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Seis músicas para cantar nos 35 anos dos GNR

O penúltimo concerto da digressão dos 35 anos dos GNR realiza-se quinta-feira no Casino Estoril. E estas seis músicas não vão faltar no alinhamento

GNR
©João Ferrand
Por Editores da Time Out Lisboa |
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A digressão de comemoração dos 35 anos dos GNR está a chegar ao fim. Quinta-feira há um concerto dos GNR no Casino Estoril, e sábado tocam no Coliseu do Porto. O grupo vai revisitar a sua carreira ao lado de convidados que marcaram diferentes fases da sua discografia. Recorde o percurso de uma das grandes bandas da pop portuguesa com estas seis músicas.

Seis músicas para cantar nos 35 anos dos GNR

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"Dunas"

Toda a gente já está farta dela, mas quando a começam a tocar não há quem consiga ficar calado e de corpo quieto. É um standard contemporâneo.

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"Bellevue"

Muitos elegem esta canção do álbum Psicopátria (1986) como a melhor canção dos GNR: o poema articulado com o desalento melódico de Reininho tornam-na irresistível.

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"Sangue Oculto"

No início dos anos 90, uma altura em que os GNR gozavam de uma certa popularidade em Espanha, sobretudo na Galiza, convidaram Javier Andreu para um dueto que será recriado no Casino Estoril.

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"+ Vale Nunca"

É uma das canções que habitualmente encerra os concertos do trio. Ao vivo, o coro de criancinhas costuma ser substituído pelas vozes dos muitos fãs e fiéis dos GNR.

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"Popless"

Um vídeo que homenageia a pop art e uma canção que fez arte da pop. Elegante e clássica, a evocar o Bryan Ferry que existe dentro de Rui Reininho. 

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"Cadeira Eléctrica"

Caixa Negra, o álbum mais recente, prova que os GNR ainda sabem escrever canções bem rechonchudas.

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