâneo. Este ano, a programação inclui históricos como William Parker, projectos que cruzam o jazz com o spoken word e a electrónica, como MOPCUT + Moor Mother + Dälek, e nomes como Elias Stemeseder ou João Próspero. Além dos concertos no Anfiteatro ao Ar Livre, há espectáculos mais intimistas no Auditório 2 e no Grande Auditório. Descubra tudo o que precisa de saber sobre este festival, desde os horários e preços de cada concerto, até aos concertos que não pode perder, desde a apreesntação do aclamado disco do português Rafael Toral, à sessão de encerramento protagonizada por Patricia Brennan e o seu septeto.
1 de Agosto
21.30 Heart Trio [William Parker, Cooper-Moore e Hamid Drake], Anfiteatro ao Ar Livre, 15€
2 de Agosto
18.30 Rafael Toral, Auditório 2, 10€
21.30 Kris Davis Trio, Anfiteatro ao Ar Livre, 15€
3 de Agosto
18.30 Mariam Rezaei, Auditório 2, 10€
21.30 Darius Jones, Anfiteatro ao Ar Livre, 15€
4 de Agosto
21.30 Luís Vicente Trio, Anfiteatro ao Ar Livre, 12€
5 de Agosto
21.30 João Próspero, Anfiteatro ao Ar Livre, 12€
6 de Agosto
21.30 MOPCUT + Moor Mother + Dälek, Anfiteatro ao Ar Livre, 15€
7 de Agosto
21.30 X-Ray Hex Tet, Grande Auditório, 15€
8 de Agosto
21.30 Ahleuchatistas 3, Anfiteatro ao Ar Livre, 15€
9 de Agosto
18.30 Shane Parish, Grande Auditório, 10€
21.30 Thumbscrew, Anfiteatro ao Ar Livre, 15€
10 de Agosto
18.30 Elias Stemeseder & Christian Lillinger, Grande Auditório, 10€
21.30 Patricia Brennan Septet, Anfiteatro ao Ar Livre, 20€
Heart Trio
William Parker, Cooper-Moore e Hamid Drake inauguram o festival com Heart Trio, uma formação dedicada a uma música do quotidiano, espiritual e enraizada em tradições africanas e orientais. Tocam instrumentos como o ngoni, o shakuhachi ou construídos artesanalmente, numa actuação que promete ser uma experiência sensorial.
Rafael Toral
Rafael Toral vai apresentar o seu disco de 2024, Spectral Evolution, um disco amplamente aclamado tanto em Portugal como internacionalmente. É uma viagem entre electrónica, sons naturais e memórias do seu Space Program, onde a guitarra eléctrica se dissolve em texturas quase botânicas, que evocam um jardim selvagem ou paisagens cósmicas de uma beleza invulgar.
MOPCUT + Moor Mother + MC Dälek
MOPCUT junta-se em estreia mundial a Moor Mother e MC Dälek para uma explosão sonora sem fronteiras. Audrey Chen, Julien Desprez e Lukas König fundem noise, jazz, improvisação e punk numa massa sonora mutante, agora amplificada pelas vozes de dois dos nomes mais inquietos da música afro-futurista.
X-Ray Hex Tet
O pianista Pat Thomas regressa ao Jazz em Agosto com os X-Ray Hex Tet, colectivo de vanguarda da cena londrina que junta nomes como Seymour Wright, Crystabel Riley e Edward George. A proposta é radical: sons sintéticos, textos falados e fragmentos históricos coexistem num caos controlado.
Patricia Brennan Septet
Patricia Brennan apresenta o seu ambicioso septeto que no ano passado lançou Breaking Stretch, um discos bastante apreciado pela crítica. A vibrafonista mexicana-oriental explora a escrita para grande formação jazzística com uma linguagem que cruza abstração, cinema noir e espírito mingusiano.
Sim, os bilhetes individuais continuam à venda, com preços entre os 10€ e os 20€, consoante o concerto. Existe ainda a modalidade para comprar o Passe Noite em que, por 110€, pode assistir a todos os concertos agendados para as 21.30. A entrada é gratuita para portadores de Cartão Gulbenkian Mais 65. Os bilhetes podem ser adquiridos no site da Fundação ou nas bilheteiras físicas.
Não. O Jazz em Agosto é um festival de presença. Nada substitui o ambiente do jardim da Gulbenkian ao anoitecer. Não há transmissão televisiva nem online prevista, por isso, se quiser ver, tem mesmo de estar lá.
A Fundação fica no centro de Lisboa, com múltiplas ligações de transportes públicos. Pode apanhar o metro até às estações de São Sebastião (Linhas Azul e Vermelha) ou Praça de Espanha (Linha Azul), ambas a poucos minutos a pé. Também há várias carreiras da Carris que passam nas imediações: 716, 726, 742, 746 ou 756. Quem preferir ir de bicicleta pode estacionar junto à entrada principal. Ir de carro é possível, mas o estacionamento na zona é limitado.
Tem mais perguntas? No site do festival encontra mais respostas.
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